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Leny Andrade, em Stella By Starlight, para aquele ” Estamos aí ” na noite soteropolitana.

BOA NOITE!!!

(Gilson Nogueira)

maio
23
Posted on 23-05-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 23-05-2011


=====================================================Gilson Migué: exclusivo para o Bahia em Pauta


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Na coluna Radar, assinada pelo jornalista Lauro Jardim, a revista VEJA publica na edição desta semana:

Fisiologismo para derrotados

Não é só Gilberto Kassab quem trata de abrigar derrotados de outras regiões do país à custa dos cofres públicos. O tucano Marconi Perillo, o governador de Goiás, também é dado a fazer tais carinhos: arranjou uma cadeira no conselho da estatal de energia para o ex-deputado baiano José Carlos Aleluia e outra na empresa de saneamento do estado para o ex-senador piauiense Heráclito Fortes. Sabe como é, não cusata ajudar os amigos…


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A sugestão é de Regina e vem de Belmont, área da Baia de San Francisco , Califórnia (USA). Abre a roda, pessoal, e palmas para Waltinho!!!

BOA TARDE!!!

(VHS)


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Surpreendido com a morte do jornalista e diretor comercial da Tribuna da Bahia , Chico Aguiar, o blogueiro Chico Bruno reflete direto de sua varanda de larga visibilidade no litioral norte de Salvador, sobre um tempo criativo e generoso da imprensa da Bahia, que segue sofrendo baixas como esta do último fim de semana. Confira.
(Vitor Hugo Soares)

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Direto da Varanda: Chico Bruno

O amor de Chico Aguiar a Tribuna da Bahia

Estou tentando me recompor da notícia da perda de Chico Aguiar, que faleceu na tarde de sábado (21), mas da qual só tomei conhecimento hoje pela manhã (23) quando abri o site da Tribuna da Bahia.

Quando cheguei a Salvador em agosto 1975 para trabalhar no escritório regional da Editora Abril, chefiado pelo jornalista Juracy Costa, uma das primeiras pessoas a quem Jura me apresentou foi Chico Aguiar, então diretor comercial da Tribuna da Bahia.

A apresentação aconteceu no restaurante do Rui, no Instituto dos Arquitetos da Bahia, na Ladeira da Praça, onde religiosamente almoçávamos de segunda a sexta-feira.

O restaurante do Rui era o ponto de convergência em que os jornalistas matavam a fome, pois estava próximo à época das sedes de A TARDE, Tribuna da Bahia, Jornal da Bahia, Diário de Notícias e das sucursais dos principais veículos de comunicação do eixo Rio/São Paulo.

Chico era uma pessoa agradável, bom de papo e um retado.

Tínhamos em comum a mesma origem: os Diários e Emissoras Associados. Ele na Bahia e eu no Ceará.

Durante os almoços nos divertíamos relembrando, entre outras coisas, que às vezes ao invés de salário em dinheiro, os Diários e Emissoras Associados nos pagavam com vales de permutas, que trocávamos no varejo para adquirir desde gêneros alimentícios até eletrodomésticos.

Chico era um retado por que à época a Tribuna da Bahia, no qual ele trabalhava, e o Jornal da Bahia eram perseguidos pela prepotência do maior anunciante baiano, o governo estadual, cujo chefe ACM, de quebra colocava auditores do Fisco para devassar a contabilidade das empresas que ousassem anunciar nos dois jornais.

Era assim que a lusitana rodava naqueles tempos de ditadura, em que os governadores eram indicados pelos generais-presidentes.

Um dia, fui com Chico a TB, lá ele me apresentou a Walter Pinheiro, que dirigia o jornal de propriedade de Joaci Góes.

Conversa vai conversa vem e Chico lançou-me o desafio de escrever a primeira coluna semanal sobre publicidade na Bahia, haja vista, que a TB havia lançado a edição baiana do “Prêmio Colunistas”, uma iniciativa de jornalistas especializados em propaganda do eixo Rio/São Paulo, como forma de aproximar a TB do mercado publicitário.

Topei a parada. Durante pouco mais de um ano assinei a referida coluna e a TB fez uma série de mesas-redondas com anunciantes e publicitários.

O sucesso foi tão grande, que logo depois A TARDE também lançou a uma coluna especializada sobre propaganda, assinada pelo jornalista José Roberto Berni.

Infelizmente, o Prêmio Colunistas migrou para o concorrente e a coluna na TB foi descontinuada.

