jun
20

DEU NO IG

Iolanda Batista, 17 anos, filha da babá Norma Batista de Assunção, 49 anos, que morreu na queda do helicóptero na Bahia na última sexta-feira, disse que o sonho da mãe era voltar a morar em Teolândia (a 277 km de Salvador), município do Recôncavo baiano. Durante os 19 anos em que viveu no Rio de Janeiro, onde trabalhava para a família Magalhães Lins, Norma conseguiu comprar um terreno na cidade onde nasceu. O sonho dela era construir uma casa.

“Ela fazia planos de se aposentar logo e voltar para a Bahia. Ela não queria mais trabalhar, mas descansar. Aqui em Teolândia, minha mãe ia construir a nossa casa. Eu farei isso por ela”, afirmou a jovem. O corpo de Norma Batista foi o primeiro a ser encontrado. Por volta das 23h de sábado, ele chegou à cidade natal da babá, onde foi enterrado no dia seguinte, domingo, às 8h, no cemitério municipal. A família Magalhães Lins se responsabilizou por todas as despesas do funeral.

Perto de completar quatro anos de sua morte (27 de julho de 2007), o ex-governador Antonio Carlos Magalhães segue ainda como um divisor de águas da política e da administração pública em seu estado, para o bem e para o mal.

O secretário da Cultura, professor Albino Rubim, por exemplo, em entrevista exclusiva publicada esta segunda-feira, 20, na revista digital Terra Magazine, culpa ACM pelo atual declinio cultural baiano.

” Avalio que o carlismo (corrente política de ACM) foi muito ruim para a Bahia em vários sentidos. Um dos sentidos é que toda a política construída no tempo do carlismo era de uma baianidade autossuficiente, como se a Bahia fosse uma espécie de ilha isolada do arquipélago da cultura (…) Isso empobreceu muito a Bahia, porque cortou muitos laços, trocas e diálogos”.

Não falta quem pense exatamento o contrário das análises de Albino na entrevista ao jornalista baiano Claudio Leal, inclusive em relação à sempre polêmica questão do Axé.

Confira em Terra Magazine ( http://terramagazine.terra.com.br )

(Vitor Hugo Soares)
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Rubim: “Há uma espécie de letargia da cultura
brasileira como um todo, não só na Bahia” /
Roberto Viana-Agecom

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Claudio Leal

Vanguardeira dos anos 1950 até a geração da contracultura, a Bahia começou a emitir, na última década, sinais de marasmo. Do teatro à literatura, o Estado se ressente de não revelar novos criadores essenciais para a cultura brasileira e de conviver com a evasão de talentos.

O discurso da “baianidade autossuficiente”, aprofundado nos governos sob a liderança política de Antonio Carlos Magalhães (1927-2007), é apontado pelo novo secretário estadual da Cultura, Albino Rubim, como um dos fatores do declínio da força cultural da terra de Gregório de Mattos e Jorge Amado.

– Avalio que o carlismo (corrente política de ACM) foi muito ruim para a Bahia em vários sentidos. Um dos sentidos é que toda a política construída no tempo do carlismo era de uma baianidade autossuficiente, como se a Bahia fosse uma espécie de ilha isolada do arquipélago da cultura (…) Isso empobreceu muito a Bahia, porque cortou muitos laços, trocas e diálogos – analisa o secretário, em entrevista a Terra Magazine.

Rubim avalia que os outros Estados também não produzem movimentos significativos. “Há uma espécie de letargia da cultura brasileira como um todo. Não vejo nenhum movimento muito significativo de renovação. Se você pegar as temáticas que são predominantes, nos filmes que têm mais impacto no Brasil, é a questão da violência”, acrescenta o especialista em Política Cultural e ex-diretor da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Ufba), escolhido pelo governador reeleito Jaques Wagner (PT) para comandar a secretaria no segundo mandato.

Nesta entrevista, Albino Rubim debate os dilemas culturais da Bahia – da preservação do patrimônio histórico ao Carnaval – e conta quais são os seus projetos para tirar Salvador dessa letargia. No início da gestão, ele encontrou uma dívida de R$16 milhões deixada por seu antecessor, o diretor teatral Márcio Meirelles, cuja passagem pelo cargo foi marcada por críticas de artistas e produtores. Os novos editais foram suspensos até ser finalizado o pagamento dos antigos.

