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Letizia de biquine:fotos a peso de ouro

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PORTUGAL)

A revista espanhola ‘Hola!’ publica esta semana um passeio de férias da princesa Letízia Ortiz, de Espanha, a bordo do iate real Fortuna. O mistério é quanto terão custado as fotos. Há quem fale em um milhão de euros.

Uma imagem da princesa Letzia em biquíni é sempre a imagem mais desejada pelos fotografos paparazzi. Este ano foi a Agência Korpa e o fotógrafo Gustavo Catalán que ultrapassaram a concorrência e foram os primeiros a colocar no mercado as fotografias da princesa em biquíni.

Segundo o site Periodista Digital, especializado em comunicação social, a revista Hola! teria desembolsado uma quantia na ordem do milhão de euros, tendo como referência os 300 mil euros que foram pagos em 2007 pelas primeiras fotografias de Letizia Ortiz em biquíni.

A dificuldade na obtenção destas imagens prendem-se ao fato de a família real apenas tomar banho de mar nas águas junto ao arquipélago de Cabrera, um parque nacional de acesso muito díficil e com fortes medidas de segurança.

Se as fotos publicadas em 2007, que mostravam a princesa junto da rainha Sofia, eram pouco nítidas, as deste ano são de uma enorme nitidez, valorizando em muito o seu preço.

A loucura de ver Letizia de biquíni é tal que das 19 fotos publicadas na revista espanhola, 14 mostram a princesa.

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DEU NO CORREIO DO BRASIL


Alex Rodrigues
Repórter Agência Brasil

O juiz federal Guilherme Mendonça, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), concedeu habeas corpus a quatro dos 18 investigados pela Operação Voucher, da Polícia Federal, que ainda estão presos, por suspeita de envolvimento em esquema de desvio de verbas públicas destinadas a programas de qualificação profissional na área de turismo. Outros 12 pedidos de soltura ainda serão apreciados pelo magistrado ainda hoje (12).

A decisão beneficia o secretário nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo, Colbert Martins e o advogado Jorge Kengo Fukuda, especialista na área de transportes e um dos diretores do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável (Ibrasi). Contratada por meio de um convênio com o Ministério do Turismo, a entidade é acusada pelo Ministério Público Federal de ter recebido parte dos R$ 4 milhões liberados por meio de emenda parlamentar, para programas de qualificação, sem ter realizado o serviço previsto.

Os outros dois suspeitos que obtiveram o habeas corpus, e que deverão ser soltos nas próximas horas, são Dalmo Antônio Tavares de Queiroz, coordenador de projetos da Fundação Universa, e Gláucia de Fátima Matos, servidora do Ministério do Turismo.

Dos 36 detidos em São Paulo, Brasília e no Amapá, na última terça-feira (9), 18 já haviam sido libertados na quarta-feira (10). Os 18 que continuam presos são aqueles contra quem a Justiça expediu mandados de prisão preventiva para que não atrapalhassem as investigações. Entre esses, está o secretário executivo do ministério, Frederico da Silva Costa.

Edição: Lana Cristina

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Posted on 12-08-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 12-08-2011


Juiza Patricia Acioli em imagem no Facebook/IG
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DEU NO IG

A juíza Patrícia Acioli, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo (RJ), foi morta com vários tiros no final da noite de quinta-feira (11) em Piratininga, no município de Niterói, Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O crime aconteceu quando ela se aproximava da entrada do condomínio onde morava, no bairro Timbau.

No momento em que foi assassinada, a juíza, de 47 anos, estava sem seguranças. A polícia trabalha com a hipótese de emboscada e acredita que o crime tenha sido encomendado.

Patrícia dirigia seu Fiat Idea quando foi surpreendida por homens utilizando toucas ninja que estavam em duas motos e dois carros. No total, foram feitos pelo menos 15 disparos de pistolas calibres 40 e 45 contra a vítima, que morreu no local.

A polícia espera contar com eventuais imagens gravadas pelas câmeras de segurança existentes na portaria do condomínio para ajudar nas investigações.

Prisões e ameaças

O presidente do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), Manoel Alberto Rebelo dos Santos, esteve no local do crime e disse que Patrícia havia recebido várias ameaças de morte.

Em algumas decisões da juíza, está a prisão de policiais militares de São Gonçalo, município da Região Metropolitana fluminense, que sequestravam traficantes e, mesmo depois de matá-los, entravam em contato com familiares e comparsas exigindo dinheiro para soltura. Patrícia também decretou a prisão preventiva de PMs acusados de forjar confrontos com bandidos, mortos durante a abordagem.

O nome da juíza estava ainda em uma “lista negra” feita pelo criminoso Wanderson Silva Tavares, conhecido como “Gordinho”. Ele foi preso no Espírito Santo em janeiro deste ano e chefiava uma quadrilha de extermínio que agia em São Gonçalo e teria assassinado pelo menos 15 pessoas em três anos.

