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OPINIÃO POLÍTICA

Furos na blindagem

Ivan de Carvalho

A grossa blindagem com que vem sendo envolvido pelo governo o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, pessoa mais importante do governo Dilma Rousseff depois da própria presidente, começa a apresentar as primeiras perfurações.

Até o momento o governo passou como um trator sobre as oposições no Congresso, frustrando de maneiras variadas as diversas tentativas de convocação do ministro para explicar a veloz multiplicação de seu patrimônio a partir de 2006 até o final de 2010 e os negócios da empresa de consultoria Projeto, a fonte multiplicadora.

Imediatamente o governo e o PT adotaram a tática de comprovada eficácia de acusar a oposição de “armar” contra o ministro, quando tudo surgiu de reportagem, totalmente factual, na imprensa, que nisto cumpriu sua obrigação. A oposição, sem número para fazer qualquer coisa objetiva, como ficou demonstrado – não consegue criar CPI e sequer convocar o ministro para se explicar numa comissão técnica qualquer do Congresso Nacional – apenas faz algumas declarações e discursos, comentando os fatos noticiados e ensaiando iniciativas que não consegue consumar.

Mas, e os buracos na blindagem, na qual não confia o deputado do PDT Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força Sindical? Segundo ele, “o Palocci não se sustenta no cargo. Se ele insistir em permanecer no governo, outras denúncias devem aparecer. Palocci tem de sair”.

Ora, isola, bate na madeira. Chega prá lá. Precipitado. É ser pessimista demais presumir que o destino de Antonio Palocci seja o de sair antecipada e apressadamente dos mais importantes cargos de ministro da República. Mas as palavras têm força – e esta é uma boa razão para Palocci – que resolveu passar uma espécie de pito no vice-presidente da República e ex-presidente do PMDB, Michel Temer, e nisto se deu mal – pedir ao Paulinho que feche a matraca ou comparecer a algum conceituado terreiro baiano para fechar o corpo, melhor dizendo, reforçar a blindagem.

É que depois de hesitações, o procurador geral da República, Roberto Gurgel, pediu esclarecimentos (de fornecimento obrigatório) ao ministro, dando-lhe 15 dias para se explicar. E, paralelamente, mas sem relação alguma com tal procedimento, o Ministério Público Federal, por meio da Procuradoria da República no Distrito Federal, publicou portaria determinando abertura de investigação de natureza cível (não criminal) para apurar se houve enriquecimento ilícito do ministro por intermédio da sua empresa de consultoria, a Projeto.

O procurador Paulo José Rocha deu 15 dias à projeto e pediu informações a órgãos federais. Ele tem 90 dias para concluir a investigação, prorrogáveis por mais 90 e, se comprovada a improbidade administrativa, será aberta ação cível na qual o ministro não terá foro privilegiado. Se em 180 dias não houver um resultado, a investigação será transformada em inquérito civil, que poderá resultar em ação cível ou não, dependendo de que se configure a improbidade.

Outro furo na blindagem é que, em recurso judicial, a Caixa Econômica Federal finalmente alega, tentando se eximir de responsabilidade na quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa, que a quebra foi feita pelo gabinete do então ministro da Fazenda, Antonio Palocci. E o então coordenador de edição das revistas das Organizações Globo diz em artigo que foi Palocci que fez chegar à revista Época (por intermédio da cúpula do grupo Globo) a informação sobre a poupança do caseiro, cujo sigilo era protegido pela Constituição. Essas revelações acontecem bem depois que o STF arquivou denúncia contra Palocci, por falta de provas.

maio
28
Posted on 28-05-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 28-05-2011


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Pelicano, HOJE, no jornal Bom Dia (SP)

maio
28


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Clipe da Música OGUM, Gravada por Zeca Pagodinho no CD Prova de Amor (2008).