– Nem no plano federal, nem no plano estadual, foi desenvolvida uma política para os artistas, uma política para essa cultura que é mais profissionalizada – pondera o secretário petista, autor do livro “As Políticas Culturais e o Governo Lula” (Ed. Perseu Abramo).
Há seis meses no cargo, ele detalha o programa do governo baiano para revitalizar o Pelourinho, no Centro Histórico de Salvador, um dos principais pontos turísticos da capital, restaurado nos anos 90 pelo então governador ACM. O modelo de ocupação do casario colonial, com a troca de moradores por estabelecimentos comerciais, sempre foi criticado pelos partidos de esquerda.

No governo Wagner, os antigos adversários do carlismo passaram a lidar com o crescimento da violência e do consumo de crack nas vielas da primeira capital brasileira. Agora, um plano de revitalização econômica e arquitetônica começa a ser aplicado, para impedir a degradação do patrimônio.

– A grande questão do Pelourinho, e o plano diz isso, é você reinserir aquele tecido urbano dentro do tecido geral da cidade e criar uma dinâmica para aquilo ali.

A mudança do modelo do Carnaval de Salvador, saturado pelo reinado de grandes blocos e empresários de Axé Music, é outro dos temas que devem marcar o segundo mandato do PT no Estado, embora o governo enfrente barreiras legais para entrar no terreiro municipal.
– Você tem um modelo que precisa ser revisto urgentemente, precisa ser democratizado. Você tem coisas ali… A questão dos horários (dos blocos e trios) precisa ser democratizado, não pode ser da maneira que é, hoje. Mas aí o nosso nível de intervenção é muito limitado – admite Albino Rubim.

Confira a entrevista.

Terra Magazine – Como o senhor avalia a sensação de que a cultura baiana está em declínio, perdeu sua importância nacional, num processo que viria desde os anos do carlismo (corrente política de Antonio Carlos Magalhães) até os tempos atuais, com o PT?

Albino Rubim – Avalio que o carlismo foi muito ruim para a Bahia em vários sentidos. Um dos sentidos é que toda a política construída no tempo do carlismo era de uma baianidade autossuficiente, como se a Bahia fosse uma espécie de ilha isolada do arquipélago da cultura.

Como se a gente tivesse uma cultura própria, da baianidade. Isso não quer dizer que estou falando mal da baianidade em geral, mas de uma determinada visão que promove uma monocultura da baianidade. Isso empobreceu muito a Bahia, porque cortou muitos laços, trocas e diálogos.

Pessoalmente, acho que os momentos mais ricos da cultura, em qualquer lugar do mundo, são os momentos de diálogo intercultural. Na hora que você corta isso e põe uma cultura autossuficiente, que não precisa dialogar com outras, isso empobrece. De outro lado, a própria característica do carlismo, enquanto uma postura autoritária, que não permitia divergência, impositiva, não é nenhum clima razoável para o desenvolvimento cultural. Cria uma cultura de subserviência. É um clima nocivo. Sem dúvida, essas coisas atingiram profundamente a cultura da Bahia.

Certo, mas não houve o fortalecimento do Axé Music no período de Antonio Carlos Magalhães, com a formação de uma indústia na área musical?

Mas, veja, aí eu já acho o seguinte. Não estou defendendo o Axé, mas eu acho que existe também um preconceito enorme de elites intelectuais brasileiras e baianas contra o Axé. Ele tem muitos pontos complicados, mas outros não. Por exemplo, o Axé criou a possibilidade de você desenvolver uma indústria da cultura fora do Rio e de São Paulo. Não vejo isso como uma coisa negativa, pelo contrário, é uma coisa positiva, no sentido de que você descentraliza a possibilidade de uma cultura mais mercantil. O Axé é uma coisa genérica, a gente fala em Axé para designar muitas coisas. Não acho que toda música baiana criada nesse período foi sem qualidade, seja rítmica, seja melódica, seja das letras. Não dá pra generalizar dessa maneira. Sofreu um preconceito grande. E também é um preconceito de quando uma cultura popular cria uma conexão com a indústria. Há uma postura preconceituosa contra esse tipo de conexão.
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LEIA ENTREVISTA COMPLETA DE ALBINO RUBIM EM TERRA MAGAZINE

( http://terramagazine.terra.com.br )

jun
20


Cordozo: cirurgia de hemorroidas em SP
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O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, recupera-se bem da cirurgia a que se submeteu nesta segunda-feira, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Segundo a equipe médica responsável pelo atendimento ao petista, Cardozo a operação foi finalizada sem intercorrências e o paciente já se encontra no quarto.

