José Moura na cerimônia de entrega do premio
de Melhor Ator do ano ao filho Wagner Moura

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O ex-oficial da reserva da Aeronáutica, José Moura, pai do ator Wagner Moura, foi sepultado na manhã desta terça-feira, 16, no cemitério da cidade baiana de Rodelas, região do Vale do São Francisco, em clima de muita emoção.

Muitas pessoas presentes ao cemitério, entre parentes e amigos, não conseguiram conter as lágrimas quando Wagner, no momento em que o corpo do pai e grande incentivador descia ao túmulo gritou emocionado: “Valeu, pai!”

José Moura morreu ontem (15), aos 76 anos, em consequência de um câncer de próstata. Ele estava internado no Hospital Espanhol, na capital baiana, onde morava ultimamente, sempre com o coração dividido entre sua Rodelas natal, Salvador e Rio de Janeiro.

Wagner Moura estava filmando no Canádá, de onde retornou às pressas quando o quadro de saúde de Zé Moura se agravou no sábado. O ator ainda encontrou o pai com vida, segundo informações de pessoas próximas à família ao Bahia em Pauta.

O corpo foi levado ontem mesmo para Rodelas , onde o pai de Wagner Moura era figura das mais queridas na região, e velado durante toda a noite por praticamente toda a população da nova cidade do Vale do Rio São Francisco ( a antiga Rodelas , onde Zé Moura nasceu e Wagner passou a sua infância foi inundada pelas águas de uma das represas da CHESF, em Paulo Afonso).

O corpo de José Moura desceu ao túmulo por volta das 10 horas da manhã.

(Postado no Bahia em Pauta pór Vitor Hugo Soares, com informações do blog RODELAS NOTICIAS.COM,)

Zagallo/imgIG

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O ex-técnico da Seleção Brasileira Mário Jorge Lobo Zagallo foi assaltado na madrugada desta terça-feira (16) no bairro de Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro. De acordo com a Polícia Civil, ele estava acompanhado da mulher e do filho quando foi abordado por criminosos.

O crime ocorreu por volta das 2h na Rua Ministro Raul Fernandes, próximo ao número 100. Quatro homens a bordo de um carro interceptaram o veículo onde estava Zagallo com a família. Dois deles desceram e, um dos assaltantes, que estava armado com uma pistola, rendeu o ex-técnico da Seleção Brasileira.

Em depoimento à polícia, Zagallo relatou que os criminosos disseram que iriam levar o carro, mas, como o reconheceram, recolheram somente alguns pertences, como um cordão de ouro, um relógio e a carteira dele, contendo documentos e cartões de crédito.

O caso foi registrado na 10ª DP (Botafogo). Os policiais mostraram um álbum com fotos e retratos falados de assaltantes da região, mas Zagallo disse que não tinha condições de reconhecer os criminosos. A polícia vai solicitar imagens feitas por câmeras de prédios situados próximos ao local do crime para tentar identificar os bandidos.


Petkovic ni Vitória

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Dica de Maria Olívia Soares para o Bahia em Pauta

O jogador sérvio, Dejan Petkovic, baiano por direito (recebeu o título de cidadão baiano da Assembleia Legislativa do Estado) e também brasileiro de coração, fez história com a camisa do Vitória, Flamengo e outros clubes brasileiros. Agora, Pet, como é tratado carinhosamente, está atuando fora dos gramados, na telona de cinema.

Em cartaz desde a última sexta, dia 12, torcedores de todos os times podem rever momentos gloriosos do craque e conhecer um pouco da sua vida, a exemplo da infância na Sérvia. O filme O Gringo Mais Querido do Brasil está em cartaz, em pré-estreia nacional, no UCI Orient, Shopping Paralela, às 22 horas. Na sexta, dia 19, acontece a estreia oficial.

Em recente visita a Salvador, convidado pelo Globo Esporte/TV Bahia, Petkovic não deu muita pista do filme.“É melhor as pessoas irem sem qualquer expectativa e tirarem suas conclusões”, observou o craque de bola. O documentário era um sonho acalentado há quase dez anos, mas só começou a ser rodado há dois, numa co-produção Brasil-Sérvia, dos diretores Darko Bajic e Renato Martins. No périplo por Salvador, Pet deu uma palinha sobre o rubro-negro: “O Vitória precisa de um projeto, de jogadores mais experientes. O time tem muito troca-troca, oscila demais”. O ídolo sérvio-brasileiro também ganhou uma camisa do Vitória, estilo retrô, ano 1999, em sua homenagem, lançada pelo clube baiano.

