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Olha aí , doutor José Lauro Tonhá, esta vai para você neste 17 de agosto especial de seus 60 anos. Uma canção com sabor de ótimos vinhos já tomados e muitos ainda a tomar e lembranças de tantos caminhos do mundo já viajados e tantos ainda a percorrer. Mas, principalmente, um canto para saudar a figura especial que é você, sempre disponível ao ato mais generoso e a apostar na amizade.

Com o tango de Gardel e Le Pera vai também o abraço de parabéns do Bahia em Pauta ao doutor de nossas cabeças. Que venham os próximos anos e os próximos vôos. Paris, quem sabe! Ou Moscou, ou Atenas, ou Roma, ou San Francisco, ou Buenosd Aires, ou…

(Vitor Hugo e Margarida, por todos os que fazem o BP, amam e admiram você)


Wagner Rossi: “só um político brasileiro tem
capacidade de pautar “Veja” e “Folha”
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DEU NO IG

O ministro da Agricultura, Wagner Rossi (PMDB-SP), entregou nesta quarta-feira sua carta de demissão à presidenta Dilma Rousseff. Na carta, publicada no início da noite no portal do Ministério da Agricultura, Rossi lembrou “importantes conquistas” e negou todas as acusações. “Durante os últimos 30 das, tenho enfrentado diariamente uma saraivada de acusações falsas, sem qualquer prova, nenhuma delas indicando um só ato meu que pudesse ser acoimado de ilegal ou impróprio no trato com a coisa pública”, afirmou.

Leia abaixo a carta de demissão do ministro da Agricultura na íntegra:

“Brasília, 17 de agosto de 2011

Neste ano e meio na condição de ministro da Agricultura do Brasil, consegui importantes conquistas. O presidente Lula fez tanto pela agricultura e a presidenta Dilma continuou esse apoio integralmente.

Fiz o acordo da citricultura, anseio de mais de 40 anos de pequenos e médios produtores de laranja, a quem foi garantido um preço mínimo por sua produção.

Construí o consenso na cadeia produtiva do café, setor onde antes os vários agentes sequer se sentavam à mesma mesa, com ganhos para todos, em especial os produtores.

Lancei novos financiamentos para a pecuária, recuperação de pastagens, aquisição e retenção de matrizes e para renovação de canaviais.

Aumentei o volume de financiamento agrícola a números jamais pensados e também os limites por produtor, protegendo o médio agricultor sempre tão esquecido.

Criei e implantei o Programa ABC, Agricultura de Baixo Carbono, primeiro programa mundial que combina o aumento de produção de alimentos a preservação do meio ambiente, numa antecipação do que será a agricultura do futuro.

Apoiei os produtores de milho, soja, algodão e outras culturas que hoje desfrutam de excelentes condições em prol do Brasil.

Lutei por nossos criadores e produtores de carne bovina, suína e de aves que são protagonistas do mercado internacional.

Melhorei a atenção a fruticultura, a apicultura e a produtos regionais, extrativistas e outras culturas.

Apoiei os grandes, os médios e os pequenos produtores da agricultura familiar, mostrando que no Brasil há espaço para todos.

Deus me permitiu estar no comando do Ministério da Agricultura neste momento mágico da agropecuária brasileira.

Mas, durante os últimos 30 das, tenho enfrentado diariamente uma saraivada de acusações falsas, sem qualquer prova, nenhuma delas indicando um só ato meu que pudesse ser acoimado de ilegal ou impróprio no trato com a coisa pública.

Respondi a cada acusação. Com documentos comprobatórios que a imprensa solenemente ignorou. Mesmo rebatida cabalmente, cada acusação era repetida nas notícias dos dias seguintes como se fossem verdades comprovadas. As provas exibidas de sua falsidade nem sequer eram lembradas.

Nada achando contra mim e no desespero de terem que confessar seu fracasso, alguns órgãos de imprensa partiram para a tentativa de achincalhe moral: faziam um enorme número de pretensas “denúncias” para que o leitor tivesse a falsa impressão de escândalo, de descontrole administrativo, de descalabro. Chegou-se à capa infame da “Veja”.

