jul
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Posted on 27-07-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 27-07-2011

João Falcão:jornalista, militante e empreendedor

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O fundador do Jornal da Bahia, escritor, jornalista e empresário, João Falcão, de 92 anos, morreu na noite desta quarta-feira (27), no Hospital Português, onde estava internado.

A morte de um dos mais destacados homens da imprensa da Bahia, fundador do jornal que revolucionou a técnica de fazer jornal e a forma de fazer jornalismo no estado, foi confirmada por volta das 21h.O enterro de Falcão será às 16h desta quinta-feira, no Campo Santo, bairro da Federação.

João da Costa Falcão nasceu a 24 de novembro de 1919 na cidade de Feira de Santana, neste Estado, filho de João Marinho Falcão e Adnil da Costa Falcão.

Fez o curso primário na sua cidade natal, e o ginásio na Cidade do Salvador, dos anos de 1930 a 1937. Em 1938, ingressou na Faculdade Livre de Direito, em Salvador.

Neste mesmo ano começou sua militância no Partido Comunista do Brasil, na clandestinidade, porque se opunha á ditadura do Estado Novo, implantada no país em novembro de 1937.

Fundou, ao lado de outros jovens, a revista Seiva, que seguia a orientação do PCB. Em dezembro de 1942, formou-se em Direito.

Em seguida, em 1943, foi convocado como soldado para servir ao Exército Brasileiro, em razão do Brasil ter declarado guerra ao Eixo, constituído pela Alemanha, Itália e Japão e ter se colocado ao lado dos Aliados, bloco constituído pela Inglaterra, Estados Unidos da America e a União Soviética.

Esta experiência durou pouco tempo, porque, em conseqüência de suas atividades comunistas, foi condenado, neste mesmo ano, a cinco anos de prisão pelo Tribunal de Segurança Nacional, foi expulso do Exercito e preso, até seus advogados conseguirem sua absolvição perante aquele Tribunal, meses depois.

Terminada a Guerra Mundial no ano de 1945, e concedida a anistia geral pelo governo, fundou o jornal O Momento. Nesse mesmo ano concorreu às eleições para deputado federal pela chapa do Partido Comunista, ficando suplente do deputado Carlos Marighela, único eleito pela Bahia.

Com o fechamento do PCB em 1947, passou a militar clandestinamente no Rio de Janeiro, ficando responsável pela guarda e segurança do senador e líder comunista Luiz Carlos Prestes, até o ano de 1950, quando voltou para Salvador.

Casou-se em 1947 com Hyldeyh Ferreira, e tiveram sete filhos, vinte um netos e onze bisnetos.

Em 1950, fundou a Imobiliária Antonio Ferreira de Souza, em homenagem ao seu sogro, que havia falecido. Esta Imobiliária construiu grandes edifícios, inclusive o Edifício Antonio Ferreira, na rua Chile, projeto do escritório do grande arquiteto Oscar Niemayer, em 1954, e atuou em Salvador cerca de vinte anos.

Em 1954 foi eleito deputado federal na legenda do PTB, com o apoio do Partido Comunista.

Em 1958, já desligado do Partido Comunista, foi um dos fundadores do Jornal da Bahia e seu diretor até 1983.

Em 1960, fundou o Banco Baiano da Produção S.A., que até o ano de 1970 tinha agencias em quase todas as capitais do norte ao sul do país. Em 1977 fundou a empresa João Falcão Urbanizadora Ltda., que está em atividade até os dias atuais.

No governo de Luiz Viana Filho foi presidente do Banco de Desenvolvimento da Bahia, de 1967 a 1969.

Foi membro do Conselho Consultivo da Usina Siderúrgica do Bahia, sócio da Associação Brasileira de Imprensa e da Associação Bahiana de Imprensa, da Associação de Bancos da Bahia, e é membro do Conselho das Obras Sociais de Irmã Dulce (OSID).

Recebeu a comenda de Grão Mestre da Ordem do Mérito da Bahia, no governo de Roberto Santos e a comenda da Ordem Municipal do Mérito de Feira de Santana, na classe de Grande Comendador, recentemente.

