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Referência da moderna música erudita brasileira e uma das molas propulsoras do movimento tropicalista da MPB, nos anos 60/70, o maestro Julio Medaglia foi demitido da Radio e TV Cultura de São Paulo, onde trabalhou nos últimos 24 anos. Seu nome vem se juntar a uma longa lista de excluídos da Cultura que reúne nomes como os de John Neschling, Salomão Schvarztman, João Carlos Martins, Walter Silva, Fábio Zanon, Fortuna e muitos outros artistas.

Atualmente, apresentava o programa Prelúdio, o primeiro programa de calouros de música erudita da TV brasileira e que vinha revelando, desde 2005, jovens talentos que hoje fazem carreira no Brasil e no exterior, muitos estão tocando ou cantando em Israel, na Alemanha, na OSB, na Jazz Sinfônica e em muitas outras orquestras.

Na Rádio Cultura, mantinha desde 1987, ininterruptamente, o programa diário Tema e Variações, um dos programas duradouros da história do rádio brasileiro. Segundo o maestro, depois de 24 anos de trabalho, a Fundação Padre Anchieta levou um minuto e meio para demiti-lo.

(Informações do site Jornale, do Paraná)

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OPINIÃO POLÍTICA

O tamanho da oposição

Ivan de Carvalho

Não me dei ao trabalho de fazer o levantamento exato sobre quantos deputados realmente na oposição têm os partidos oposicionistas representados na Assembléia Legislativa por considerar que isto não seria necessário para a afirmação do que é notório – que são pouquíssimos.

Um exemplo que põe isso a nu é o PMDB. Elegeu uma bancada de seis deputados estaduais, mas três deles já não podem ser considerados oposicionistas e inclusive se dispõem a ingressar no PSD, o novo partido que está sendo fundado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, pelo vice-governador paulista, Afif Domingos e pelo vice-governador baiano, Otto Alencar, entre outros políticos.

A liderança de Otto Alencar sobre a seção baiana do PSD significa que os políticos, incluindo parlamentares, que estão migrando para a nova e ainda futura legenda o fazem com a disposição de apoiar o governo de Jaques Wagner, do PT. É a este governo que a oposição baiana tem de fazer frente, no âmbito estadual. Evidente que, no âmbito nacional, o confronto desigual é com o governo petista da presidente Dilma Roussef.

Assim, vistas as coisas sob o ângulo dessa esqualidez de quadros políticos oposicionistas (houve baixas pesadas na bancada oposicionista baiana na Câmara federal com as eleições, o que se acentuou mesmo depois do pleito com o fenômeno do adesismo pós-eleitoral e a perda, nas eleições, das duas cadeiras de senador que ainda não estavam sob o controle da base política de Wagner), podem os apressados imaginar que os oposicionistas que restaram estão em situação desesperadora. Mas pode não ser exatamente assim.

É provável que neste momento hajam grandes dificuldades de parlamentares e outras lideranças estaduais dos principais partidos da oposição baiana, a exemplo do DEM, PSDB e PMDB e PR (estes dois últimos, oposição somente em nível estadual, mas não federal), segurar as bases municipais remanescentes e atrair novos militantes.

Daí a declarada disposição do deputado democrata ACM Neto e do presidente da seção estadual do DEM, ex-deputado José Carlos Aleluia, de buscar a renovação com a incorporação de novos quadros a serem buscados com o máximo empenho.

Mas tão poucos são os que se mantiveram firmes na oposição em que o eleitorado os colocou que talvez isto os beneficie. Afinal, é muito praticamente impossível, em um regime democrático, chegar-se a algo próximo de um consenso eleitoral, a uma força tão hegemônica que se aproxime da unanimidade. Enquanto o regime for democrático e a democracia for exercitada, isso é inviável.

Então, sempre haverá uma parcela considerável da população, e mais especificamente do eleitorado, que discordará do governo, a ele se oporá e buscará, em eleições, sufragar os candidatos que estejam alinhados com essa discordância, vale dizer, que estejam fazendo oposição.

