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Bradesco: de vento em popa
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Para essa turma dos juros e do agio não há crise nem tempo ruim. É assim desde o tempo da ditadura instalada em 1964. Navegando em maré mansa, atravessou o tempo da repressão e fechamento da economia brasileira; passou bem pelas ondas agitadas da fase de transição democrática, sobreviveu a todos os rombos e escândalos -baianos e nacionais -, surfou com tucanos e segue de vento em popa nos governos petistas.

Confira na reportagem que o portal IG publica esta quarta-feira e na coluna de Guilherme Barros (www.ig.com.br) , a partir da divulgação do mais recente balanço contábil trimestral do BRADESCO, que acaba de sair do forno. É quase certo que outros bancos – privados e públicos – divulgarão balanços de lucros ainda mais invejáveis nos próximos dias. Ôla, lá!

(Vitor Hugo Soares)

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O Bradesco apresentou lucro líquido contábil de R$ 2,702 bilhões nos três primeiros meses deste ano, com expansão de 28,5% perante os R$ 2,103 bilhões apurados em igual intervalo de 2010. Na comparação com o último trimestre do ano passado, contudo, o lucro caiu 9,5%.

Lucro do Bradesco foi o terceiro maior da história dos bancos
Bradesco vê crédito crescendo em ritmo menor em 2011
Ajustado, o lucro da instituição ficou em R$ 2,738 bilhões, com ampliação de 27,5% no confronto com os R$ 2,147 bilhões verificados entre janeiro e março de 2010. O resultado também foi melhor que os R$ 2,684 bilhões registrados no quarto trimestre do exercício passado.

As operações de crédito do banco – considerando avais, fianças, antecipação de recebíveis de cartão de crédito e cessões para Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios e Certificados de Recebíveis Imobiliários – atingiram R$ 284,7 bilhões, com crescimento de 21% em 12 meses.

Pelo critério expandido, considerando outras operações com risco de crédito originadas nas carteiras de pessoas jurídicas, a carteira de crédito atingiu R$ 304,4 bilhões em março, ampliação de 22,6% em 12 meses.

As despesas com provisão para devedores duvidosos situaram-se em R$ 2,360 bilhões nos três meses até março deste ano, contra R$ 2,188 bilhões em mesmo intervalo do calendário anterior. O índice de inadimplência superior a 90 dias correspondeu a 3,6%, redução de 0,8 ponto percentual em relação a março de 2010.

As despesas administrativas e de pessoal somaram R$ 5,576 bilhões, com elevação de 17% em relação aos R$ 4,767 bilhões de janeiro a março de 2010. O Bradesco apresentou ainda total de ativos de R$ 675,387 bilhões no primeiro trimestre, o que implica avanço de 26,8% ante os R$ 532,626 bilhões de um ano antes.

(Mais informações sobre o assunto no portal IG)

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