Colbert: “tem pirotecnia”, diz Geddel
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DEU NA REVISTA DIGITAL TERRA MAGAZINE

Claudio Leal

Em conversas com peemedebistas e familiares, na manhã desta terça-feira (9), o ex-deputado federal baiano Colbert Martins Filho (PMDB), do grupo político do ex-ministro Geddel Vieira Lima, procurou esclarecer a presença de seu nome na operação Voucher, da Polícia Federal. Secretário nacional de Desenvolvimento de Programas de Turismo, Martins foi detido para prestar depoimento sobre o desvio de recursos do ministério. A PF investiga fraudes nos convênios de capacitação profissional no Amapá.

De São Paulo, Colbert conversou por telefone com familiares e esclareceu que os convênios remontam a 2009. Ele tomou posse em 10 de abril de 2011, no governo Dilma, e teria assinado a última parcela do pagamento duas semanas depois, com parecer favorável da gestão anterior. “Ele estava no lugar errado, na hora errada. E o pagamento ainda precisaria ser autorizado pelo ministro (Pedro Novais)”, diz um familiar. Acompanhado por agentes federais, Colbert aguardava o embarque para o Amapá. “Ele está tranquilo. Isso é uma palhaçada. Isso vem do tempo do ex-ministro Luiz Barretto”, afirma uma liderança peemedebista.

No Twitter, Geddel Vieira Lima defendeu o correligionário: “Colbert entrou no MT tem três meses. Soube que essa zorra vem de 2009. Aí tem pirotecnia pelo meio, mas vamos esperar”, disse. O secretário-executivo do Turismo, Frederico Costa, também foi preso.

A operação Voucher mobilizou 200 policiais federais, divididos entre São Paulo, Brasília e Macapá (AP). A PF investiga desvio de recursos públicos destinados ao ministério por meio de emendas parlamentares ao orçamento da União. O esquema pode ter provocado prejuízos de R$ 4 milhões. Nesta terça, estão sendo cumpridos 19 mandados de prisão preventiva, 19 mandados de prisão temporária e 7 mandado

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