William e Kate: um ninho de amor nas Seichelles

========================================

DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS (LISBOA)

Os duques de Cambridge estão instalados numa ‘villa’ nas Seicheles com mordomo, piscina e praia privativa. Dez dias de amor que custaram 46 mil euros.

Uma ilha do arquipélago das Seicheles, no Oceano Índico, foi o local escolhido por William e Kate, duques de Cambridge, para a sua lua-de-mel. É lá que vão passar dez dias de descanso e muito amor.

A informação que a casa real britânica tentou a todo o custo manter em segredo foi confirmada por uma fonte do gabinete do turismo daquele país africano, que adiantou ao diário britânico “Daily Mail” que o casal chegou ao arquipélago de jato privado, tendo depois viajado de helicóptero até uma das ilhas, onde os aguardava o ninho de amor.



Dominique: Preso no embarque para a França
================================================

O diretor do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn, foi detido esta noite de sábado, 14, no aeroporto John F. Kennedy, em Nova Iorque, acusado de atacar sexualmente uma empregada de um hotel, segundo adianta o jornal “New York Times”.

A edição online do diário novaiorquino, que cita fonte policial, noticia que o diretor do FMI se preparava para voar para Paris quando foi detido.

Strauss-Kahn já estaria mesmo a bordo do avião da Air France quando foi detido pelas autoridades. Um agente da polícia novaiorquina disse ao “New York Times” que o detido foi levado para uma delegacia em Manhattan.

O alegado ataque aconteceu no mesmo dia, sábado, no hotel Sofitel de Times Square, segundo a mesma fonte. Um agente da polícia alfandegária descreveu como “brutal” o ataque que a empregada do hotel sofreu.

O caso está sendo investigado pela polícia metropolitana de Nova Iorque.

Dominique Strauss-Kahn, que é casado, além de ser diretor do FMI, é também considerado um provável adversário de Nicolas Sarkozy na corrida às presidenciais francesas.

(Informações do jornal português Diário de Notícias)

maio
14


===========================
PRECE AO SAMBA

Ivan Lins

Samba
Faça de mim o instrumento do seu poder
Sou corpo e alma consagrado a você
Aqui na terra e até depois
Samba
Ouça os acordes da canção nupcial
Abençoando no altar universal
A união entre nós dois
Faça que eu seja
Eternamente o seu cantor
Onde existe ódio
Deixe eu semear o amor
Onde houver tristeza
Deixe eu ser a alegria
Deixa eu transbordar
Em verso e melodia
Sam…ba
Sam…ba

maio
14
Posted on 14-05-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 14-05-2011

DEU NO PORTAL COMUNIQUE-SE ( ESPECIALIZADO EM NOTÍCIAS DE BASTIDORES DA IMPRENSA)

Izabela Vasconcelos

O efeito de jogar no ventilador. É assim que as redes sociais agem nas crises. Para o especialista em comunicação e crise, João Carlos Forni, não há ambiente melhor para que uma crise se propague. “A internet é a plataforma perfeita para criar, alimentar e sustentar uma crise”, alertou Forni no 2º Congresso Sul-Brasileiro de Comunicação no Serviço Público, em Florianópolis.

O jornalista falou na quinta-feira (12) dos cuidados que as empresas devem tomar nas redes sociais e o monitoramento frequente para que, o que parece uma simples reclamação, não se transforme em uma crise. Além de citar os casos da BP ( Britiish Petroleun) no vazamento de petróleo), governo do DF, e STF, em que uma servidora usou o Twitter do órgão para questionar quando Sarney iria se aposentar,

Forni falou do caso da Crhysler, em que um funcionário da montadora de automóveis usou o Twitter oficial da empresa para xingar motoristas de Detroit e dizer que eles não sabiam dirigir.

Para o jornalista, o mais importante antes de entrar nas redes é definir quem será responsável por cuidar das mídias sociais da empresa. “Não se pode entrar nas redes sem determinar quem vai cuidar, o que pode e o que não pode escrever, se não fica na mão de qualquer um, e pela web não há negócios privados”.

Vencido esse primeiro passo, o segundo é um monitoramento sério. “Administrar mídia social é uma coisa complicada, porque você tem que estar lá noite e dia. Se não a pessoa pergunta, não tem resposta, e não volta mais”. E completou: “As más notícias se espalham instaneamente. Antes as empresas tinham uma coisa que nós não temos: tempo”, explicou.