BOA NOITE E BOM SÁBADO

(VHS)


Lula de volta a Brasília: imagem da semana

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ARTIGO DA SEMANA

GALO NO POLEIRO

Vitor Hugo Soares

Em seus noticiários de maior audiência, na noite de quarta-feira (24), as principais redes de televisão do país, cada uma ao seu estilo e enfoque, exibiram na cobertura sobre os vertiginosos ganhos de Palocci, imagens que mais pareciam retiradas de arquivos da história recente. Algo assim do tempo em que o então senador e ex-governador Antonio Carlos Magalhães deitava e rolava da Bahia a Brasília, exalando mando e poder à sua passagem.

“Pura ilusão de ótica”, como ensinava há décadas a professora Letícia Campos na escola de Santo Antonio da Glória, no vale do São Francisco. No centro da imagem que as TVs mostraram esta semana quem pontificava de fato na capital federal – deitando e rolando no meio da multifacetada tropa política ao seu redor – era o ex-presidente República, Luiz Inácio Lula da Silva.

Principal esfinge do partido dominante instalado no Palácio do Planalto, a pleno vapor ele estava de volta ao cenário do qual se despedira há cinco meses. Desta vez em missão de negociador e bombeiro, duas de suas mais reconhecidas especialidades, cultivadas no sindicalismo e aplicadas na política em seus oito anos de governo. Lula tenta apagar o incêndio que grassa no gabinete do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, cujas chamas ameaçam chamuscar as vestes da presidente Dilma Rousseff.

“Que foto, que imagem!”, exclama Margarida, a provocativa e mordaz jornalista que vive ao meu lado. Sempre em alerta e em eterno estado de objeção. Espécie de consciência crítica afetiva, permanentemente de plantão, cheia de desconfianças de qualquer coisa emanada do poder ou que apareça com carimbo oficial.

O grito funciona como um despertador. Convoca para “a vida real” que a televisão anuncia como fazia antes o Jornal do Brasil de minhas mais gratas lembranças profissionais, no tempo da canção tropicalista do baiano Gilberto Gil.

Até o alerta da jornalista ao lado, o autor destas linhas prestara pouca atenção aos principais lances dos noticiários daquele dia na TV. Por sinal, notícias de estarrecer. A começar por uma das mais lamentáveis sessões da história da Câmara dos Deputados do Brasil, que aprovou o Código Florestal. Trágica mas emblemática coincidência com o assassinato do casal de seringueiros e defensores da floresta Zé Cláudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo, abatidos em mais uma emboscada nas selvas do Pará.

A desatenção tinha motivo. Estava envolto na leitura de “Contra la prensa”, uma referencial antologia de textos sobre o que se poderia chamar de o outro lado do jornalismo ou, se preferirem, da história da imprensa. Na verdade, esses escritos compõem agora uma outra história da imprensa: o descobrimento de margens sombrias e vaidosas do jornalismo, em páginas críticas deixadas por profissionais que duvidaram e gozaram ao assinalar suas deserções e excessos.

“Em muitos casos é uma história forjada também por jornalistas, espíritos travessos que com sarcasmo, ironia ou condescendente ceticismo, deixaram um feixe de lúcida incredulidade ante a epopeia da imprensa escrita”, como registra a apresentação da antologia de Esteban Rodrigues, profissional de comunicação argentino, responsável pela meticulosa compilação dos textos de primeira linha que integram o livro. Um dos vários da pilha de publicações sobre jornalismo e comunicação adquirida em recente passagem por Buenos Aires.

Por pouco não resultou em multa por excesso de bagagem na hora do embarque no aeroporto de Ezeiza, mas valeu a pena carregar o peso, correr o risco da multa e até ser acusado esta semana como um dos responsáveis pela explosão de gastos de turistas brasileiros no mês passado em viagens ao exterior. Não sei se já existe edição em português da obra que indico. Leitura essencial nesta quadra de transe e quase completa confusão na imprensa brasileira e mundial.

De volta ao começo:

Mal comparando, nas imagens em movimento da TV, congeladas em expressivas fotografias publicadas nos sites, blogs e jornais impressos do dia seguinte, o ex-presidente Lula reapareceu em Brasília “ciscando” com a segurança do galo que chega para repor a ordem no poleiro.

