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BOA NOITE!!!

maio
29

DEU NO JORNAL PORTUGUÊS “PÚBLICO”

Seis pessoas morreram e quatro ficaram feridas quando um grupo de traficantes do Morro da Pedreira tentaram invadir a favela Para Pedro, no norte do Rio de Janeiro, durante a madrugada deste domingo.
A polícia militar ocupou a favela para controlar a situação .

Segundo uma fonte policial explicou ao portal brasileiro “R7”, o tiroteio começou quando um grupo de traficantes rivais tentou invadir a favela Para Pedro durante a madrugada para se apoderarem dos seus postos de venda.

Os invasores que entraram a matar na favela, disparando logo contra duas pessoas, desencadearam um tiroteio que espalhou o pânico durante algumas horas. A polícia ainda não identificou as vítimas, mas sabe-se que entre elas não estão apenas traficantes mas também inocentes, como uma senhora idosa que foi atingida uma bala perdida.

O tiroteio só terminou no início da tarde deste domingo quando dezenas de agentes da Polícia Militar do Rio de Janeiro ocuparam os principais acessos da favela. Algumas das vítimas foram ainda apanhadas nesta operação policial que deteve cinco pessoas e apreendeu ainda uma grande quantidade de cocaína e algumas armas.

Os cinco detidos são todos do sexo masculino e estavam, dentro de uma casa, onde foi encontrada parte da carga de cocaína. Os corpos, que ainda não foram identificados, estão no hospital Getúlio Vargas, na Penha.

A polícia investiga agora se a tentativa de invasão foi liderada por um traficante que já pertenceu à quadrilha que controla a Para Pedro, a mesma que tem como principal refúgio o Complexo de Senador Camará, na zona oeste, e que na última semana invadiu a Vila Kennedy, também na zona oeste.

De acordo com o “R7”, os invasores estão ligados ao mesmo grupo criminoso que controla a favela da Rocinha e que, há alguns dias, tentou invadiu o Complexo da Maré.

Até a situação estar completamente controlada, a polícia não vai abandonar a favela Para Pedro.

maio
29
Posted on 29-05-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 29-05-2011


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Eita turma BOA!!!
BOA TARDE!!!
(VHS)


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DEU NO BLOG DE DANIEL CASTRO

Longe da TV desde 2007, quando interpretou o mau-caráter Olavo, na novela Paraíso Tropical, Wagner Moura já acertou verbalmente o seu retorno à Globo.
Moura será o protagonista de Dois Irmãos, microssérie baseada no livro de Milton Hatoum, em preparação pelo diretor Luiz Fernando Carvalho (Afinal, o que Querem as Mulheres?, Hoje É Dia de Maria).

O programa ainda não tem previsão de estreia.

“Wagner Moura e eu estamos nos cercando faz tempo. Agora nos encontramos”, conta Carvalho. “Mas não há ainda muito o
que falar agora. Estou trabalhando no desenho de produção”, diz o diretor.

Dois Irmãos se passa em Manaus e São Paulo. É a história de dois irmãos gêmeos de origem libanesa, Omar e Yakub, que se odeiam desde a infância. O livro é narrado por um misterioso personagem _só no final ele revela sua identidade, e sua relação com os gêmeos.

Paralelamente, Luiz Fernando Carvalho já trabalha em dois outros projetos: um em parceria com Paulo Lins, autor do livro que gerou o filme Cidade de Deus (2002), e outro com Luiz Alberto de Abreu, com quem dividiu o texto de Hoje É Dia de Maria (2005)

maio
29


Senador Malta: vítima mais recente

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DEU NO BLOG DE CRISTINA LEMOS

A deputada Rose de Freitas (PMDB/ES), primeira vice-presidente da Câmara, já não consegue presidir as sessões da Casa sem grande sacrifício para sua saúde. Ela é uma das 48 pessoas infectadas por pneumonia na Câmara dos Deputados, segundo relata a própria Rose de Freitas. A deputada retirou-se da cadeira da presidência por volta das seis da tarde na quarta e avisou ao deputado Marco Maia (PT/RS) que não está em condições físicas de substituí-lo, muito menos em caso de viagem do presidente. Rose de Freitas está doente há pelo menos duas semanas.

No serviço médico da Câmara dos Deputados, a procura por cintilografia aumentou vertiginosamente nas últimas semanas. Foram cerca de 200 exames deste tipo, segundo a vice-presidente, que está alarmada com o problema. “Vou pedir uma inspeção no ar condicionado da Câmara e no sistema de limpeza do carpete. Imagine se estivéssemos diante de uma doença contagiosa?” – declara.

No senado, a vítima mais recente foi Magno Malta (PR/ES), que também teve de enfrentar tratamento contra pneumonia. O ar condicionado da Casa foi contra-indicado pelos médicos que inicialmente trataram o senador Itamar Franco, que enfrentava uma forte gripe. Depois de um exame de sangue foi que se descobriu que o ex-presidente da república estava com leucemia.

