Muslera:goleiro uruguai foi o heroi..

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…do jogo em que Messi desabou em campo

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Em um clássico de grandes emoções no estádio Brigadier Estanislao López, em Santa Fé, o Uruguai derrotou a Argentina por 5 a 4 na disputa por pênaltis, depois de empate em 1 a 1 no tempo normal, que persistiu na prorrogação, e enfrentará o Peru na primeira das semifinais da Copa América.

O goleiro uruguaio Muslera foi o grande destaque do duelo deste sábado. Além de praticar várias defesas difícieis durante os 120 minutos da partida, o jogador da Lazio defendeu a cobrança efetuada por Tevez, que garantiu a classificação uruguaia em plena casa do rival histórico.

O jogo entre uruguaios e peruanos, que também neste sábado bateram a Colômbia por 2 a 0, também no tempo extra, acontecerá na próxima terça-feira, no estádio Ciudad de La Plata. A etapa inicial do clássico nos primeiros 90 minutos foi de muita movimentação, e a ‘Celeste’ saiu em vantagem logo aos cinco minutos.

Após cruzamento de Forlán, Cáceres cabeceou para boa defesa de Romero, que, no entanto, não conseguiu evitar o gol de Pérez no rebote. A resposta dos anfitriões não demorou a ser dada. Aos 17 minutos, Messi desceu pela direita e levantou na cabeça de Higuaín.

O centroavante do Real Madrid, que contra a Costa Rica perdeu muitos gols, desta vez finalizou com precisão, no canto do goleiro Muslera. Ainda antes do intervalo, aos 38, Pérez cometeu falta violenta em Gago, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe do técnico Oscar Tabárez com um a menos.

Mas o Uruguai resistiu bravamente na segunda etapa, mesmo com um jogador a menos na maioria do tempo. Na cobrança de penaltis a seleção oriental aplicou o golpe de misericórdia nos donos da casa, que desbaram em campo.

(Com informações do IG e DN)

Chavez, com a filha, em Caracas:
“despeço-me por uns dias”/DN

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PORTUGAL)

O presidente da Venezuela partiu este sábado de Caracas para cidade de Havana. Na capital de Cuba, segundo o próprio lider venezuelano informou, iniciará já este domingo o tratamento de quimioterapia para o cancer de que padece.

“Até à vitória sempre e até à vida sempre, Venezuela amada”, foram as últimas palavras de Hugo Chávez antes de entrar no avião presidencial para partir para Cuba, acompanhado por uma das filhas, pouco depois das 18:00 horas locais de sábado.

Da porta do avião, Hugo Chávez dirigiu uma saudação aos venezuelanos, acentuando ter que cumprir “este novo passo” e agradecendo a atenção e “apoio dessa imensa legião de gente inteligente, humana, sábia, que habita e conforma o corpo moral e social da pátria”.

“Despeço-me por uns dias, mas no fundo não me despeço, vou estar na mesma pátria, na pátria grande e estarei atento cada dia, cada hora, cada minuto ao acontecer interno”, frisou o presidente venezuelano, que precisou que se manteria em contato por diversas vias com vários membros do seu governo.

O presidente também agradeceu aos cidadãos que saíram no sábado às ruas de várias regiões venezuelanas a despedir-se “com orações e bençãos”, no dia em que a Venezuela evoca a Virgem do Carmo, garantindo que transitará esta nova etapa “com a maior vontade de viver”.

“Lembro a Cristo nosso Senhor, não é tempo de morrer, é tempo de viver, que esse Deus, o nosso Deus da vida, continue dando vida a todos e felicidades”, frisou.


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Deu no Twitter da jornalista Maria Olívia Soares:

“Vamos celebrar: nesta data nasceu a Divina Elizeth Cardoso, no RJ. Som
na caixa.”
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Um viva a Elizeth ( e Elza)

(VHS)

Suarez e Aguero: coadjuvantes brilhantes
de um clássico luxuiso da América Latina

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Argentina e Uruguai fazem o primeiro clássico da Copa América neste sábado, às 19h15 (de Brasília), no Estádio General Brigadeiro Estanislao Lopez, em Santa Fe, pelas quartas de final. O duelo, além de ser o mais esperado dessa fase, reacende uma rivalidade histórica entre os vizinhos de Rio da Prata, considerados ‘copeiros’, na grande competição entre seleções da América do Sul.

A última vez que ambos se enfrentaram de forma decisiva foi nas Eliminatórias para o Mundial de 2010, quando os argentinos, necessitando da vitória, foram até Montevidéu e bateram os anfitriões por 1 a 0, com gol de Bolatti, garantindo sua vaga na África do Sul e forçando o Uruguai a buscar uma vaga na repescagem, contra a Costa Rica.