Em 1988, aos sessenta anos, iniciou sua vida literária com a publicação do livro de memórias O Partido Comunista Que Eu Conheci. Em 1983 publicou os livros A vida de João Marinho Falcão – Vitória de uma vida de trabalho; em 1999, O Brasil e a 2ª Guerra Mundial; em 2006, Não deixe esta chama se apagar – História do Jornal da Bahia; em 2008, A história da Revista Seiva; em 2009, o livro de suas memórias, Valeu a pena (Desafios de minha vida), ao completar 90 anos.

Em 2010 é indicado para tomar posse como membro da Academia de Letras da Bahia. É titular da Cadeira de número 35.

(Informações biográficas da Academia de Letras da Bahia)

jul
27

Amy: liberta do circo

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CRÔNICA / AMY

O que eu gostaria de dizer sobre a rainha de Camden

Laura Tonhá

Queridos leitores do Bahia em Pauta, estou desde domingo com um nó na garganta pela morte de Amy, desde então tento traduzir em palavras o que ela significou e significa para mim, mas ainda não tinha conseguido chegar no cerne da questão.

Aparentemente eu adorava a genial cantora e não poderia ser diferente. Além de considerá-la a mais autêntica e talentosa artista da atualidade, morei em Londres em 2007 – ano que Amy se tornou um sucesso mundial. Seu rosto estampava freqüentemente os tablóides ingleses e eu me acostumei a cruzar com a exótica artista nas ruas de Camden, sempre cheia de estilo: sapatilhas de bailarina, muita maquiagem, cabelo arrumado em seu topete, caminhando no famoso bairro alternativo, acompanhada de seu marido: Blake. Acho que ela estava no auge: feliz, apaixonada, seu álbum lançado no ano anterior (2006) – Back to Black – estourado, ela se tornava um sucesso mundial. Eu estava vivendo a vida em uma das cidades mais fascinantes do mundo e todos ouvíamos a diva local. Desconfio que apenas Londres poderia ter “produzido” Amy Winehouse.

Desde então, acompanho como fã as notícias sobre ela: a tumultuada relação com Blake – começaram a namorar em 2005, em 2007 se casaram, em 2009 se divorciaram, em 2010 se reconciliaram e prometeram que iam se casar novamente, romperam novamente; mais recentemente o novo namorado “almofadinha” Reg Travis que não estava com ela nos últimos meses porque, de acordo com ele, ela continuava a beber (faça-me o favor…) ainda mais recente, agora em julho as notícias de que ela ligava de madrugada desesperada para Blake, que por sinal está para ser pai de um filho com outra mulher (isso deve ter sido duro para Amy, o sonho dela era ser mãe). Além disso, reabilitações, prisões, drogas, brigas em família etc. Ainda assim, aguardávamos o próximo álbum, o retorno da diva.

Pois bem, com a notícia da morte da cantora, fiquei com isso tudo na cabeça, o talento absurdo, as drogas, a vida louca, a paixão por Blake, tudo foi Amy, mas ela foi muito mais. O nó continuava.

Felizmente, lendo Guilherme Fiuza, em sua coluna semanal, entendo o que eu já sabia, mas não tinha tido o insight. Amy, veio ao mundo para bagunçar a fronteira entre o bem e o mal, o certo e o errado. A voz sublime, das mais belas que o mundo já ouviu, em contraste com a vida sem limites. Deus e o diabo são uma coisa só. Os olhos míopes não conseguiram enxerga-lá. O senso comum tornou a mais conhecida pelos escândalos do que pelo talento e ela seguiu dando comida aos abutres: destruição e canções maravilhosamente desconcertantes.

Como uma “atração no zoológico”, tornou-se um prato cheio para imprensa sensacionalista. Em sua vinda ao Brasil muito mais se falou do seu seio de fora do que do seu talento. Brinde à miopia.

Amy era pura arte, do estilo, a música, aos trejeitos pouco lhe foi feito justiça, sobre isso Fiuza comenta:

“frequentemente, Amy era descrita como uma mulher desajeitada, que não sabia o que fazer com o próprio corpo em cima de um palco. Outro brinde à miopia. Poucas cantoras tiveram tanto estilo em cena. O charme de Amy só era visível aos olhos nus – aqueles não adestrados para enxergar na cantora uma caricatura humana. Aos demais, restava esperar pelo clímax de um gole a mais e um tombo no palco. Mórbido clímax.”

O jornalista em suas conclusões faz o arremate final:

“Amy Winehouse tinha Deus e o diabo dentro de si. A prova está em cada instante da intérprete potente, possessa, possuída. Em cada melodia magistral com que enchia de doçura um verso amargo. O senso comum não gosta de ver Deus e o diabo em comunhão.