Como, na atual conjuntura, em nível estadual e em nível da bancada federal, são poucos os parlamentares e outros políticos de destaque, a exemplo do ex-ministro Geddel Vieira Lima, do ex-governador Paulo Souto, do ex-senador César Borges, do ex-deputado José Carlos Aleluia e do deputado João Almeida, do ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, será fácil a essa parcela oposicionista do eleitorado identificá-los e identificar-se com eles. Como o discurso de oposição, na boca de poucos, como os líderes na Câmara e na Assembléia Legislativa, lhes acarretará visibilidade.

Uma notoriedade que pode ser importante para eles, pessoalmente, em eleições.


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De: betortv | Criado em: 10/08/2007

CLIPE RETIRADO DO FILME
“ENTREI DE GAIATO”
Moacyr Franco cantando uma marchinha de muito sucesso na década de 60

BOM DIA!!!

(vhs)

Moacyr Franco – Me dá um dinheiro aí


Bradesco: de vento em popa
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Para essa turma dos juros e do agio não há crise nem tempo ruim. É assim desde o tempo da ditadura instalada em 1964. Navegando em maré mansa, atravessou o tempo da repressão e fechamento da economia brasileira; passou bem pelas ondas agitadas da fase de transição democrática, sobreviveu a todos os rombos e escândalos -baianos e nacionais -, surfou com tucanos e segue de vento em popa nos governos petistas.

Confira na reportagem que o portal IG publica esta quarta-feira e na coluna de Guilherme Barros (www.ig.com.br) , a partir da divulgação do mais recente balanço contábil trimestral do BRADESCO, que acaba de sair do forno. É quase certo que outros bancos – privados e públicos – divulgarão balanços de lucros ainda mais invejáveis nos próximos dias. Ôla, lá!

(Vitor Hugo Soares)

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O Bradesco apresentou lucro líquido contábil de R$ 2,702 bilhões nos três primeiros meses deste ano, com expansão de 28,5% perante os R$ 2,103 bilhões apurados em igual intervalo de 2010. Na comparação com o último trimestre do ano passado, contudo, o lucro caiu 9,5%.

Lucro do Bradesco foi o terceiro maior da história dos bancos
Bradesco vê crédito crescendo em ritmo menor em 2011
Ajustado, o lucro da instituição ficou em R$ 2,738 bilhões, com ampliação de 27,5% no confronto com os R$ 2,147 bilhões verificados entre janeiro e março de 2010. O resultado também foi melhor que os R$ 2,684 bilhões registrados no quarto trimestre do exercício passado.

As operações de crédito do banco – considerando avais, fianças, antecipação de recebíveis de cartão de crédito e cessões para Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios e Certificados de Recebíveis Imobiliários – atingiram R$ 284,7 bilhões, com crescimento de 21% em 12 meses.

Pelo critério expandido, considerando outras operações com risco de crédito originadas nas carteiras de pessoas jurídicas, a carteira de crédito atingiu R$ 304,4 bilhões em março, ampliação de 22,6% em 12 meses.

As despesas com provisão para devedores duvidosos situaram-se em R$ 2,360 bilhões nos três meses até março deste ano, contra R$ 2,188 bilhões em mesmo intervalo do calendário anterior. O índice de inadimplência superior a 90 dias correspondeu a 3,6%, redução de 0,8 ponto percentual em relação a março de 2010.

As despesas administrativas e de pessoal somaram R$ 5,576 bilhões, com elevação de 17% em relação aos R$ 4,767 bilhões de janeiro a março de 2010. O Bradesco apresentou ainda total de ativos de R$ 675,387 bilhões no primeiro trimestre, o que implica avanço de 26,8% ante os R$ 532,626 bilhões de um ano antes.

