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OPINIÃO POLÍTICA

A morte de Osama bin Laden

Ivan de Carvalho

A morte de Osama Bin Laden, assim como a destruição das Torres Gêmeas – provocada pela Al-Qaeda, na mais espetacular operação terrorista de que se tem notícia – estão previstas no que muitos acreditam ser um código secreto existente na Bíblia. Sobre este código, o jornalista judeu-americano Michael Drosnin – que trabalhou no Washington Post e no Wall Street Journal – escreveu dois livros, The Bible Code e The Bible Code II. É no segundo deles que trata do incidente das Torres Gêmeas e da morte de Osama Bin Laden.

Este código só foi descoberto depois do advento dos computadores, pois sem esta ferramenta não seria possível sequer identificá-lo, muito menos decifrá-lo. Terá sido por isto, talvez, que fracassaram os esforços feitos antes por algumas pessoas, entre elas pessoas muito qualificadas, inclusive o maior cientista do século XIX, Isaac Newton.

Sir Isaac Newton deixou cadernos em que tentava decifrar um suposto código secreto na Bíblia. Dedicou a essa busca boa parte do seu tempo. Mas, obviamente, não teve êxito, pois lhe faltava o instrumento indispensável, o computador, com um software especial (posto por seu criador à disposição, gratuitamente, dos cientistas que queiram pesquisar o assunto) que permitiu capturar o sistema do código e decodificá-lo. O autor dos dois livros citados declara a convicção, para a qual encontra confirmação no próprio código, de que a codificação foi feita por computador e de modo a só poder ser decifrada em nossa época, quando este instrumento estaria disponível – não antes.

Independente do Código da Bíblia, no entanto, quem ler com atenção o livro do Apocalipse, o último da Bíblia cristã, vai encontrar uma referência a ato destrutivo em uma grande cidade, também chamada de Grande Babilônia. A descrição do conjunto dos fatos – tanto do incidente quanto da conjuntura que a ele se seguiu por algumas semanas, pelo menos – sugere com grande força tratar-se do atentado contra o World Trade Center, evidentemente sem que tal nome seja citado. E se mais se quiser, em matéria de profecia ou previsão, a respeito da destruição das Torres Gêmeas, se encontrará com espantosa clareza nas Centúrias de Nostradamus.

Bem, o Código da Bíblia chega a referir, de passagem, a reação geral à morte de Osama Bin Laden, mas, pelo menos até onde foi investigado e relatado em The Bible Code II (com o título em português O Código da Bíblia II) não indica a festa que houve nos Estados Unidos.

Que um sentimento de alívio ou até, como o presidente Barack Obama mencionou, no sentido de que foi feita “justiça”, atingisse os americanos feridos pela inumana agressão perpetrada sob as ordens de Osama Bin Laden em setembro de 2001, consegue-se compreender.
O que a mim entristeceu, no entanto, foi a alegria, o espírito festivo, quase carnavalesco, com que grande parte da população norte-americana comemorou a morte de alguém, ainda que haja considerado tratar-se de uma espécie de execução de um grande criminoso. Na morte do mais famoso terrorista do mundo, o que me deixou triste foi a alegria com que tantos a celebraram.

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Comentários

Arnaldo Ribeiro ou Israel on 1 Janeiro, 2016 at 12:27 #

O LIVRO DA VIDA
(ES.12)
(JB.6.45) – ESTÁ ESCRITO NOS PROFETAS: (IS.34.16) – BUSCAI NO LIVRO DO SENHOR E LEDE (ES.87.8) – AO ESPÍRITO DO NOSSO SANTO GUIA, NESTE MEU SER QUE É PREDESTINADO, RECOMPONDO ESSES CARACTERES, DESSA FORMA: (148 letras e 8 sinais)
(JB.19.28)- Depois, vendo Jesus que tudo já estava consumado para se cumprir a Escritura, disse: (1SM.12.3) – Eis-me aqui, (DN.9.24) – para dar fim aos pecados, para expiar a iniqüidade, para trazer a justiça eterna:(JB.8.25) – Que é que desde o princípio vos tenho dito? (LC.12.2) Nada há encoberto que não venha a ser revelado; e oculto que não venha a ser conhecido:(LE.3.1) – Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu; (2PE.3.4) porque desde que os pais dormiram, todas as cousas permanecem como desde o principio da criação:(AP.14.13) Então, ouvi uma voz do céu, dizendo: Escreve: (BC.4.4) – Ditosos somos, ò Israel; porque as cousas que agradam à Deus nos são manifestas: (JS.1.8) – Não cesses de falar deste livro da lei, antes, medita nele dia e noite, pára que tenhais cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; (JB.13.15) – porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também: (LC.16.17) – E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til sequer da lei: (ÊX.3.6) – Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: (EC.24.32) – Tudo isto é o livro da vida, e o testemunho do Altíssimo, e o conhecimento da verdade: (IS.46.8) – Lembrai-vos disto e tende ânimo, tomai-o à sério, ó prevaricadores; (EC.28.7) – porque a corrupção e a morte estão a cair sobre aqueles que quebrantam os mandamentos do Senhor: – (IS.24.5) – Na verdade a terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, violam os estatutos e quebram a aliança eterna: (SL.14.3)–Todos se extraviaram e juntamente se corromperam; (SL.106.33)- pois foram rebeldes ao Espírito de Deus, e Moisés falou irrefletidamente: (RM.6.19) – Falo como Homem por causa da fraqueza da vossa carne: (LC.16.9) – E eu vos recomendo: Buscai n’A BIBLIOGÊNESE DE ISRAEL, o poder do saber viver sob a proteção de Deus; (RM.8.22) – porque sabemos que toda a criação, a um só tempo geme, e suporta angustias até agora:
ESCREVI ESSE RESUMO, AGINDO COMO UM DOS SANTOS PROFETAS, LENDO NOSSO CARATER, E CRIANDO O LIVRO QUE DÁ SENTIDO À SANTA VIDA, PELO SENHOR DEUS: ESSE SÁBIO PROFETA É CRISTO, E TEREIS PODER: (IL.148.8)
A Bibliogênese de Israel

S I N O P S E

Desde o inicio dos tempos proféticos, muito já se cogi-tou e muito já se escreveu à respeito da Escritura Sagrada; na tentativa de se alcançar os fundamentos da criação divina e das próprias Criaturas; porque é para essa finalidade maior que a mesma existe entre nós, como sendo a única e inesgotável fonte do verdadeiro conhecimento.

Todavia, jamais houve consenso sobre o Legado Bíblico; porque o Espírito de Deus escondia a sua verdade entre os seus símbolos; e também porque os descendentes de Adão e Eva viviam cultuando a esperança pela volta de Cristo, pois não havia ninguém que soubesse fazer a vontade do Senhor na terra.

Na verdade, esse Livro Sagrado permanecia selado e lacrado hermeticamente, impedindo que os olhos da carne pudessem vislumbrar o seu conteúdo objeto, ou a herança espiritual que o Criador de todas as cousas legou às nossas almas; porque todos dormiam o profundo sono da inconsciên-cia, e não havia quem pudesse tirar os seus selos.

Por isso mesmo, até o dia 30.09.1985, havia tempo e modo para todo propósito debaixo do céu; até mesmo para que matássemos a esperança vã dos Homens e das Mulheres de boa fé, que esperavam pela volta de Jesus Cristo; porquan to naquele dia o Filho do amor se agiu, e desceu como Autor desse trabalho singular; porque Cristo já esperava por essa Providência Divina, a fim de consumarmos as profecias de conformidade com os Santos ensinamentos que os Leitores já passam a receber do próprio Rei de Israel.

Espero que o mundo faça bom proveito da loucura divi-na, na certeza de que esta é mais poderosa do que a sabedoria humana.
O Autor


luis augusto on 2 Janeiro, 2016 at 8:32 #

Registro por ora curiosidade sobre o caminho percorrido até que esse comentário ao texto de Ivan, quase dois anos após sua morte e cinco após a autoria, aparecesse no primeiro dia de 2016.


Arnaldo Ribeiro ou Israel on 29 Abril, 2016 at 15:18 #

ALEGREI-ME QUANDO ME DISSERAM:
(SL.122.1)
TEU LIVRO
(A Bibliogênese de Israel que se estende e se consolida via internet)

Querido Irmão Arnaldo Ribeiro:
Com efeito, a nossa existência na terra vem legando vida espiritual aos irmãos encarnados, pelo livro que estás escrevendo juntamente conosco, graças a tua Providência Divina.

Cada dia é uma página…

Cada hora é uma afirmação de tua personalidade, através das pessoas e das situações que te buscam.

Não menosprezes o ensejo de criar uma epopéia de amor em torno de teu nome.

As boas obras são frases de luz que endereças à Humanidade inteira.

Em cada resposta aos outros, em cada gesto para com os semelhantes, em cada manifestação dos teus pontos de vista e em cada demonstração de tua alma,grafas com tinta perene, a história de tua passagem.

Nas impressões que produzes, ergue-se o livro dos teus testemunhos.

A morte é a grande colecionadora que recolherá as folhas esparsas de tua biografia,gravada por ti mesmo, nas vidas que te rodeiam.

Não desprezes a companhia da indulgência, através da senha que o Senhor te deu a trilhar.

Faze uma área de amor ao redor do próprio coração, porque só o amor é suficientemente forte e sábio para orientar-te a escritura individual, convertendo-a em compêndio de auxílio e esperança para quantos te seguem os passos.

Vive com Jesus, na intimidade do coração, não te afastes d’Ele em tuas ações de cada dia e o livro de tua vida converter-se-á num poema de felicidade e num tesouro de bênçãos.

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/meditacao-diaria/teu-livro/#ixzz1luanFdDP


Arnaldo Ribeiro ou Israel on 8 junho, 2016 at 16:09 #

BÍBLIA:O LIVRO DO QUAL NADA SE SABE
Título provocatório? Nem pensar.
O seguinte artigo é parte duma conferência de Mauro Biglino que, como sabemos, é um académico especializado na tradução do antigo hebraico. Sabemos também como o termo Elohim (que na Bíblia é utilizado para indicar “Deus”) seja na verdade um pronome substantivo singular ou plural, dependendo o sentido do verbo e/ou do adjectivo que seguem.

Mas vamos além disso.
É possível escrever um livro de receitas para fazer o pão, livro no qual não existem os termos “Farinha”, “Água” e “Amassar”? Complicado, não é? A resposta é “Não”, não podemos escrever um livro de receitas de pão sem utilizar aqueles termos. Mas isso é exactamente o que acontece no Antigo Testamento (de seguida: A.T.).

O idioma no qual foi escrito o A.T. não tem o termo “Deus”. Não tem o termo “Eternidade”. Não tem o verbo “Criar”. Este é o dado do qual partimos. E visto que não é possível escrever um livro nestas condições, a lógica consequência é que a Bíblia não fala de Deus. Pronto, seria possível acabar aqui porque no antigo hebraico não existem os termos Deus, Eternidade ou Criação: portanto é impossível que a Bíblia fale de Deus.

Mas vamos fazer um esforço: se os termos citados não existem, como é que a Bíblia sempre foi considerada qual livro sagrado, inspirado directamente por Deus? A resposta é: fantasia teológica. Com a Bíblia podemos só “fazer de conta que…”.

“Deus”
Na Bíblia original o termo “Deus” não existe. Não é uma afirmação feita por um possuído, é a afirmação da exegese hebraica (exegese, em âmbito filológico, é uma explicação ou interpretação crítica de um texto, particularmente de um texto religioso): no antigo hebraico não existe um único termo que signifique ou exprima o conceito de “Deus”. Se num idioma não existe o termo “Deus” é porque não existe o conceito de Deus: cada palavra é a elaboração dum conceito pré-existente. Nada de palavra “Deus”? = Nada de conceito de Deus. E vice-versa. Muito simples. Esta não é uma questão de interpretação, este é um facto, perguntem a qualquer linguista.