Eleita para o lugar da estranha (aquela que serve para os outros se sentirem normais), Amy foi ficando a sós com seus conflitos – que eram letais, como ela própria inscreveu em sua obra. Dissolveu-se ao vivo.

Agora o público do circo está a sós com sua curiosidade mórbida. Deus deu a Amy a libertação. O diabo lhe deu a vingança.”

A matéria completa de Guilherme Fiuza esta no site da Época.

Com o meu nó desfeito e feliz por entender Amy liberta do circo, permaneço com a alegria de ser fã inconteste da sublime cantora, feliz e grata por saber que ela será para sempre trilha sonora do meu período londrino. Feliz pelos momentos vividos na Camden de Amy, que eu apresentei com tanto entusiasmo para pais, irmã, tios e amigos que me visitaram. Grata a Fiuza que desfez meu nó e a Tia Margarida que, com seus dons premonitórios, me brindou há 2 semanas atrás com uma boa dose de Amy e bom vinho em sua casa.

Sem Amy sigamos atentos ao circo.

Laura Tonhá, publicitária baiana, fundadora e diretora-executiva do Bahia em Pauta, está de férias em São Paulo, onde produziu o texto publicado no BP

Julia Roberts e Christy Turlington proibidas

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Duas campanhas a produtos cosméticos foram retiradas, no Reino Unido, porque usam fotos manipuladas por computador e que são enganosas para os consumidores.

As campanhas publicitárias, das marcas Lancôme e Maybelline, da empresa L’Oreal, mostram fotos da atriz Julia Roberts e da modelo Christy Turlington manipuladas por computador. A empresa admitiu que a imagem de Christy Turlington, a uma base “antienvelhecimento”, foi alterada para “clarear a pele, limpar a maquiagem, diminuir sombras escuras nos olhos, tornar os lábios mais lisos e escurecer as sobrancelhas”. No entanto, a L’Oreal disse que a imagem refletia precisamente os resultados que o produto poderia ter na pele.

O anúncio da Lancôme, segundo a empresa, mostrava Julia Roberts na sua “pele naturalmente saudável e brilhante”, adiantando que que o produto anunciado levou 10 anos a ser desenvolvido.

Segundo a entidade que baniu as imagens, ASA, a L’Oreal não foi capaz de mostrar exatamente até que ponto retocou as fotografias originais – um pré-requisito para anúncios de produtos cosméticos.

A decisão foi tomada em resposta à denúncia da deputada Jo Swinson, do partido Liberal Democrata britânico, que afirmou que as propagandas “não são representativas dos resultados que os produtos podem alcançar”.

Jobim:entrevistá dá polêmica no twitter

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O ministro da Defesa, Nelson Jobim (PMDB), disse nesta terça-feira (26) ter votado em José Serra (PSDB) na eleição de 2010. Segundo ele, a então candidata Dilma Rousseff (PT) sabia de sua preferência pelo tucano. Depois de se eleger e de convidá-lo para o ministério, a petista não teria mais tocado no assunto.

O ministro participou da estreia do programa “Poder e Política – Entrevista”, conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues no estúdio do Grupo Folha em Brasília. O projeto é uma parceria do UOL e da Folha.

Além de revelar o voto em Serra, Jobim disse que o tucano teria tomado as mesmas atitudes de Dilma se tivesse vencido a eleição e fosse confrontado com escândalos como os que derrubaram os ministros Antonio Palocci (Casa Civil) e Alfredo Nascimento (Transportes).

Na entrevista, Jobim respondeu a perguntas sobre vários temas. Falou, por exemplo, sobre sigilo eterno de dados públicos, documentos da ditadura militar que foram destruídos, relação de dissidentes do PMDB com o governo Dilma e a perda de poder do Ministério da Defesa sobre a Aviação Civil.


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CAPINAN:ENCONTRO NO SHOPPING

Vitor Hugo Soares

Junto com o vídeo que o Bahia em Pauta divulga acima, o comentário postado por moisessilvabastos em 11/05/2011, no You Tube, sobre o poeta e compositor José Carlos Capinan. Vai reproduzdo na íntegra, pois diz quase tudo em poucas palavras:

“Ele tem um manancial de letras de sucesso imenso. Parcerias com muita gente famosa mas ele mesmo é pouco conhecido. Vamos fazer justiça e divulgar esse monstro sagrado que, por sua própria modéstia, permanece quietinho”.