Chico era um apaixonado pela Tribuna da Bahia.

Em artigo publicado hoje (23), o diretor de redação da TB Paulo Roberto Sampaio deixa essa paixão de Chico explicita.

Em certo trecho do artigo, Sampaio relembra que em sua volta ao jornal ouviu do jornalista Roque Mendes que “feliz do jornal que tem um Francisco ‘a guiar'”.

A frase de Mendes é a prova cabal do amor que Chico dedicava a Tribuna da Bahia.

Infelizmente, o amigo se foi ao encontro de outros amigos comuns, como os citados Juracy Costa e José Roberto Berni.

Desde que troquei o corre-corre das cidades pela varanda, de onde edito este sítio, vejo pouco os irmãos da velha-guarda do jornalismo e da publicidade baiana.

Infelizmente, por ignorar a notícia da morte, não fui prestar a última homenagem ao Chico Aguiar querido, mas o faço através deste texto.

Chico deixa para as novas gerações de profissionais de comunicação uma história e um legado pelo amor que tinha ao jornalismo, a publicidade e, principalmente, a Tribuna da Bahia.

maio
23
Posted on 23-05-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 23-05-2011

Destruição no rastro do tornado em Joplin

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Pelo menos 89 pessoas morreram em consequência do tornado que atingiu no domingo à noite a localidade de Joplin, no estado do Missouri (centro dos Estados Unidos), segundo um novo balanço divulgado esta segunda-feira por um dirigente municipal.

Em comunicado, citado pelas agências noticiosas internacionais, Mark Rohr afirmou: “Temos 89 mortos confirmados devido ao tornado”.

Perto de 50 tornados foram registada durante o fim de semana no centro e norte dos Estados Unidos.

O anterior balanço fornecido pelos serviços de socorro indicava pelo menos 26 mortos, 24 dos quais em Joplin.

O Presidente norte-americano, Barack Obama, enviou, a partir do avião em que viajava com destino à Irlanda, uma mensagem de “profundas condolências” às famílias das vítimas e garantiu que o governo federal estava pronto a ajudar todas as pessoas afetadas.

No início de maio, os tornados mais mortíferos em cerca de um século atingiram o sudeste dos Estados Unidos, causando 354 mortos e enormes danos.

maio
23
Posted on 23-05-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 23-05-2011

DEU NO IG

Homem forte do governo Lula – a exemplo do que Palocci é no governo Dilma -, Dirceu afirmou em seu blog que o que existe é “mais uma crise forjada” criada pelo noticiário a respeito da evolução patrimonial de Palocci.

Ele concordou com a opinião do ministro da Jutiça, José Eduardo Cardozo, e afirmou que “há muita fumaça e poucos fatos apresentados”.

Dirceu, que ainda não tinha dado sua opinião sobre o caso, destacou outra fala de Cardozo para defender Palocci:

– O enriquecimento com causa, não é punível no sistema brasileiro, nem em nenhum outro país no mundo. O que é punido é o enriquecimento sem causa.


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Deixa o coração mandar“, espaço diário de música, poesia e criação publicitária apresentado diariamente na Metrópole-Salvador (de Mário Kertesz) pelo compositor Walter Queiroz é, sem nenhum favor , o que o rádio na Bahia oferece atualmente de melhor, mais criativo, estimulante e atraente.

Mestre no uso das palavras, poeta e compositor de mão cheia, premiado produtor de jingles publicitários – alguns marcaram época na Bahia e no País – é um prazer sempre renovado e cada dia mais surpreendente, ouvir Waltinho em seu espaço radiofônico.

O mesmo espontâneo e generoso criador de sempre, desde o tempo da Faculdade de Direito da UFBA, quando este editor do Bahia em Pauta cansava de cabular aulas para ficar horas ouivndo Waltinho tocar violão e cantar sentado na poltrona do amplo hall que dava para a movimentada cantina da escola.

Tão bom quanto os papos sobre música, cinema e política que rolavam então com este mago baiano de sempre.É como se tudo estivesse renascendo agora no espaço do “Deixa o Coração mandar”, onde Bahia em Pauta foi pescar, na edição de hoje, “Tesoura Cega”, primor de samba feito por Walter Queiroz em parceria com César Costa Filho, para começar esta segunda-feira no BP.

Confira.