“Eternidade”
Peguem num qualquer dicionário de hebraico e aramaico bíblicos, como por exemplo aquele da Sociedade Bíblica Britânica (página 304) e procurem o termo olam, que na Bíblia é sempre traduzido como “Eternidade”: no referido dicionário, a primeira coisa escrita é “Não traduzir como eternidade”. Olam é um tempo “muito comprido” mas não eterno. Por qual razão a Bíblia traduz sempre olam com “eternidade”?

“Criação”
É possível encontrar em rede estudos conceituados no qual é afirmado que na Bíblia não existe nenhum Deus criador. A razão? Bara, termo do antigo hebraico que a Bíblia traduz como “criação”, indica mais simplesmente “intervir numa situação já existente para modifica-la”. Procurem o rabino Edward Greenstein, Professor Bíblico na Universidade de Tel Aviv, na Universidade Bar-Ilan e na Jewish Publications Society de New York (onde são admitidos só rabinos, sendo a instituição o topo mundial das publicações de estudos teológicos hebraicos): Greenstein escreve que “a história do primeiro capítulo da Génesis é na realidade uma sucessão de divisões”. A Génesis não fala de “criação” mas de “divisões” operadas pelos tais Elohim com o fim de tornar uma situação preexistente algo mais idóneo do ponto de vista das suas necessidades. Nenhum filólogo traduz bara com “criar”: essa é uma tradução sucessiva, introduzida por necessidades teológicas.

Resumindo: na Bíblia não há o conceito de Deus, falta o conceito de Eternidade e nunca se fala duma Criação. O A.T. não fala da origem do Universo, não fala dum Deus criador, nem fala dum Deus.
Este é um facto.
Quem escreveu a Bíblia?

O Profeta Isaías
A Bíblia é um livro (melhor: um conjunto de livros) do qual sabemos praticamente nada. Os autores?

Foram dezenas de indivíduos dos quais, outra vez, nada sabemos. Alguém, numa determinada altura, decidiu reunir uma série de escritos e tradições orais para criar o cânone bíblico, o conjunto de 46 livros considerados pela Igreja Católica como verdadeiros.

Os Protestantes têm 39 livros “verdadeiros”. Os hebraicos têm também 39 livros. Os cristãos coptas têm 39 livros (que são os mesmos dos hebraicos) mais outros que não são considerados “verdadeiros” nem pelos hebraicos nem pelos outros cristãos. Os Samaritanos têm 6 livros “verdadeiros”, os outros são considerados como falsos.

Na prática, os livros “verdadeiros” dependem do lugar onde nascemos.

Mas voltemos aos autores. Os primeiros 5 livros que formam o Pentateuco, tradicionalmente atribuídos à Moisés, foram escritos depois do exílio babilonês, portanto no V século a.C.. Isso significa, no mínimo, 7 séculos depois de Moisés. 700 anos. Imaginem escrever hoje um livro acerca de vida e obras dum indivíduo que viveu na altura em que a América nem tinha sido descoberta pelos Europeus.

E mais: no tempo de Moisés o idioma hebraico não existia. A primeira prova da língua hebraica antiga é do X século a.C. e é composta por um alfabeto proto-hebraico encontrado no sitio de Tel Satia. Ou seja: pelo menos 300 anos depois de Moisés.
Mesmo assim, vamos tentar perceber algo acerca dos autores da Bíblia.
Pegamos no Livro de Isaías, o maior dos Profetas do A.T..

O livro de Isaias é composto por 66 capítulos dos quais os primeiros 39 são atribuídos a Isaías “porque não temos razões sérias para nega-lo” (ver estudos do Prof. Penna, consultor do Pontifício Conselho Bíblico do Vaticano). Ou seja: não sabemos se foram verdadeiramente escritos por Isaías, simplesmente não temos motivos suficientes para provar o contrário. O que é diferente. Mas estes são os primeiros 39 capítulos: e os outros?

Os capítulos desde o 40 até o 55 foram escritos por um indivíduo chamado Deutero-Isaías. Deutero em grego significa “segundo”, portanto o Segundo Isaías. Pormenor: o Segundo Isaías escreveu 200 anos após o primeiro. Os capítulos desde o 56 até o 66 foram escritos pelo Terceiro Isaías, que viveu algumas décadas após do Deutero-Isaías. Portanto, na melhor das hipóteses, o Livro de Isaías foi escrito num período de 250 anos.

Três pessoas escreveram o Livro de Isaías? Não. Os estudos do citado Prof. Penna, que reconhecem os primeiros 39 capítulos como de autoria do primeiro Isaías, admitem todavia que os entre o 10 e o 23 não foram escritos por ele.

É como se eu hoje decidisse acabar um livro iniciado em 1765, afirmando ser obra dum tal Max 1º mais a participação de outro ou outros autores desconhecidos; continuado em 1965 por um alegado Max 2º; acabado hoje, em 2015, por mim, que declaro a obra “autêntica” e “inspirada por Deus” (mas não posso utilizar o termo “Deus” porque não tenho este conceito). Alguém poderia duvidar das minhas afirmações.
Mesmo assim, vamos tentar perceber algo acerca dos autores da Bíblia.
Pegamos no Livro de Isaías, o maior dos Profetas do A.T..

O livro de Isaias é composto por 66 capítulos dos quais os primeiros 39 são atribuídos a Isaías “porque não temos razões sérias para nega-lo” (ver estudos do Prof. Penna, consultor do Pontifício Conselho Bíblico do Vaticano). Ou seja: não sabemos se foram verdadeiramente escritos por Isaías, simplesmente não temos motivos suficientes para provar o contrário. O que é diferente. Mas estes são os primeiros 39 capítulos: e os outros?

Os capítulos desde o 40 até o 55 foram escritos por um indivíduo chamado Deutero-Isaías. Deutero em grego significa “segundo”, portanto o Segundo Isaías. Pormenor: o Segundo Isaías escreveu 200 anos após o primeiro. Os capítulos desde o 56 até o 66 foram escritos pelo Terceiro Isaías, que viveu algumas décadas após do Deutero-Isaías. Portanto, na melhor das hipóteses, o Livro de Isaías foi escrito num período de 250 anos.

Três pessoas escreveram o Livro de Isaías? Não. Os estudos do citado Prof. Penna, que reconhecem os primeiros 39 capítulos como de autoria do primeiro Isaías, admitem todavia que os entre o 10 e o 23 não foram escritos por ele.

É com se eu hoje decidisse acabar um livro iniciado em 1765, afirmando ser obra dum tal Max 1º mais a participação de outro ou outros autores desconhecidos; continuado em 1965 por um alegado Max 2º; acabado hoje, em 2015, por mim, que declaro a obra “autêntica” e “inspirada por Deus” (mas não posso utilizar o termo “Deus” porque não tenho este conceito). Alguém poderia duvidar das minhas afirmações?
Qual Bíblia?

A Torah

Acabou? Nem por isso.

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/paginas-de-internet-espiritas/biblia-o-livro-do-qual-nada-se-sabe/#ixzz3umCOTq7q


Arnaldo Ribeiro ou Israel on 8 junho, 2016 at 16:11 #

ESPARGINDO A LUZ DO SABER:
(EZ.) – EZEQUIEL: A VISÃO DOS QUATRO QUERUBINS: (ES.5.2) – É AZUL: (AR.37.5)
(JB.8.12) – Eu sou a luz do mundo: Quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida: (1CO.9.3) – A minha defesa perante os que me interpelam é esta:
São 37 letras e 5 sinais que, recompostos, geram a luz deste saber, com o testemunho do Verbo Divino, que diz:
O QUE NÃO QUIS TER BOA VIDA QUIS SER LUZ: E É A LUZ: (IL.37.5)
(LC.20.9) – A seguir passou Jesus a proferir ao povo esta parábola:
(GN.1.5) – CHAMOU DEUS A LUZ DIA, E AS TREVAS NOITE: HOUVE TARDE E MANHÃ, O PRIMEIRO DIA: (AR.59.5)
Isto é o que diz o Verbo Divino, ao recompormos as 59 letras e 5 sinais acima, a saber:
DEUS ESPIRITUALIZOU O HOMEM: ENTÃO, HA UM CRISTO NA ERA, HA A VERDADE E VIDA: (IL.59.5)
Porventura Cristo é o Guia dos Guias que vive em mim?
V e j a m o s :
(JB.6.45) – ESTÁ ESCRITO NOS PROFETAS: (LE.7.12) – A SABEDORIA PROTEGE COMO PROTEGE O DINHEIRO; MAS O PROVEITO DA SABEDORIA É QUE ELA DÁ VIDA AO SEU POSSUIDOR: (AR.109.6)
(Recomposição das 109 letras e 6 sinais que compõem a parábola acima):
O ESPÍRITO SANTO SABE QUE O PAI DO GUIA DOS GUIAS SE CHAMA ARNALDO RIBEIRO: E É VERDADE; E CRISTO PODE MOSTRAR ESSE PROFETA À TODO O POVO: (IL.109.6)
(JB.6.14) – Este é, verdadeiramente, o Profeta que devia vir ao mundo? (GL.2.20) – Ora, acerca do que vos escrevo, eis que diante de Deus testifico que não minto. (GL.2.20) – Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.

O SABER LER A SI:
(ES.12.1)
(AP.13.18) – AQUI ESTÁ A SABEDORIA: AQUELE QUE TEM ENTENDIMENTO CALCULE O NUMERO DA BESTA, POIS É NÚMERO DE HOMEM: ORA ESSE NÚMERO É SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS: (AR.119.9)

(ISRAEL é o nome do Homem que sabe LER A SI no Espírito Bíblico: Aqui o saber acaba com as cogitações infundadas que existiam acerca do número 666 do Apocalipse, pois o que está escondido nas 131 letras e 10 sinais que compõem o texto acima, é isto):

ARNALDO RIBEIRO É ISRAEL: É O HOMEM QUE NASCEU NO CÉU, QUE AMA E SABE TESTAR AS ALMAS NO SEU NOME: E ELE ENTENDE QUE CRISTO TESTA DEUSES E DIABOS NESSE MESMO ESPÍRITO. (IL.131.7)

O SÉTIMO DIA
(DN.4.2) Pareceu-me bem fazer conhecidos os sinais e maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo,; (EF.2.7) para mostrar nos séculos vindouros a suprema riqueza da sua graça em bondade para conosco em Cristo Jesus; (1CO.15.45) pois assim está escrito:

(GN.2.3) – E ABENÇOOU DEUS O DIA SÉTIMO, E O SANTIFICOU; PORQUE NELE DESCANSOU DE TODA A OBRA QUE, COMO CRIADOR, FIZERA: (AR.85.6)

E o que o Senhor quer dizer com as 85 letras e 6 sinais acima é isto:

SOU O ESPÍRITO QUE DESCEU DO CÉU, CRIANDO A SUA FÉ; E FAÇO SANTO O QUE É BATIZADO COM NOME DE ARNALDO RIBEIRO: (IL.85.6)

(Lc.12.50 – Tenho, porém, um batismo com o qual hei de ser batizado; e quanto me angustio até que o mesmo se realize; (IS.21.16) porque assim me disse o Senhor: (1RS.18.31) Israel será o teu nome, (LS..9.6) porque ainda que algum seja consumado entre os filhos dos homens, se estiver ausente dele a tua sabedoria, será reputado como nada.(LC.4.21) Hoje se cumpriu a escritura que acabais de ouvir: (LC.6.5) O Filho do Homem é Senhor do sábado:
E agora José? Ou melhor, Chico?…


Arnaldo Ribeiro ou Israel on 15 junho, 2016 at 17:05 #

PROLEGÔMENOS

“Fenômenos que escapam às leis da ciência comum manifestam-se por toda parte. E revelam como causa a ação de uma vontade livre e inteligente.