Paletó a ponto de ver explodir o único botão que o fecha, expressão enigmática, braço direito estendido em acenos para o alto, Lula parece não só à vontade, mas satisfeito com a tropa que vê à sua volta, depois de assumir, na prática, a articulação política do governo Dilma Rousseff, enquanto tenta socorrer o companheiro Palocci, atingido na asa.

“Lula almoçou nesta terça-feira, 24, com senadores do PT, jantou com Dilma e Palocci, no Palácio da Alvorada, deu voz de comando para a defesa do ministro e nesta quarta-feira, 25, tomará café da manhã, na casa do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), com os líderes da base aliada no Congresso”, resume O Globo.

A imagem que contemplo – agora atento – é de depois do café na casa do presidente do Congresso. Lula aparece diante da tropa com aquele ar típico de “missão cumprida”. Ao lado do ex-presidente aparecem Sarney, à esquerda, e Temer (vice de Dilma) à direita. Mais afastados, Humberto Costa (PT) e Renan Calheiros (PMDB). Atrás, o senador Magno Malta em sua pose típica de “papagaio de pirata”. Ao fundo, uma nuvem densa de parlamentares do baixo clero no Congresso, que se confundem com seguranças atentos.

É, ou não, uma imagem de causar espanto e admiração? Confira e responda quem souber.

Vitor Hugo Soares é jornalista – E~mail: vitor_soares1@terra.com.br

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CRÔNICA/Novelas

Jesuíno, Açucena e Palocci

Janio Ferreira Soares

Qual a receita para uma boa novela? Um belo tema de abertura? Atores que parecem nascidos para os respectivos personagens? Maldades desfeitas nos capítulos seguintes? Humor e situações como nos tempos de Dias Gomes? Imagens e paisagens espetaculares? Pois tudo isso – e mais um pouco – está em Cordel Encantado, mais precisamente na fictícia Brogodó, cidade cenográfica construída nos estúdios da Globo, mas que poderia muito bem estar localizada às margens do cânion do São Francisco, entre Paulo Afonso (BA), Canindé (SE) e Piranhas (AL).

É que esta região, repleta de cenários deslumbrantes que serviram de locação para as filmagens dos primeiros capítulos da trama, continua fornecendo belíssimas paisagens que entremeiam suas cenas, a exemplo da Serra do Umbuzeiro, do Raso da Catarina e das pequenas cascatas que se formam nos paredões de granito do cânion de Paulo Afonso, que nestes últimos dias foram ao ar ao som de Maracatu Atômico, na sensacional levada do nosso “guaiamum treloso”, Chico Science. De arrepiar.

A propósito, a trilha sonora de Cordel Encantado é um show a parte, começando pela pequena obra prima que Gil fez para a sua abertura – que remete a um tempo em que princesas e reis pertenciam às fábulas que faziam o sono chegar -, até as velhas canções de Alceu, Zé Ramalho e afins, que parecem complementar a cena, como se ela, se achando meio vazia, dissesse: “eu melhoraria muito se agora entrasse Chão de Giz”. E aí, “… meus vinte anos de boy, that’s over, baby!…” invade e provoca mais um arrepio neste velho telespectador. Freud explica.

Enquanto isso, em Brasília, mais uma novela está no ar. Ela conta a trajetória de um político que autoriza a quebra do sigilo bancário de um caseiro, faz de tudo para desmoralizá-lo, até que o galo canta três vezes. Afastado, transforma-se num poderoso consultor-cyborg, cuja fortuna, em pouco tempo, supera em muito a de Steve Austin (O Homem de Seis Milhões de Dólares), seu irmão biônico. Confuso? Espere só a chegada dos coadjuvantes do reino da língua presa.