Tudo falso, tudo rebatido. Mas a campanha insidiosa não parava.

Usaram para me acusar, sem qualquer prova, pessoas a quem tive de afastar de suas funções por atos irregulares ou insinuações de que tinham atuado com interesses menos republicanos nas funções ocupadas. O principal suspeito de má conduta no setor de licitações passou a ser o acusador de seus pares. Deram voz até a figuras abomináveis que minha cidade já relegou ao sítio dos derrotados e dos invejosos crônicos. Alguns deles não passariam por um simples exame de sanidade.

Ainda assim nada conseguiram contra mim. Aí tentaram chantagear meus colaboradores dizendo que contra eles tinham revelações terríveis a fazer, mas que não as publicariam se fizessem uma só acusação contra mim. Torpeza rejeitada.

Finalmente começam a atacar inocentes, sejam amigos meus, sejam familiares. Todos me estimularam a continuar sendo o primeiro ministro a, com destemor e armado apenas da verdade, enfrentar essa campanha indecente voltada apenas para objetivos políticos, em especial a destituição da aliança de apoio à presidenta Dilma e ao vice-presidente Michel Temer, passando pelas eleições de São Paulo onde, já perceberam, não mais poderão colocar o PMDB a reboque de seus desígnios.

Embora me mova a vontade de confrontá-los, não os temo, nem a essa parte podre da imprensa brasileira, mas não posso fazer da minha coragem pessoal um instrumento de que esses covardes se utilizem para atingir meus amigos ou meus familiares.

Contra mim nem uma só acusação conseguiram provar. Mas me fizeram sofrer e aos meus. Não será por qualquer vaidade ou soberba minha que permitirei que levem sofrimento a inocentes.

Hoje, minha esposa e meus filhos me fizeram carinhosamente um ultimato para que deixasse essa minha luta estóica mas inglória contra forças muito maiores do que eu possa ter. Minha única força é a verdade. Foi o elemento final da minha decisão irrevogável.

Deixo o governo, agradecendo a confiança da presidenta Dilma, do vice-presidente Michel Temer, do presidente Lula e dos líderes, deputados, senadores e companheiros do PMDB e de todos os partidos que tanto respaldo me deram.

Agradeço também a todos os leais colaboradores do Ministério da Agricultura, da Conab, da Embrapa e de todos os órgãos afins. Penso assim ajudar o governo a continuar seu importante trabalho, retomando a normalidade na agricultura.

Finalmente, reafirmo: continuo na luta pela agropecuária brasileira que tanto tem feito pelo bem de nosso Brasil. Agradeço as inúmeras manifestações de apoio incondicional da parte dos líderes maiores do agronegócio e de suas entidades e também aos simples produtores que nos enviaram sua solidariedade.

Deus proteja o produtor rural e tantos quanto lutem na terra para produzir alimentos para o mundo. Deus permita que tenham a segurança jurídica necessária a seu trabalho que o Congresso há de lhes garantir. Lutei pela reforma do Código Florestal. É importante para o Brasil. Outros, talvez mais capazes, haverão de continuar essa luta até a vitória.

Confio que o governo da querida presidenta Dilma Rousseff supere essa campanha sórdida e possa continuar a fazer tanto bem ao nosso país.

Sei de onde partiu a campanha contra mim. Só um político brasileiro tem capacidade de pautar “Veja” e “Folha” e de acumular tantas maldades fazendo com que reiterem e requentem mentiras e matérias que não se sustentam por tantos dias.

Mas minha família é meu limite. Aos amigos tudo, menos a honra.

Wagner Rossi
Ministro de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento”

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Chavez quer ouro nas mãs do estado
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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PORTUGAL)

Não é a primeira indústria, setor ou empresa que passa pelas mãos nacionalizadoras do presidente da Venezuela e, muito provavelmente, não será a última. Desta feita, Hugo Chávez não quer deixar o ouro em mãos alheias e anunciou esta quarta-feira que vai nacionalizar o metal precioso que experimenta forte alta nas cotações do mercado mercado mundial atualmente. A informação é uma das manchetes da edição online do jornal português Diário de Notícias.