Cardozo foi internado nesta manhã para se submeter a uma cirurgia de hemorroidas. Na semana passada, ele ficou três dias afastado do cargo para tratar um quadro de anemia que, segundo sua assessoria, está ligado ao sangramento provocado pelas hemorroidas.

Cardozo vai aproveitar a semana curta, por conta do feriado prolongado de Corpus Christi, para se recuperar em São Paulo. A expectativa é de que ele volte a despachar em Brasília no início da semana que vem

Chico Pinheiro vai comandar Bom Dia Brasil

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Deu no Blog de Daniel Castro

A Globo anunciou agora há pouco mudanças na apresentação de alguns de seus telejornais.

Depois de 15 anos, Renato Machado deixará a bancada do Bom Dia Brasil, que vinha dividindo com Renata Vasconcelos. A partir de setembro, ele se tornará correspondente em Londres.

Em seu lugar no Bom Dia Brasil, ficará Chico Pinheiro, que deixará o SPTV 1ª Edição. Mariana Godoy também deixará o telejornal local. Assumirá o Jornal das Dez, da Globo News.

Cesar Tralli assumirá a apresentação do SPTV 1ª Edição, substituindo Mariana e Chico Pinheiro.

As mudanças foram anunciadas em memorando interno assinado por Carlos Henrique Schroder, diretor-geral de jornalismo e esporte.

Leia a íntegra do comunicado de Schroder:

“Há um mês, fui procurado por Renato Machado, que, depois de 15 anos à frente do Bom Dia Brasil, queria discutir o futuro. Renato sugeriu-me que era tempo de assumir outras missões. Diante do enorme êxito dele no Bom Dia, seja como editor-chefe, seja como apresentador, Ali e eu nos reunimos e chegamos à conclusão de que era importante usar a experiência dele no exterior, onde já esteve. Assim, a partir do fim de setembro, Renato começará a se preparar para assumir o posto de correspondente sênior em Londres. Lá, comentará ao vivo o noticiário internacional para o próprio Bom Dia, produzirá uma coluna semanal para o Jornal da Globo em que dará destaque aos assuntos que dominaram a semana na Europa e fará reportagens especiais para os telejornais da casa.

Ao procurar um substituto à altura de Renato, imediatamente pensamos no Chico Pinheiro. Jornalista brilhante, Chico tem a habilidade de apresentar e analisar a notícia de modo a torná-la acessível a todos, sempre num tom muito próximo ao telespectador. Ao convidá-lo, Chico aceitou a missão com grande entusiasmo. À frente do SPTV, primeira edição, sempre com enorme sucesso, Chico deixou ali a sua marca: bom jornalismo, ligação com a comunidade, agilidade nos comentários e análises bem feitas sobre os problemas da cidade e do Estado. Certamente, levará essas características ao Bom Dia, dessa vez em rede nacional.

Companheira de bancada do Chico no SPTV, Mariana Godoy também vai nos ajudar em um novo desafio. A ligação de Mariana com São Paulo é uma história de um longo sucesso: apresentadora do Bom Dia São Paulo por muitos anos, âncora do Bom Dia Brasil no Estado, também por muitos anos, e mais recentemente à frente, junto com Chico Pinheiro, do SP TV, primeira edição. Em todos esses postos, mostrou suas melhores qualidades: uma repórter incansável, entrevistadora de mão cheia, profundo conhecimento dos assuntos de que trata, comentando-os de forma inteligente, contundente quando necessário, mas sem nunca ultrapassar os limites da serenidade. Por todas essas qualidades, era chegada a hora de vê-la novamente num telejornal de rede nacional e, por isso, ela passa a ancorar em São Paulo o Jornal das Dez, da Globo News, função que estava a cargo, interinamente, do repórter Ricardo Lessa, desde que Carlos Alberto Sardenberg precisou se afastar. Ricardo voltará à reportagem, como era desejo dele, e, certamente, continuará a demonstrar aquilo que sempre o caracterizou: o gosto pelo furo, pela reportagem em tempo real.

