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DEU NO BLOG DE DANIEL CASTRO

Longe da TV desde 2007, quando interpretou o mau-caráter Olavo, na novela Paraíso Tropical, Wagner Moura já acertou verbalmente o seu retorno à Globo.
Moura será o protagonista de Dois Irmãos, microssérie baseada no livro de Milton Hatoum, em preparação pelo diretor Luiz Fernando Carvalho (Afinal, o que Querem as Mulheres?, Hoje É Dia de Maria).

O programa ainda não tem previsão de estreia.

“Wagner Moura e eu estamos nos cercando faz tempo. Agora nos encontramos”, conta Carvalho. “Mas não há ainda muito o
que falar agora. Estou trabalhando no desenho de produção”, diz o diretor.

Dois Irmãos se passa em Manaus e São Paulo. É a história de dois irmãos gêmeos de origem libanesa, Omar e Yakub, que se odeiam desde a infância. O livro é narrado por um misterioso personagem _só no final ele revela sua identidade, e sua relação com os gêmeos.

Paralelamente, Luiz Fernando Carvalho já trabalha em dois outros projetos: um em parceria com Paulo Lins, autor do livro que gerou o filme Cidade de Deus (2002), e outro com Luiz Alberto de Abreu, com quem dividiu o texto de Hoje É Dia de Maria (2005)

maio
29


Senador Malta: vítima mais recente

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DEU NO BLOG DE CRISTINA LEMOS

A deputada Rose de Freitas (PMDB/ES), primeira vice-presidente da Câmara, já não consegue presidir as sessões da Casa sem grande sacrifício para sua saúde. Ela é uma das 48 pessoas infectadas por pneumonia na Câmara dos Deputados, segundo relata a própria Rose de Freitas. A deputada retirou-se da cadeira da presidência por volta das seis da tarde na quarta e avisou ao deputado Marco Maia (PT/RS) que não está em condições físicas de substituí-lo, muito menos em caso de viagem do presidente. Rose de Freitas está doente há pelo menos duas semanas.

No serviço médico da Câmara dos Deputados, a procura por cintilografia aumentou vertiginosamente nas últimas semanas. Foram cerca de 200 exames deste tipo, segundo a vice-presidente, que está alarmada com o problema. “Vou pedir uma inspeção no ar condicionado da Câmara e no sistema de limpeza do carpete. Imagine se estivéssemos diante de uma doença contagiosa?” – declara.

No senado, a vítima mais recente foi Magno Malta (PR/ES), que também teve de enfrentar tratamento contra pneumonia. O ar condicionado da Casa foi contra-indicado pelos médicos que inicialmente trataram o senador Itamar Franco, que enfrentava uma forte gripe. Depois de um exame de sangue foi que se descobriu que o ex-presidente da república estava com leucemia.

A presidente Dilma Rousseff passou um mês com dificuldades motivadas por uma gripe, mais tarde diagnosticada como pneumonia dupla. Também no caso de Dilma, os médicos recomendaram que ela evitasse o ar condicionado de seu gabinete no Planalto, o que levou a presidente a despachar durante duas semanas a partir da residência oficial, o Palácio da Alvorada.

Bactéria fatal

A falta de manutenção e limpeza nos aparelhos de ar condicionado em Brasília já produziu pelo menos uma vítima fatal entre autoridades federais: o então ministro das Comunicações no governo Fernando Henrique Cardoso, Sérgio Motta, morto em abril de 98, por causa de infecção pulmonar aliada às suas delicadas condições de saúde. Ficou comprovado que Motta havia contraído uma das bactérias mais perigosas encontradas nas tubulações de aparelhos de ar condicionado sem manutenção ou limpeza: a legionella pneumophila, que causa infecções agudas e pneumonia.

maio
29
Posted on 29-05-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 29-05-2011


Vettel em Mônaco: o novo fenômeno da Formula 1
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Em um Grande Prêmio de Mônaco imprevisível e emocionante como há muito não se via no Principado, Sebastian Vettel garantiu neste domingo (29) seu quinto triunfo em seis provas no campeonato. O piloto cruzou a linha de chegada poucos segundos à frente de Fernando Alonso, segundo colocado, e Jenson Button, terceiro, que brigaram pela vitória até os últimos metros da corrida.