Veja algumas

maio
14


==============================================
CRÔNICA/DULCÍSSIMA

Irmã Dulce e outros santos

Janio Ferreira Soares

Em meio a ladainhas jornalísticas que perecem não ter fim, finalmente a Bahia se prepara para a beatificação de Irmã Dulce, fato mais do que justo nesta terra repleta de santos estrangeiros, divindades diversas e entidades estabelecidas.
A beatificação, leio, é a etapa que precede a concessão da patente de santo. A partir daí, uma comissão exige a apresentação de mais alguns milagres comprovados, para só então o agraciado ser canonizado pelo Papa e aí poder ser cultuado em todo o mundo.

No caso de Irmã Dulce nem precisava esse protocolo todo, já que sua obra em vida lhe permitiu um exclusivíssimo cartão fidelidade azul-celeste, desses que vem com um chip divino que dá acesso direto a sala vip do firmamento, embora, pelo seu estilo, ela preferisse padecer como uma simples mortal na longa fila do check-in eterno.

Não tenho muita intimidade com santos tradicionais apesar de ter crescido no meio deles, vizinho que fui da igreja de Santo
Antônio da Glória. Mas lembro bem das imagens com suas bochechas rosadas parecendo sorrir toda vez que o coral comandado por minhas tias desafinava a Ave Maria. Meus santos e santas favoritos continuam sendo aquilo e aqueles que, de alguma forma, deixam a vida mais leve. E isso vale tanto para o momento em que meus filhos me dão um sorriso molhado de piscina, quanto para a vez em que ouvi Milton numa distante noite de orvalho e breu, com sua voz de zabumba saindo de um velho rádio sintonizado na Inconfidência de Minas. Merecia uma vela.

Mas agora é hora de festejar a primeira santa baiana, apesar de ela já sê-la de há muito no meu altar secreto, local onde também guardo outros baianos aureolados por mim, a exemplo de Caymmi, esse mestre de canções em forma de rezas, que além de acalentar têm o dom de espreguiçar minha alma; de Glauber, um santo guerreiro de premonições certeiras e inspirações geniais; de Jorge Amado, santo sonso do pau-oco e maioral em inventar personagens divinais; e de Raul, Wally, Gregório, Waldick…, sem falar nos vivos. Mas aí são outros caracteres.

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura e Turismo de Paulo Afonso, na margem baiana do Rio São Francisco


=============================================
“C`est Formidable”, a revista musical comemorativa dos 100 anos do Moulin Rouge, e um dos mais extraordinários espetáculos teatrais que este editor já viu.

BOA VIAGEM A REGINA E MARIANA

BOM SÁBADO A TODOS OS OUVINTES E LEITORES DO BP

(Vitor Hugo Soares)


=================================================
OPINIÃO POLÍTICA

Marinor versus Bolsonaro

Ivan de Carvalho

A senadora Marinor Brito, do Psol, ingressou com uma representação, por quebra do decoro parlamentar, junto à Procuradoria do Senado, contra o deputado Jair Bolsonaro, do PP fluminense. No final da manhã de quinta-feira, houve um incidente entre a senadora Marinor e o deputado logo após a reunião da Comissão de Direitos Humanos do Senado, que examina o Projeto de Lei Complementar 122, que criminaliza a homofobia.

A senadora Marta Suplicy dava uma entrevista, o deputado Bolsonaro chegou perto e exibiu um panfleto descrito pela mídia como “antigay”, a senadora Marinor deu-lhe, sem aviso prévio, um tapa na mão, na tentativa de arrancar-lhe o panfleto, e então houve um bate-boca, sem xingamentos. E a senadora do Psol entendeu que o deputado quebrou o decoro. Porque levou um tapa na mão, parece.

O projeto está gerando muita polêmica no país e na sociedade. Foi apresentado há cerca de dez anos na Câmara, onde foi votado e aprovado somente em 2006, devido às fortes resistências encontradas. Entre essas resistências, destacam-se às da Igreja Católica e das Igrejas evangélicas.

No Congresso Nacional, o deputado Jair Bolsonaro, capitão reformado do Exército, tem sido o mais ostensivo ativista contra o projeto, que segundo os que o apóiam pretende impedir a discriminação de homossexuais e segundo os que a ele se opõem ameaça, na forma em que está posto, as liberdades de expressão e religiosa. Esta ameaça é que é alegada pelas instituições católicas e evangélicas para combater o projeto.