Para o lugar de Chico e Mariana, o SPTV passará a ser comandado pelo repórter Cesar Tralli. Com 18 anos de TV Globo, Tralli foi correspondente em Londres por mais de cinco anos, quando participou de coberturas históricas, como a guerra no Líbano, o assassinato de Itsak Rabin, primeiro-ministro de Israel, o acidente nuclear de Chernobyl e a morte da princesa Diana. De volta ao Brasil, após cobrir eventos em mais de 40 países, Tralli esteve sempre em São Paulo, onde se consolidou como um dos mais importantes e bem informados repórteres investigativos do país. O público acostumou-se a vê-lo dando furos, chegando à notícia antes dos demais, informando com correção, sobriedade e profundidade. Tralli aceitou a missão com grande animação. Certamente levará para o SPTV as mesmas qualidades que marcaram, até aqui, a sua trajetória profissional.

Essas mudanças são a melhor prova da vitalidade da equipe de jornalistas da TV Globo. Renato, Chico, Mariana, Ricardo e Tralli são parte de um time bem maior, com profissionais igualmente talentosos, com quem a TV Globo sabe que pode contar nos desafios de hoje e do futuro. Esse, com certeza, é um trunfo só nosso, que muito nos alegra.

Como disse no início, essas mudanças só acontecerão no fim de setembro e são anunciadas agora porque gostamos de trabalhar com transparência. Ao Renato, Chico, Mariana, Ricardo e Tralli, obrigado, felicidades e boa sorte.”

Casillas e Sara : férias e romance no paraiso baiano/TSF

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UM BEIJO QUE VALE A PENA RECORDAR

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DEU NO PORTAL PORTUGUÊS TSF

O goleiro do Real Madri e da seleção campeã do mundo, Iker Casillas, e a jornalista da TV espanhola Sara Carbonero partilharam no Facebook uma imagem, onde aparecem abraçados, numa praia em Trancoso, no sul da Bahia. A notícia está publicada com chamada de destaque, esta segunda-feira, 20, no portal português TSF.

“A disfrutar de um dia de praia em Trancoso, uma pequena cidade do Brasil com muito encanto. Mandamo-vos um abraço daqui”. Foi com estas palavras que Iker Casillas partilhou as férias românticas que está gozando junto da namorada, Sara Carbonero, na sua página do Facebook.

O casal aproveitou para partilhar também uma fotografia, abraçados e na praia. O ggoleiro e a jornalista confessaram ser fãs das praias brasileiras, depois de terem visitado o México durante a semana passada.

A iniciativa de partilharem informação pessoal nas redes sociais é inédita no casal, que sempre foi “pouco amigo” da imprensa cor-de-rosa e dos tablóides na Espanha.


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Salve Gonzagão! Respeito aos ciganos do Brasil e do mundo!
Caminho da roça e viva o São João!
(VHS)

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OPINIÃO POLÍTICA

Vaca no brejo

Ivan de Carvalho

Antonio Palocci foi um dos três ministros mais importante da Era Lula, ocupando a pasta da Fazenda. José Dirceu, ocupando a chefia da Casa Civil e Dilma Rousseff, não como ministra das Minas e Energia, mas sucedendo a Dirceu como ministra-chefe da Casa Civil, completaram o trio de ouro do governo Lula.

Como certamente todos sabem, Dirceu foi derrubado do cargo pelo formidável Escândalo do Mensalão e não concretizou ainda condições para voltar a exercer mandatos eletivos ou cargos no Executivo. É, no entanto, um político com fortíssima influência em seu partido, o PT.
Quanto a Dilma Rousseff, superando pelo menos duas crises na Casa Civil – uma quando estava nela e a outra, mais grave, quando nela estava Erenice Guerra, sub-chefe indicada por Dilma para sucedê-la no cargo – está na Presidência.