A razão nos diz que um efeito inteligente deve ter como causa uma força inteligente. E os fatos provaram que essa força pode entrar em comunicação com os homens através de sinais materiais.

Essa Força, interrogada sobre sua natureza, declarou pertencer ao mundo dos seres espirituais que se despojaram do envoltório corporal do homem. Desta maneira é que foi revelada a Doutrina dos Espíritos.

As comunicações entre o mundo espírita e o mundo corpóreo pertencem à Natureza e não constituem nenhum fato sobrenatural. É por isso que encontramos os seus traços entre todos os povos e em todas as épocas. Hoje elas são gerais e evidentes por todo o mundo.

Os Espíritos anunciam que os tempos marcados pela Providência para uma manifestação universal estão chegados e que, sendo os ministros de Deus e os agentes da sua vontade, cabe-lhes a missão de instruir e esclarecer os homens, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade.

Este livro é o compêndio dos seus ensinamentos. Foi escrito por ordem e sob ditado dos Espíritos superiores para estabelecer os fundamentos de uma filosofia racional, livre dos prejuízos do espírito de sistema. Nada contém que não seja a expressão de seu pensamento e não tenha sofrido o seu controle. A ordem e a distribuição metódica das matérias assim como as notas e a forma de algumas partes da redação constituem a única obra daquele que recebeu a missão de o publicar.
No número dos Espíritos que concorreram para a realização desta obra, há muitos que viveram em diferentes épocas na Terra, onde pregaram e praticaram a virtude e a sabedoria. Outros não pertencem, por seus nomes, a nenhum personagem de que a História tenha guardado a memória, mas a sua elevação é atestada pela pureza de sua doutrina e pela união com os que trazem nomes venerados.
Eis os termos em que nos deram, por escrito e por meio de muitos médiuns, a missão de escrever este livro:

“Ocupa-te, com zelo e perseverança, do trabalho que empreendeste com o nosso concurso, porque esse trabalho é nosso. Nele pusemos as bases do novo edifício que se eleva e um dia deverá reunir todos os homens num mesmo sentimento de amor e caridade; mas, antes de o divulgares, revê-lo-emos juntos afim de controlar todos os detalhes.

“Estaremos contigo sempre que o pedires, para te ajudar nos demais trabalhos, porque esta não é mais do que uma parte da missão que te foi confiada e que um de nós já te revelou.

“Entre os ensinamentos que te são dados, há alguns que deves guardar somente para ti, até nova ordem; avisaremos quando chegar o momento de os publicar. Enquanto isso, medita-os, a fim de estares pronto quando te avisarmos.

“Porás no cabeçalho do livro o ramo de parreira que te desenhamos porque é ele o emblema do trabalho do Criador (1). Todos os princípios materiais que podem melhor representar o corpo e o Espírito nele se encontram reunidos: o corpo é o ramo; o Espírito é a seiva; a alma ou o Espírito ligado à matéria é o bago. O homem quintessência o Espírito pelo trabalho e tu sabes que não é senão pelo trabalho do corpo que o Espírito adquire conhecimentos.

“Não te deixes desencorajar pela crítica. Encontrarás contraditares encarniçados, sobretudo entre as pessoas interessadas em trapaças. Encontra-los-ás mesmo entre os Espíritos, pois aqueles que não são completamente desmaterializados procuram, muitas vezes, semear a duvida, por malícia ou por ignorância. Mas prossegue sempre; crê em Deus e marcha confiante: aqui estaremos para te sustentar e aproxima-se o tempo em que a verdade brilhará por toda parte.

“A vaidade de certos homens, que julgam saber tudo e tudo querem explicar a seu modo, dará nascimento a opiniões dissidentes. Mas, todos os que tiverem em vista o grande princípio de Jesus se confundirão num só sentimento: o do amor do bem e se unirão por um laço fraterno, que prenderá o mundo inteiro. Estes deixarão de lado as miseráveis questões de palavras, para só se ocuparem com o que é essencial. E a doutrina será sempre a mesma, quanto ao fundo, para todos os que receberem comunicações de Espíritos superiores.

“Com perseverança é que chegarás a colher os frutos de teus trabalhos. O prazer que experimentarás, vendo a doutrina propagar-se e bem compreendida, será uma recompensa, cujo valor integral conhecerás, talvez mais no futuro do que no presente. Não te inquietes, pois, com os espinhos e as pedras que os incrédulos ou os maus acumularão no teu caminho. Conserva a confiança: com ela chegarás ao fim e merecerás ser sempre ajudado.

“Lembra-te de que os Bons Espíritos só dispensam assistência aos que servem a Deus com humildade e desinteresse e que repudiam a todo aquele que busca na senda do Céu um degrau para conquistar as coisas da Terra; que se afastam do orgulhoso e do ambicioso. O orgulho e a ambição serão sempre uma barreira erguida entre o homem e Deus. São um véu lançado sobre as claridades celestes, e Deus não pode servir-se do cego para fazer perceptível a luz.”

São João Evangelista, Santo Agostinho, São Vicente De Paula, São Luis, O Espírito da Verdade, Sócrates, Platão, Fénelon, Franklin, Swendenborg, etc. etc. (2)

(1) 0 ramo de parreira do início é o fac-símile do que foi desenhado pelos Espíritos

(2) Certas pessoas estranham a reunião de tantos nomes veneráveis como signatários destas recomendações. Uma consulta aoitem XII – Da Identidicação dos Espíritos” – na “Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita” ( http://www.forumespirita.net/fe/o-livro-dos-espiritos/introducao-ao-estudo-da-doutrina-espirita/ ), que abre este volume, esclarecerá o problema. (N. do T.)

Fonte: O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, Tradução de J. Herculano Pires.

Imagens: Internet

mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-livro-dos-espiritos/prolegomenos-54718/#ixzz4BZrw03OE


Arnaldo Ribeiro ou Israel on 9 Março, 2017 at 15:56 #

É PRECISO SABER INTERPRETAR AS PARÁBOLAS

“Se não entendermos o significado moral ou espiritual da parábola, ela não passa de uma simples história com um conteúdo banal. A letra mata, o espírito vivifica, é o que alertam Jesus (Jo 6:63) e Paulo (2Cor 3:6). Vinícius compara a parábola com um fruto, do qual é preciso retirar a casca para saborearmos e nos alimentarmos com o sumo ou polpa.

Muitas pessoas não aprenderam a interpretar as parábolas evangélicas. No tempo de Jesus, isso também acontecia, o que levou os discípulos a perguntarem:

“— Mestre, por que lhes falas por parábolas?

— Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado. Porque àquele que tem, se dará e terá em abundância; mas àquele que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado” (Mt 13:10-17)

Jesus sabia que a maioria das pessoas o procuravam apenas para ver fenômenos e receber curas, mas não se interessavam pela mensagem espiritual. Falando em parábolas, ele ministrava a todos o ensino mas não o banalizava, pois a pessoa tinha de ouvir com atenção e pensar a respeito para captar o sentido da mensagem e fixá-la na memória. Quem tivesse condições para isso, aprendia e se enriquecia espiritualmente. Quem não quisesse se esforçar, perdia a oportunidade de aprender.

Os discípulos e apóstolos às vezes também não entendiam o significado de alguma parábola. Mas estavam dispostos a aprender, haviam renunciado a muita coisa para seguir a Jesus e precisavam saber para dar continuidade à pregação do Evangelho no mundo. Por isso, Jesus explicava a eles, em particular, o que não houvessem entendido.
A interpretação das parábolas exige um estudo muito cuidadoso das circunstâncias em que foram proferidas e da doutrina, ou argumentos que elas tinham em vista. Feito isso, logo se descobre a sua aplicação universal, adaptada em todas as circunstâncias análogas e em todos os tempos.

Convém, ainda, conhecer um pouco os usos e costumes do povo hebreu para melhor compreender algumas figuras empregadas por Jesus em suas parábolas.

O Espiritismo não somente relembra as parábolas evangélicas. Com os novos ensinos espirituais que traz, ajuda-nos a entender o significado delas e a retirar do simbolismo a mensagem cristã, a fim de que por ela pautemos as nossas ações.”

Fonte:
OLIVEIRA, Therezinha. Estudos Espíritas do Evangelho. CEAK.
Compartilhado para fins de estudo espírita.
« Última modificação: Ontem às 16:46 by Edna? »

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EXEMPLO CABAL

(JR.50.46) – AO ESTRONDO DA TOMADA DE BABILÔNIA, ESTREMECEU A TERRA; E O GRITO SE OUVIU ENTRE AS NAÇÕES:
(São 72 letras e 4 sinais que gritam entre os Seres que já estão despertos):
DEUS TESTOU A GENTE NA VIDA ETERNA DE SÁBIO, E EU TESTO O CORAÇÃO SEM AMOR: ARNALDO RIBEIRO.

(LC.20.17) QUE QUER DIZER, POIS, O QUE ESTÁ ESCRITO? (AP.21.6) Tudo está feito: (JB.8.32) CONHECEREIS A VERDADE, E A VERDADE VOS LIBERTARÁ; (EZ.12.24) porque já não haverá visão falsa nenhuma, nem adivinhação lisonjeira no meio da casa de Israel: (JÓ.5.4) Os seus filhos estão longe do socorro, são espezinhados às portas, e não há quem os livre; (SL.78.22) porque não crerão em Deus, nem confiaram na sua salvação:
(CR.11.30) Eis a razão porque há entre vós muitos fracos e doentes, e não poucos que ainda dormem: (MT.723) Então, lhes direi explicitamente:

Agora, a responsabilidade e a culpa do sangue inocente que continua sendo derramado no mundo, recai sobre o EGOISMO da mídia brasileira, pela ignorância dos responsáveis pelos meios de comunicação, que teimam em esconder da população a Augusta Presença de Jesus Cristo entre nós, e o estabelecimento do Reino dos Céus. Contudo, eles já têm consciência do mal que perpetuam, e sabem que já começaram a pagar inexoravelmente por isto.

(MT.23.13) Ai de vos, escribas e fariseus hipócritas, porque fechais o reino dos céus diante dos homens, , pois vós não entrais, nem deixais entrar os que estão entrando! (PV.1.22) Até quando, ó néscios, amareis a necedade? E vos, escarnecedores, desejareis o escárnio? E vós, loucos, rejeitareis o conhecimento? (MT.23.33) Serpentes, raça de víboras, como escapareis da condenação do inferno?


Arnaldo Ribeiro ou Israel on 9 Março, 2017 at 15:57 #

BÍBLIA: O LIVRO DO QUAL NADA SE SABE
Título provocatório? Nem pensar.
O seguinte artigo é parte duma conferência de Mauro Biglino que, como sabemos, é um académico especializado na tradução do antigo hebraico. Sabemos também como o termo Elohim (que na Bíblia é utilizado para indicar “Deus”) seja na verdade um pronome substantivo singular ou plural, dependendo o sentido do verbo e/ou do adjectivo que seguem.

Mas vamos além disso.
É possível escrever um livro de receitas para fazer o pão, livro no qual não existem os termos “Farinha”, “Água” e “Amassar”? Complicado, não é? A resposta é “Não”, não podemos escrever um livro de receitas de pão sem utilizar aqueles termos. Mas isso é exactamente o que acontece no Antigo Testamento (de seguida: A.T.).

O idioma no qual foi escrito o A.T. não tem o termo “Deus”. Não tem o termo “Eternidade”. Não tem o verbo “Criar”. Este é o dado do qual partimos. E visto que não é possível escrever um livro nestas condições, a lógica consequência é que a Bíblia não fala de Deus. Pronto, seria possível acabar aqui porque no antigo hebraico não existem os termos Deus, Eternidade ou Criação: portanto é impossível que a Bíblia fale de Deus.