A presidente Dilma Rousseff passou um mês com dificuldades motivadas por uma gripe, mais tarde diagnosticada como pneumonia dupla. Também no caso de Dilma, os médicos recomendaram que ela evitasse o ar condicionado de seu gabinete no Planalto, o que levou a presidente a despachar durante duas semanas a partir da residência oficial, o Palácio da Alvorada.

Bactéria fatal

A falta de manutenção e limpeza nos aparelhos de ar condicionado em Brasília já produziu pelo menos uma vítima fatal entre autoridades federais: o então ministro das Comunicações no governo Fernando Henrique Cardoso, Sérgio Motta, morto em abril de 98, por causa de infecção pulmonar aliada às suas delicadas condições de saúde. Ficou comprovado que Motta havia contraído uma das bactérias mais perigosas encontradas nas tubulações de aparelhos de ar condicionado sem manutenção ou limpeza: a legionella pneumophila, que causa infecções agudas e pneumonia.

maio
29
Posted on 29-05-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 29-05-2011


Vettel em Mônaco: o novo fenômeno da Formula 1
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Em um Grande Prêmio de Mônaco imprevisível e emocionante como há muito não se via no Principado, Sebastian Vettel garantiu neste domingo (29) seu quinto triunfo em seis provas no campeonato. O piloto cruzou a linha de chegada poucos segundos à frente de Fernando Alonso, segundo colocado, e Jenson Button, terceiro, que brigaram pela vitória até os últimos metros da corrida.

Os três pilotos andaram juntos a partir da volta 61, quando Button colou em Vettel e Alonso. A diferença entre os três ficou no visual a partir de então. E o safety car que entrou no 69º giro tornou as coisas ainda mais emocionantes. A prova foi interrompida na volta 72, e trocas de pneus foram atorizadas durante a paralização – melhor para Vettel, que pôde trocar seus desgastados compostos, segurou os rivais e conseguiu a mais emocionante de suas vitórias na temporada.

Felipe Massa não conseguiu pontuar pela terceira vez consecutiva. O brasileiro foi atrapalhado ao tentar defender a posição contra Lewis Hamilton, perdeu o controle do carro e bateu no túnel. Já Rubens Barrichello, que terminou em nono, garantiu os primeiros pontos da Williams na temporada.

Leia reportagem completa no IG

http://esporte.ig.com.br/automobilismo/


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DEU NA REVISTA CARTA CAPITAL ( Texto reproduzido no jornal Pátria Latina, dirigido e editado pelo jornalista baiano Walter Xéu )

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Mino Carta: O PT esqueceu os trabalhadores

A posição da mídia nativa em relação ao Caso Palocci intriga os meus inquietos botões. Há quem claramente pretenda criar confusão. Outros tomam o partido do chefe da Casa Civil. Deste ponto de vista a Veja chega aos píncaros: Palocci em Brasília é o paladino da razão e se puxar seus cadarços vai levitar.

Ocorre que Antonio Palocci tornou-se um caso à parte ao ocupar um cargo determinante como a chefia da Casa Civil, mas com perfil diferente daqueles que o precederam na Presidência de Lula. José Dirceu acabou pregado na cruz. Dilma foi criticada com extrema aspereza inúmeras vezes e sofreu insinuações e acusações descabidas sem conta. A bem da sacrossanta verdade factual, ainda no Ministério da Fazenda o ex-prefeito de Ribeirão Preto deu para ser apreciado pelo chamado establishment e seu instrumento, a mídia nativa.

As ações de Palocci despencaram quando surgiu em cena o caseiro Francenildo, e talvez nada disso ocorresse em outra circunstância, porque aquele entrecho era lenha no fogo da campanha feroz contra a reeleição de Lula. Sabe-se, e não faltam provas a respeito, de que uma contenda surda desenrolava-se dentro do governo entre Palocci e José Dirceu. Consta que o atual chefe da Casa Civil e Dilma não se bicavam durante o segundo mandato de Lula, o qual seria enfim patrocinador do seu retorno à ribalta.

E com poderes largos, como grande conselheiro, negociador junto à turma graúda, interlocutor privilegiado do mercado financeiro e do empresariado, a contar com a simpatia de amplos setores da mídia nativa. Um ex-trotskista virou figura querida do establishment, vale dizer com todas as letras. Ele trafega com a devida solenidade pelas páginas impressas e nos vídeos, mas é convenientemente escondido quando é preciso, como se envergasse um uniforme mimético a disfarçá-lo na selva da política.

Murmuram os botões, em tom sinistro e ao mesmo tempo conformado: pois é, a política… Está claro que se Lula volta à cena para orquestrar a defesa de Palocci com a colaboração de figuras imponentes como José Sarney, o propósito é interferir no jogo do poder ameaçado e garantir a estabilidade do governo de Dilma Rousseff, fragilizado nesta circunstância.