Tanto os representantes das instituições católicas quanto evangélicas, mas não necessariamente somente destas, declaram total respeito ao direito das pessoas de adotarem – por influência genética, ambiental, cultural ou simplesmente pela própria vontade (ou por alguns desses fatores em conjunto, não importa) – a orientação sexual que quiserem. A liberdade assegurada na Constituição e na Declaração Universal dos Direitos Humanos lhes garante isso.

A questão se complica é quando o movimento que quer criminalizar a homofobia pretende que seja considerada discriminação contra os homossexuais – a ponto de ser um crime severamente punido – a expressão do pensamento ou da convicção, em tese, de que a homossexualidade não é correta. E, notadamente no caso da opinião dos católicos e dos evangélicos, um pecado.

Então, quando alguém disser – em frente aos fiéis ou mesmo aos infiéis, do púlpito ou de cima de um caixote posto em uma praça, ou por intermédio da mídia formal – que o homossexualismo é um pecado ou que simplesmente é inadequado porque, por exemplo, não está de acordo com a indicação oferecida pela natureza, estará cometendo um crime. Seria crime, por mais que tais conceitos sejam emitidos de modo impessoal, sem qualquer intenção de envolver um determinado indivíduo, caso em que se tornaria, efetivamente – quanto a isto não há controvérsias – discriminação.

Nas hipóteses precedentes, em nome da condenação à homofobia, estariam sendo sacrificadas a liberdade de expressão e a liberdade religiosa. Mas então surgiu uma proposta supostamente conciliatória: padres e pastores (e suponho que os demais fiéis) poderiam expressar seus conceitos sobre homossexualismo no interior dos templos.
Mas isto resolve o impasse? Bem, e nas entrevistas que derem a rádios, jornais, televisões, sites e blogs da Internet, opiniões que – respeitadas aquelas características – postem no Twitter, no Facebook? E aquele cara que sobe no caixote da praça, que pode muito bem ser o deputado Bolsonaro, advertindo quem estiver disposto a ouvi-lo, sobre as inconveniências que ele vê, por exemplo, na adoção de crianças por casais homossexuais? Estará cometendo um crime ou exercendo sua liberdade de expressão ou de religião, garantidas por cláusulas pétreas da Constituição.

maio
14
Posted on 14-05-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 14-05-2011


==========================================
Cau Gomes, no jornal A Tarde (BA)

maio
14

Marina e Aldo:ataque de nervos das esquerdas

======================================
ARTIGO DA SEMANA

ALDO X MARINA: DUELO DAS ESQUERDAS

Vitor Hugo Soares

O bafafá da madrugada no plenário e galerias da Câmara dos Deputados, durante as tensas e agitadas barganhas de última hora para votação do Código Florestal, guarda ainda pontos obscuros e estranhos a serem descobertos e revelados. Na briga feia de quarta-feira foram apenas insinuados no twitter da verde Marina Silva, e na resposta dura e surpreendente reação do parlamentar comunista do PCdoB, Aldo Rebelo, relator do projeto.

Um fato, no entanto, é palmar e translúcido no meio de toda balburdia e cortinas de fumaças que cercam o debate de interesse público nacional, corroído por interesses próprios e mal dissimulados por todos os lados: o entrevero desta semana expôs de vez e com muito alarido as fraturas que trincam as relações atuais entre as chamadas forças de esquerdas aliadas ou não ao governo Dilma, pacificadas ou mantidas sob fogo brando no governo Lula.

Sem mudar de assunto, uma rápida pausa para apreciar mais uma vez a charge emblemática publicada no começo da semana no jornal baiano A Tarde. O desenho assinado pelo premiado chargista Cau Gomez, que tanto faz rir quanto pensar nestes dias de tumultos e tremores políticos de acomodação de terra, que abalam tanto as forças governistas quanto as de oposição.

O deputado relator do projeto do código florestal aparece retratado como um caubói do faroeste brasileiro. O enredo que atualmente mais divide opiniões, devido principalmente à descomunal carga de interesses em jogo à direita e à esquerda. Além, obviamente, da dificuldade enorme do espectador para identificar quem é jagunço e quem é mocinho nessa história complicada.

Presas nas botas de alto coturno do deputado Aldo Rebelo, duas esporas, no traço denso e substancial do desenhista soteropolitano. Não daquelas comuns, usadas por vaqueiros nordestinos e gaúchos, ou mocinhos do cinema américano, mas sim duas estilizadas motosserras – uma em cada perna – usada pelos devastadores que andam impunemente por aí, da selva amazônica à Mata Atlântica, em geral a soldo e a mando.