Mas vamos fazer um esforço: se os termos citados não existem, como é que a Bíblia sempre foi considerada qual livro sagrado, inspirado directamente por Deus? A resposta é: fantasia teológica. Com a Bíblia podemos só “fazer de conta que…”.

“Deus”
Na Bíblia original o termo “Deus” não existe. Não é uma afirmação feita por um possuído, é a afirmação da exegese hebraica (exegese, em âmbito filológico, é uma explicação ou interpretação crítica de um texto, particularmente de um texto religioso): no antigo hebraico não existe um único termo que signifique ou exprima o conceito de “Deus”. Se num idioma não existe o termo “Deus” é porque não existe o conceito de Deus: cada palavra é a elaboração dum conceito pré-existente. Nada de palavra “Deus”? = Nada de conceito de Deus. E vice-versa. Muito simples. Esta não é uma questão de interpretação, este é um facto, perguntem a qualquer linguista.

“Eternidade”
Peguem num qualquer dicionário de hebraico e aramaico bíblicos, como por exemplo aquele da Sociedade Bíblica Britânica (página 304) e procurem o termo olam, que na Bíblia é sempre traduzido como “Eternidade”: no referido dicionário, a primeira coisa escrita é “Não traduzir como eternidade”. Olam é um tempo “muito comprido” mas não eterno. Por qual razão a Bíblia traduz sempre olam com “eternidade”?

“Criação”
É possível encontrar em rede estudos conceituados no qual é afirmado que na Bíblia não existe nenhum Deus criador. A razão? Bara, termo do antigo hebraico que a Bíblia traduz como “criação”, indica mais simplesmente “intervir numa situação já existente para modifica-la”. Procurem o rabino Edward Greenstein, Professor Bíblico na Universidade de Tel Aviv, na Universidade Bar-Ilan e na Jewish Publications Society de New York (onde são admitidos só rabinos, sendo a instituição o topo mundial das publicações de estudos teológicos hebraicos): Greenstein escreve que “a história do primeiro capítulo da Génesis é na realidade uma sucessão de divisões”. A Génesis não fala de “criação” mas de “divisões” operadas pelos tais Elohim com o fim de tornar uma situação preexistente algo mais idóneo do ponto de vista das suas necessidades. Nenhum filólogo traduz bara com “criar”: essa é uma tradução sucessiva, introduzida por necessidades teológicas.

Resumindo: na Bíblia não há o conceito de Deus, falta o conceito de Eternidade e nunca se fala duma Criação. O A.T. não fala da origem do Universo, não fala dum Deus criador, nem fala dum Deus.
Este é um facto.
Quem escreveu a Bíblia?

O Profeta Isaías
A Bíblia é um livro (melhor: um conjunto de livros) do qual sabemos praticamente nada. Os autores?

Foram dezenas de indivíduos dos quais, outra vez, nada sabemos. Alguém, numa determinada altura, decidiu reunir uma série de escritos e tradições orais para criar o cânone bíblico, o conjunto de 46 livros considerados pela Igreja Católica como verdadeiros.

Os Protestantes têm 39 livros “verdadeiros”. Os hebraicos têm também 39 livros. Os cristãos coptas têm 39 livros (que são os mesmos dos hebraicos) mais outros que não são considerados “verdadeiros” nem pelos hebraicos nem pelos outros cristãos. Os Samaritanos têm 6 livros “verdadeiros”, os outros são considerados como falsos.

Na prática, os livros “verdadeiros” dependem do lugar onde nascemos.

Mas voltemos aos autores. Os primeiros 5 livros que formam o Pentateuco, tradicionalmente atribuídos à Moisés, foram escritos depois do exílio babilonês, portanto no V século a.C.. Isso significa, no mínimo, 7 séculos depois de Moisés. 700 anos. Imaginem escrever hoje um livro acerca de vida e obras dum indivíduo que viveu na altura em que a América nem tinha sido descoberta pelos Europeus.

E mais: no tempo de Moisés o idioma hebraico não existia. A primeira prova da língua hebraica antiga é do X século a.C. e é composta por um alfabeto proto-hebraico encontrado no sitio de Tel Satia. Ou seja: pelo menos 300 anos depois de Moisés.
Mesmo assim, vamos tentar perceber algo acerca dos autores da Bíblia.
Pegamos no Livro de Isaías, o maior dos Profetas do A.T..

O livro de Isaias é composto por 66 capítulos dos quais os primeiros 39 são atribuídos a Isaías “porque não temos razões sérias para nega-lo” (ver estudos do Prof. Penna, consultor do Pontifício Conselho Bíblico do Vaticano). Ou seja: não sabemos se foram verdadeiramente escritos por Isaías, simplesmente não temos motivos suficientes para provar o contrário. O que é diferente. Mas estes são os primeiros 39 capítulos: e os outros?

Os capítulos desde o 40 até o 55 foram escritos por um indivíduo chamado Deutero-Isaías. Deutero em grego significa “segundo”, portanto o Segundo Isaías. Pormenor: o Segundo Isaías escreveu 200 anos após o primeiro. Os capítulos desde o 56 até o 66 foram escritos pelo Terceiro Isaías, que viveu algumas décadas após do Deutero-Isaías. Portanto, na melhor das hipóteses, o Livro de Isaías foi escrito num período de 250 anos.

Três pessoas escreveram o Livro de Isaías? Não. Os estudos do citado Prof. Penna, que reconhecem os primeiros 39 capítulos como de autoria do primeiro Isaías, admitem todavia que os entre o 10 e o 23 não foram escritos por ele.

É como se eu hoje decidisse acabar um livro iniciado em 1765, afirmando ser obra dum tal Max 1º mais a participação de outro ou outros autores desconhecidos; continuado em 1965 por um alegado Max 2º; acabado hoje, em 2015, por mim, que declaro a obra “autêntica” e “inspirada por Deus” (mas não posso utilizar o termo “Deus” porque não tenho este conceito). Alguém poderia duvidar das minhas afirmações.
Mesmo assim, vamos tentar perceber algo acerca dos autores da Bíblia.
Pegamos no Livro de Isaías, o maior dos Profetas do A.T..

O livro de Isaias é composto por 66 capítulos dos quais os primeiros 39 são atribuídos a Isaías “porque não temos razões sérias para nega-lo” (ver estudos do Prof. Penna, consultor do Pontifício Conselho Bíblico do Vaticano). Ou seja: não sabemos se foram verdadeiramente escritos por Isaías, simplesmente não temos motivos suficientes para provar o contrário. O que é diferente. Mas estes são os primeiros 39 capítulos: e os outros?

Os capítulos desde o 40 até o 55 foram escritos por um indivíduo chamado Deutero-Isaías. Deutero em grego significa “segundo”, portanto o Segundo Isaías. Pormenor: o Segundo Isaías escreveu 200 anos após o primeiro. Os capítulos desde o 56 até o 66 foram escritos pelo Terceiro Isaías, que viveu algumas décadas após do Deutero-Isaías. Portanto, na melhor das hipóteses, o Livro de Isaías foi escrito num período de 250 anos.

Três pessoas escreveram o Livro de Isaías? Não. Os estudos do citado Prof. Penna, que reconhecem os primeiros 39 capítulos como de autoria do primeiro Isaías, admitem todavia que os entre o 10 e o 23 não foram escritos por ele.

É com se eu hoje decidisse acabar um livro iniciado em 1765, afirmando ser obra dum tal Max 1º mais a participação de outro ou outros autores desconhecidos; continuado em 1965 por um alegado Max 2º; acabado hoje, em 2015, por mim, que declaro a obra “autêntica” e “inspirada por Deus” (mas não posso utilizar o termo “Deus” porque não tenho este conceito). Alguém poderia duvidar das minhas afirmações?
Qual Bíblia?

A Torah

Acabou? Nem por isso.

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/paginas-de-internet-espiritas/biblia-o-livro-do-qual-nada-se-sabe/#ixzz3umCOTq7q


Arnaldo Ribeiro ou Israel on 23 Março, 2017 at 16:30 #

(JR.32.6) VEIO A MIM A PALAVRA DO SENHOR, DIZENDO: (PV.3.1) FILHO MEU, NÃO TE ESQUEÇAS DOS MEUS ENSINOS, E O TEU CORAÇÃO GUARDE OS MEUS MANDAMENTOS: (SL.91.16) SACIA-LO-EI COM LONGEVIDADE, E LHE MOSTRAREI A MINHA SALVAÇÃO: (AR.7.1) E É PRA JÁ:

SALVAÇÃO OU EVOLUÇÃO?

VIVA JESUS!

Boa-noite! queridos irmãos.

“É assim que tudo serve, que tudo se encadeia na Natureza, desde o átomo primitivo até o arcanjo, que também começou por ser átomo.”
Todos nós, Espíritos imortais, ao sermos criados, partimos de um mesmo ponto, recebendo como herança a capacidade de progredir, em medida absolutamente igual, em consonância com a indefectível justiça de Deus. Ao longo dos milênios sucessivos, através do esforço evolutivo individual, vamos revelando a luz divina que trazemos dentro de nós, conforme se depreende da recomendação de Jesus: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens ”. 2

Jesus não teria feito essa recomendação se não soubesse da existência dessa herança divina imanente em todos os seres, cantada com o nome de amor pelo poeta:

“O amor em nós, certo existe desde o nosso alvorecer,
remontando a priscas eras, no esboço do nosso ser.

Em estado de latência, no dealbar da existência,Deus concede de antemão, a sua herança bendita,que a alma busca contrita nas asas da evolução”.3

A exteriorização mais ou menos intensa dessa herança divina que trazemos é que nos torna diferentes uns dos outros. Só dentro de uma perspectiva evolutiva é que podemos ver um silvícola feroz e um Francisco de Assis como filhos de um mesmo Deus justo, pois o que diferencia esses dois Espíritos não é a sua natureza, a sua origem, mas, apenas, evolução. As diferenças individuais se originam no homem, não em Deus.

A evolução do Espírito se efetiva através de inúmeras vidas sucessivas, que lhe oferecem oportunidades variadas de incorporar em si as experiências que o meio lhe propicia, num processo que se pode chamar de desenvolvimento da inteligência e das virtudes que lhe são imanentes. Essa visão da evolução do Espírito é muito clara no Espiritismo.

Em outras religiões reencarnacionistas, a reencarnação é vista apenas como oportunidade de os Espíritos faltosos retornarem à Terra a fim de reparar seus erros ou de concluir aquilo que deixaram inacabado. Admitem, também, a reencarnação de Espíritos mais adiantados, que retornam ao mundo físico em missão, para ensinar o caminho do Bem. Essas religiões não têm a perspectiva evolutiva.

O Espiritismo não nega essas duas situações, indo, todavia, mais além, ensinando que não se reencarna só em missão ou resgate, mas que a reencarnação é absolutamente necessária, indistintamente, a todos os Espíritos, por ser inerente ao processo evolutivo.

Portanto, a reparação de faltas anteriormente cometidas não é vista como punição, mas como elemento essencial da escalada evolutiva rumo à perfeição, a que todos estamos sujeitos. Igualmente, no desempenho de missão sacrificial, o Espírito Superior que a leva a efeito não está fora do processo evolutivo, porque também ele está progredindo, embora nada deva à Terra, tendo o seu retorno sido motivado apenas pelo amor.
No Espiritismo, a reencarnação ocupa lugar de destaque, constituindo-se num dos pilares básicos de toda sua estrutura doutrinária, contrapondo-se frontalmente à tese salvacionista, ensinada por outros setores do Cristianismo. Em verdade, a respeito de salvação, o Espiritismo vai muito além de outras religiões, pois ao nos ensinar que não existem penas eternas, leva-nos a concluir que todos estamos salvos, porque somos cidadãos do Universo, filhos amados de Deus, habitantes da “Casa do Pai”, conforme ensinou Jesus.

