Dilma e Jobim no Rio: o que será que será?

Duas notas quentes no twitter da RadiodoMoreno (De Jorge Bastos Moreno)

RadiodoMoreno Jorge Bastos Moreno
E atenção, urgente: Dilma convocou reunião com Jobim para este sábado na Base Aérea do Rio, onde o ministro saberá em que chave foi sorteado

RadiodoMoreno Jorge Bastos Moreno
Se na chave dos que ficam ou dos que voltam pra casa. Se Jobim voltar com ela pra Brasília e a Helena estiver sem cachos, tudo acabou bem!

jul
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Waldir Pires sorridente

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Quem conversou com o ex-ministro da Defesa Waldir Pires sobre as declarações constrangedoras de seu sucessor no cargo, o gaúcho Nelson Jobim – do ataque aos “idiotas” do governo Dilma à confissão de voto em José Serra -, atesta que ouviu um riso fundo do outro lado.

DEU NO COMUNIQUE-SE

Além do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que pretende oferecer internet a preços populares, a presidente Dilma Rousseff quer popularizar o uso de tablets no Brasil. Dilma já pediu ao novo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que negocie com empresas nacionais valores entre R$ 400 e R$ 500. A presidente, que possui um iPad, quer que os leitores digitais a preços populares também possam ser parcelados.

“A Dilma falou assim: ‘chama os produtores nacionais de computador e faz uma negociação com eles para fornecer tablets com preço mais popular’. Preço popular seria R$ 400, R$ 500, algo que a prestação caiba no bolso”, afirmou o ministro em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo. Atualmente, o iPad custa entre R$ 1.649 a R$ 2.599 no Brasil.

Além de Dilma, o empresário Eike Batista já demonstrou preocupação com o alto preço do iPad no País. Eike confirmou que negocia a instalação de uma fábrica dos produtos da Apple no Brasil. Eike conversou com dois grupos responsáveis pela montagem dos aparelhos da Apple na Ásia. A intenção é que a fábrica seja instalada no complexo do Porto Açu, da LLX, companhia de logística da EBX, em São João da Barra, no litoral norte do Rio de Janeiro.


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BOM DIA A TODOS!!!

Os pilotos do voo 447 da Air France, que caiu no Atlântico em 2009, podiam ter salvo a situação depois que o avião perdeu os dados de velocidade, disse o Escritório de Investigação e Análise (BEA), agência francesa que investiga acidentes aéreos. “A situação era salvável”, afirmou Jean-Paul Troadec, diretor do órgão, a repórteres durante a divulgação do relatório atualizado sobre o acidente. O Airbus 330 mergulhou no Atlântico, em meados de 2009, quando fazia a rota Rio de Janeiro-Paris, matando todas as 228 pessoas a bordo.

“É difícil saber a partir de qual momento nada mais poderia ser feito. Os pilotos não entenderam o que estava acontecendo. No último minuto de voo, eles ouviram o alarme de proximidade do solo”, explicou Troadec durante coletiva de imprensa realizada em Paris, na França. O diretor disse ainda que “todos os dados obtidos exigem uma análise mais sistemática que demanda muito tempo” e “o relatório final não será divulgado neste ano, mas provavelmente no primeiro semestre do próximo ano”.

Diante de expectativa pela divulgação do relatório final com “as causas exatas” do acidente, o órgão divulgou nesta manhã um resumo do que poderia ser encontrado no terceiro documento. A última parte da investigação foi elaborada com as informações obtidas das caixas-pretas e revelaria as causas do acidente. Com as definitivas causas do acidente divulgadas, o BEA emitiu dez novas recomendações de segurança, reforçando a necessidade de treinamentos para o comando manual de aeronaves em altas altitudes.

Leia reportagem completa sobre o caso no IG:
www.ig.com.br

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OPINIÃO POLÍTICA

Um povo envenenado

Ivan de Carvalho

Nos Estados Unidos, o povo está envenenado pela alimentação fast-food, que surgiu com o objetivo de ser uma comida rápida, mas atualmente já é por muitos degustada com toda a calma e em quantidades ilimitadas. Daí que, por causa disto, da grande quantidade de refrigerantes que ingere (frequentemente puxados pela alimentação fast-food), o norte-americano é o povo mais obeso do planeta.