A explicação basta? Os botões negam. CartaCapital sempre se postou contra a busca do poder pelo poder por entender que a política também há de ser pautada pela moral e pela ética, igual a toda atividade humana. Fatti non foste a viver come bruti, disse Dante Alighieri. Traduzo livremente: vocês não foram criados para praticar, embrutecidos, a lei do mais forte. Nós de CartaCapital poderemos ser tachados de ingênuos, ou iludidos nesta nossa crença, mas a consideramos inerente à prática do jornalismo.

No tempo de FHC, cumprimos a tarefa ao denunciar as mazelas daqueles que Palocci diz imitar, na aparente certeza de que, por causa disso, merece a indulgência plenária. Luiz Carlos Mendonça de Barros, André Lara Rezende, e outros fortemente enriquecidos ao deixarem o governo graças ao uso desabrido da inside information, foram alvo de CartaCapital, e condenados sem apelação. Somos de coerência solar ao mirar agora em Antonio Palocci.

Em outra época, os vilões foram tucanos. Chegou a hora do PT, um partido que, alcançado o poder, se portou como os demais, clubes armados para o deleite dos representantes da minoria privilegiada. Devo dizer que conheço muito bem a história do Partido dos Trabalhadores. A primeira reportagem de capa publicada por uma semanal sobre a liderança nascente de Luiz Inácio da Silva, dito o Lula, remonta a começos de fevereiro de 1978. IstoÉ foi a revista, eu a dirigia. Escrevi a reportagem e em parceria com Bernardo Lerer entrevistei o então presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo e Diadema, na vanguarda de um sindicalismo oposto ao dos pelegos.

Dizia a chamada de capa, estampada sobre o rosto volitivo do jovem líder: Lula e os Trabalhadores do Brasil. Já então sabia do seu projeto, criar um partido para defender pobres e miseráveis do País. Acompanhei a trajetória petista passo a passo e ao fundar o Jornal da República, que nasceu e morreu comigo depois de menos de cinco meses de vida, fracasso esculpido por Michelangelo em dia de desbordante inspiração, passei a publicar diariamente uma página dedicada ao trabalho, onde escreviam os novos representantes do sindicalismo brasileiro. Ao longo do caminho, o partido soube retocar seu ideário conforme tempos diferentes, mas permaneceu fiel aos propósitos iniciais e como agremiação distinta das demais surgidas da reforma partidária de 1979, marcado por um senso de honestidade e responsabilidade insólito no nosso cenário.

Antonio Palocci é apenas um exemplo de uma pretensa e lamentável modernidade, transformação que nega o passado digno para mergulhar em um presente que iguala o PT a todos os demais. Parece não haver no Brasil outro exemplo aplicável de partido do poder, é a conclusão inescapável. Perguntam os botões desolados: onde sobraram os trabalhadores? Uma agremiação surgida para fazer do trabalho a sua razão de ser, passa a cuidar dos interesses do lado oposto. Não se trataria, aliás, de fomentar o conflito, pelo contrário, de achar o ponto de encontro, como o próprio Lula conseguiu como atilado negociador na presidência do sindicato.

Há muito tempo, confesso, tenho dúvidas a respeito da realidade de uma esquerda brasileira, ao longo da chamada redemocratização e esgotadas outras épocas em que certos confrontos em andamento no mundo ecoavam por aqui. Tendo a crer, no momento, que a esquerda nativa é uma criação de fantasia, como a marca da Coca-Cola, que, aliás, o mítico Che Guevara bebia ironicamente às talagadas na Conferência da OEA, em 1961, em Punta del Este. Quanto à ideologia, contento-me com a tese de Norberto Bobbio: esquerdista hoje em dia é quem, aspirante à igualdade certo da insuficiência da simples liberdade exposta ao assalto do poderoso, luta a favor dos desvalidos. Incrível: até por razões práticas, a bem de um capitalismo necessitado de consumidores.

Nem a tanto se inclina a atual esquerda verde-amarela, na qual milita, digamos, o ultracomunista Aldo Rebelo, disposto a anistiar os vândalos da desmatação. E como não anistiar o ex-camarada Palocci? Lula fez um bom governo, talvez o melhor da história da República, graças a uma política exterior pela primeira vez independente e ao empenho a favor dos pobres e dos miseráveis, fartamente demonstrado. CartaCapital não regateou louvores a estes desempenhos, embora notasse as divergências que dividem o PT em nome de hipócritas interpretações de uma ideologia primária.

Na opinião de CartaCapital, e dos meus botões, não é tarefa de Lula defender o indefensável Antonio Palocci, e sim de ajudar a presidenta Dilma a repor as coisas em ordem, pelos mesmos caminhos que em 2002 o levaram à Presidência com todos os méritos.

Mino Carta é diretor de redação de CartaCapital. Fundou as revistas Quatro Rodas, Veja e CartaCapital. Foi diretor de Redação das revistas Senhor e IstoÉ. Criou a Edição de Esportes do jornal O Estado de S. Paulo, criou e dirigiu o Jornal da Tarde. redacao@cartacapital.com.br

maio
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Posted on 29-05-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 29-05-2011


Samuca, no jorna Diário de Pernambuco

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