Maria Olivia Soares é jornalista, colaboradora do BP


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Caymmi para sempre!!!

BOM DIA!!!

ago
16
Posted on 16-08-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 16-08-2011


Dona Canô sobre Caymmi: “agora ele está com Deus”
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O que artistas e amigos disseram no dia 16 de agosto de 2008 sobre a morte de Dorival Caymmi:

Dona Canô, 100 anos, disse que músico foi um “grande homem”.
Tom Zé afirmou que é impossível não conhecer “obra praieira” de Caymmi.

“Dorival (Caymmi) não foi só um grande artista, isso todo mundo já sabe, ele foi um grande homem”, foi dessa maneira que dona Canô, 100 anos, falou ao G1 sobre a morte do cantor e compositor baiano, que faleceu por volta das 6h deste sábado (16), em sua casa, em Copacabana. Ele sofria de insuficiência renal e teve falência múltipla dos órgãos.

“Quero mandar um abraço para Danilo e para Nana, filhos de Dorival. Quero dizer a eles que sinto muito pela morte dele. Ele estava sofrendo muito e agora está com Deus”, disse dona Canô.

A amiga centenária disse que Dorival Caymmi deixa um legado de composições para a música brasileira. “Ele cantou o Brasil como ninguém, vai fazer muita falta para nós. Eu vou ficando aqui, mas ele foi para o céu. Está descansando com Deus”, disse dona Canô.

O músico nasceu em Salvador, na Bahia, no dia 30 de abril de 1914. Ele deixa mais de cem composições, entre elas ‘Eu não tenho onde morar’, ‘Maracangalha’, ‘O que é que a baiana tem?’ e ‘Rosa Morena’.

Maria Bethania disse que está muito triste sobre a morte. “Estou saudosa de vê-lo com vida. Ele está com Deus, com as rainhas do mar. Dorival Caymmi não morreu, ele é iluminado.”

“A obra dele, a música e a genialidade dele são indescritíveis. O mundo todo sente a perda desse homem, desse artista, desse baiano. Ele deixa em nossas mentes todo o resplendor de seu trabalho brilhante e sereno”, disse Maria Bethania.

“Não se tem idéia do que significa um disco com músicas praieiras de Caymmi feitas na década de 1940”, disse o músico e compositor Tom Zé.

“A morte dele é perder o maior professor das nossas vidas. A primeira vez que vi ele cantando foi em 1949. Era uma coisa única. Toda música que fez foi sucesso”, afirmou Tom Zé.

O músico lembrou do tempo que era estudante e que já gostava do trabalho de Dorival Caymmi. “Estava no ginásio e ouvia aquelas canções que passavam uma liberdade, uma ousadia com aquelas variações rítmicas das canções. Aquelas músicas, aquele jeito, me provocaram muita curiosidade”.

“Não tenho nada a ver com o gênio de Caymmi, mas foi um dos meus grandes professores. Influenciou a todos. Estou gravando um CD e a primeira canção é ‘Salvador, Bahia de Caymmi´. Tinha esperança de mostrar para ele. Agora vou mostrar aos filhos”, disse Tom Zé.

Família

Stela Caymmi, neta do músico, disse que “é uma benção ser da família de meu avô. Ele estava morando em Copacabana. Ele vinha fazendo tratamento há alguns anos e a gente imaginava que esse dia poderia chegar”.

“Ele não sabia que tinha câncer e não queria saber, não perguntava muito sobre isso. Ele foi internado a primeira em 1999. Meu avô se submetia ao tratamento, mas não queria saber da doença. Ele tinha muita serenidade, que exercitava diariamente, por isso a gente respeitava esse desejo dele”, disse Stela, que escreveu uma biografia do avô.

“Como artista, ele marcou a Música Popular Brasileira. Ele tinha uma obra simples e não há um músico da atualidade que não cite o trabalho de Dorival. A vida dele é a obra que ele deixou”, disse a neta do músico.

Ministro da Cultura

“O Brasil perdeu hoje um grande mestre, mas pessoas como Caymmi não morrem, seguem encantados na vida e no imaginário do povo brasileiro. Uma obra permanece por estar viva em cada um de nós. Caymmi traçou um mapa afetivo, imaginário, sensual e lúdico de um Brasil”, disse, em nota, Juca Ferreira, ministro interino da Cultura.