Ponto.

Agora um exemplo ainda mais recente dessa verdade:

Sábado passado, em loja de eletrônicos de um dos mais movimentados shoppings de Salvador, enquanto Margarida conclui uma compra, vejo-o passar e parar bem ao meu lado.

Com a simplicidade tímida de sempre e a paciência de qualquer cliente anônimo, ele também espera para pagar uma compra. Inseguro pelo reencontro do querido amigo e companheiro de outras batalhas, admiração de sempre, peço baixinho a confirmação de Margarida, que responde na lata:”É ele, sim”

Então eu grito, para espanto geral, a começar do próprio:

-E aí, velho Capim, quanto tempo! Como vai?.

Então vem o abraço forte, a conversa rápida no meio da confusão, o pedido e anotação do novo número do celular, a promessa de conversa mais longa, a despedida até mais ver…

E o poeta Jose Carlos Capinan segura na mão da netinha que o acompanha, orgulhosa de suas bonitas e berm cuidadas tranças de estilo afro, e sai, simples e modestamente como entrou.

Fica o olhar espantado do vendedor, sem entender a cena. Antes de matar a sua curiosidade, pergunto: “Você já ouviu falar em Capinan?”. E o rapaz:”Não senhor”.

“Soy loco por ti, América”, você já ouviu?”. O rapaz sorri e balança a cabeça afirmativamente. “E Papel Maché, sabe de quem é?”. Ele vacila e eu canto alto dentro da loja uma palinha da linda canção. Aí o jovem vendedor de computadores de última geração vai em frente:

“Vida é fazer, todo sonho brilhar, ser feliz”…

Grande Capim!!!

(Vitor Hugo Soares, editor)

jul
27


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OPINIÃO POLÍTICA

Das coisas estranhas

Ivan de Carvalho

Há coisas aparentemente inexplicáveis ou estranhas. Talvez cavando fundo, pesquisando, estudando, elas acabem se tornando explicáveis ou perdendo a configuração estranha. Mas isso leva tempo. Quem estiver pensando que vou escrever sobre o quase certamente fajuto disco voador de Embu das Artes, errou.

Estranha, muito estranha, é por exemplo a quase invisível reação, o ensurdecedor silêncio do imenso segmento cristão da população brasileira – incluindo as instituições cristãs – à diatribe do ex-presidente Lula, alvejando as várias coisas que Jesus Cristo disse sobre os pobres. Parecem quase todos dispostos a deixar Jesus responder sozinho.

Como se recorda, Lula afirmou a um auditório de cerca de mil pequenos agricultores e com ampla cobertura midiática, que “inventaram” essas coisas que os Evangelhos atribuem, na Bíblia, a Jesus, sobre os pobres. Bem, mudemos de assunto, creio que já fiz a minha parte, é a segunda vez que abordo o tema. Se houver necessidade, faço mais.

Uma das coisas em curso no Brasil, mais inexplicáveis a curtíssimo prazo, é a declarada disposição do governo federal de fazer uma completa faxina no Ministério dos Transportes, inclusive do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, DNIT, que conforme Jorge Hage, o correto ministro da Controladoria Geral da República (órgão do Executivo), “tem o DNA da corrupção”.

Ora, faxina rigorosa no Ministério dos Transportes, determinada pela presidente Dilma Rousseff e executada não com muita, mas com aceitável rapidez. Mas já houve recentemente duas faxinas seletivas (porque realmente cabia que fossem seletivas) na Casa Civil da Presidência da República. Uma delas, ainda no final do governo Lula, pôs para fora da Casa a então ministra-chefe e ex-secretária executiva (para ambos os cargos escolhida por Dilma Rousseff) Erenice Guerra.

Agora, parece que a faxina terá que ser ampliada para a ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. Existe a presunção, principalmente depois da reportagem da revista Época sob o título Agência Nacional da Propina, que a presidente vai determinar uma investida dos faxineiros na ANP.

Se dependesse do tucano José Serra, que foi o principal adversário de Dilma nas eleições presidenciais, a presidente mandaria outra e bem disposta turma da faxina à Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, responsável pela licença para uso dos medicamentos no Brasil e também pela vigilância do setor de alimentos, entre outras importantes funções. Daí se pode inferir o imenso poder dessa agência federal.