Em verdade, o Mestre nunca apresentou soluções mágicas de salvação gratuita, com base apenas na fé. Pelo contrário, suas lições sempre foram no sentido de acordar a criatura para a necessidade de assumir sua vida, tomando em suas mãos as rédeas do seu próprio destino: “ renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me”. 4

São muitas as recomendações do Mestre no sentido de a criatura despertar para a necessidade de progredir: “Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei o bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem” e, mais adiante, continua a recomendação: “Sede, pois, vós outros, perfeitos, como perfeito é o vosso Pai celestial”. 6

E por ser uma doutrina eminentemente evolucionista e não salvacionista é que o Espiritismo prioriza a oração consciente, o estudo, a reflexão, obediente à recomendação do Espírito da Verdade: “Espíritas! amai-vos, este o primeiro ensinamento; instruí-vos, este o segundo”.

Assim, se bem atentarmos para a amplitude e profundidade dos ensinamentos de Jesus, veremos que, em última análise, seus ensinamentos se constituem numa ampla proposta de aperfeiçoamento do Espírito, num chamamento ao esforço individual, que não pode ser desenvolvido numa só vida. Por isso, quem medita sobre os ensinamentos e exemplos de Jesus encara o Evangelho não como um livro sagrado que deva ser lido de mãos cruzadas sobre o peito em atitude de reverência, mas o vê como um manual de evolução do Espírito, que traça um roteiro de luz, a ser seguido ao longo de milênios sucessivos.
Referências:
1 – O Livro dos Espíritos, item 540.
2 – Mateus, cap. 5, vers. 16. 3 – José Soares Cardoso (Acordes Espirituais).
4 – Mateus, cap. 16, vers. 24.
5 – Mateus, cap. 5, vers. 44.
6 – Mateus, cap. 5, vers. 48.
7 – O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. 6, item 5.
José Passini
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Arnaldo Ribeiro ou Israel on 11 agosto, 2017 at 16:43 #

AGORA, SERÁ EXALTADA A MINHA CABEÇA ACIMA DOS INIMIGOS QUE ME CERCAM – (SL.27.6)

FIM DA ASSOMBRAÇÃO DO 666 BIBLICO

O SABER LER A SI:
(ES.12.1)

(AP.13.18) – AQUI ESTÁ A SABEDORIA: AQUELE QUE TEM ENTENDIMENTO CALCULE O NUMERO DA BESTA, POIS É NÚMERO DE HOMEM: ORA ESSE NÚMERO É SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS: (AR.119.9)

(ISRAEL é o nome do Homem que sabe LER A SI no Espírito Bíblico: Aqui o saber acaba com as cogitações infundadas que existiam acerca do número 666 do Apocalipse, pois o que está escondido nas 131 letras e 10 sinais que compõem o texto acima, é isto):

ARNALDO RIBEIRO É ISRAEL: É O HOMEM QUE NASCEU NO CÉU, QUE AMA E SABE TESTAR AS ALMAS NO SEU NOME: E ELE ENTENDE QUE CRISTO TESTA DEUSES E DIABOS NESSE MESMO ESPÍRITO. (IL.131.7
)

SANTIFICANDO O SÈTIMO DIA

(DN.4.2) Pareceu-me bem fazer conhecidos os sinais e maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo,; (EF.2.7) para mostrar nos séculos vindouros a suprema riqueza da sua graça em bondade para conosco em Cristo Jesus; (1CO.15.45) pois assim está escrito:

GN.2.3) – E ABENÇOOU DEUS O DIA SÉTIMO, E O SANTIFICOU; PORQUE NELE DESCANSOU DE TODA A OBRA QUE, COMO CRIADOR, FIZERA: (AR.85.6)
E o que o Senhor quer dizer com as 85 letras e 6 sinais acima é isto:

SOU O ESPÍRITO QUE DESCEU DO CÉU, CRIANDO A SUA FÉ; E FAÇO SANTO O QUE É BATIZADO COM NOME DE ARNALDO RIBEIRO: (IL.85.6)
(Lc.12.50 – Tenho, porém, um batismo com o qual hei de ser batizado; e quanto me angustio até que o mesmo se realize; (IS.21.16) porque assim me disse o Senhor: (1RS.18.31) Israel será o teu nome, (LS..9.6) porque ainda que algum seja consumado entre os filhos dos homens, se estiver ausente dele a tua sabedoria, será reputado como nada.(LC.4.21) Hoje se cumpriu a escritura que acabais de ouvir: (LC.6.5) O Filho do Homem é Senhor do sábado:
E agora José? Ou melhor Chico?


Arnaldo Ribeiro ou Israel on 5 setembro, 2017 at 16:51 #

APRENDER COM JESUS

VIVA JESUS!

Bom-dia! queridos irmãos.

“Por mais aflitiva seja a tua situação, ampara sempre, e estarás agindo no abençoado serviço de salvação a que o Senhor nos chamou.” (Emmanuel, no livro Fonte Viva, capítulo 139, psicografia de Francisco Cândido Xavier.)

Com frequência, a criatura humana, pensando em fazer algo que lhe ateste possibilidade de engrandecimento espiritual, procura por um modelo de virtude a ser seguido.
Dentre as personalidades que mais se destacaram no mundo, sem dúvida Jesus, com a máxima autoridade, é quem devemos tomar como guia e modelo, visando direcionar nossos passos rumo ao progresso moral, que tanta falta nos tem feito.
O Cristo, para trazer a Boa Nova à Terra, não precisou de títulos, aparato bélico, agitações sociais, movimentos reivindicatórios ou outra espécie de recursos ostensivos, apenas utilizou de superioridade natural, decorrente de sua evolução espiritual, como governador da Terra, contando com alguns discípulos, para que a humanidade conhecesse as lições imorredouras de seu Evangelho.
Dispensou a construção de templos e não fez quaisquer exigências quando espalhou os notáveis ensinamentos que se caracterizam, ainda hoje, como exemplares regras de boa conduta e convivência social.
Junto ao público que o acompanhava, destacavam-se pobres, estropiados, paralíticos, prostitutas, desiludidos, desequilibrados, idosos indefesos, mulheres famintas, que bebiam suas inquestionáveis e alvissareiras lições revestidas de alento e esperanças.Jesus nunca procurava ostentação, nem tampouco se aproximava, por interesses escusos, de pessoa alguma que pudesse lhe atestar prestígio, fama ou poder. Estava sempre a servir ao irmão do caminho, fosse quem fosse e viesse de onde viesse, de forma totalmente desinteressada.
Suas vestes simples e seus gestos amorosos evidenciavam um comportamento humilde, embora fosse, sem duvida, a maior autoridade espiritual vivendo no mundo. Foi tão grande que soube colocar-se ao nível do povo para poder cooperar com todos.
Nunca disse que tal religião seria melhor que outra e nem que Deus preferiria mais esse ou aquele. Com vigor pregava a igualdade entre senhores e escravos, ricos e pobres, fortes e fracos, chegando a dizer que não viera para os sãos, mas sim para os doentes, para aqueles que dele precisavam.
Esse, naturalmente, deve ser o nosso guia e modelo.
Observando Jesus não teremos qualquer dúvida sobre como pautar a nossa vida, buscando viver no mundo de forma a se caracterizar como um verdadeiro cristão.
Libertemo-nos das grossas algemas do egoísmo, que enormes prejuízos têm nos causado e nos preocupemos em prestar serviços à humanidade, usando os talentos que a Divina Providência nos agraciou.
Público idêntico ao que seguiu o Cristo, há dois mil anos, ainda continua de mãos estendidas, carregando no íntimo as mesmas dores, as mesmas aflições e amarguras. O que estamos fazendo por ele?
Como estamos utilizando o nosso tempo, os nossos recursos, as nossas potencialidades? A humanidade é a nossa família, pois que, enquanto existir uma única criatura em sofrimento, na verdade, a dor é de todos nós e o trabalho ainda está por fazer.
Estudemos, com afianço e dedicação, o Evangelho do Cristo e não teremos dúvidas de como deveremos seguir pela vida, tornando os nossos dias repletos de ações que redundem no bem do próximo.
Em verdade, no mundo, o que há de mais moderno são as lições de Jesus Cristo. Conhecê-las, estudá-las e colocá-las em prática: essa deve ser a nossa urgente e inadiável preocupação, se realmente estamos interessados na paz e na felicidade nossa e daqueles que caminham conosco.
Waldenir A. Cuin
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ABENÇOADA ESCOLA

VIVA JESUS!

Bom-dia! queridos irmãos.

Muitas crianças na época de iniciarem a sua caminhada até a escola apresentam resistências variadas. Umas apenas negam viver essa nova experiência. Outras choram e protestam. Outras se negam peremptoriamente a obedecer aos pais nessa nova empreitada em que eles se empenham junto aos filhos.
As razões desse comportamento são muito variadas. A criança irá deixar o ambiente conhecido do lar e adentrar um novo e desconhecido lugar. Terão que aprender a viver e a conviver com os coleguinhas dividindo espaço, respeitando o direito do outro. Na escola terão deveres a cumprir. Lições para serem estudadas. Provas a realizar. Aulas que a manterão por determinada cota de tempo dentro de uma sala, ou seja, é uma situação totalmente nova do ambiente conhecido, dominado e tranquilo do lar. Mas precisam dessa nova experiência e terão de vivenciá-la para o próprio bem. Evidentemente que os psicólogos e pedagogos podem elencar muitas outras razões.
Mas por que será que temos medo da escola da Terra como Espíritos imortais? É. Medo! Alguns até mesmo repulsa, pois já ouvi muita gente dizer que se tiver que renascer, aqui nesse planeta, não voltarão! Mal sabem essas pessoas o quanto terão que lutar para merecer o retorno à abençoada escola que nos abriga hoje no planeta Terra!
E por que será que muitas pessoas consideram a jornada terrestre um peregrinar em um vale de lágrimas?
Por acaso foi Deus quem colocou as guerras fratricidas no mundo? Será que foi Ele quem introduziu corruptos e corruptores na sociedade com toda as consequências negativas desse posicionamento? Foi o Pai quem criou os crimes hediondos? É a Providência Divina que está poluindo os rios e tornando a atmosfera cada vez mais comprometida? Os presídios, os orfanatos, os asilos, os hospitais existem como locais de punição que uma Divindade sedenta de sofrimentos criou?
Vejamos a opinião de Emmanuel na página Terra – Bênção Divina, do livro Palavras De Vida Eterna: “Não amaldiçoes o mundo que te acolhe.
Nele encontras a Bênção Divina, envolvente e incessante, nas bênçãos que te rodeiam.
O regaço materno…
O refúgio do corpo…
O calor do berço…
O conforto do lar…
O privilégio da oração…
O apoio do alfabeto…
A alegria do trabalho…
O amparo das afeições…
Do mundo recebes o pão que te alimenta e o fio que te veste.
O Criador não no-lo ofertou por exílio ou prisão, mas por escola regenerativa e abrigo santo, qual divino jardim a pleno céu, esmaltado de sol durante o dia, e envolvido de estrelas durante a noite.
Se algo nele existe que o tisna de lágrimas e empesta de inquietação, é a dor de nossos erros…”
Mas retornando à pergunta sobre a razão de reclamarmos tanto da escola da Terra, não seria porque gostaríamos de realizar uma viagem de turismo “por essas bandas”?
Dinheiro farto! Moradia luxuosa! Saúde perene! Posição social de relevo! Propriedades a perder de vista, mesmo que ficassem no mundo após a nossa partida! Mulher perfeita! Filhos exemplares! Marido que fosse a representação do príncipe encantado! Aposentadoria polpuda após um dia de trabalho! Direitos sem limites mesmo que invadíssemos o direito alheio! Encontros com antigos amores e desencontros com os desafetos!
Não seria mais ou menos por aí que protestamos quando a Providência Divina, por misericórdia, nos matricula na escola da Terra? Agimos e reagimos como aquelas crianças que não entendem as razões por que os pais as levam para aprender a ler e a escrever embora protestem!
Se Deus amou o mundo a tal ponto de permitir que Jesus aqui estivesse para nos ensinar o Caminho da Verdade e da Vida, julgamos que fomos “matriculados” em lugar errado?!
Mal sabem os que assim se posicionam o quanto terão que produzir para repetir a dose!
E para aqueles que realmente não desejam mais voltar à face desse planeta, a solução é simples: saldem todas as dívidas que aqui contraíram e aprendam tudo o que essa escola tem a ensinar, em apenas uma existência, e estarão dispensados de realizar nova matrícula nesse educandário bendito!
Eu estou à espera de que abram novas “matrículas” para ver se consigo um lugar por aqui mesmo!