(Mais informações sobre o assunto no portal IG)

abr
27
Posted on 27-04-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 27-04-2011


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Jarbas, hoje no Diário de Pernambuco (PE)

abr
27


Dutra: Depressão depois de coordenar
campanha de Dilma Rousseff/IG
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DEU NO PORTAL IG

Em meio a expectativas para uma renúncia do presidente do PT, José Eduardo Dutra, o partido tende a recomeçar neste fim de semana um processo espinhoso: a escolha do novo presidente da legenda. Responsável pela ponte entre o governo e as demandas do partido, o cargo de presidente do PT exige dedicação integral e passou a ser um desafio de equilibrista. No poder há mais de oito anos, o PT balançou durante crises e escândalos que derrubaram e afastaram seus dirigentes. Ao relembrar a temporada no cargo, os ex-presidentes são unânimes: a tarefa é árdua, desgasta, pressiona e exige dedicação integral.

“Ser presidente do PT é caminhar no fio de navalha”, resume ao iG o ex-presidente do partido José Genoino, hoje assessor especial do Ministério da Defesa. Presidente do partido quando estourou a maior crise do governo Lula, o escândalo do mensalão, em 2005, Genoino foi acusado de envolvimento nas denúncias de corrupção e renunciou. “Foi uma época muito difícil porque fui atacado pelo que eu era e não pelo que eu fiz. Não fiz nada ilegal. A presidência do PT é um posto de muita visibilidade “, afirma Genoino.

Sua renúncia foi anunciada durante reunião do Diretório Nacional, no dia 9 de julho de 2005, no Hotel Braston, em São Paulo. O partido estava disposto a apoiar o então presidente, mas foi surpreendido com a notícia de que José Adalberto Vieira da Silva – assessor do irmão de Genoino, José Nobre Guimarães – havia sido preso. Silva foi detido no episódio dos “dólares na cueca” – foram aprendidos com ele R$ 437 mil em dinheiro vivo, R$ 200 mil em uma mala e US$ 100 mil escondidos na cueca.

Diante da crise, Lula precisou intervir para solucionar o problema do comando do PT. Convocou o então ministro da Educação, Tarso Genro, que assumiu interinamente. No entanto, sem apoio de setores do Campo Majoritário – nome dado na época à corrente petista Construindo um Novo Brasil (CNB), a mais forte dentro da sigla – Tarso acabou se retirando da disputa.

Sem ele, Lula apelou para Ricardo Berzoini, então secretário-geral do partido. “Fui presidente devido a circunstância, não almejei o cargo, mas foi uma experiência política incrível”, diz ele. Depois de assumir o partido abalado pela crise do mensalão, Berzoini foi atingido pelo escândalo dos “aloprados”. O apelido foi dado por Lula para descrever petistas presos em 2006, tentando comprar um dossiê para prejudicar candidatos tucanos na eleição daquele ano. O caso chegou perto do círculo próximo ao presidente do PT, que se licenciou até ser que as investigações terminassem.

Alternativas

Berzoini chegou a manifestar ao PT e a Lula que não tinha interesse em disputar um novo mandato de presidente do partido. Lula tentou emplacar o nome do assessor da Presidência Marco Aurélio Garcia, que havia exercido interinamente as funções de Berzoini durante a crise dos aloprados. Mas a resistência de setores da bancada federal do partido dificultou a tarefa. A pedido de Lula, Berzoini acabou se reelegendo para o cargo em 2007, encerrando seu segundo mandato no ano passado. “Ocupar a presidência é uma atividade tensa, quem ocupa o cargo precisa saber que existe esta tensão adicional. Eu fui convencido a assumir o cargo”, avalia Berzoini.

