Amy Winehouse/foto PÚBLICO

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CRÔNICA DE VITOR BALENCIANO PUBLICADA EM 1 DE JUNHO DE 2008

NO JORNAL “PÚBLICO”, DE LISBOA.
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AMY, A ACOSSADA

Vitor Balenciano

Herdeira da linhagem a que pertencem cantoras como Billie Holiday ou Nina Simone, capazes de exporem um misto de gravidade emocional e vulnerabilidade extrema, é fácil ser moralista com Amy Winehouse. É alguém que se movimenta, quase sempre, no fio da navalha do risível, alimentando as paixões mais desencontradas.

Que ela tem demónios, fantasmas e muitos problemas, é por demais evidente. Mas o mais interessante, no seu caso, como no de celebridades semelhantes, é por vezes virar o espelho refletor para o lado de cá, para percebermos quais são os nossos demónios e fantasmas.

No final do concerto era perceptível que havia no ar um misto de sensações difíceis de descrever.

Mas todos emitiam juízos definitivos.

Uns comentavam que sabiam que ela tinha problemas de alcoolismo, mas nunca haviam pensado que seria assim e sentiam-se defraudados. Mas também havia quem achasse que a sua performance desajeitada fazia parte do seu charme.

Ao meu lado, alguém dizia que se pudesse a levava para casa, para lhe fazer festas, apelando ao sentido de proteção. A sua vida tornou-se, aos nossos olhos, um livro aberto.

Todos projetamos fantasias nela.

Todos temos algo a dizer sobre o seu futuro. Vai-se safar. Não se vai safar.

Gostamos de destinos traçados.

Tragédias.

No seu caso, parece evidente, que é alguém que não joga bem ao jogo da fama. As fronteiras entre o que é a exposição pessoal, da sua vida, e a exposição artística, pública, não são nítidas. Por um lado, porque ela própria parece não saber distinguir essas extremidades. Quem já a viu ao vivo, antes de todos os alvoroços, percebe-o.

Mas também porque o bordel mediático à sua volta é de tal forma incessante, que deverá ser difícil escapar-lhe. Jon Pareles, crítico de música do New York Times, escrevia no princípio do ano passado antes portanto dos escândalos terem começado depois de a ter entrevistado, que sentia que tinha estado perante alguém acossada, que poderia soçobrar perante o ambiente competitivo da indústria do entretenimento.

Acossada talvez seja uma das palavras para descrever a Amy Winehouse da noite de sexta no Rock in Rio. Mas cada um terá a sua. Frágil, magnífica, autêntica, verdadeira, descontrolada, decadente, fraude ou trágica, foram algumas das que mais se ouviram, para tentar descrever uma personalidade complexa contra todos os simplismos onde tendemos a enclausurá-la.

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jul
23
Posted on 23-07-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 23-07-2011

Amy Winehouse no Rio de Janeiro

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A cantora inglesa Amy Winehouse foi encontrada morta em sua casa às 16h (horário da Inglaterra) deste sábado, em sua casa em Londres.

A informação, divulgada por um jornalista do “Daily Mirror” no Twitter e confirmada logo depois pela polícia inglesa e pela BBC de Londres. Suspeita-se que a artista tenha sofrido overdose de drogas.

Winehouse tinha 27 anos e possuía um longo histórico de uso de drogas e álcool. Sua única passagem pelo Brasil foi em janeiro deste ano, para uma série de shows.

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ARTIGO

Dilma atira, mas não mata

Janio Ferreira Soares

“Um milhão de dólares era a meta dos fora da lei, porem tinham que enfrentar o mais rápido gatilho do oeste!”. Esta era a frase escrita no cartaz de Ringo não perdoa, clássico do western italiano estrelado por Giuliano Gemma, numa época em que os bandidos da ficção eram da categoria de um Fernando Sancho ou de um Lee Van Cleef e não iguais a esses bandoleiros sem charme que ostentam apavorantes cabelos acajuados destoando das rugas e da flacidez, que não se cansam de mandar bala na tela do judiado Cine Brasil.

Não sei até que ponto a presidente gosta do estilo ou se já assistiu a algum filme do gênero, mas sei que ela foi bem rápida ao sacar o seu Colt 45 para abater alguns componentes da turma que aprontava há anos no Ministério dos Transportes, tendo como trilha sonora o tema de Chapeuzinho Vermelho. (A parte favorita deles era: “… a estrada é longa e o caminho é deserto…”, que muitos cantarolavam enquanto carregavam cestos e mais cestos de guloseimas para consumo próprio e para satisfazer o enorme apetite do vovô Pagot e do lobo mau Waldemar, velho e matreiro guará do cerrado).