E estamos de volta ao “Saloon” do Congresso brasileiro. na Câmara dos Deputados, premonitoriamente visualizado pela arte e pelo traço de Cau Gomez dias antes do duelo das esquerdas no Planalto Central do País.

Tudo ainda repercute em Brasília, no país e mundo afora. Tanto pela gravidade do que foi feito e dito durante o bafafá em si, como pela consequência mais imediata do triste episódio: a suspensão do processo de acordo e votação do crucial Código Florestal, jogados agora para o confuso território do tempo incerto e não sabido.

Isso, evidentemente, sem contar com outras consequências que seguramente estão a caminho nesse jogo pesado de poder e interesses localizados, quando está em pauta um projeto de interesse público nacional da maior relevância para os passos futuros que o país pretende empreender.

Aliás, basta conhecer um pouco de história para saber que, no Brasil, tempos como este são os preferidos e perfeitos para a atuação de personagens como aquele de Macunaíma – o romance e o filme – que no meio da confusão geral solta o grito: “Agora é cada um por si, e Deus contra”.

Por dentro e por fora do Congresso não é difícil perceber (basta ter vontade para isso) a importância do jogo e a multiplicação das jogadas, tal o nervosismo e agitação com que se movem políticos, empresários, gente do governo e lobistas da terra, além de notórias ONGs multinacionais e até gente consagrada do cinema e da música. Todos, ou quase todos, voam feito moscas em disputa de uma fatia do suculento bolo de açúcar e mel nas mãos do Congresso brasileiro.

Sei que alguns “politicamente corretos” por aí irão torcer o nariz por usar nestas linhas “parâmetros de direita e esquerda clássicos, de antes da queda do Muro de Berlim no século passado para identificar e falar sobre correntes políticas e ideológicas que hoje se mastigam e se engolem mutuamente como nos velhos tempos em que era comum ouvir. “As esquerdas no Brasil só se unem na cadeia”. Que falem, mas vou em frente.

Com as forças de oposição ao governo Dilma desarvoradas em seus labirintos existenciais (quase a nocaute e ainda sem saber direito se falam para o “povão” ou para a classe média), os ditos partidos de esquerda – e seus líderes principais – podem dedicar-se ao seu histórico esporte preferido: mastigarem-se mutuamente.

Foi o que se viu quarta-feira na Câmara, quando da tribuna o petista Paulo Teixeira (SP) acusou o parlamentar comunista, relator do projeto, de enxertar “pegadinhas” no texto já negociados do Código Florestal. Da galeria, a verde Marina Silva repercutiu a suposta “pegadinha” em seu “twitter”, o que fez um irado e surpreendente Aldo Rebelo saltar das esporas e fazer de público uma denúncia tão cabeluda quanto comprometedora , tanto para o autor quanto para a acusada, diga-se:

“A fala infeliz do deputado Paulo Teixeira (de que Aldo havia alterado o texto em relação ao acordo) deu razão para a ex-senadora Marina Silva, que postou em seu Twitter que eu fraudei o texto. Quem fraudou, quem contrabandeou madeira, foi o marido da senadora. Na época, fui eu que defendi o marido dela nesta Casa”, atacou , referindo-se ao suposto envolvimento do marido de Marina, Fábio Lima, em fraudes no Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama).

Ao lado, amplificado pelo serviço de som, ergue-se o grito do deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ) em defesa de Marina: “Canalha, traidor!”. E a turma do deixa-disso entra em campo para esfriar os ânimos. Votação do Código Florestal adiada sem previsão de retomada e cabeças esquentadas postas no congelador, para esfriar, ou não, nos próximos dias.

A conferir.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitor-soares1@terra.com.br

============================================

C’est si bon de partir n’importe ou…

Regina Soares

É tão bom partir, não importa pra onde…mas se for pra Paris, então!
É o sonho feito realidade, é a materialização de um amor de anos que sai dos filmes, das canções, dos pratos e copos e me abraça, finalmente, entrando e inundando um corpo e mente que se entregam aos seus encantos.

Estou partindo ao encontro dela, vou percorrer suas veias, deslizar pelo Sena, enquanto bebo sua beleza, dia e noite, vou te devorar e desfrutar!!!

Parto acompanhada da minha irmã querida Mariana, companheira de tantas outras viagens e, de lá, se puder (lembrem-se estarei vivendo um romance com a cidade), mandarei noticias, por agora:
au revoir!!!!
regina
=================================================
Regina Soares, advogada baiana , mora há decadas em San Francisco,
Califórnia(USA). Embarca este sábado para Paris.

  • Arquivos