E Antonio Palocci? A este a roda da fortuna pode ter ajudado a multiplicar por vinte seu patrimônio, estimativa que não contestou, recusando-se a falar sobre “valores”. O destaque que a política lhe deu terá sido essencial para a multiplicação do patrimônio – ele mesmo confessou que “um ex-ministro da Fazenda vale muito no mercado” –, mas a sorte lhe tem faltado quando se trata de manter-se nos poderosos ministérios que lhes são destinados.

Assim é que saiu às pressas, em 2006, do Ministério da Fazenda, por causa de suas inexistentes visitas a uma alegre mansão brasiliense, testemunhadas pela língua solta do caseiro Francenildo, e sobretudo por causa da vergonhosa quebra de sigilo bancário do caseiro, graças ao que lançaram sobre a testemunha a falsa acusação de ter recebido suborno para dar falso testemunho.

Mas Antonio Palocci é como o José de Carlos Drummond de Andrade. “Você é duro, Antonio”. E assim, voltou. Como deputado bem votado pelo PT de São Paulo, revelou-se um consultor de empresas de primeira linha. Extraordinário, performático. E daí saltou para ministro-chefe da Casa Civil da presidente Dilma Rousseff, um primeiro-ministro informal em sistema presidencialista.

Palocci (e grande parte do PT, mas não todo, que o PT tem lá os seus mistérios, o ex-ministro José Dirceu que o diga) ansiava pelo momento em que trocaria a Casa Civil de Dilma pela candidatura ao governo de São Paulo. Mas foi revelado o “milagre” da multiplicação do patrimônio e ele preferiu deixar a Casa Civil e o plano de governar São Paulo a explicá-lo.

Milagre, afinal (é o que dizem), por definição, é inexplicável.
Então a candidatura petista ao governo paulista, mais uma vez, sobrava para Aloizio Mercadante, ex-senador, agora ministro da Ciência e Tecnologia. Mas no fim de semana a vaca rumou decididamente para o brejo, onde parece considerar que é o seu lugar.

É da revista Veja a responsabilidade inicial pela orientação da vaca. Lembra a revista o Dossiê dos Aloprados, do qual o maior beneficiário, segundo considerava a Polícia Federal, era o petista Aloísio Mercadante, adversário do tucano José Serra em 2006 na disputa pelo governo paulista. “Às vésperas do primeiro turno das eleições, a Polícia Federal prendeu em um hotel de São Paulo petistas carregando uma mala com 1,7 milhão de reais”. O dinheiro era para comprar documentos falsos que ligariam Serra a um esquema de fraudes no Ministério da Saúde, que já ocupara.

No fim, a PF indiciou Mercadante, mas a acusação foi anulada por falta de provas. Agora a revista teve acesso a gravações de conversas de um dos acusados do crime, Expedito Veloso. Ele confirmou à revista “o teor das conversas”, mas admirou-se que tenham sido gravadas: “Era um desabafo dirigido a colegas de partido”, comentou.

O ministro (Mercadante) e o PT, segundo o desabafo (as conversas gravadas), acreditavam que envolver Serra em um escândalo garantiria ao candidato petista os votos necessários à vitória. Bem, a história toda o leitor encontrará em outros espaços da mídia. Eu só queria mesmo era anunciar a triunfal entrada da vaca no brejo

Lula e Dirceu em SP: sim do PT para PSD/img.MSN

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deu no portal MSN/ESTADÃO

Sob ataque do DEM em todo o País, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, ganhou no fim de semana um forte aliado em sua intenção de criar seu novo partido, o PSD. Reunido em Sumaré (SP), o PT paulista decidiu manter abertas as portas para que a nova sigla integre a base de apoio da presidente Dilma Rousseff no Congresso e, pelo menos por enquanto, possa até fazer coligações com candidatos petistas nas eleições do ano que vem.