Pois Serra afirmou que quando era ministro da Saúde (a Anvisa é uma agência autônoma, mas tem vinculação com o Ministério da Saúde) os processos de liberação dos medicamentos genéricos demoravam seis meses, do começo ao fim. Esse período passou a “doze e até dezoito meses”, disse Serra na campanha eleitoral, concluindo: “Criam dificuldades para vender facilidades”. Um ataque severo, feito de público, gravado e exibido, com áudio e imagem, por emissoras de televisão e registrado nos jornais. Isso obrigaria o governo a interpelar José Serra, política e judicialmente, para que se explique e, podendo, ofereça prova do que disse.

Mas o governo federal fez ouvidos de mercador. Estará com medo de Serra ou talvez convencido que só “o DNIT tem o DNA da corrupção”, que a Anvisa está imune ao contágio, bem como todos os ministérios que não estão sob controle do PR.

Fico me perguntando: nessa lambança toda, o PR é a ovelha negra ou o bode expiatório, um bode culpado, mas, ainda assim, apenas um bode expiatório? Ou talvez não seja bode, mas boi de piranha.

Dica de arte, cultura e política da jornalista Maria Olívia Soares para o Bahia em Pauta

“Kivideobiopsicomassafolk”: golpe
contra Lago no Maranhão no TCA
Esta quarta-feira, 27, às 15 horas – “Kivideobiopsicomassafolk” –
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O jornalista, sociólogo, escritor e professor Gilberto Felisberto Vasconcelos em palestra no VII Seminário Internacional de Cinema – CineFuturo, que se realiza no Teatro Castro Alves, em Salvador, aborda a análise dos signos produzidos pela chamada “mídia hegemônica”. Ele é o autor de vídeos como Esporte Mata, Criminalidade Acadêmica, O Dólar Contra o Sol na Terra do Etanol, Kivídeorádio, Golpe de Estado (cassação do governador do Maranhão, Jackson Lago) e Capitalismo e Crise Financeira. Participação do jornalista João Carlos Teixeira Gomes (Joca).

Amanhã, 15 horas – “Godard, Truffaut e a Nouvelle Vague” – O francês Antoine De Baecque foi um dos principais críticos dos Cahiers du Cinéma nos anos 1980-90. Na década de 90, retornou sistematicamente à obra de Tim Burton, acompanhando sua evolução e traçando as diretrizes de um livro que seria publicado em 2005. No período 1996-98, foi redator-chefe dos Cahiers. Publicou várias obras, entre elas a biografia de François Truffaut (1996, em parceria com Serge Toubiana), La nouvelle vague – portrait d’une jeunesse (1998) e La cérémonie du pouvoir (2002). Recentemente, escreveu o roteiro do documentário “Godard, Truffaut e a Nouvelle Vague” (Emmanuel Laurent, 2009) e lançou a celebrada biografia de Godard (2010).

jul
27
Posted on 27-07-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 27-07-2011

Felipe França:garra e vingança na China

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DEU NA UOL/ESPORTES

O brasileiro Felipe França conquistou a medalha de ouro na final dos 50 m peito nesta quarta-feira no Mundial de Xangai, superando o sul-africano Cameron van der Burgh, recordista mundial da prova. É o terceiro ouro do Brasil na competição. Felipe fez o tempo de 27s01 e comemorou muito o triunfo.

O nadador do Brasil já havia chegado perto do título em 2009, em Roma, quando foi prata no Mundial. No ano passado, no Mundial de piscina curta, ele comemorou o ouro. Mas nesta quarta ele pôde vibrar com a principal conquista de sua carreira.

Felipe França ainda se vingou de Van der Burgh, campeão mundial em 2009. Nesta quarta-feira, o sul-africano chegou apenas em terceiro lugar, com 27s19. A medalha de prata ficou com o italiano Fabio Scozzoli, que completou a prova em 27s17.

O Brasil, assim, já totaliza três títulos em Xangai. O primeiro ouro foi de Ana Marcela Cunha, vencedora da maratona aquática de 25 km. Na última segunda, Cesar Cielo entrou para o grupo ao levar a melhor nos 50 m borboleta.

jul
27
Posted on 27-07-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 27-07-2011


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Frank, hoje, no jornal A Notícia (SC)

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