(Vitor Hugo Soares )

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OPINIÃO POLÍTICA

Uma doce irmã
Ivan de Carvalho

Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes – este seu nome completo neste mundo de matéria densa em que, enquanto sofria com as fraquezas do corpo frágil – no qual coabitou por muitos anos a tuberculose em grau avançadíssimo – amenizava ou afastava com sua alma, tão cheia de energia que compensava a fragilidade da carne, as dores e sofrimentos alheios.

Nos primeiros, segundos e terceiros tempos, ela costumava, entre tarefas internas de comando terno e entre compromissos externos para esmolar recursos que mantivesse sua obra feita para os pobres e necessitados – “Vós os conhecereis por suas obras, por suas obras os conhecereis”, indicara seu mestre quase dois mil anos antes – sair debaixo de sol ou chuva e voltar com irmãos que chamava de “meus filhos” e que viviam de pedir esmolas pelas ruas ou que nem mais força tinham para fazer esse tipo de pedido.

Nos últimos tempos, quando já era ela que não tinha mais força para fazer pessoalmente essa coleta celestial na Terra, andando pelas ruas da Cidade Baixa, já montara uma estrutura que atraía e acolhia as pessoas que no começo ela mesma ia buscar pessoalmente. Ela fazia questão de oferecer “a última porta”, quando todas as outras se houvessem fechado para alguém. E exatamente por ser a “última porta” sua oferta, essa porta jamais poderia estar fechada.

Ia aos poderosos para humildemente – com aquela humildade que fez Jesus lavar os pés dos discípulos na Santa Ceia – arrancar-lhes gentilmente uma esmola que permitisse, aos que nada podiam, encontrar aquela porta sempre aberta.

Sei, porque é óbvio, que ela gostaria de ter feito muito mais. Mas se Deus lhe houvesse permitido fazer tudo na dimensão que, imagino talvez alguma vez houvesse sonhado, como é que Deus faria para que a raça dos santos não tivesse nisso seu ponto final?

Mas Irmã Dulce (como é doce saber que se tem uma irmã assim) não socorreu apenas aqueles que sofriam, por doença ou fome ou mal cuidados para a idade avançada. Ela se preocupou com aqueles que sofreriam além do que é rotineiro na vida de todo mundo por não terem perspectiva de obter uma educação intelectual e moral satisfatórias. E foi assim que criou o setor das OCID voltado para as crianças carentes.

Ela, que quando entre nós fez tantos milagres com os instrumentos do mundo e com os poderes da Alma e do Amor, e que após a morte fez o milagre oficialmente reconhecido pela Igreja Católica que ontem a tornou formalmente (mas vejam se Deus e os Céus iriam esperar pela data e o processo que a precedeu para reconhecer a condição, se o milagre já fora feito com o Poder do Alto!) uma “venerável”, uma “bem-aventurada”, não fez o milagre da cura de uma tuberculose em si mesma.

Normal. A doença terá sido a “passagem por uma grande purificação”, como sugeriu na época em que a doença chegara ao estágio terminal o cardeal Moreira Neves, então arcebispo de Salvador e primaz do Brasil. Mas, isso é uma opinião pessoal minha, a doença também se apresentou para ressaltar a obra, para tornar e até para mostrar quão profunda era a doação que de si fazia o anjo disfarçado de freira baiana.

Na França, Bernadete, uma jovem, encontrou uma fonte de onde jorra água que passou a curar pessoas e que faz isso até hoje. Bernadete acabou tornando-se freira e, conforme um filme que vi, sobre sua vida, foi atingida por uma doença. Não revelou suas dores, mas foram descobertas. Perguntaram-lhe porque não ia à fonte onde tantos obtinham cura. “Sinto que aquela fonte não veio para mim”, recusou-se. É o que vi contar de Santa Bernadete.

Bem, por alguma razão que foge ao nosso (esse nosso não envolve somente a mim) tão restrito conhecimento, não cabia a Irmã Dulce curar a tuberculose de Irmã Dulce. E se mais acima se quiser ir, não cabia a Jesus descer da cruz antes que o tirassem morto, como lhe sugeriu o “mau ladrão”. Poder, Ele podia. “Julgais que, se eu Lhe pedisse, meu Pai não me daria mais de doze legiões de anjos?”. Mas não devia. Não devia porque escolhera fazer uma oferta de Amor e tinha uma escolha a cumprir.

maio
23
Posted on 23-05-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 23-05-2011


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Elvis, hoje, no jornal Correio Amazonense(AM)

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