Ricardo Orestes Forni
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Arnaldo Ribeiro ou Israel on 9 setembro, 2017 at 18:29 #

HÁBITO DA CANONIZAÇÃO PSIQUICA

VIVA JESUS!

Bom-dia! queridos irmãos.

Na idolatria encontra-se o mecanismo defensivo da mente, pelo qual é projetado no outro aquilo que gostaríamos de ser.
“Desde os mais recuados tempos, até o presente, a idolatria continua a oferecer – fartamente – as ‘muletas psicológicas’ às criaturas de fé simples e quase ingênua.” – François C. Liran
Nada menos que 392 personalidades de antanho estão na “alça de mira” da alta hierarquia da Igreja Católica para a investidura da canonização. Tal proliferação de candidatos a santo está causando desconforto até mesmo entre os partidários dessa grei.
Vem de longa data a idolatria!… Antes do advento do Cristo todos os povos, exceto os hebreus, eram idólatras e politeístas.
Na Idade Média, Lutero lhe deu ferrenho combate, mas não teve sucesso com relação à “idolatria da letra”, pois se seus seguidores não mais adoravam as imagens, os fetiches, por outro lado, enros-caram-se na “letra que mata” distanciando-se do “espírito que vivi-fica”. E os ídolos de pés de barro continuam em seus pedestais sus-tentados pela ignorância humana e pela sagacidade dos “atravessadores da fé”, dos ecônomos infiéis de todos os tempos e em especial dos tempos hodiernos.Os judeus há muito abandonaram a idolatria, mas a substituíram pelos cerimoniais dos cultos exteriores, sendo nisso – hodiernamente – imitados pelos cristãos das mais varia-das vertentes.
Como desde Lutero as rentáveis vendas das indulgências se apresen-tam como um mercado em baixa, descobriu-se que os “santuários” podem ser formidáveis sucedâneos daquele ancestral comércio, uma vez que não faltarão fiéis de fé simples e ingênua para frequentá-los religiosamente, fomentando, dessa forma, um enorme mercado paralelo para os setores de turismo e para a indústria e comércio de quinquilharias, com farto aporte monetário, em que pese o pagamento de gorda fatia aos cofres do Vaticano.

Engana-se, porém, quem pensa que só existe idolatria no seio das vetustas religiões. Ela também – infelizmente – existe no meio espírita!
Analisando a triste questão da idolatria no meio espírita, Ermancel Du-faux afirma(1): “ idolatria é o excessivo entusiasmo e admiração por uma pessoa com a qual partilhamos ou não a convivência… São oradores, médiuns e trabalhadores que costumam destacar-se pelas virtudes ou pelas experiências, e que são tomados à conta de ícones, com os quais delineamos a noção pessoal de “limite máximo” ou “modelo” para os novos passos assumidos na caminhada espiritual.
Sem considerar os naturais sentimentos de admiração e entusiasmo dirigidos a quem fez por merecê-los, quase sempre nas causas dessa idolatria encontra-se o mecanismo defensivo da mente, pelo qual é projetado no outro aquilo que gostaríamos de ser.
Dois graves problemas, entre os muitos, decorrem dessa relação idó-latra: as exageradas expectativas e a prisão dos estereótipos.As expectativas transferidas ao ícone carreiam desejos e anseios que se tornam âncoras de segurança para os problemas individuais. Caso a criatura se habitue ao conforto de “escorar-se” psicologicamente no outro e fugir do seu esforço autoeducativo, passará ao terreno das ilusões, sentindo-se e acreditando-se tão virtuosa ou capaz quanto ele. Ocorre então uma absorção da “identidade alheia” como se fosse sua… É como “ser alguém” através dos valores do outro.
Quanto aos estereótipos, vamos verificar outra questão que tem trazido muitos desajustes: o hábito do dogmatismo, uma velha tendência humana de ouvir a palavra dos “homens santificados” pela hierarquia religiosa. Pessoas que se tornam carismáticas pela sua natural forma de ser ou pelo valoroso desempenho doutrinário são, comumente, colocadas como “astros” ou “missionários” de grande envergadura.
Quaisquer dessas vivências, expectativas elevadas ou criação de modelos podem nos trazer muita decepção e revolta. Somos todos aprendizes, uns com mais, outros com menos experiência; todos, no entanto, sem exceção, como aprendizes do progresso e gestores do bem. Podemos sempre aprender algo com alguém, desde que tenha-mos visão e predisposição à alteridade. O que hoje entendemos como sendo excepcional em alguém, amanhã poderá não ser tão útil para nossa percepção mutável e ascensional.
Por mais bem-sucedida a reencarnação na melhoria espiritual, isso será apenas o primeiro passo de uma longa jornada. Então, por que glórias fictícias com ídolos com pés de barro? Missionários e virtuosos? São muito raros na Terra! Para conhecê-los é muito fácil, nenhum deles aceita uma relação de idolatria, enquanto se verifica outro gênero de conduta com muitos que se julgam ou são julgados como tais.
Quando refletimos sobre esta questão é no intuito de chamar a atenção de todos nós para os prejuízos de continuarmos cultivando semelhantes expressões de infantilidade emocional. Existe, de fato, uma velha tendência que nos acompanha, a qual podemos declinar como “hábito da canonização . Muitos ídolos adoram as bajulações e burburinhos em torno de seu nome. São folgas que não deveríamos buscar para nossa vida, quando deveriam educar-se e educar os outros para assumirem a condição de condutores, aqueles que lideram promovendo, libertando, e não fazendo “coleção de admiradores” para alimentar seu personalismo.
Como bons espíritas, apenas começamos os serviços de transformar a autoimagem de orgulho, profundamente cristalizada nos recessos da mente. Quando nos adornamos com qualidade e virtudes que ima-ginamos possuir, perdemos a oportunidade de sermos nós mesmos, de eleger a autenticidade como nossa conduta, de construir quanto antes a “nova identidade” que almejamos.
Inspiremo-nos em nossas referências, todavia não façamos deles ídolos. Ouçamo-los, tiremos proveito de suas conquistas, mas façamos tudo isso com equilíbrio, nem mais nem menos!

(1) OLIVEIRA, W. Soares. Reforma íntima sem martírio. B. Hte: INEDE, 2003, cap. 24, p. 146-148

Rogério Coelho
Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/auto-conhecimento/o-habito-da-canonizacao-psiquica/#ixzz4hd06I6bV

CONCLUSÃO: Por mais cegos que possam estar, agora os idólatras estão conscientes de que: Toda alma que troca o Espírito de Deus por imagens de escultura, tem perpetuado a ignorância e o sofrimento na terra, e que também que deverá reencarnar neste purgatório até que se converta para alcançar a sua redenção.
(MT.8.10) OUVINDO ISTO, ADMIROU-SE JESUS E DISSE AOS QUE O SEGUIAM: (GL.1.9) ASSIM COMO JÁ DISSEMOS, AGORA REPITO: (JS.24.23) AGORA, POIS, DEITAI FORA OS DEUSES ESTRANHOS QUE HÁ NO MEIO DE VÓS E INCLINAI O CORAÇÃO AO SENHOR DEUS DE ISRAEL.


Arnaldo Ribeiro ou Israel on 14 setembro, 2017 at 16:56 #

DECODIFICANDO AS ESCRITURAS E CONSUMANDO AS PROFECIAS:

(SL.27;6) AGORA, SERÁ EXALTADA A MINHA CABEÇA ACIMA DOS INIMIGOS QUE ME CERCAM; (RM.22.4) POIS, COMO ESTÁ ESCRITO: (SML.23.2) O ESPÍRITO DO SENJOR FALA POR MEU INTERMÉDIO E A SUA PALAVRA ESTÁ NA MINHA LÍNGUA; (2SML.22.23) PORQUE TODOS OS SEUS JUÍZOS ME ESTÃO PRESENTES E DOS SEUS ESTATUTOS NÃO ME DESVIEI: (MT.7.23) ENTÃO, LHES DIREI EXPLICITAMENTE:

FIM DA ASSOMBRAÇÃO DO 666 BIBLICO

O SABER LER A SI:
(ES.12.1)

(AP.13.18) – AQUI ESTÁ A SABEDORIA: AQUELE QUE TEM ENTENDIMENTO CALCULE O NUMERO DA BESTA, POIS É NÚMERO DE HOMEM: ORA ESSE NÚMERO É SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS: (AR.119.9)

(ISRAEL é o nome do Homem que sabe LER A SI no Espírito Bíblico: Aqui o saber acaba com as cogitações infundadas que existiam acerca do número 666 do Apocalipse, pois o que está escondido nas 131 letras e 10 sinais que compõem o texto acima, é isto):

ARNALDO RIBEIRO É ISRAEL: É O HOMEM QUE NASCEU NO CÉU, QUE AMA E SABE TESTAR AS ALMAS NO SEU NOME: E ELE ENTENDE QUE CRISTO TESTA DEUSES E DIABOS NESSE MESMO ESPÍRITO. (IL.131.7)

SANTIFICANDO O SÈTIMO DIA

(DN.4.2) Pareceu-me bem fazer conhecidos os sinais e maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo,; (EF.2.7) para mostrar nos séculos vindouros a suprema riqueza da sua graça em bondade para conosco em Cristo Jesus; (1CO.15.45) pois assim está escrito:

(GN.2.3) – E ABENÇOOU DEUS O DIA SÉTIMO, E O SANTIFICOU; PORQUE NELE DESCANSOU DE TODA A OBRA QUE, COMO CRIADOR, FIZERA: (AR.85.6)
E o que o Senhor quer dizer com as 85 letras e 6 sinais acima é isto:

SOU O ESPÍRITO QUE DESCEU DO CÉU, CRIANDO A SUA FÉ; E FAÇO SANTO O QUE É BATIZADO COM NOME DE ARNALDO RIBEIRO: (IL.85.6)
(Lc.12.50 – Tenho, porém, um batismo com o qual hei de ser batizado; e quanto me angustio até que o mesmo se realize; (IS.21.16) porque assim me disse o Senhor: (1RS.18.31) Israel será o teu nome, (LS..9.6) porque ainda que algum seja consumado entre os filhos dos homens, se estiver ausente dele a tua sabedoria, será reputado como nada.(LC.4.21) Hoje se cumpriu a escritura que acabais de ouvir: (LC.6.5) O Filho do Homem é Senhor do sábado:
E agora José? Ou melhor Chico?

