jun
09

João Gilberto faz aniversário…

…e João Bosco canta em Juazeiro


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Sem a participação do aniversariante (a não ser que ele esteja preparando mais uma surpresa das suas), a cidade baiana de Juazeiro, na beira do Rio São Francisco, presta homenagens a partir desta quinta-feira, 9, aos 80 anos de João Gilberto, seu filho mais famoso e aplaudido no mundo inteiro, que completa 80 anos amanhã, sexta-feira, 10 de junho.

Na terra de João uma série de homenagens foi programada para celebrar a data. As comemorações acontecem no Centro de Cultura que leva o nome do artista e em um palco especialmente montado para a ocasião.

A programação, que começa nesta quinta-feira, 9, inclui exposição sobre a vida do músico, oficina musical ministrada pelo maestro e violonista Aderbal Duarte, apresentações de artistas juazeirenses e show da cantora Regina Benedetti. O cantor João Bosco se apresenta no encerramento do evento.

Também integram as homenagens uma missa musical, que acontece na Catedral de Juazeiro (na praça onde João Gilberto morou com a família), e uma conversa aberta sobre João Gilberto, com o compositor Maurício Dias e a historiadora Maria Isabel Figueredo.

Centro de Cultura João Gilberto / Catedral de Nossa Senhora das Grotas / Orla Nova

9/6, 20h | 10/6, 7h (missa), 10h (oficina), 19h (shows)

Tudo gratis!!!

A comemoração é patrocinada pela Prefeitura Municipal de Juazeiro,
ocupada atualmente por Isaac Carvalho, do PC do B.

(Vitor Hugo Soares, com informações da jornalista Maria Olívia e da Agenda Cultural)

O sinal vermelho está aceso mais uma vez lá pelas bandas da Avenida Tancredo Neves, em Salvador, nas proximidades da antiga sede da Construtora Odebrecht na Bahia.

Os funcionários do jornal A Tarde – não só jornalistas, mas os gráficos e funcionários do setor administrativo – declararam “estado de greve” desde a última terça-feira, dia 7. Uma crise anunciada com jeito de tsunami de ondas cada vez mais próximas e mais elevadas e ameaçadoras.

O protesto, desta vez, é contra a decisão da empresa de não conceder reajuste salarial. Os empregados já ameaçam paralisar as atividades, caso a posição do jornal, fundado há quase um século, por Simões Filho, não seja revista.

O Sindicato dos Jornalistas (Sinjorba) e os órgãos que representam as demais categorias que atuam em A Tarde assinam nota oficial em que acusam a empresa “de historicamente desrespeitar seus funcionários”.

Eles perderam o status de trabalhadores do maior jornal da Bahia, em todos os aspectos. Segundo as entidades que os representam, são sufocados pela carga excessiva de trabalho, não recebem as horas extras, vivem na expectativa de um Plano de Cargos e Salários que nunca se concretiza, sofrem com as péssimas condições de trabalho e estão longe de ter uma compensação justa.

Ressalte-se que esta é a primeira vez que os funcionários do Jornal A Tarde entram em estado de greve. E o fato, expresso em faixas de protesto e reivindicação, já chama a atenção dos passantes na Avenida Paralela e surpreendem visitantes de A Tarde.

ACM Neto e Imbassahy: alternativas
para Salvador.Lúcio corre por fora
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OPINIÃOO POLÍTICA

O cenário na oposição

Ivan de Carvalho

Numa primeira olhada ao cenário político baiano, até por impulso se pensaria, para as eleições de 2014, já com um importante ensaio nas eleições municipais do ano que vem, principalmente em Salvador, numa aliança oposicionista formada, pelo menos, e tendo em conta somente as legendas mais expressivas da oposição no estado, uma aliança envolvendo o PMDB, o DEM, o PSDB, o PR e o PPS.

Mas isso é só numa primeira olhada, embora não se possa descartar que uma tendência descortinada em um simples relance venha a tornar-se uma realidade objetiva tempos depois, valendo para 2012 e, com possibilidades ainda maiores, para 2014.

Numa segunda olhada as dificuldades começam a se apresentar. É bem natural que o Democratas, o PSDB e o PPS estejam coligados para as eleições majoritárias do futuro prefeito de Salvador, no ano que vem, e também do sucessor do governador Jaques Wagner. É o caminho natural desses três partidos

Para a prefeitura, o DEM tem duas alternativas possíveis em seus quadros, o deputado ACM Neto e o presidente estadual da legenda e ex-deputado e ex-vice-presidente nacional do DEM, José Carlos Aleluia. O PSDB tem outro nome de peso, principalmente para a prefeitura da capital, o do deputado federal, ex-governador e ex-prefeito Antonio Imbassahy. O PPS não tem um nome de seus quadros para incluir seriamente nesse jogo e, portanto, sua função deverá ser apenas a de apoiar.

É muito provável, quase certa, a coligação dessas três legendas que fazem oposição aos governos estadual e federal, nenhuma das quais tem compromisso com o governo do prefeito João Henrique, embora o DEM tenha com ele alguma vinculação que não lhe retira qualquer parcela de liberdade (uma vinculação nascida do fato de que João Henrique venceu Walter Pinheiro no segundo turno das eleições de 2008 porque recebeu o apoio de ACM Neto, do DEM e principalmente dos eleitores deste partido).

É verdade e vale lembrar que a direção nacional do PPS, melhor dizendo, o presidente deste partido, Roberto Freire, teve sempre um forte preconceito ou conceito contra o “carlismo” e refugava tudo que pudesse significar uma aproximação ou até uma simples atenuação de sua animosidade a esse ex-grupo da política baiana e nacional.

