Ana e Maximinianos: pais de Eduardo Campos

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DEU N0 CORREIO DA BAHIA

A deputada federal Ana Arraes (PSB-PE) divulgou ontem uma nota afirmando que vai processar os responsáveis pelo site de humor Diário Pernambucano, da cidade de Taquaritinga do Norte. O site publicou que o cantor e compositor Chico Buarque seria o pai do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, filho de Ana Arraes. O boato foi abordado extensivamente durante todo o final de semana em redes sociais como o Facebook e Twitter.

De acordo com a nota divulgada no Facebook da parlamentar, Eduardo Campos é filho “do escritor Maximiano Campos, já falecido e de saudosa e respeitável memória”. A deputada federal encaminhou uma queixa a policia civil de Pernambuco para que investigue o caso. Veja a nota na íntegra:

“Com referência à matéria apócrifa e inverídica não assinada que circula criminosamente pela internet, que envolve o meu nome, o nome do Governador Eduardo Campos e o do compositor Chico Buarque, tenho a dizer:
1. Trata-se de matéria inverídica e criminosa, sobre a qual já tomei as providências legais, no sentido de fazer cessar e punir policial e judicialmente tal aberração;
2. O governador Eduardo Campos é meu filho e do escritor Maximiano Campos, já falecido e de saudosa e respeitável memória;
3. Só vim a conhecer o compositor Chico Buarque, na casa de meu pai, Miguel Arraes, em 1986, na campanha de governador, quando Eduardo Campos tinha 21 anos;
4. São, portanto, alegações criminosas que já estamos tomando as providências legais cabíveis;
5. Quem leu a matéria que circulou pela internet tenha como apócrifa, inverídica e criminosa, que agride a dignidade da família pernambucana.”

Site pede desculpas

O Diário Pernambucano decidiu, ainda na segunda-feira, excluir as notícias que citam a família do governador. A página – que se intitula um “site de notícias fake (falsas)” – publicou nota em que pede desculpas pela polêmica, sem abandonar a ironia. Veja a nota na íntegra:

“Devido aos últimos acontecimentos, decidimos por excluir as notícias que forjam a fala inexistente de pessoas de imagem pública.
Como no caso mais recente se trata de um ícone da política e não uma de figura pública costumeiramente posta em caricaturas (como no caso dos jogadores de futebol ou figuras em evidência nas redes sociais), nos retratamos com humildade e reconhecimento da desmedida cometida por nós. Continuaremos fazendo um jornalismo fantástico cada vez mais genérico, ponderando quem realmente deve e quem de fato não deve estar entre nossas notas. Convocamos o direito ao perdão, agradecendo a compreensão e a paciência de quem se sentiu, direta ou indiretamente, ofendido por nossas palavras que acabaram por tomar rumos infelizes e indesejados. Por fim, afirmamos com total convicção que não ambicionamos ofender a honra de qualquer cidadão.”

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