(TG.2.8) SE VÓS, CONTUDO, OBSERVAIS A LEI RÉGIA SEGUNDO A ESCRITURA: (DN.9.13) COMO ESTÁ ESCRITO:
(LC.8.17) NADA HÁ OCULTO QUE NÃO HAJA DE MANIFESTAR-SE, NEM ESCONDIDO QUE NÃO VENHA A SER CONNHECIDO; (LE.12.14) PORQUE DEUS HÁ DE TRAZER A JUÍZO TODAS AS OBRAS, , ATÉ AS QUE ESTÃO ESCONDIDAS, QUER SEJAM BOAS, QUER SEJAM MÁS: (MT.19.26) ISTO É IMPOSSÍVEL AOS HPMENS, MAS PARA DEUS TUDO É POSSível: (2CO.10.7) OBSERVAI O QUE ESTÁ EVIDENTE:

(GN.) O PRIMEIRO LIVRO DE MOISÉS CHAMADO GÊNESIS: A CRIAÇÃO DOS CÉUS E DA TERRA E DE TUDO O QUE NÊLES HÁ:
(AR.77.5) –(Ao recompormos as 77 letras e os 5 sinais que compõem o título acima, o AMOR nos revela que):
HÁ UM HOMEM LENDO AS VERDADES DO SEU ESPÍRITO: ÊLE É O GÊNIO CRIADOR QUE CRIA ESSA AÇÃO DE CRISTO:

(LC.20.17) QUE QUER DIZER, POIS, O QUE ESTÁ ESCRITO? (ar) QUERO DIZER QUE: (AP.21.6) TUDO ESTÁ FEITO: (JB.8.32) CONHECEREIS A VERDADE, E A VERDADE VOS LIBERTARÁ; (EZ.12.24) PORQUE JÁ NÃO HAVERÁ VISÃO FALSA NENHUMA, NEM ADVINHAÇÃO LISONJEIRA NO MEIO DA CASA DE ISRAEL: (JÓ.5.4) OS SEUS FILHOS ESTAVAM LONGE DO SOCORRO, ERAM ESPEZINHADOS ÀS PORTAS DO SABER, E NÃO HAVIA QUEM OS LIVRASSE DO MAL; (SL.78.22) PORQUE NÃO CRERAM EM DEUS NEM CONFIARAM NA SUA SALVAÇÃO.
(IS.16.14) AGORA, PORÉM, O SENHOR FALA E DIZ: (JS.5.9) HOJE REMOVI DE VÓS O OPRÓBRIO DO EGITO; (LC.12.32) PORQUE VOSSO PAI SE AGRADOU EM DAR-VOS O SEU REINO: (JB.14.17) O ESPÍRITO DA VERDADE, QUE O MUNDO NÃO PODE RECEBER; PORQUE NÃO NO VÊ, NEM O CONHECE; VÓS O CNHECEIS, PORQUE ELE HABITA CONVOSCO E ESTARÁ EM VÓS: (FL.2.29) RECEBEI-O, POIS, NO SENHOR, COM TODA A ALEGRIA E HONRA! (2CO.13.18) PORQUE NADA PODEMOS CONTRA A VERDADE, SENÃO EM FAVOR DA PRÓPRIA VERDADE: (MT.25.34) VINDE, BENDITOS DE MEU PAI! E TOMAI POSSE DO REINO QUE vOS ESTÁ PREPARADO DESDE A FUNDAÇÃO DO MUNDO…


Arnaldo Ribeiro ou Israel on 22 novembro, 2017 at 11:11 #

(PV.1.7) O TEMOR DO SENHOR É O PRINCÍPIO DO SABER, MAS OS LOUCOS DESPREZAM A SABEDORIA E O ENSINO: (IS.24.15) AI DOS QUE ESCONDEM PROFUNDAMENTE O SEU PROPÍSITO DO SENHOR, E AS SUAS PRÓPRIAS OBRAS FAEM ÀS ESCURAS E DIZEM: QUEM NOS VÊ? QUEM NOS CONHECE? (IS.46.8) LEMBRAI-VOS DISTO E TENDE ÂNIMO, TOMAI-O A SÉRIO, Ó PREVARICADORES; (2CO.5.10) PORQUE IMPORTA QUE TODOS NÓS COMPAREÇAMOS PERANTE O TRIBUNAL DE CRISTO, PARA QUE CADA UM RECEBA SEGUNDO O BEM OU O MAL QUE TIVER FEITO POR MEIO DO CORPO

POLÍTICOS, TODO CUIDADO É POUCO

VIVA JESUS!

Boa-tarde! queridos irmãos.

Os escândalos de corrupção que vêm sendo desvelados nas últimas semanas em nosso país confirmam duas teses que nos obrigam a refletir seriamente a respeito dos políticos brasileiros e daquilo que deles podemos esperar.

A primeira: o impeachment de um presidente da República e a condenação dos chamados mensaleiros em nada serviram como exemplo do que não se deve fazer no exercício de um mandato outorgado pelo povo.

A segunda: muitos políticos, senão a maioria, pelo menos grande parte deles, não temem a justiça humana e, com toda a certeza, a justiça divina, como se a vida de uma pessoa se encerrasse com a inumação do seu corpo.

A situação chegou a tal ponto no Brasil, que honestidade e idoneidade moral passaram a ser tidas como virtude, tal a sua escassez na vida política deste país.
Com respeito à justiça dos homens, a certeza da impunidade é a base do destemor com que agem os políticos corruptos, um fato inquestionável porquanto, dentre eles, são pouquíssimas as pessoas que têm chegado às barras do tribunal. E quando isso se dá, os condenados recebem penas pífias, como vimos no processo do chamado mensalão, em que os operadores do esquema receberam penas altas e adequadas à gravidade dos seus crimes, não se verificando o mesmo com relação aos supostos mandantes e aos beneficiários dos recursos desviados.

No tocante à justiça divina, quem se diz adepto do Cristianismo deveria ter mais cuidado. Todo aquele que matar com a espada, da espada será vítima. A cada um segundo as suas obras. A semeadura é livre, mas a colheita é compulsória.

A chamada lei de causa e efeito, que era conhecida desde o tempo de Jeremias, constitui um dos princípios fundamentais da doutrina espírita e nada mais é que a confirmação do que Jesus nos ensinou.

Não podemos brincar com coisas sérias. A passagem pela experiência da vida num plano material como este em que vivemos não tem por fim a curtição ou o gozo, como muitos imaginam, mas objetivos definidos que não é bom menosprezar.

Daquilo que fizermos aqui teremos de prestar contas e, queiramos ou não, esse momento do ajuste pode ser bem desagradável.

Processa-se neste momento no Brasil a definição dos que vão estar à frente da administração pública da União e dos Estados, como se definiu no início do mês a composição de parte do Senado da República e das câmaras legislativas de âmbito estadual e federal.
Nosso colaborador José Lucas relatou há pouco, em artigo publicado nesta revista, que o conhecido médium e orador José Raul Teixeira foi certa vez efetuar uma palestra numa importante cidade brasileira. Quando se dirigia, com seus anfitriões, ao restaurante onde iriam almoçar, enquanto esperavam que o semáforo abrisse para atravessarem larga avenida, ele viu uma mulher andrajosa perto dali, a procurar comida num cesto de lixo. A cena causou-lhe tamanha impressão que ele perdeu a vontade de almoçar, embora necessitasse fazê-lo.

Já no restaurante, enquanto tentava recompor-se mentalmente, pensando naquele ser que nada tinha, e ele ali num restaurante com seus amigos, apareceu-lhe um Espírito amigo que o acompanha nas tarefas doutrinárias. O benfeitor espiritual o acalmou, dizendo que mesmo que ele fosse dar comida limpa àquela senhora, ela recusaria. E, em breves pinceladas, narrou-lhe a história daquela mulher, que nesta existência era a reencarnação de um famoso político brasileiro, ainda hoje muito conceituado, que, por haver prejudicado tanto o povo, tinha reencarnado numa condição miserável, devido ao mecanismo do complexo de culpa que o acometeu após a morte do corpo. Voltara assim à existência corpórea numa condição miserável para aprender a valorizar aquilo que ele tanto desprezara na vida anterior: as dificuldades financeiras do próximo. Curiosamente, o nome do famoso político a que ele se referira estava afixado na esquina próxima, dando nome à avenida, motivo pelo qual aquela mulher, por um mecanismo de fixação inconsciente, não se afastava do local, onde outrora lhe prestaram grandes homenagens.

Não se tratava de um castigo divino, mas sim o cumprimento da lei de causa e efeito, segundo a qual cada pessoa colhe na vida aquilo que plantou na vida com seus atos, pensamentos e sentimentos.

Em face desse e de tantos casos semelhantes que deparamos na literatura espírita, não nos custa lembrar aos políticos que assumirão em breve seus postos de trabalho: – Amigos, tomem tento: todo cuidado é pouco!
Editorial-O Consolador

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O JUÍZ QUE NOS VIGIA PERMANENTEMENTE

VIVA JESUS!

Bom-dia! queridos irmãos.

A verdadeira paz começa em nosso íntimo, em nosso coração, pela consciência tranquila.

O juiz que nos vigia permanentemente é a nossa consciência: não tem como negar nossos defeitos, enganos e crimes para nós mesmos.

O que estamos fazendo quando pensamos que ninguém está vendo? É interessante percebermos o que fazemos quando não em público ou ninguém está nos fiscalizando fisicamente, mas espiritualmente sempre há alguém que nos acompanha – e há também o juiz que nos fiscaliza dia e noite, que é a nossa consciência.

Allan Kardec perguntou ao Espírito de Verdade onde estão escritas as leis de Deus, e ele respondeu de pronto: Na consciência.

A vida é feita de escolhas. Não chamemos de destino as consequências de nossas próprias escolhas. Cada um é livre para escolher de acordo com o que aprendeu, dentro do contexto de sua história de vida atual e espiritual.
Ninguém começou no berço, já existíamos antes da fecundação de nosso corpo físico. Somos um eterno vir a ser, uma semente de luz e inteligência em germinação no Universo de Deus. Não estamos acabados, estamos evoluindo e progredindo a cada dia, a cada ano, a cada experiência. E errar é aprender, tendo como consequência a educação do espírito. Portanto, Deus não nos castiga, mas Sua lei nos guarda e cobra reparações, agora ou no futuro.

Tudo o que somos está ancorado nas escolhas que fazemos, no que elegemos para nossa vida. Somos o senhor livre que escolhe a melhor escravidão ou melhor liberdade para nossa vida.

Quantas coisas elegemos para nossa vida que não valem a pena! Vamos limpar a despensa do nosso coração. Devemos desalojar e expulsar os lixos e tranqueiras que acumulamos ou que o mundo, fruto do nosso meio, contribuiu para juntar, limpeza essa para que Deus possa esparramar suas coisas santas e puras em nosso coração renovado. E o perdão é a licença divina para usufruirmos saúde e paz.

Dificuldades todos temos, e quase todos os dias. A grande questão é como agimos diante dela e não como reagimos.

Queremos vencer os processos enfermiços da mente, queremos ir buscar a cura para nossa alma, senti-la senhora de si e serena. Sejamos o médico de nós mesmos, o sacerdote de nossas vidas – não sejamos vítimas de nós mesmos. Sejamos senhores da fé que nos cura.

Cuidado com os desvios do caminho. Quando estamos no caminho equivocado – e isto ocorre rotineiramente com todos –, quanto mais andamos nele, mais tempo vamos despender para retornar ao caminho da paz e da harmonia, que é o caminho do bem e da saúde.

Quando alimentamos nossa coragem na transformação interior, no conhecimento de nós mesmos, estamos vencendo os medos. E com fé e altruísmo como parceiros em nosso dia a dia, passamos a derrubar os muros das misérias e do egoísmo, construindo pontes de solidariedade e amor em nossos relacionamentos humanos.