Segundo o documento, o ministro diz que “tantos são os gênios que aqui tivemos, mas Caymmi é gênio do Brasil, irresistivelmente brasileiro, porque sua genialidade é a expressão do nosso povo.”

(Deu no G1, com informações da Globo News)

ago
16
Posted on 16-08-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 16-08-2011


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Sinfrônio, hoje(16), para o Diário do Nordeste


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CHUVAS DE VERÃO

Nubia Lafayette

Composição : Fernando Lobo

Podemos ser amigos simplesmente
Coisas do amor nunca mais
Amores do passado, do presente
Repetem velhos temas tão banais
Ressentimentos passam como o vento
São coisas de momento
São chuvas de verão
Trazer uma aflição dentro do peito.
É dar vida a um defeito
Que se extingue com a razão
Estranha no meu peito
Estranha na minha alma
Agora eu tenho calma
Não te desejo mais
Podemos ser amigos simplesmente
Amigos, simplesmente, nada mais

BOA NOITE!!!


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OPINIÃO POLÍTICA

O STF e as polícias

Ivan de Carvalho

Ontem, sob o título “O enquadramento das polícias”, voltei a abordar a questão da exposição pública indevida e deliberadamente degradante de pessoas presas – ainda sem julgamento e protegidas pela presunção de inocência – violando frontalmente o direito à dignidade humana e com evidentes danos morais e, não raro, materiais para as vítimas desses abusos da autoridade estatal.

Quase tudo que escrevi na ocasião dizia respeito à recente Operação Voucher da Polícia Federal e aos métodos de exposição degradante dos presos, que a PF insiste em usar, restando saber se o faz apenas por mau humor e truculência, por mentalidade defeituosa e metodologia idem, se com objetivo de punir – mesmo sem julgamento ou antecipando-se a ele – as pessoas que prende, se para “mostrar serviço” à sociedade ou se para criar problemas políticos no governo ou para o governo ou até para atingir a oposição.

Inclino-me a imaginar que cada caso é um caso. Em cada caso tem, suponho, a Polícia Federal ou a parte dela que se envolve com determinada investigação, motivações específicas para agir contrariamente a garantias constitucionais e até para passar o trator sobre decisão do Supremo Tribunal Federal, como é o caso das restrições da Súmula Vinculante 11 ao uso de algemas. E é claro que ao uso indevido (inconstitucional) de algemas equivalem o uso de cintos coloridos bem bandeirosos nos quais as prendem (recentemente adotados na PF) e o vazamento deliberado de fotografias de identificação prisional para a mídia, como ocorreu na Operação Voucher.

Acrescentei que a regra da não exposição pública, “de modo degradante, de presos protegidos pela presunção de inocência precisa ser respeitada também pelas polícias estaduais, para as quais as regras são as mesmas que a Polícia Federal reluta em respeitar ou simplesmente desobedece”. Concluí que este, porém, era assunto que valia tratamento em separado.

Mas ontem mesmo o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, criticou a divulgação de imagens dos presos com algemas na Operação Voucher: “Eu acho esse episódio de todo lamentável. Os senhores conhecem bem minha posição. Na presidência do STF, chamei atenção para os abusos que estavam ocorrendo nas várias operações. O STF deu a resposta com aquela súmula 11, das algemas, e acredito que é preciso realmente reagir”. Mendes acrescentou: “Acho que o Ministério da Justiça tem de reagir firmemente a esse tipo de abuso, abuso que se comete com presos conhecidos, presos anônimos. É preciso realmente encerrar essa quadra no Brasil”.

Creio que as declarações do ministro do STF são muito oportunas, tanto porque explicitam o fato de que o comportamento da PF na Operação Voucher contrariou efetivamente decisão do Supremo Tribunal Federal como porque fazem referência também a “presos anônimos”.

Isto, na prática, significa dizer que tanto o Ministério da Justiça precisa enquadrar a Polícia Federal nessa questão do respeito à dignidade dos presos como também os governos estaduais devem enquadrar suas polícias, onde práticas semelhantes ou equivalentes (com exposição degradante, especialmente na mídia, ferindo a dignidade humana) ocorrem com extrema freqüência

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