Os três pilotos andaram juntos a partir da volta 61, quando Button colou em Vettel e Alonso. A diferença entre os três ficou no visual a partir de então. E o safety car que entrou no 69º giro tornou as coisas ainda mais emocionantes. A prova foi interrompida na volta 72, e trocas de pneus foram atorizadas durante a paralização – melhor para Vettel, que pôde trocar seus desgastados compostos, segurou os rivais e conseguiu a mais emocionante de suas vitórias na temporada.

Felipe Massa não conseguiu pontuar pela terceira vez consecutiva. O brasileiro foi atrapalhado ao tentar defender a posição contra Lewis Hamilton, perdeu o controle do carro e bateu no túnel. Já Rubens Barrichello, que terminou em nono, garantiu os primeiros pontos da Williams na temporada.

Leia reportagem completa no IG

http://esporte.ig.com.br/automobilismo/


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DEU NA REVISTA CARTA CAPITAL ( Texto reproduzido no jornal Pátria Latina, dirigido e editado pelo jornalista baiano Walter Xéu )

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Mino Carta: O PT esqueceu os trabalhadores

A posição da mídia nativa em relação ao Caso Palocci intriga os meus inquietos botões. Há quem claramente pretenda criar confusão. Outros tomam o partido do chefe da Casa Civil. Deste ponto de vista a Veja chega aos píncaros: Palocci em Brasília é o paladino da razão e se puxar seus cadarços vai levitar.

Ocorre que Antonio Palocci tornou-se um caso à parte ao ocupar um cargo determinante como a chefia da Casa Civil, mas com perfil diferente daqueles que o precederam na Presidência de Lula. José Dirceu acabou pregado na cruz. Dilma foi criticada com extrema aspereza inúmeras vezes e sofreu insinuações e acusações descabidas sem conta. A bem da sacrossanta verdade factual, ainda no Ministério da Fazenda o ex-prefeito de Ribeirão Preto deu para ser apreciado pelo chamado establishment e seu instrumento, a mídia nativa.

As ações de Palocci despencaram quando surgiu em cena o caseiro Francenildo, e talvez nada disso ocorresse em outra circunstância, porque aquele entrecho era lenha no fogo da campanha feroz contra a reeleição de Lula. Sabe-se, e não faltam provas a respeito, de que uma contenda surda desenrolava-se dentro do governo entre Palocci e José Dirceu. Consta que o atual chefe da Casa Civil e Dilma não se bicavam durante o segundo mandato de Lula, o qual seria enfim patrocinador do seu retorno à ribalta.

E com poderes largos, como grande conselheiro, negociador junto à turma graúda, interlocutor privilegiado do mercado financeiro e do empresariado, a contar com a simpatia de amplos setores da mídia nativa. Um ex-trotskista virou figura querida do establishment, vale dizer com todas as letras. Ele trafega com a devida solenidade pelas páginas impressas e nos vídeos, mas é convenientemente escondido quando é preciso, como se envergasse um uniforme mimético a disfarçá-lo na selva da política.

Murmuram os botões, em tom sinistro e ao mesmo tempo conformado: pois é, a política… Está claro que se Lula volta à cena para orquestrar a defesa de Palocci com a colaboração de figuras imponentes como José Sarney, o propósito é interferir no jogo do poder ameaçado e garantir a estabilidade do governo de Dilma Rousseff, fragilizado nesta circunstância.

A explicação basta? Os botões negam. CartaCapital sempre se postou contra a busca do poder pelo poder por entender que a política também há de ser pautada pela moral e pela ética, igual a toda atividade humana. Fatti non foste a viver come bruti, disse Dante Alighieri. Traduzo livremente: vocês não foram criados para praticar, embrutecidos, a lei do mais forte. Nós de CartaCapital poderemos ser tachados de ingênuos, ou iludidos nesta nossa crença, mas a consideramos inerente à prática do jornalismo.