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura e Turismo de Paulo Afonso, na margem baiana do Rio Sâo Francisco

maio
27
Posted on 27-05-2011
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 27-05-2011

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OPINIÃO POLÍTICA

Maio malvado

Ivan de Carvalho

Como nunca antes neste país estava indo sem atribulações, atravessando já o quinto mês, o primeiro governo da República presidido por uma mulher, Dilma Rousseff. A oposição caía e continua caindo aos pedaços e, talvez pior do que isto, não encontrava em que se agarrar para fazer oposição. Agora achou.

O único transtorno era uma certa malcriação da inflação, que teimava em se apresentar transitando entre um pouco acima e um pouco abaixo do teto limite pré-fixado para ela pelo governo.

Na verdade, os que teriam condições, poderes para manter a inflação bem comportada não seriam os economistas e financistas, nem os estatísticos de certas instituições oficiais, com suas amostragens maravilhosas, mas os políticos. Estes, no entanto, bagunçam a casa, como os que estavam no governo da União em 2010, ano de eleição, diligentemente a bagunçaram, na presunção de que a chamada equipe econômica ponha depois as coisas nos eixos, custe o que custar e doa a quem doer, menos a uns, pois se todos os brasileiros são iguais, alguns são mais iguais do que os outros.

Mas quando parecia que era só isso e uma pneumonia já praticamente superada que levou a presidente Dilma Rousseff a dar mais umas voltas na chave da porta que vinha separando-a da nação, apesar de todas as boas vontades da parte desta, maio resolveu mostrar a que veio.

Estourou o arranca-rabo do Código Florestal, do qual o governo, pelo menos na opinião de dez em cada dez ambientalistas brasileiros, se saiu muito mal. Os ambientalistas estão tiririca com o governo e a presidente Dilma.

A comunidade GLBT, idem – tenho a impressão que já incluíram na sigla mais uma ou duas letras, mas prefiro não arriscar – também está tiririca com a presidente (aliás, vale um parêntesis para esclarecer que Tiririca não tem nada com essa história). Isto porque no grande debate nacional que se estabeleceu sobre o tal “kit anti-homofobia” que o Ministério da Educação fez produzir para distribuição às escolas públicas do ensino fundamental, o que venceu foi o “kit antigay” lançado pelo deputado Jair Bolsonaro, do PR fluminense.

O debate incendiado pela reação de Bolsonaro e seu “kit antigay” atiçou evangélicos e católicos organizados (há muitos parlamentares que se dizem católicos, mas não estão organizados) a ameaçarem ficar contra o governo em outras questões se o “kit anti-homofobia” (dentro do projeto Escola sem Homofobia) fosse distribuído pelo Ministério da Educação às crianças da rede pública de ensino. A presidente Dilma deu ontem a ordem de cancelar e determinou que coisas relacionadas a costumes e que interessem a setores da sociedade não sejam consumadas sem antes um debate com esses setores e a sociedade em geral. Ela demorou a descobrir a pólvora, mas, afinal, descobriu. E ontem deu declarações muito sensatas sobre o Estado e a privacidade.

Engraçado é que ela parece haver surpreendido o ex-presidente Lula, que saíra de suas palestras de R$ 200 mil para articular a defesa do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, outra “vítima” de maio. Lula conversava com senadores aliados quando contou que, ante o debate sobre o “kit anti-homofobia”, ligara para o ministro da Educação, Fernando Haddad, e, baseado em tal telefonema, garantiu que não havia nada decidido no governo. Mas havia, o ministro é que ainda não sabia. E os evangélicos, que souberam da interferência de Lula, não gostaram disso. A AGBLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Tansexuais) foi convidada a conversar, na terça-feira, com Gilberto Carvalho, secretário geral da Presidência.

O Escritório de Investigações e Análises (BEA), órgão responsável pelas investigações do acidente com o Airbus da Air France, divulgou nesta sexta-feira (27) um relatório preliminar do voo que partiu do Rio de Janeiro com destino a Paris.