A decisão foi interpretada como um sinal para os demais diretórios do País de que o partido de Kassab não deverá ser tratado como um adversário natural do PT, mas sim como uma sigla a ser usada na sustentação do governo e na luta contra a oposição, especialmente em São Paulo, Estado governado pelo PSDB desde 1995 e hoje a principal obsessão do Planalto e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Durante o Encontro das Macrorregiões do PT-SP, a direção paulista conseguiu vetar uma resolução que proibiria alianças eleitorais com o partido de Kassab, caso a sigla seja viabilizada.

Seria mais uma medida para asfixiar o PSD no seu nascedouro (São Paulo), pois a nova sigla já é alvo de ações na Justiça capitaneadas pelo DEM, o antigo partido do prefeito.

A proposta de proibir coligações do PT com o PSD partiu de um grupo de petistas da capital do Estado, oposição ao prefeito Kassab. Mas a direção estadual atuou fortemente para evitar que ela fosse aprovada e conseguiu ao menos rachar o partido. O resultado da consulta foi de 236 votos favoráveis à proibição e 236 contrários. Na prática, isso significa que não existe hoje um veto formal ao PSD dentro do comando petista.

A decisão agora deverá ser tomada em um seminário a ser organizado pelo PT somente para analisar a questão. No encontro, que contou com a participação de Lula, os petistas aprovaram o veto formal às coligações com o PSDB, o DEM e o PPS em todo o Estado. Por sugestão de vereadores de São Paulo, o PSD foi incluído na consulta, mas a direção conseguiu barrar a restrição formal ao partido que ainda está na fase de coletas de assinaturas para ser viabilizado a tempo de concorrer nas eleições de 2012.

‘Em termos de cenário nacional, seria ruim para o PT paulista mandar um recado negativo ao novo partido do prefeito Kassab. Todos os sinais hoje são para que ele integre a base de apoio ao governo federal no Congresso. Seria, antes de mais nada, prematuro um veto ao PSD neste momento’, disse o deputado estadual Edinho Silva, presidente do PT do Estado de São Paulo.

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Leia reportagem completa sobre o assunto no portal MSN

http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias

jun
20
Posted on 20-06-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 20-06-2011

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Bira, publicada hoje (20) no site A Charge Online

jun
20
Posted on 20-06-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 20-06-2011

DEU NO PORTAL IG

A Marinha brasileira informou nesta manhã que localizou o corpo de mais uma vítima do acidente do helicóptero que caiu em Trancoso, na Bahia na noite da última sexta feira. Os mergulhadores acharam o corpo de uma mulher próximo ao local do acidente. As buscas com mergulhadores foram retomadas a partir das 6h. Até o momento, duas vítimas seguem desaparecidas – Jordana Kfuri e o empresário e piloto do voo Marcelo Almeida.

Segundo informações da própria Marinha, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para identificação. Um funcionário do IML confirmou que familiares já identificaram o corpo de Mariana Noleto, namorada de Marco Antônio Cabral, filho mais velho do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB). De acordo com IML, o corpo foi liberado por volta das 4h.

Vítimas

O acidente com um helicóptero que caiu no distrito de Trancoso, por volta das 21h, deixou seis mortos, incluindo duas crianças. No momento do acidente, segundo os bombeiros, as condições do tempo eram ruins. Chovia muito e havia muita neblina. Por volta das 23h, a equipe de Sérgio Cabral publicou uma mensagem na sua conta de Twitter confirmando que Mariana estava no helicóptero.

Somente a irmã de Jordana, Fernanda, de 34 anos, foi encontrada com vida. Ela chegou a ser internada em estado grave no Hospital Deputado Luís Eduardo Magalhães, em Porto Seguro, porém não resistiu aos ferimentos e morreu.

A aeronave, um Esquilo prefixo PR-OMO, ocupada por sete pessoas, decolou do aeroporto da cidade com destino ao condomínio de luxo Jacumã Ocean Resort, na Fazenda Jacumã, ao norte da praia do Outeiro, ainda no distrito de Trancoso.

O chefe do gabinete civil do Governo Fluminense, Régis Fichtner, viajou para o local do acidente. Além do filho de Sérgio Cabral, o marido de Jordana, Fernando Cavendish, também não embarcou no helicóptero, pois ele estava com a lotação total. Ainda não há informações precisas sobre as causas do acidente.

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