Mas nas próximas eleições municipais já terão passado mais de quatro anos que o senador Antonio Carlos Magalhães morreu e o remanescente do seu grupo deixou de existir como grupo. Mesmo antes do desastre de 2010, ocorrera, e em grande escala, a diáspora, neste caso, parodoxalmente, estimulada pelo governador Jaques Wagner, mas não só por ele, como também pelo então ministro Geddel Vieira Lima e pelas estratégias do então senador César Borges (que teria agido com a concordância do deputado ACM Neto), que deixou o DEM para assumir o comando do PR na Bahia.

Seria uma teimosia que atingiria os limites da burrice o PPS manter, a essa altura, a idiossincrasia contra ACM, que Roberto Freire trouxe do seu passado de ex-presidente do Partido Comunista Brasileiro, o “Partidão” para o PPS. Seria, ao invés de fazer política com o cérebro, fazê-la com um fígado muito doido – ou intoxicado.

Os problemas maiores para a ampla coligação inicialmente citados estão no PMDB e no PR. Estes partidos estão na base política do governo Dilma Rousseff, que é do mesmo partido que o governador Jaques Wagner. Não terão problemas políticos federais se lançarem candidatos próprios a prefeito. No PR apresenta-se o deputado federal Maurício Trindade. No PMDB, o candidato próprio seria o deputado estadual Alan Sanches, mas ele decidiu que vai deixar o partido e filiar-se ao PSD liderado na Bahia pelo vice-governador Otto Alencar.

Uma coligação, seja do PMDB, seja do PR, com o DEM, o PSDB e o PPS atrairia (ou atrairá) a acusação de que estão coligados com a oposição ao governo petista de Dilma Rousseff. Problema grave, ainda mais que tanto César Borges quando Geddel Vieira Lima estão sem mandato eletivo. Para não apoiar o adversário e na eventualidade de falta de candidato próprio, o PMDB poderia apoiar, por exemplo, o candidato do PTB, vice-prefeito Edvaldo Brito, no primeiro turno.

Já 2014 é história diferente, pois está mais longe e muita água vai passar em baixo da ponte. Ponte? Que ponte? Alguém falou em ponte?

jun
09
Posted on 09-06-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 09-06-2011


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Amarildo, hoje na Gazeta (ES)

Batistti, livre, deixa presídio da Papuda /AFP-IG

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DEU NO IG

A Itália manifestou nesta quinta-feira (9) indignação e revolta com a decisão do Brasil de negar a extradição do ex-ativista italiano Cesare Battisti, que ganhou a liberdade, e anunciou que apresentará um recurso à Corte Internacional de Justiça de Haia.

O primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, expressou “grande desgosto” com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) a favor da libertação de Battisti. “Não se leva em consideração a expectativa legítima de que se faça justiça, em particular para as famílias da vítimas de Battisti”, lamentou Berlusconi em um comunicado oficial.

“A Itália continuará com sua ação e ativará as instâncias judiciais oportunas para garantir o respeito dos acordos internacionais que unem os dois países, unidos por vínculos históricos de amizade e solidariedade”, anunciou Berlusconi.

O chefe da diplomacia italiana Franco Frattini afirmou que a Itália “utilizará qualquer mecanismo de tutela jurídica possível ante instituições multilaterais competentes, em particular ante a Corte Internacional de Justiça de Haia”.

A batalha da Itália para que Battisti cumpra a condenação não acaba com a decisão do STF, já que o país espera levar o caso ao órgão judicial da ONU, por considerar que foram violados os acordos entre os dois países.

“O objetivo da Itália é conseguir a revisão de uma decisão que não consideramos coerente com os princípios gerais do direito e com as obrigações previstas no direito internacional”, declarou Frattini. “O direito à justiça das vítimas dos crimes de Battisti foi ofendido. A decisão está em contradição com as obrigações que se entendem dos acordos internacionais que unem os dois países.”

O presidente da Itália, Giorgio Napolitano, também condenou a decisão do Brasil e anunciou que apoiará qualquer recurso de Roma para tentar reverter a situação. A decisão do STF “prejudica gravemente” os acordos assinados entre Itália e Brasil, afirma Napolitano em um comunicado.

Para o presidente italiano, histórico dirigente do Partido Comunista, a recusa da extradição de Battisti afeta “as históricas relações de amizade e parentesco” entre as duas nações.

LEIA MAIS SOBRE ESTE ESTR ASSUNTO NO ig

www.ig.com.br

jun
09


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O Vasco acaba de conquistar uma vitória histórica, ao vencer a Copa do Brasil em partida contra o Coritiba de rachar os nervos das torcidas dos dois times. Mesmo perdendo de virada por 3 a 2 para o Coritiba, no Couto Pereira, o time finalmente leva para São Januário o cobiçado troféu.

Depois de vencer a primeira partida em casa por 1 a 0, a equipe comandada por Ricardo Gomes assustou o seu torcedor, mas a vantagem do gol marcado fora tira o clube da incômoda fila. O último triunfo na primeira divisão foi o Carioca de 2003.

Foi um jogo sensaciocional nos dois tempos. Um partida de antologia, como diria Nelson Rodrigues.
O Rio está em festa, que se espalha pelo Brasil inteiro. Foguetes juninos e gritos de “Vasco” explodem também em Salvador e no interior da Bahia, estado onde moram legiões de apaixonados cruzmaltinos.

Um deles, José Genival Soares, “Chico”, a quem Bahia em Pauta dedica- como simbolo de toda uma imensa torcida – o empolgante Hino do Vasco da Gama.

“Casaca, Casaca, Casaca!!!”

(Vitor Hugo Soares)

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