Na Copa América, no entanto, a vantagem recente é uruguaia. Mesmo sendo os maiores campeões da disputa (14 troféus para cada), os dois países acabaram relegados a um segundo plano nos torneios recentes, já que o Brasil ganhou quatro das últimas cinco edições da Copa (a outra ficou com a Colômbia).

Os dois se enfrentaram em confrontos decisivos para o seu futuro já na longínqua competição de 89, no Brasil, quando Sosa marcou dois e o Uruguai saiu vencedor, em partida válida pela fase final, um grupo de quatro seleções que ainda tinha o Brasil, campeão naquela ocasião, e o Chile.

Dois anos antes, na Argentina, assim como dessa vez, o final foi o mesmo. Vitória celeste por 1 a 0 nas semifinais, em pleno 9 de julho, feriado da Independência hermana. E é respeitando isso e o momento atual de Forlán, Suarez e companhia que os donos de casa pregam cautela com o adversário.

“Não se pode deixar de respeitar o Uruguai e a sua grandeza. Estamos falando de enfrentar um adversário que ficou em quarto lugar na última Copa do Mundo e que conta com atletas de primeira linha do futebol mundial. Sabemos que as dificuldades serão enormes, mas vamos jogar em nosso país e nos imaginamos na grande decisão”, disse Sergio Batista, técnico da Argentina.

Oscar Tabárez, técnico do Uruguai, também demonstra muito respeito ao adversário. “O Uruguai terá que estar em um dia muito inspirado, com as coisas dando muito certo para o nosso lado. Além disso, esperamos que a Argentina não esteja desta maneira também. Trata-se de um clássico, a ser decidido nos detalhes”, analisou.


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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS (ARTES), DE PORTUGAL

Perto de lançar novo disco, o compositor e escritor brasileiro Chico Buarque admitiu ter maior habilidade como poeta que como músico e falou sobre a liberdade que se permite em relação ao uso da língua portuguesa.

Em entrevista gravada, disponível apenas à imprensa, o músico citou o escritor português Camilo Castelo Branco ao dizer que, durante o momento de criação de suas letras, se dá o direito de cometer certos “erros” gramaticais, que, no entanto, são conscientes, mantidos por opção estilística.

Ele explica, por exemplo, que numa das canções do novo disco manteve um verso que diz: “Não se atreve num país distante como o meu”, embora saiba que a regência adequada não seria esta.

“Eu sei que quem se atreve não se atreve ‘numa’ coisa. Mas o meu atrever-se aí é intransitivo. Eu não me atrevo e ponto. É uma liberdade que eu estou tomando que algum gramático pode me contestar, mas eu vou discutir com ele”, explicou o compositor, que utilizou em seguida Camilo como referência da língua.

“Na parte literária eu conheço mais, entendo, posso discutir com qualquer um. ‘tá errado, mas é certo, é assim que eu quero. Se um gramático vier falar comigo eu vou discutir com ele. Não tem no Camilo Castelo Branco, mas eu estou inaugurando essa regência”, declarou, todo cheio de si, para em seguida dizer que não possui a mesma segurança com os acordes.

“Com a música fica mais difícil, eu encontro com um músico que eu sei que conhece mais do que eu, aí fico inseguro”, admitiu.

jul
16
Posted on 16-07-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 16-07-2011


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Mariosan, hoje, no jornal O POPULAR (GO)

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OPINIÃO POLÍTICA

NASCE UM MONSTRO

Ivan de Carvalho

Imagine-se um mundo em que as coisas funcionem segundo uma tecnologia que usa comandos a partir de um teclado e os dedos, ou apenas os dedos sobre uma superfície plana, ou a voz, ou o movimento dos olhos ou simplesmente a energia do pensamento. Imaginar isto seria um bom desafio para as pessoas que viveram da primeira metade do século passado para trás. Para as que viveram depois disso o cenário descrito seria fácil de imaginar.

Para as que ainda vivem, o desafio inverte-se. Consiste em imaginar um mundo em que aquelas maravilhas descritas nas primeiras linhas não existam, utilizadas em massa ou pelo menos – como no caso da operação de equipamentos com a força do pensamento, sendo planejadas ou em operação experimental. Difícil, hoje, conceber a civilização limitada aos meios de 60 ou mais anos atrás.

A propósito, lembro-me de um filme exibido no Brasil sob o título “Raposa de Fogo”. Este era o nome dado a dois protótipos iguais de avião construídos pelos russos, em plena Guerra Fria, na triste e fossilizada Era Brezhnev. Os protótipos eram pilotados, no início, manualmente, mas em batalha assumia o comando, com exclusividade, o pensamento do piloto. Isso aumentava a eficiência, pela rapidez entre a decisão e a execução dos comandos.