O problema, minha cara Lady Rousseff, é que a senhora sabe muito bem com quantos aditivos se faz uma “excelência” e como as coisas funcionam neste País. E também sabe que essa patota de astutos marsupiais – que aqui no sertão tem no sariguê o seu mais ilustre representante -, está acostumada a levar chumbo grosso nos cornos e se fazer de morta sempre que o perigo ronda, até que haja a reação dos caciques com retaliações e chantagens, o que faz com que neguinho se recupere e saia por aí em busca de novos cenários.

E agora, dona Dilma Wayne, fazer o quê? Recarregar o Colt e se entrincheirar no Alvorada mandando bala nessas quadrilhas instituídas correndo o risco de ferir velhos companheiros, – mas ficar de bem com a galera – ou, feito uma xerife desiludida arrancar a estrela vermelha do peito e perder a grande chance de dar uma limpa geral neste fétido e mofado saloon chamado Brasília?

Música de Morricone, please!

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura e Turismo de Paulo Afonso, lado baiano do vale do Rio São Francisco


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Enviado por luizmottafontana em 23/07/2011

Blogbar do Fontana — Nos balcões dos bares da vida

TITULARES DO RITMO – HOMENAGEM AO BANDO DA LUA

BERVERLY – 1958

Música – “Maria Boa” (Assis Valente)

Letra:

Maria Boa

(Assis Valente)

Que vantagem Maria tem?
É boa
Como é que Maria vive?
À toa
Com quem é que Maria vive?
Comigo
Onde é que Maria mora?
Não digo

Não digo, não digo porque tenho certeza
Certeza porque sou escolado
Mulher é negocio de lado
Amigo é melhor separado

Não digo, não digo porque tenho certeza
Certeza que minha Maria
Não vai com a cara do homem
Que tem a falinha macia
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BOM SÁBADO PARA TODOS. OBRIGADO, POETA DE MARÍLIA!

TIM TIM

(VHS)

jul
23

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OPINIÃO POLÍTICA

Lula enuncia sua teologia

Ivan de Carvalho

Peço a atenção dos meus escassos leitores para o que pode se tornar um fato histórico. Para Lula, a Bíblia inventou bobagem sobre ricos e pobres.

Luiz Inácio Lula da Silva, talvez por formação familiar ou seja lá por quais outros fatores, era uma alma cristã (tomara que ainda seja). Na campanha presidencial de 1989, no esforço final para definir quem, se ele ou Brizola, passava para o segundo turno para disputar com Fernando Collor a sucessão de José Sarney na Presidência da República, Lula fez incursão ao interior da Bahia, de Vitória da Conquista a Juazeiro.

Já em Conquista, as unidades eclesiais colavam na campanha e por ela davam tudo que podiam. Em Juazeiro, Lula hospedou-se na casa episcopal do bispo Dom José Rodrigues. E como chegara com uma camisa emporcalhada por suor, sal e poeira, dali partiu na hora própria com uma camisa que com espírito cristão lhe deu o bravo bispo, hoje em aposentadoria eclesiástica.

Corta para o presente. O ex-presidente Lula, na quinta-feira, nesta cidade do Senhor do Bonfim, ante cerca de mil pessoas que lotavam o auditório de convenções de luxuoso hotel de Salvador, qualificou de “bobagem” uma parte do que diz Jesus no Novo Testamento da Bíblia, a parte desse livro mais diretamente relacionada com Ele. A parte do Antigo Testamento é, na minha percepção, digamos, preparatória.

A platéia, de variada composição, incluindo muitos políticos, mas na qual predominavam pequenos agricultores, caprichou nos aplausos quando o mais popular presidente da República do Brasil (sem contar Getúlio Vargas, que foi muito popular, mas de sua popularidade não foram feitas pesquisas científicas) disse, entre outras coisas, referindo-se ao que está nos Evangelhos, segundo sua interpretação, que “inventaram que os pobres vai (sic) ganhar o reino dos céus”, completando, ao tempo em que implicitamente incluía-se entre os pobres: “Nós queremos ganhar o Reino agora, aqui na Terra. Prá nós inventaram um slogan que tudo está no futuro – é mais fácil um camelo passar no fundo de uma agulha do que um rico ir pro Céu”.

Já recebera de presente uma garrafa de cachaça e outros produtos de cooperativas e foi em frente o nosso ex-presidente na sua teologia peculiar. Falou dos ricos e dos pobres: “O rico já está no Céu, aqui. Porque um cara que levanta de manhã todo dia, come do bom e do melhor, viaja para onde quer, janta do bom e do melhor, passeia, esse já está no Céu. Agora o coitado que levanta de manhã, de sol a sol, no cabo de uma enxada, não tem uma maquininha para trabalhar, tem que cavar cada covinha, colocar lá e pisar com pé, depois não tem água para irrigar, quando ele colhe não tem preço. Esse vai pro Inferno”, teosofou, fazendo quase desabar de aplausos o auditório.
Não, não vou criticar o novo e festejado teólogo brasileiro. “Não julgueis para não serdes julgados”, “Com a mesma medida que medirdes, sereis vós também medidos”. Vou apenas tentar clarificar o que está no Evangelho do Reino, sobre ricos e pobres.