Para aproveitar esta fase de brilho intenso do ouro, Chávez anunciou hoje que está preparando um decreto que vai nacionalizar a indústria mineira do ouro. A medida será implementada de forma rápida e o presidente já pediu ajuda aos militares para controlar o setor.

Deu na Folha.com

Os irmãos Paulo Sérgio Costa Pinto Cavalcanti e Ismael Cavalcanti Neto, donos do grupo Sasil, são suspeitos de arquitetar e comandar o esquema de fraude fiscal que, segundo a Polícia Federal, foi responsável pela sonegação de R$ 1 bilhão. O esquema é foco da operação Alquimia, deflagrada nesta quarta-feira.

A Folha apurou que a PF atribui a eles o comando de uma organização criminosa integrada por uma rede de 165 empresas no Brasil e 27 no exterior.

Veja galeria de fotos da megaoperação da PF

A maioria destas companhias é, segundo a PF, de fachada e está em nome de “laranjas” para simular operações de compra e venda para facilitar a sonegação de tributos da empresa Sasil Distribuidora de Produtos Químicos Ltda., apontada como “carro-chefe” do esquema.

A Folha entrou em contato com o grupo Sasil na tarde desta quarta, mas não localizou alguém para comentar as suspeitas e a operação da PF.

Leia matéria completa na Folha.com

http://www1.folha.uol.com.br


Ilha ocupada pela PF na Baia de Ttodos os Santos

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DEU NO IG

Thiago Guimarães (IG Bahia)

O grupo baiano Sasil, um dos principais distribuidores de produtos químicos do País, é o alvo da investigação da Operação Alquimia, deflagrada em 12 Estados nesta quarta-feira (17) pela Polícia Federal. O grupo é presidido pelo empresário baiano Paulo Sergio Costa Pinto Cavalcante, que integra a lista dos procurados pela polícia em das maiores operações contra o contrabando e desvios fiscais já realizadas no Brasil.

Segundo revela o portal IG, em reportagem assinada pelo repórter
Thiago Guimarães (IG Bahia) a operação tem por objetivo cumprir 31 mandados de prisão e 129 de busca e apreensão em casas dos investigados e empresas do grupo. Entre os crimes sob investigação estão sonegação fiscal, fraude na execução fiscal, formação de quadrilha, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

Com atuação desde 1973, a Sasil Comercial e Industrial de Petroquímicos atua na venda e distribuição de produtos químicos, com destaque para resinas termoplásticas. Subsidiária da holding Stahl Participações Ltda, possui filiais em 12 Estados e depósitos por todo o Brasil.

Em 2010, a empresa adquiriu a Varient, distribuidora da Braskem, braço petroquímico do grupo Odebrecht. Com a aquisição, a Sasil consolidou sua operação nacional – segundo a publicação especializada “Plástico Nordeste”, é distribuidor oficial da Braskem pararesinas como polipropileno e polietileno.

O presidente da Sasil é Paulo Sérgio Costa Pinto Cavalcanti. Ele está na lista das pessoas que a polícia quer prender, mas o comando da operação ainda não confirmou se ele já foi encontrado nem se ele é o proprietário da ilha de 20 mil metros quadrados na baía de Todos os Santos confiscada na operação.

Cavalcanti não foi localizado em seus dois endereços em Salvador – ambos na avenida Sete de Setembro (Corredor da Vitória), que abriga os prédios mais luxuosos da capital baiana.

Na sede da Sasil em Salvador, que também foi alvo da operação nesta quarta-feira (17), um segurança informou que a maior parte dos funcionários havia sido dispensada e que não havia ninguém para comentar a operação.


Van destroçada na estrada do oeste baiano./Globo
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DEU NO G1

Um grave acidente ocorrido na madrugada desta quarta-feira (17) matou passageiros de uma van na BR-349, nas imediações da cidade de Corrrentina, a 155 km de Barreiras, região oeste da Bahia.

De acordo com funcionários da delegacia da cidade, até por volta das 10h havia a informação de pelo menos nove mortes (o Correio informa em sua edição online que já são 10 os mortos). A van colidiu com uma carreta bitrem. Equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar estão no local do acidente.