No tempo de FHC, cumprimos a tarefa ao denunciar as mazelas daqueles que Palocci diz imitar, na aparente certeza de que, por causa disso, merece a indulgência plenária. Luiz Carlos Mendonça de Barros, André Lara Rezende, e outros fortemente enriquecidos ao deixarem o governo graças ao uso desabrido da inside information, foram alvo de CartaCapital, e condenados sem apelação. Somos de coerência solar ao mirar agora em Antonio Palocci.

Em outra época, os vilões foram tucanos. Chegou a hora do PT, um partido que, alcançado o poder, se portou como os demais, clubes armados para o deleite dos representantes da minoria privilegiada. Devo dizer que conheço muito bem a história do Partido dos Trabalhadores. A primeira reportagem de capa publicada por uma semanal sobre a liderança nascente de Luiz Inácio da Silva, dito o Lula, remonta a começos de fevereiro de 1978. IstoÉ foi a revista, eu a dirigia. Escrevi a reportagem e em parceria com Bernardo Lerer entrevistei o então presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo e Diadema, na vanguarda de um sindicalismo oposto ao dos pelegos.

Dizia a chamada de capa, estampada sobre o rosto volitivo do jovem líder: Lula e os Trabalhadores do Brasil. Já então sabia do seu projeto, criar um partido para defender pobres e miseráveis do País. Acompanhei a trajetória petista passo a passo e ao fundar o Jornal da República, que nasceu e morreu comigo depois de menos de cinco meses de vida, fracasso esculpido por Michelangelo em dia de desbordante inspiração, passei a publicar diariamente uma página dedicada ao trabalho, onde escreviam os novos representantes do sindicalismo brasileiro. Ao longo do caminho, o partido soube retocar seu ideário conforme tempos diferentes, mas permaneceu fiel aos propósitos iniciais e como agremiação distinta das demais surgidas da reforma partidária de 1979, marcado por um senso de honestidade e responsabilidade insólito no nosso cenário.

Antonio Palocci é apenas um exemplo de uma pretensa e lamentável modernidade, transformação que nega o passado digno para mergulhar em um presente que iguala o PT a todos os demais. Parece não haver no Brasil outro exemplo aplicável de partido do poder, é a conclusão inescapável. Perguntam os botões desolados: onde sobraram os trabalhadores? Uma agremiação surgida para fazer do trabalho a sua razão de ser, passa a cuidar dos interesses do lado oposto. Não se trataria, aliás, de fomentar o conflito, pelo contrário, de achar o ponto de encontro, como o próprio Lula conseguiu como atilado negociador na presidência do sindicato.

Há muito tempo, confesso, tenho dúvidas a respeito da realidade de uma esquerda brasileira, ao longo da chamada redemocratização e esgotadas outras épocas em que certos confrontos em andamento no mundo ecoavam por aqui. Tendo a crer, no momento, que a esquerda nativa é uma criação de fantasia, como a marca da Coca-Cola, que, aliás, o mítico Che Guevara bebia ironicamente às talagadas na Conferência da OEA, em 1961, em Punta del Este. Quanto à ideologia, contento-me com a tese de Norberto Bobbio: esquerdista hoje em dia é quem, aspirante à igualdade certo da insuficiência da simples liberdade exposta ao assalto do poderoso, luta a favor dos desvalidos. Incrível: até por razões práticas, a bem de um capitalismo necessitado de consumidores.

Nem a tanto se inclina a atual esquerda verde-amarela, na qual milita, digamos, o ultracomunista Aldo Rebelo, disposto a anistiar os vândalos da desmatação. E como não anistiar o ex-camarada Palocci? Lula fez um bom governo, talvez o melhor da história da República, graças a uma política exterior pela primeira vez independente e ao empenho a favor dos pobres e dos miseráveis, fartamente demonstrado. CartaCapital não regateou louvores a estes desempenhos, embora notasse as divergências que dividem o PT em nome de hipócritas interpretações de uma ideologia primária.