Claro que um agente americano foi infiltrado na base aérea em que eles estavam para furtar um deles. Conseguiu e, em meio à crise por isto deflagrada, o outro protótipo saiu em perseguição. O agente americano passou maus momentos até que, em um insight, compreendeu que seu teimoso protótipo só obedecia a pensamentos “em russo”. Ele então parou de pensar em inglês e passou a pensar “em russo”. O avião ficou dócil, derrotou seu irmão gêmeo e, depois de uma escala no Ártico para ser abastecido por um submarino, foi para a América.

A história da “Raposa de Fogo” entrou mais para deixar o texto menos pesado do que com outro objetivo. Mas o fato é que um mundo em que coisas como essa ou semelhantes estejam ausentes é mais difícil imaginar hoje do que era difícil imaginar, na metade do século passado ou mais para trás, um mundo com elas.

No entanto, tem seus riscos, tecnológicos e humanos. Este mês, ante os cada vez mais ousados, numerosos, eficazes e perigosos ataques cibernéticos – como os que, entre 20 e 28 de junho, alvejaram mais de 200 sites de órgãos públicos brasileiros, incluindo a Presidência da República – anunciou-se a criação de uma organização internacional, a Internacional Cyber Security Protection Alliance (ICSPA), a Aliança Internacional de Proteção à Cibersegurança. O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro britânico, David Cameron, no último dia 5.

Essa entidade reunirá governos, empresas multinacionais e escritórios de polícias para combater crimes globais. É evidente que é um monstro. Ou será, quando estiver em operação. Claro que tem uma justificativa criada pelos grupos criminosos de hackers independentes ou a serviço de certos (e incertos) Estados nacionais, que criam riscos enormes. Só um exemplo: 24 mil arquivos dos sistemas do Pentágono, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, foram roubados e informações sobre armas e seu potencial caíram nas mãos de quem praticou os ataques.

Mas a anunciada organização de governos, empresas e polícias é de proteção dos sistemas informatizados, não das pessoas nem da cidadania. E é obviamente sujeita a desvirtuamentos.
O potencial de uma organização como essa em relação ao monitoramento e controle da sociedade é absolutamente assustador.


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Enviado por luizmottafontana

Blogbar do Fontana — Nos balcões dos bares da vida

RAUL DE BARROS E ORQUESTRA BRAZILIAN SERENADE – O SOM DA GAFIEIRA

CID – 1979

“Piston De Gafieira”

(Billy Blanco)

Canta- Zé Carlos

Letra:

Na gafieira
Segue o baile calmamente
Com muita gente dando volta no salão
Tudo vai bem
Mas, eis, porém que de repente
Um pé subiu
E alguém de cara foi ao chão
Não é que o Doca
Um crioulo comportado
Ficou tarado quando viu a Dagmar
Toda soltinha
Dentro de um vestido-saco
Tendo ao lado um cara fraco
E foi tira-la pra dançar?
O moço era faixa preta, simplesmente
E fez o Doca rebolar sem bambolê
A porta fecha enquanto dura o vai-não-vai
Quem está fora não entra
Quem está dentro não sai
Mas a orquestra sempre toma providência
Tocando alto pra polícia não manjar
E nessa altura
Como parte da rotina
O piston tira a surdina
E põe as coisas no lugar

Escute mais coisas bonitas como esta no Blogbar do Fontana. Bahia em Pauta recomenda.

http://fontanablog.blogspot.com/

(Vitor Hugo Soares

jul
16
Posted on 16-07-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 16-07-2011

Berlusconi fala com deputados sobre queda/DN

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O primeiro-ministro italino Silvio Berlusconi sofreu um traumatismo craniano leve depois de ter caído na ducha durante a noite passada, confirmou esta sexta-feira o seu médico pessoal Alberto Zangrillo.

Segundo publica o jornal português Diário de Notícias em um de suas manchetes da edição online, Il Cavaliere “caiu na ducha e feriu-se na cabeça. Estava cansado, continua cansado, sofreu um pequeno traumatismo craniano”, disse Zangrillo, à Radio 24, acrescentando que ele está bem.

Berlusconi, de 74 anos, assistiu hoje à aprovação definitiva do novo plano de austeridade pelo Parlamento, em Roma, aparecendo nas fotos a contar aos deputados da queda


Transportes: a dor de cabeça da presidente
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ARTIGO DA SEMANA

A GAFIEIRA DOS TRANSPORTES

Vitor Hugo Soares

“A porta fecha e enquanto o duro vai não vai, quem está fora não entra e quem está dentro não sai” (Da letra de Piston na Gafieira, samba de Billy Blanco. Ele nos deixou em meio ao escândalo da vez em Brasília, cujo enredo e desdobramentos são provas incontestes da grandeza e atualidade do samba e do compositor)

O baile no salão mal iluminado do Ministério dos Transportes, nestes dias agitados e estranhos da política brasileira e dos violentos jogos de poder no interior do Governo Dilma Rousseff, segue no compasso e letra da composição antológica de Billy – o paraense com genes de gozador carioca que acaba de partir para grande tristeza de gregos e baianos, a exemplo do autor destas linhas.