Segundo Joaquim Chaves, morador da cidade e proprietário do guincho que foi até o local, as vítimas estavam indo para o enterro de um familiar na cidade de Santana dos Brejos, a 110 km de Correntina. Ele comenta que o local do acidente é um trecho reto, sem curvas, e que a suspeita levantada é que um dos motoristas teria dormido ao volante. Um funcionário da prefeitura confirmou o relato de que as vítimas são da mesma família e se deslocavam para um enterro.

De acordo com a delegacia, o corpo estava sendo transportado para Santana dos Brejos em um carro de funerária que viajava à frente da van. As primeiras informações da polícia afirmam que os parentes são baianos, mas moram em outro estado.


Mulher, acusada de ser laranja, presa
na Operação Alquimia/ Foto:O Globo
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DEU NO GLOBO

A Polícia Federal faz nesta quarta-feira mega operação para reprimir crimes de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e formação de quadrilha. A Operação Alquimia, em parceria com a Receita Federal, tem o objetivo de recuperar R$ 1 bilhão desviados por um grupo empresarial, ligado ao ramo de produtos químicos. Segundo a PF, essas empresas “enriqueceram com facilidade desigual, às custas de graves lesões ao erário”. A operação é considerada uma das maiores do gênero dos últimos anos no país.

Estão em execução 31 mandados de prisão temporária e 129 de busca e apreensão, além de 63 mandados de condução coercitiva. Os bens de 62 pessoas e 195 empresas estão sendo sequestrados. Além de recursos financeiros, a relação inclui veículos de luxo, lanchas, aeronaves e equipamentos industriais. Entre os bens que podem ser retomados, há até uma ilha na Bahia, onde os suspeitos teriam uma lancha e automóveis.

Para cumprir todas a medidas, foram acionados cerca de 90 auditores fiscais da Receita e 500 policiais federais. As ações ocorrem em 18 estados: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina e Sergipe.

A investigação começou há quase dez anos, em 2002. O esquema criminoso envolvia uma complexa estrutura para sonegar impostos federais e estaduais, utilizando empresas de fachada que, na maioria, não pagavam nenhum imposto. Segundo as investigações, cerca de 50 dessas empresas foram criadas para beneficiar a holding do grupo, cujo nome ainda não foi divulgado. Essa conclusão foi obtida a partir da análise dos vínculos entre as pessoas físicas e jurídicas investigadas, assim como suas movimentações bancárias.

Leia reportagem completa em O Globo (online)


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Somewhere in the Hills ( “O Morro Nao Tem Vez”, de Tom e Vinícius ), com Natalie Cole, filha do grande Nat, sob a batuta de Sérgio Mendes, no álbum Encanto, produzido por Sérgio, um dos primeiros músicos brasileiros a conquistar a América. E viva o Brasil!!!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

DEU NO CORREIO

Redação

A Receita Federal, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal deflagraram nesta quarta-feira (17) a Operação Alquimia, na Bahia, onde concentra maior parte dos alvos, e em outros 11 estados, com o objetivo de combater uma organização criminosa suspeita de fraudar o Fisco.

Segundo informações da Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil – 5ª Região Fiscal (Bahia e Sergipe), os órgãos apuram os indícios encontrados durante as investigações de prática de diversos crimes, como sonegação fiscal, fraude à execução fiscal, formação de quadrilha, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

São cumpridos 31 mandados de prisão, 63 conduções coercitivas e 129 mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados e nas empresas supostamente ligadas à organização criminosa, estados de Minas Gerais, da Bahia, do Ceará, Espírito Santos, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, de Pernambuco, Alagoas, São Paulo, Santa Catarina e Sergipe.

A Justiça Federal também decretou o sequestro de bens, incluindo veículos, embarcações, aeronaves e equipamentos industriais e o bloqueio de recursos financeiros dos suspeitos. Participam da operação cerca de 90 auditores fiscais da Receita Federal e cerca de 500 policiais federais.

ago
17
Posted on 17-08-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 17-08-2011


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Myrria, hoje, no jornal A Crítica (AM)

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