Arnaldo Divo Rodrigues de Camargo

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Arnaldo Ribeiro ou Israel on 8 Maio, 2018 at 16:35 #

A GRANDE VERDADE BÍBLICA: A COMUNICAÇÃO ENTRE NÓS E OS ESPÍRITOS

PUBLICADO EM 30/11/15 – 03h00
A mediunidade, ou o dom espiritual de uma pessoa para servir de instrumento de ligação entre os espíritos e nós, existe desde que o mundo é mundo (1 Coríntios 12: 10); e ela, cada vez mais, vem sendo estudada em grandes universidades. Um fenômeno paranormal é mediunidade apenas quando há envolvimento de um ou mais espíritos.

O espiritismo, que é também uma ciência empírica, experimental, nós poderíamos chamá-lo também – sem querer mudar seu nome –, de espiritologia, pois é uma ciência dos fenômenos que envolvem espíritos. E Kardec foi o primeiro cientista a estudar os espíritos e a mediunidade. Daí que se diz que seu famoso livro “O Livro dos Médiuns” é o primeiro manual de parapsicologia do mundo.

A obra de Kardec, como ele disse, não é para destruir nenhuma religião, pelo contrário, é para fortalecer todas elas, pois defende a existência de Deus e comprova-nos que existe o espírito imortal. Com sua obra, pois, Kardec fortaleceu o espiritualismo e deu um golpe mortal no materialismo, além de acabar com muitas superstições. Por isso, Kardec acabou também com o conflito entre a ciência e as religiões para quem estuda a fundo o espiritismo. Os adversários dessa doutrina são pessoas que não a conhecem em profundidade ou têm interesses incompatíveis com ela a serem defendidos. E alguns de seus adversários são tão comprometidos com seus interesses materiais que fazem as mais absurdas interpretações da Bíblia para tentar manter suas ideias excêntricas e renegadas pela grande maioria das pessoas sensatas que buscam com seriedade, humildade e sinceridade a verdade. Por isso, eles vão ter que reencarnar muitas vezes, até que se libertem de suas ideias trevosas! Oremos por eles!
O texto seguinte trata do nascimento de Sansão, cuja mãe era estéril. “Apareceu o anjo do Senhor a essa mulher e lhe disse: Eis que és estéril, e nunca tiveste filho; porém conceberás, e darás à luz um filho” (Juízes 13: 3). “Então a mulher foi ao seu marido, e lhe disse: Um homem de Deus veio até mim, cuja aparência era semelhante à de um anjo de Deus, tremenda; não lhe perguntei donde era, nem ele me disse seu nome” (Juízes 13: 6). E sabe-se, hoje, não só pela doutrina espírita, que anjos, mensageiros ou enviados (“aggelos”) são espíritos humanos de alto nível de evolução.

Por ocasião da morte de Jesus, vários espíritos humanos apareceram a muitas pessoas que estavam em Jerusalém, confirmando-nos que, de fato, os espíritos dos mortos manifestam-se, realmente, a nós, espíritos encarnados aqui, no nosso mundo físico: “e, saindo dos sepulcros depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos” (são Mateus 27: 53).
Mais um caso bíblico de comunicação de espíritos que aparecem a nós, desta vez ao apóstolo Paulo: “À noite, sobreveio a Paulo uma visão, na qual um homem macedônio estava em pé e lhe rogava dizendo: Passa à Macedônia, e ajuda-nos” (Atos 16: 9).

E a verdade de que os espíritos desencarnados manifestam-se a nós foi e é confirmada também por dezenas de cientistas do passado e atuais, entre estes, até dois de Prêmio Nobel: o inglês William Crokes, em 1919, e o francês Charles Richet, em 1913. E é por isso, e por ser a própria Bíblia um livro mediúnico, que o espiritismo tem crescido tanto!
PS: Palestra “Famílias estelares”, com o terapeuta holístico Conrado Lopez, em 12.12.2015, às 15h, na Loja Rosacruz Belo Horizonte (Amorc), na avenida Portugal, 615, região da Pampulha.

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Arnaldo Ribeiro ou Israel on 3 julho, 2018 at 16:19 #

O CONSOLADOR

(JB.19.28) VENDO JESUS QUE TUDO JÁ ESTAVA CONSUMADO PARA SE CUMPRIR A ESCRITURA,DISSE: (JB.15.20) LEMBRAI-VOS DA PALAVRA QUE EU VOS DISSE: (LC.8.10) A VÓS OUTROS É DADO CONHECER OS MSTÉRIOS DO REINO DE DEUS; AOS DEMAIS FALA-SE POR PARÁBOLAS PARA QUE VENDO, NÃO VEJAM, E, OUVINDO, NÃO ENTENDAM: (JB.14.26) MAS QUANDO VIER O CONSOLADOR, O ESPÍRITO SANTO, QUEM O PAI ENVIARÁ EM MREU NOME; ESSE VOS ENSINARÁ TODAS AS COISAS E VOS FARÁ LEMNRAR TUDO O QUE VOS TENHO DITO: (NM.24.14) AGORA EIS QUE VOU AO MEU POVO; (IS.30.12) PELO QUE ASSIM DIZ O SANTO DE ISRAEL:

EIS-ME AQUI

A alma encorajada pela fé deve buscar sempre em si mesma a presença amorosa de Jesus.

Aquele que busca o Mestre em seus próprios sentimentos é capaz de perceber como os seus atos estão se aprimorando perante os ensinos e exemplos do Modelo e Guia do amor e da verdade.

Na seara de reparação moral da qual fazemos parte em trabalho e redenção, que se chama Seara Espírita, somos convocados a dissolver as evidentes formas frágeis de nosso egoísmo e orgulho. Se queremos verdadeiramente auxiliar na transformação moral da humanidade, jamais deveremos nos declinar de por em prática as luzes que clarificam o recôndido dos nossos pensamentos que, muitas vezes, pedem reajustamento e correção em sintonia com as Leis Divinas, para que nos tornemos instrumentos úteis e não a pedra de tropeço que expressa sobreposições de nosso ego nos compromissos do trabalho Espírita. A ideia elevada produz indubiltavelmente os resultados de serenidade e maturidade naqueles que se entreguam dóceis aos conceitos de virtudes e sabedoria.

Quem poderá vencer a vontade de Deus com todas as primorosas e imperceptíveis formas de alcançar o coração dos homens? A dor que dilacera o coração vazio de sentido existencial e move o ser humano ao cansaço moral por se manter inerte no aprimoramento de si mesmo é muito diferente da dor sacrossanta da fidelidade a Jesus. A dor da fidelidade é permeada pela compaixão e altruísmo por aqueles que estão rebeldes e distantes da compreensão simples, celeste e amorosa da mensagem do Mestre. Tudo na vida é convite a pacificar a própria alma e nada se posiciona contra nenhum ser da Criação.
Por que colocar o tempo, a inteligência, os sentimentos e as ideias para se fazer contrário e adversário de quem quer que seja? Quando nosso olhar objetiva a olhar o infinito e sua grandeza, podemos perceber que jamais uma estrela busca apagar a outra e nenhuma galáxia sente o prazer em perturbar a paz do Universo em tentativa vã de se destacar.

O tempo atual não é para o destaque das atmosferas belicosas das opiniões pessoais! O tempo é essencialmente para amarmos uns aos outros, sem impecilhos de posições ou funções. Admitamos sempre que enquanto trabalhamos para a realização do propósito iluminativo de Deus na terra, os cooperadores do Cristo nas esferas elevadas já sabem como as situações e ocorrências vão se desdobrar nos degraus das décadas pela grande escada dos séculos.

Sirvamos, pois, com o sentimento de vitória, porque o Cristo se fez vencedor, desde o dia que misericordiosamente nos permitiu renascer, incontáveis vezes no amado globo que chamamos de lar terrestre. Ele está com todos os corações fiéis, auxiliando em tudo para que a força do amor sempre realize os objetivos divinos no coração do homem. Lembremos que quando as provações se tornarem insuportáveis ou os conflitos inadequados se tornarem quase insolúveis o Mestre estará nos aguardando no coração, com o seu amor, nos colocando a sua amorosa frase: Eis-me aqui!

Honório.

(Mensagem psicografada pelo médium Afro Stefanini II, na Spiritist Society of Palm Beach em Boca Raton, Flórida, em 22 de fevererio de 2017)
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(AP.19.9) ENTÃO ME FALOU O ANJO: ESCREVE: (JÔ.32.8) NA VERDADE HÁ UM ESPÍRITO NO HOMEM, E O SOPRO DO TODO-PODEROSO O FAZ SÁBIO: (GN.41.39) ACHARIAMOS, PORVENTURA, HOMEM COMO ESTE EM QUEM HÁ O ESPÍRITO DE DEUS? (JB.7.46) JAMAIS ALGUÉM FALOU COMO ESTE HOMEM: (JB.6.14) ESTE É VERDADEIRAMENTE O PROFETAQUE DEVIA VIR AO MUNDO: (LC.2.6) REVELARA-LHE O ESPÍRITO SANTO QUE NÃO PASSARIA PELA MORTE, ANTES DE VER O CRISTO DO SENHOR: (JB.9.33) SE ESTE HOMEM NÃO FOSSE DE DEUS, NADA PODERIA TER FEITO: (GL.1.20) ORA, ACERCA DO QUE VOS ESCREVO, EIS QUE DIANTE DE DEUS TESTIFICO QUE NÃO MINTO: (NA.2.7) ESTÁ DECRETADO: (NA.21.6) TUDO ESTÁ FEITO.

Arnaldo Ribeiro ou Israel


Arnaldo Ribeiro ou Israel on 18 julho, 2018 at 16:30 #

A DOUTRINA DE LUZ, O QUE NOS ENSINA.

VIVA JESUS!

Boa-noite! queridos irmãos

A Doutrina dos Espíritos, orienta o homem para o “construir-se”, de dentro para fora. Com semelhante afirmativa numerosas legendas repontam do plano individual, ampliando os distritos do mundo interior para a reestruturação da personalidade, ante o continuísmo da vida.

Edificação íntima, em cujo levantamento a criatura pode concluir de maneira instintiva:

Deus é nosso Pai, mas a certeza disso não me exonera da responsabilidade de burilar-me, trabalhar e viver;

moro presentemente na Terra, com a obrigação de compartilhar-lhe o progresso; entretanto, na essência, sou um espírito eterno, evoluindo na direção da Imortalidade;
atravesso atualmente caminhos determinados pela lei da causa e efeito; contudo, já sei que desfruto o privilégio de renovar o próprio destino pelo uso sensato da liberdade de escolha;

travo duras batalhas no campo externo, mas compreendo que a maior de todas elas é a que sustento, dia por dia, no campo íntimo, procurando a vitória sobre mim mesmo;

possuo a família do coração; todavia, em todos os seres da estrada, encontro irmãos verdadeiros, componentes da família maior a que todos pertencemos — a Humanidade;

sofro desafios e obstáculos, nas vias planetárias, porém guardo a certeza de que a alegria imperecível é a meta que me cabe atingir;

desilusões de provas me assaltam comumente a senda diária; no entanto, reconheço que preciso aceitá-las por lições valiosas, necessárias, aliás, à minha própria formação espiritual, na academia da experiência;

o mundo por vezes passa por transições inesperadas e rudes, todavia, tenho a paz imutável, no âmago do ser;

o tempo é a minha herança incorruptível;

a morte ser-me-á simplesmente estreito corredor para o outro lado da vida.

Revela-nos Jesus que o Reino de Deus está dentro de nós, e Allan Kardec complementa-lhe a obra ensinando-nos a desentranhá-lo, através de ação e discernimento, serviço e amor, a fim de que o homem sublimado consiga sublimar a Terra para que a Terra, por fora e por dentro, se incorpore, em espírito e verdade, ao Reino dos Céus.

Emmanuel

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