Na opinião de CartaCapital, e dos meus botões, não é tarefa de Lula defender o indefensável Antonio Palocci, e sim de ajudar a presidenta Dilma a repor as coisas em ordem, pelos mesmos caminhos que em 2002 o levaram à Presidência com todos os méritos.

Mino Carta é diretor de redação de CartaCapital. Fundou as revistas Quatro Rodas, Veja e CartaCapital. Foi diretor de Redação das revistas Senhor e IstoÉ. Criou a Edição de Esportes do jornal O Estado de S. Paulo, criou e dirigiu o Jornal da Tarde. redacao@cartacapital.com.br

maio
29
Posted on 29-05-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 29-05-2011


Samuca, no jorna Diário de Pernambuco


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Blogbar do Fontana — Nos balcões dos bares da vida

DE VINICIUS E BADEN PARA CYRO MONTEIRO

ELENCO – 1965

Formosa – Vinicius de Moraes & Baden Powell

Letra:

Formosa

(Baden Powell & Vinicius de Moraes)

Formosa, não faz assim
Carinho não é ruim
Mulher que nega
Não sabe não
Tem uma coisa de menos
No seu coração
Formosa, não faz assim
Carinho não é ruim
Mulher que nega
Não sabe não
Tem uma coisa de menos
No seu coração

A gente nasce, a gente cresce
A gente quer amar
Mulher que nega
Nega o que não é para negar
A gente pega, a gente entrega
A gente quer morrer
Ninguém tem nada de bom sem sofrer
Formosa mulher
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Samba na caixa, a pedido de Maria Olívia, em tributo à memória do “Ilustríssimo Cyro”, como diz Chico Buarque no samba que compôs em louvor ao grande sambista.

BOA NOITE!!!

(VHS)

maio
28
Posted on 28-05-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 28-05-2011


deu no portal Terra

O vice-presidente Michel Temer (PMDB) confirmou, em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, que teve uma ríspida discussão com o ministro Antônio Palocci (PT) e que acabou elevando seu tom de voz, mas negou que tenha usado palavras de baixo calão. “A conversa foi tensa, admito que subi o tom, falei alto mesmo, mas quem me conhece sabe que não sou de falar palavrões”. Segundo ele, o desentendimento já foi resolvido e explicado para a presidente Dilma Rousseff (PT), por telefone. “A situação agora está tranquilíssima”.

Palocci e Temer teriam discutido, segundo o jornal, pois o ministro havia feito ameaça, de forma velada, de desligar membros do PMDB do governo caso houvesse derrota na votação do Código Florestal, o que acabou acontecendo. A emenda que modificou o texto e desagradou o governo era de autoria do PMDB. Segundo o vice-presidente, o episódio chegou até a mídia pela “intriga” que existe entre os dois partidos. O governo espera que o ministro Palocci se pronuncie sobre o assunto durante a semana.

DEU NA REVISTA DIGITAL TERR MAGAZINE

Felipe Milanez

Sul do Pará

Foi encontrado neste sábado (28), morto em um matagal, Erenilton Pereira dos Santos, 25 anos, integrante do assentamento Praialta-Piranheira, o mesmo onde vivia o casal José Claudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo, executados na última terça-feira (24), em Nova Ipixuna, sul do Pará. O corpo estava a sete quilômetros do assentamento e a cerca de 100 metros da estrada. Erenilton era testemunha do caso do homicidio de José e Maria. Ele viu uma moto Bros vermelha sair do assentamento. A mesma moto foi flagrada por outra testemunha entrando no local, minutos antes do crime.

Dois dias após o duplo homicídio, Erenilton foi comprar peixe em Porto Barroso, no lago Tucuruí. Ele seguiu na mesma direção em que os motoqueiros suspeitos do assassinato do casal haviam tomado. Desde então, não deu mais notícias. Como Erenilton era considerado desaparecido, neste sábado, 10 pessoas sairam a sua procura. Encontraram a moto da vítima na estrada, próxima ao corpo, que foi localizado, por volta das 10h, por equipe do Ibama e da Polícia Federal.

Segundo a Comissão Pastoral da Terra, Erenilton também morreu com um tiro na cabeça e a arma seria do mesmo calibre da utilizada na execução do casal de extrativistas Zé Cláudio e Maria.