Um jovem muito rico aproximou-se de Jesus e perguntou-lhe o que devia fazer para entrar no reino dos céus. “Cumpre os mandamentos”, respondeu-lhe Jesus. “Mas isto eu já faço”, retorquiu o moço. E Jesus: “Se queres mesmo entrar no Reino dos Céus, vai, vende tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e segue-me”. Relutante, creio, o homem rico foi embora. E Jesus concluiu, dirigindo-se a seus discípulos: “Não se pode servir a dois senhores” – Deus e o dinheiro. Ama-se a um deles. É uma questão de prioridade. O que é posto como secundário não é amado.

Há um outro registro evangélico. Jesus declara: “Não acumuleis tesouros na terra, onde os ladrões roubam (e, no Brasil, como roubam!!!) e as traças roem. Acumuleis tesouros nos céus, onde os ladrões não roubam nem as traças roem”. Também comentou: “É mais fácil um camelo (não o bicho, mas corda grossa, de amarrar barcos ao cais) passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus.

jul
23
Posted on 23-07-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 23-07-2011


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André Marangoni, no jornal A Tribuna (Piracicaba-SP)

Jovens são

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Um novo balanço feito pelas autoridades policiais norueguesas confirma 91 mortes resultantes dos dois atentados ocorridos sexta-feira em Oslo e numa ilha dos arredores da capital da Noruega.

As autoridades confirmam que morreram 84 pessoas na ilha onde se encontravam dezenas de jovens que participavam na universidade de verão da juventude trabalhista. Os restantes sete mortos resultaram da deflagração de uma bomba junto à sede do Governo em Oslo. O primeiro-ministro, Jens Stoltenberg, já considerou os acontecimentos

(Informações do Diário de Notícias, de Portugal)
uma “tragédia nacional”.

A polícia deteve um homem, norueguês de origem, de 32 anos e suspeito de estar envolvido nos dois ataques. Os meios de comunicação noruegueses identificaram o suspeito como sendo Anders Behring Breivik, que segundo a Tv2, e tem ligações à extrema direita. A polícia recusa confirmar esta informação por necessidades da investigação.

jul
23

O ex-presidente segunda-feira na FIESP…

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…e ontem em Recife: mais festejado que Dilma
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ARTIGO DA SEMANA

LON CHANEY E LULA

Vitor Hugo Soares

No fim dos anos 50, no cinema de Terra Nova, então distrito de Santo Amaro da Purificação dos antigos barões do açúcar do Recôncavo Baiano, vivi uma das minhas primeiras e mais fascinantes experiências com o cinema, ao assistir “O Homem das Mil Faces”. Esta semana, a recordação da marcante sensação daquela noite distante bateu forte outra vez durante a passagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela Bahia e Pernambuco.

Provavelmente, isso deve-se ao contexto factual e lances jornalísticos da visita em si, mas também decorre das imagens da primeira parada do ex-ocupante do Palácio do Planalto em seu périplo sentimental de retorno ao Nordeste: a casa de Dona Canô, em Santo Amaro, em cuja porta ele bateu acompanhado do governador petista Jaques Wagner para um afago na matriarca da família Veloso, ultimamente com a saúde abalada.

Rara unanimidade baiana destes tempos temerários, como no romance do grande Nestor Duarte, Dona Canô é figura reverenciada com justiça e mérito por muita gente. Pelos políticos então, nem se fala.
E não é coisa de agora como alguns desmemoriados imaginam. É assim, sem distinção de credos e partidos, desde o tempo em que quem mandava na Bahia era Antonio Carlos Magalhães, que esta semana teve lembrada pela oposição de hoje na Bahia, seu quarto aniversário de morte ( 20/07/2007).

Mas voltemos ao começo desta história, para não perder o fio da meada e evitar o risco de ser chamado outra vez de “enrolado
saudosista”, por algum fanático da objetividade jornalística sempre à espreita.

“O Homem das Mil Faces” é a cine-biografia do ator Lon Chaney, um dos atores mais famosos de Hollywood na década dos anos 20, por sua extraordinária capacidade de encarnar os mais diversos e estranhos personagens.