Nos EUA, a obesidade tornou-se uma avassaladora epidemia, uma doença-mãe geradora de várias outras e responsável pela queda na qualidade de vida de muita gente, grande parte desta com alto padrão econômico. No Brasil, nós que sempre fomos afeitos a assimilar culturas alheias, estamos no limiar de uma epidemia de obesidade semelhante à americana.

Aderimos amplamente ao fast-food e vale notar que as crianças e adolescentes lideram a marcha para essa alimentação, os hamburgers, chesburgers, hot-dogs e afins, complementados pela contribuição italiana das pizzas, que leva a resultados parecidos, embora não iguais.

Assim, do veneno que eles, norte-americanos, comeram, estamos nós, brasileiros, cada vez mais comendo. Como se isto não bastasse, estamos acrescentando ao veneno fast-food (vamos chamá-lo assim, para simplificar) outro tipo de veneno que não é encontrado apenas nessa espécie de alimentação, mas em muitas outras que, de outro modo, poderiam ser consideradas saudáveis.

O Brasil tem menos de 200 milhões de habitantes. Estamos aí na casa dos 190 milhões. Os Estados Unidos passaram dos 300 milhões, aproximam-se dos 310 milhões. E, na média, um americano come mais, por dia, do que um brasileiro. É verdade que eles exportam grande quantidade do alimento que produzem, mas também é verdade que nós, brasileiros, também fazemos isso.

Dentro desta conjuntura, é razoável que os americanos usem mais agrotóxicos (que a linguagem comercialmente correta chamaria de defensivos agrícolas), em termos absolutos, do que os brasileiros. E que o lucro desse comércio de agrotóxicos seja bem maior lá do que aqui.

Mas parece que o nosso país tem mania de grandeza. Quer ultrapassar o vizinho do norte. De acordo com reportagem distribuída pela Agência Pulsar, “o Brasil deve ultrapassar os EUA na arrecadação com vendas de defensivos agrícolas”. A estimativa é de que haverá um crescimento de 10 por cento no mercado brasileiro de agrotóxicos, com vendas no valor aproximado de R$ 12,4 bilhões.

Mas anotem. Segundo estudo elaborado pela consultoria alemã Kleffmann, o consumo de agrotóxicos pelos produtores americanos teve uma queda de seis por cento entre 2004 e 2009. No Brasil, no mesmo período, houve um crescimento de 1,5 por cento. O que, feitas as contas, dá uma diferença de 7,5 por cento a favor da saúde dos americanos. É claro que nem todos os agrotóxicos, aqui ou nos EUA, são usados em lavouras de comestíveis. No Brasil, por exemplo, o uso desses venenos se concentra muito na soja, comestível, com 44 por cento, e no algodão, com 11 por cento (depois podemos plantar feijão na terra envenenada onde esteve o algodão com agrotóxicos).

Mas agora saímos do território do erro para ingressar no da irresponsabilidade e no crime consciente contra a saúde pública.

O Brasil é o principal destino de agrotóxicos proibidos no exterior. De acordo com dados da ONU, diz a Agência Pulsar, pelo menos dez variedades vendidas livremente aos agricultores brasileiros não são mais usadas na Europa e nos Estados Unidos.

Mas isso não deve deixar ninguém surpreso. Todo mundo que quis saber já sabe que o Bisfenol A é uma substância cancerígena. Ela é usada, no Brasil, nas latas de refrigerantes e cervejas e nas garrafas plásticas tipo pet. Em outros países, a exemplo dos Estados Unidos e dos países europeus, já foi proibida. No Brasil continua permitida. Explicação extremamente fajuta e inaceitável dessa incrível Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária): não podemos proibir sem mais aquela porque os acordos do Mercosul nos impedem fazer isso sem que haja um consenso.

E fiquem de câncer os brasileiros à espera do consenso que um dia virá para, talvez, curá-los.

jul
29
Posted on 29-07-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 29-07-2011


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Sinfrônio, hoje, hoje, no Diário do Nordesta (CE)

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