A vítima, que praticamente nasceu no assentamento Praialta-Piranheira, era casada e tinha quatro filhos. A família da vítima está assustada e teme retaliações. As polícias Federal e Rodoviária Federal já se encontram no local. Instituto Médico Legal e Polícia Civil estão a caminho.

Este foi o quarto homicídio de trabalhador rural em cinco dias, três deles aconteceram no Pará.


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Terreiro de Jesus (João Bosco/Edil Pacheco/Francisco Bosco), do disco “Malabaristas do Sinal Vermelho” (2003)

Eu vou pro samba
No Terreiro de Jesus
Beber a luz
Rever os bambas
Uma magia me seduz
Meu coração se derrama
Tô na Bahia
Festa de rua
Na Cantina da Lua
Tem samba

Vou deixar falar
Vou mandar descer
Pode chegar sossegado
Que essa mesa é branca
Vou bater palma de mão
Com fé no coração
Eu vou de guia e tamanca
Eu sou de escorregar
Liso de doer
Tenho boca de quiabo
E casca de banana

Sou, eu sou da Saúde, eu sou de lá
Eu sou da Gamboa, Praça Mauá, sou o samba
Sou, sou da Praça Onze, eu vim de lá
Do tempo que bobo era bobo, e bamba, bamba
Eu sou, sou do Estácio, eu sou de lá
Chapéu panamá, bicolor no pé, linho branco
Sou, sou, sou do Terreiro, eu vim de lá
E tô com saudade de lá, para ser franco

Dia dois
Dois de dezembro
Eu vou pra Bahia sambar
Eu vou pra lá…

BOA TARDE!!!

(VHS)

Aecio e Serra: as aparências enganam

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DEU NO IG

A 10ª Convenção Nacional do PSDB começou pouco depois das 9h deste sábado em Brasília, mas as negociações na tentativa de chegar a um acordo continuam. Os tucanos tentam, até o último minuto, definir a nova executiva tucana, disputada cargo a cargo entre os grupos liderados pelo senador Aécio Neves (MG) e pelo ex-governador José Serra (SP).

Na noite de ontem e durante a madrugada, o presidente do PSDB, deputado federal Sérgio Guerra (PE) – que rompeu com Serra e deverá ser reconduzido ao cargo com o apoio de Aécio -, tentou articular uma saída que contemplasse tanto mineiros como paulistas. Os dois grupos disputam a secretaria-geral do partido, hoje ocupada pelo mineiro Rodrigo de Castro. Em seu discurso, Guerra irá pregar a unidade do partido na esfera nacional. Segundo interlocutores, ele irá defender que as lideranças sejam menores do que a legenda.

O ex-governador José Serra, que até a noite de ontem não havia confirmado sua presença, já está em Brasília. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, também está na capital federal para o encontro. “Viemos completos”, disse o secretário de Ciência e Tecnologia de São Paulo e presidente do PSDB municipal de São Paulo, Júlio Semeghini.

Outros cargos-chave da executiva podem ficar nas mãos de paulistas. A primeira vice-presidência da sigla deverá ficar com o ex-governador paulista Alberto Goldman, vice de Serra no Palácio dos Bandeirantes. O nome mais cotado para a segunda vice-presidência é o do deputado Emanuel Fernandes (SP), secretário de Alckmin.

Tucanos paulistas ligados a Serra, no entanto, alegam que os cargos na chapa da executiva nacional não são suficientes. Assim como Alckmin, eles defendem publicamente que Serra seja indicado como presidente do Instituto Teotônio Vilela (ITV), órgão tucano que conta com um orçamento de R$ 11 milhões. O cargo já foi oferecido ao ex-senador Tasso Jereissati (CE), que não está disposto a abrir mão da posição. Em Fortaleza, a indicação de Tasso como sucessor do atual presidente, Luiz Paulo Vellozo Lucas (ES), é dada como certa.

Leia mais sobre a convenção tucana no IG

http://ultimosegundo.ig.com.br/politica

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