Quando o PT teve de substituir o deputado, nomes como Luiz Dulci e Gilberto Carvalho foram sondados, mas não convencidos. Dulci recusou o convite. Já o veto a Carvalho partiu de Lula, que preferia ver seu chefe de gabinete envolvido na campanha para eleger Dilma Rousseff.
Ex-presidente da Petrobas e BR Distribuidora, José Eduardo Dutra colocou-se à disposição do partido. Ele renunciou ao cargo na estatal em agosto de 2009 para e foi eleito em novembro. Empossado em fevereiro de 2010, ele brincou com a troca ao dizer que, ao abrir mão do salário na estatal, sua mãe o perguntou se “ele não tinha juízo”.


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BOA NOITE!!!

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Um trabalhador do grupo France Télécom auto-imolou-se hoje (26) em Bordéus (sudeste da França), no mais recente ato de desespero que volta a questionar os métodos de gestão da empresa marcada por cerca de 60 suicídios desde 2008.

“Estamos consternados com a notícia da morte de um assalariado (…) que pôs termo à vida ao imolar-se esta manhã no parque de estacionamento da agência de Márignac” (arredores de Bordéus), referiu em comunicado a direção da gigante francesa de telecomunicações.

“Os serviços de emergência que chegaram ao local apenas puderam confirmar a morte deste funcionário com a idade de 57 anos”, acrescenta o texto.
De acordo com um responsável sindical, o pai de quatro filhos, funcionário da France Télécom há mais de 30 anos e considerado um “profissional muito reconhecido”, estava sendo forçado a mudar frequentemente de local de trabalho.

“Esta mobilidade imposta forçou-o a vender a sua casa. Escreveu por diversas vezes à sua direção e não teria obtido resposta, como sucede em muitos outros casos”, disse à agência France Presse o líder sindical François Deschamps, do sindicato CFE-CGC-Unsa.
“O método empregue é de uma violência inaudita. Imolar-se pelo fogo não é um ato anódino”, sublinhou.

(Informações do Diário de Notícias e agência LUSA, de Portugal)

abr
26
Posted on 26-04-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 26-04-2011

DEU NO PORTAL TERRA

A presidente Dilma Rousseff defendeu na coluna Conversa com a Presidenta desta terça-feira a expansão do uso da internet como forma de combater as desigualdades sociais e estimular a inclusão de pessoas de mais baixa renda, mas, ao comentar o projeto de massificação da web por meio de banda larga, resumiu: “os serviços de Internet ainda estão caros e lentos no Brasil”.

Na coluna Conversa com a Presidenta, distribuída a jornais de todo o País, Dilma tratou do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) e afirmou em resposta à pergunta de um cidadão que até 2014 a meta é oferecer acesso à internet banda larga com velocidade mínima de 1 Mbps. O custo dos serviços deve girar na casa dos R$ 30 e não inclui a opção de gratuidade. Os serviços privados de internet banda larga oferecem velocidade que vão de 1 até 100 mega para clientes residenciais.

“Queremos internet de alta velocidade para todos os brasileiros, sejam eles do campo ou das cidades, morem em bairros ricos ou nas periferias, cidades grandes ou pequenas”, declarou à coluna em que responde a questões de leitores dos jornais em que o texto é publicado.

O Ministério das Comunicações pretende remunerar estatais, empresas privadas e governos locais detentores de rede de fibra óptica para garantir a meta de universalização de banda larga a todo o País. Atualmente a malha de fibras ópticas apenas pertencente ao sistema Eletrobras é de 16 mil km. A estimativa do governo é que existam 30 mil km de fibras óticas para o programa.

A estatal Telebras, gestora do Plano Nacional de Banda Larga, poderá ainda ter de recorrer ao Tesouro Nacional em busca de recursos que permitam a ela colocar em prática a universalização do acesso à web. O reforço de caixa se justifica pelo fato de a ela ter tido seu orçamento reduzido de R$ 1 bilhão para R$ 589 milhões para o biênio 2010-2011.


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ACORDA, SALVADOR!!! ENQUANTO É TEMPO E AINDA RESTA ALGUMA COISA A SALVAR.

“MAMÃE OXUM, CHORA”

(VHS)

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