Na sua extensa biografia cinematográfica e vida pessoal fascinante – iniciada em uma família marcada por conflitos de toda ordem em ambiente geográfico inóspito e de pobreza extrema -, Chaney somou mais de 100 filmes, entre eles títulos inesquecíveis: “O Fantasma da Ópera”, “O Corcunda de Notre Dame” e “O Vampiro da Meia-Noite”, entre dezenas de outros. Por este notável talento de transformar-se em cada nova representação, o ator foi chamado pelos críticos da época de “o homem das mil caras”.

Em “Man of a Thousand Face”, dirigido por Joseph Peyney, exibido em
Terra Nova há mais de 40 anos, Lon Chaney é representado por outro ator imortal: James Cagney. O papel de Cleva, a mulher do ator, coube à atriz Dorothy Malone, diva do cinema mundial na época. E mais não conto para não destruir a surpresa e sustos do cinéfilo que se aventurar nesta trama de 1957. Deve ter ainda alguma cópia em prateleira de antiguidades e cults nas melhores locadoras do País.

E estamos de volta à passagem do ex-presidente pelos dois importantes e estratégicos estados do Nordeste, nesta semana do agitado e tenso mês de julho. Complicado no âmbito da política brasileira em geral e, em especial, no interior do governo Dilma Rousseff, onde segue por absoluta necessidade sanitária e moral, o desmonte no Ministério do Transportes e DNIT. Ainda em curso e, provavelmente, com mais quedas nos próximos dias, a começar pelo insistente Pagot, bamba do salão, na volta das férias.

Na segunda-feira, em um dos endereços mais ricos da Avenida Paulista, Lula acompanhado da ex-primeira-dama Marisa Letícia, fez o papel de amigo confiável da nata empresarial detentora da fatia mais suculenta do PIB nacional.

Na Fiesp, Lula abriu uma exposição de fotografias, jantou, tirou sarro com a seleção de Mano Menezes derrotada na Copa América. No fim, antes de se despedir do auditório especial, desceu a madeira mais uma vez na imprensa e elogiou a forma como a presidente Dilma tem lidado com as denúncias de corrupção nos Transportes, ao afastar rapidamente seis figurões da área, incluindo o ministro Alfredo Nascimento, do PR, amigo e aliado. Dias antes, na abertura do Congresso da UNE, em Goiânia, encarnara o combativo e mordaz “mitingueiro” dos movimentos sindicais do ABC paulista e das grandes manifestações estudantis.

Em Salvador desembarcou na pele de “ajudante do governo Dilma”, como ele próprio se definiu em um dos encontros que manteve na capital baiana (alguns claramente para amainar tensões flutuantes entre petistas e aliados no governo federal e no governo petista de Wagner).

Em Santo Amaro da Purificação, o ex-presidente bateu na porta de Dona Canô com a cara do menino pobre do Nordeste que deu certo no Sul, e retorna como filho pródigo para rever parentes e abraçar amigos queridos dos quais não se esqueceu. Em Pernambuco, sua terra natal, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou em seguida sem conseguir ainda ainda assumir “o papel de coadjuvante sete meses depois de deixar o Palácio do Planalto”, como registrou o Diário de Pernambuco.

“Ontem, na primeira visita que fez a Pernambuco sem o status do cargo, atraiu mais atenção de aliados e populares que a sucessora, Dilma Rousseff (PT), quando esteve em Caruaru no São João”, acrescenta o tradicional jornal pernambucano ao narrar a performance de Lula no Parque Dona Lindu (nome em homenagem à mãe do ex-presidente), em Boa Viagem, Recife, na festa do quinto aniversário da Orquestra Criança Cidadã Meninos do Coque.

Diante do pernambucano, já se vê, Lon Chaney é fichinha.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br


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BOA NOITE!!!

jul
23

Ataques levam horror a Oslo

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Os dois ataques desta sexta-feira em Oslo fizeram pelo menos 17 mortos, podendo este balanço ainda agravar-se, afirmou um responsável da polícia norueguesa. A informação é do portal português TSF.

Explosivos por detonar foram também encontrados na ilha de Utoeya, perto da capital norueguesa, onde o suspeito disparou sobre os participantes de uma universidade de Verão da juventude trabalhista, anunciou o comissário interino da polícia de Oslo, Sveinung Sponheim, em entrevista coletiva .

Segundo o responsável, a explosão junto à sede do governo norueguês fez sete mortos e nove feridos graves, e o tiroteio que se seguiu em Utoeya matou mais dez pessoas, de acordo com um balanço ainda provisório.

«É muito provável que este número ainda suba», disse Sponheim, que confirmou que o suspeito, de 32 anos, era de cidadania norueguesa.

O homem está de facto ligado aos dois ataques, adiantaram os investigadores que desconhecem se agiu sozinho ou se se integra numa rede organizada, bem como quais as suas motivações.

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