Segundo o BEA, novos fatos puderam ser esclarecidos com os dados obtidos com as caixas-pretas, em relação aos relatórios divulgados em 2 de julho e 17 de dezembro de 2009. O documento divulgado nesta manhã revelou que a composição da tripulação estava de acordo com os procedimentos e que, no momento do evento, os dois copilotos estavam na cabine. O comandante de bordo estava de repouso e retornou para a cabine cerca de 1 minuto após o alarme de perda soar.

Ainda segundo o relatório parcial, o detalhamento do conteúdo das caixas-pretas mostra que a queda da aeronave, que estava a 11.600 metros de altitude, durou cerca de três minutos e trinta segundos – durante a descida, o airbus permaneceu em situação de perda, girando da esquerda para a direita. Quando houve o aumento da incidência, o avião estava posicionado a 35 graus.

Outro ponto esclarecido pelo estudo é que houve uma inconstância entre as velocidades indicadas no painel do controle – a velocidade indicada no lado esquerdo e a indicada no instrumento de resgate (ISIS), no lado direito, oscilaram em “pouco menos de um minuto”.

A BEA não detalha o que teria causado esta insconsistência nem se ou como ela teria influenciado na queda. Informa apenas que a “nota descreve de maneira factual a sequência dos acontecimentos que levaram ao acidente, e apresenta fatos novos estabelecidos. As primeiras análises serão apresentadas no relatório de etapa, cuja publicação está prevista para finais de julho”.

O órgão afirma ainda que só “depois de um trabalho longo e minucioso de investigação é que as causas do acidente serão determinadas e as recomendações de segurança serão emitidas, o que é a principal missão do BEA. Elas constarão do relatório final”.

Airbus comenta relatório

A Airbus afirmou que as informações preliminares divulgadas pelas autoridades francesas sobre o acidente no voo Rio-Paris são um “passo significante” para entender as causas da queda do avião A330 no oceano Atlântico. “O trabalho do BEA constitui um passo significante para a identificação completa da cadeia de eventos que levou ao trágico acidente do voo 447 da Air France em 2009”, disse a Airbus em comunicado.

maio
27
Posted on 27-05-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 27-05-2011


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Duke, hoje no jornal O Tempo (MG)


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Em noite de Lua Cheia, ou não, nada melhor do que ouvir “Serenata”, de autoria do cantor e compositor carioca Sílvio Caldas com o letrista, também carioca, Orestes Barbosa. Ambos, autores de “Chão de Estrelas”, obra-prima da dupla e uma das mais belas canções ja feitas, no Brasil, em todos os tempos. Sobre ela o poeta Manuel Bandeira escreveu: “Se se fizesse aqui um concurso, como fizeram na França, para apurar qual o verso mais bonito da nossa língua, talvez eu votasse naquele de Orestes em que ele diz: “Tu pisavas os astros distraída…”. (Orestes, Jornal do Brasil, 18 de janeiro de 1956)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

BOA NOITE!!!

(Gilson Nogueira)

maio
26
Posted on 26-05-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-05-2011


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O ex-diretor geral do FMI encontra-se atualmente em prisão domiciliar, mas na noite de ontem, quarta-feira, mudou-se para uma verdadeira ‘gaiola dourada’: uma casa ultra-luxuosa no bairro nova-iorquina de Tribeca

O canal de notícias France 24 fez a reportagem com imagens da casa para onde se mudou Dominique Strauss-Kahn.

Na mansão, DSK pode usufruir de 630 metros quadrados de área útil, divididos em quatro quartos, cinco casas de banho e um ginásio. E como se trata de uma moradia, Strauss-Kahn não evita assim os problemas de vizinhança.
Segundo France 24, para arrendar a casa o ex-director do FMI teve de desembolsar 14 milhões de dólares (cerca de 9,88 milhões de euros) e vai pagar uma renda mensal de 50 mil dólares – 35 mil euros.

Dominique Strauss-Kahn está em prisão domiciliar aguardando julgamento das acusações de agressão sexual, tentativa de violação sobre uma empregada de hotel em Nova Iorque.

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