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Posted on 12-08-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 12-08-2011


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Nani , hoje, no site A Charge on Line
http://www.acharge.com.br

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OPINIÃO POLÍTICA

A PF e o estado de direito

Ivan de Carvalho

Seria rematada tolice qualquer tentativa que neste espaço, para isto escasso, se fizesse para uma abordagem geral do caso que teve como detonador a Operação Voucher, da Polícia Federal, mobilizando 200 policiais federais distribuídos em São Paulo, Brasília e Macapá para cumprir mandados de prisão e busca e apreensão relacionados com o Ministério do Turismo.

Assim, tenho optado, nas duas edições anteriores e nesta, em pinçar alguns dos já quase inumeráveis pontos sensíveis da ampla e quase geral e irrestrita esbórnia policial, administrativa, jurídica e política que o caso apresenta. Um desses pontos foi o uso injustificado, portanto ilegal e criminoso, segundo a Súmula Vinculante 11 do Supremo Tribunal Federal, de algemas.

E, em meio a tudo isto, esforcei-me também em afirmar a injustiça, cruel, maldosa e irresponsável que vem sendo praticada contra pelo menos um dos muitos indiciados, o ex-deputado estadual e federal do PMDB baiano Colbert Martins Filho, secretário nacional de Desenvolvimento de Programas de Turismo. Mas isto não sou somente eu que tenho feito, mas outros jornalistas que o conhecem bem, assim como políticos aliados e adversários dele.

Hoje, de certo modo insisto neste assunto das algemas, provocado por uma entrevista do ministro da Justiça, o deputado petista e professor de Direito José Eduardo Cardozo, quando se defendeu de críticas (com as quais não compartilho e que constituem fogo amigo disparado pelos próprios governo e correligionários dele) de que não deveria ter avisado a presidente Dilma Rousseff do que estava para acontecer, isto é, de que iria ser deflagrada a Operação Voucher.

Aliás, a presidente já esteve dizendo ontem no Ceará que não pode continuar tomando um susto cada vez que acorda de manhã. É. De fato, a coisa está braba. Entre os vários sustos, a sensação muito real de queda, no caso, de importante queda de popularidade, atestada pela pesquisa CNI/Ibope divulgada em meados desta semana.

Mas, voltando ao ministro da Justiça. Ele repeliu as críticas por não haver revelado à presidente nem a ninguém a deflagração da Operação Voucher. Disse que não sabia, que soube apenas logo após iniciada, logo antes da PF avisar à imprensa, pois o inquérito policial da Operação Voucher estava sob segredo de Justiça. Assim, seria ilegal alguém dizer a ele, seria ilegal ele saber, da mesma forma que seria ilegal sair contando à presidente da República e a outras pessoas. Quando finalmente soube, o prestativo ministro telefonou para o Palácio do Planalto para avisar a presidente.

Transcrevo trecho da entrevista dele ao Terra Magazine: “Acho curioso que exijam que uma autoridade pública saiba com antecedência de uma operação da Polícia Federal que estivesse em segredo de justiça. O que esperavam do ministro da Justiça? Que eu descumprisse a lei? Infelizmente, muitos não percebem que vivemos num estado de direito. A mim, cabe o cumprimento da lei, e não o seu desrespeito.”

Verdade. Mas a PF é subordinada ao Ministério da Justiça e, desacatando súmula vinculante do STF, usou desnecessária e criminosamente algemas na operação, inclusive de modo a expor os presos ao registro de imagens da mídia (fotos foram publicadas no jornal Folha de S. Paulo e depois republicadas em muitos outros veículos de comunicação). O ministro, por ordem da presidente Dilma, pediu explicações à PF. Mas não há explicações aceitáveis, no caso. Talvez dentro do avião, mas em nenhuma outra circunstância. E as algemas foram impostas não só em avião, mas em ônibus, em aeroportos, em caminhadas. A Polícia Federal e o ministro não perceberam “que vivemos num estado de direito”?

Parabéns ,mano Chico, nascido José Genival Soares em um 12 de agosto como hoje lá pelos anos 40, mas rebatizado na antiga Fonte Nova, na torcida do Esporte Clube Bahia, da qual você se tornou há décadas um dos representantes mais desenfreados e emblemáticos. O Chico da Saúde, antes, agora o Chico da Boa Viagem, mas sempre Chico.

Esta vai especialmente para você. E não poderia ser outra, além da marron Alcione, a cantar no BP na data de seu aniversário. A Alcione de sua paixão quase tão fanática quanto seu amor pelo tricolor baiano, com quem tantas vezes você aprontou onde quer que ela se apresentasse em Salvador, ou bastando ouvi-la cantar. Desconfio até que esse “garoto maroto” tem a ver com você.

Parabéns e toda felicidade, sempre.

(Hugo e Margarida, em nome do Bahia em Pauta)

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