O autor de Piston na Gafieira partiu no auge das denúncias de grossa malandragem, incompetência administrativa e sinais de desvios e corrupção em uma das pastas mais regadas de dinheiro e negociatas em Brasília. A farofa foi jogada no ventilador inicialmente pelo governador do Ceará, Cid Gomes (PSB) – a lembrança justa é do blog baiano “Os Inimigos do Rei”, em nota do jornalista Tony Pacheco. A sequência e primeiras consequências concretas viriam depois, no rastro de arrasadora reportagem da revista Veja.

O trabalho jornalístico que resultou na decisão da presidente Dilma Rousseff de afastar de imediato a cúpula de dirigentes dos Transportes – dias antes do próprio ministro Alfredo Nascimento escorregar no cimento e cair no asfalto – não faz referência a Cid. No entanto, por mérito e justiça vale recordar – a exemplo de “Os Inimigos do Rei”: o governador cearense deu o primeiro e contundente grito de indignação, abafado infelizmente em seguida pelas próprias hostes governistas e deixado de lado como fato jornalístico irrelevante e, portanto, não merecedor da devida repercussão na chamada “grande imprensa” do País.

Cid entrou de sola ao condenar em indignado pronunciamento o abandono da turma do PR em relação às estradas federais e obras de infraestrutura em seu Estado. Acusou o ministério em geral, e o Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes em particular, de ser uma máquina viciada de bandalheiras com dinheiro público, funcionando há anos a pleno vapor no Planalto Central.

“Precisamos denunciar esse descaso do ministro dos Transportes e da sua laia do DNIT. Aquilo ali é uma laia, é um antro de roubalheira”, gritou então o governador do Ceará. Um mês depois explodia a reportagem da VEJA, cujas primeiras repercussões davam impressão de que, uma vez reveladas as falhas estruturais da construção, o Ministério dos Transportes teria todas as suas vigas podres implodidas. Ou, se preferirem uma imagem médica, passaria por assepsia completa para debelar a infecção generalizada.

O andar da carruagem do governo e da política esta semana, porém, começou a exibir sinais à sua passagem de que poderá não ser bem assim. Longe disso, até, a deduzir pela encenação em dose dupla no Senado, que recebeu “na condição de ilustre convidado” um dos figurões mais notórios da “laia” denunciada pelo governador do Ceará e pela Veja.
Se fosse novela de TV, a exemplo de “Insensato Coração”, da Rede Globo, que ultimamente domina a atenção do público de um lado a outro do País, o samba Piston na Gafieira, de Billy Blanco, bem que poderia servir de música tema para o enigmático personagem Luiz Antonio Pagot, diretor geral do DNIT. É ele, Pagot, quem tem atuado no papel de durão da gafieira dos Transportes.

Chegou mesmo a ser apontado com indisfarçável reverência em alguns círculos da política e da imprensa, como “homem-bomba” do Governo Dilma. Não fez jus ao título em suas apresentações públicas até aqui. Longe disso, foi manso e maneiroso em suas palavras cheias de cuidados reverenciais nas explicações (?) aos senadores, embora cheias de avisos para entendidos de signos da política e do poder no Brasil destes dias.

Muita gente imaginava que Pagot havia sido nocauteado no primeiro lance do escândalo, afastado para não mais voltar pela presidente antes da queda do ministro Nascimento, substituído pelo baiano Paulo Sérgio Passos, de carreira técnica mas que não esqueceu o cuidado de filiar-se politicamente ao PR, como a turma que controla o Ministério dos Transportes.

“Estou apenas de férias e pretendo retornar ao trabalho já na próxima semana”, revelou o duro Pagot, ao esclarecer pessoalmente que não foi demitido pela presidente, nem pensa em pedir demissão do DNIT. Esta informação, aliás, foi a única surpresa de verdade no depoimento da figura descrita na imprensa como o mais temido homem-bomba do Governo Dilma. Um enorme e decepcionante fiasco, apenas superado pelo pífio desempenho das “forças oposicionistas” durante depoimento do bamba do DNIT. A começar pelo repetitivo, óbvio e patético papel do líder PSDB na Casa, o senador paranaense Álvaro Dias. Lastimável!

Enquanto o duro Pagot vai não vai, o ex-ministro Alfredo Nascimento, senador e mandachuva do PR avisa, via Folha de S. Paulo, para aumentar mais ainda o bafafá: “Eles estão pensando que o Pagot sabe das coisas? Quem sabe tudo daquele ministério sou eu”.

Mas a orquestra toma providência, tocando alto pra polícia não manjar, como no samba de Billy Blanco. É preciso reconhecer: está difícil por as coisas no lugar. A conferir.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

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