Neusinha com a filha Laila
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Na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro, onde estava internada desde domingo, morreu esta quarta-feira, aos 56 anos, Neusa Maria Goulart Brizola, a Neusinha, polêmica e indomável filha de Leonel Brizola, ex-governador do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul e um dos políticos mais importantes e combativos do País nos últimos 60 anos.

Autora da música “Mintchura”, de 1983, atravessou largos , dolorosos e emocionalmente marcantes anos de infancia e juventude no Uruguai ao lado do pai exilado , um dos políticos mais perseguidos pela ditadura instalada no Brasil em 1964, e da mãe, dona Neusa Goulart, igualmente valente e combativa. Na infância, ainda no Brasil, Neusinha foi apelidada carinhosamente de “Bahia” pelo pai, “para simbolizar o grande carinho que sempre tive por esse estado brasileiro”, segundo ele próprio explicava.

De volta ao País depois do exílio do pai, que se elegeria governador do Rio pela segunda vez, Neusinha protagonizou muitas polêmicas e alguns escândalos nos anos 80 e 90, quando foi acusada de estar envolvida com drogas , que motivariam conflitos e desentendimentos com Brizola. Em 1993, ela foi presa após visitar um morro carioca com dois amigos.

Em 1987, quando Brizola ainda governava o Rio, Neusinha aceitou posar nua para a revista Playboy. A edição não foi publicada. A filha se reconciliou com o pai antes da morte dele, em 2004.Neusinha tinha dois filhos, Laila e Paulo Cesar.

Segundo o deputado federal Brizola Neto, sobrinho de Neuzinha, que deu a noticia de sua morte no twitterr, “mesmo com todos os desentendimentos que a imprensa sempre explorou, ela foi sempre objeto de um carinho especial de meus avós, será sepultada ao lado deles, em São Borja.”

O jornalista que assina estas linhas, testemunha pessoal desse amor e carinho mútuo em alguns momentos , dá fé e assina estas linhas na partida de uma mulher polêmica ,sincera, moralmente firme e de muita coragem.

(Vitor Hugo Soares)


Joel Silveira: a memória em combate com a burocracia
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Deu na revista digital Terra Magazine ( http://terramagazine.terra.com.br/ )

Claudio Leal

A família de Joel Silveira (1918-2007), um dos mais importantes jornalistas da história da imprensa brasileira, entrará com um recurso especial e extraordinário para o STJ (Superior Tribunal de Justiça) e o STF (Supremo Tribunal Federal) julgarem o pagamento de sua pensão de veterano da Segunda Guerra Mundial.

A justiça federal exigiu a comprovação de que o criador do termo “pracinha”, ex-repórter dos Diários Associados, esteve em zonas de combate. Por causa do impasse, a viúva do escritor, falecida em 2010, não recebeu a pensão do Exército.

“É um absurdo, vou até o fim nessa brincadeira”, diz Elizabeth Silveira, filha do jornalista. A informação foi antecipada pela coluna de Joaquim Ferreira dos Santos, de “O Globo”.

Anos antes de morrer, Joel passou a fazer gastos excessivos com a saúde, além de ter que pagar três acompanhantes. Sempre resistiu a ter uma pensão de ex-combatente, mas acabou aceitando a sugestão de Elizabeth, ao saber que, em caso de morte, o pagamento se estenderia somente até a viúva. Aconselhado por um advogado, na associação dos veteranos da FEB (Força Expedicionária Brasileira), ele entrou com um mandado de segurança. “Só entramos porque sabíamos que a pensão acabaria em minha mãe, ninguém poderia dizer que os filhos queriam coisa nenhuma”, afirma Elizabeth.

O processo foi julgado favorável em primeira instância, em 2006. Quando soube da notícia, Joel ligou para a filha:
– O Exército vai me pagar uma pensão, olha que ótimo!

A notoriedade do escritor não foi reconhecida pela União Federal, que recorreu da decisão. O TRF (Tribunal Regional Federal) da 2ª Região deu provimento ao recurso, alegando que Joel não comprovou sua condição de ex-combatente. A prova é fornecida pelos ministérios militares.

Mestre da reportagem, Joel Silveira morreu em 15 de outubro de 2007. A pensão seria legada a Iracema, sua viúva, mas logo no primeiro mês veio o corte: ela recebeu apenas o equivalente à primeira metade de outubro, quando o marido ainda estava vivo. E mais outra surpresa: o Estado de Sergipe também cortara a pensão deixada por Joel, ex-secretário sergipano da Cultura.

Com a redução do orçamento, Elizabeth precisou vender dois terrenos para manter o padrão de vida da mãe, que tinha osteoporose e precisava dos cuidados de duas acompanhantes. Apesar de ter apresentado sua documentação, Iracema morreu em fevereiro de 2010 sem receber o dinheiro.

A família quer somente o pagamento das pensões correspondentes ao período da morte de Joel até a morte de Iracema – aproximadamente, R$ 200 mil.

Convidada pelo governador sergipano Marcelo Déda (PT), para inaugurar a Ponte Joel Silveira, com a presença do presidente Lula, a família se recusou. “Eu disse poucas e boas ao assessor dele, acho que nunca mais vão querer saber de mim”, conta Elizabeth a Terra Magazine.

Obrigada a provar que Joel Silveira esteve em campo de batalha, como correspondente de guerra, ela se indigna: “Querem prova maior do que a medalha de guerra da campanha na Itália? Além dos livros… Mas esse povo não deve ler”. Numa carta ao neto, que estudava cinema nos Estados Unidos, Joel relatou: “Se não fosse o (Egydio) Squeff (do jornal O Globo) me jogar numa vala, talvez seu avó não estivesse vivo”.

Os jornais brasileiros enviaram para a Itália alguns de seus melhores repórteres, a exemplo de Rubem Braga, Joel Silveira, Raul Brandão e Egydio Squeff, os quais receberam uma patente militar para acompanhar as operações da FEB. Enviado por Assis Chateaubriand, dos Diários Associados, Joel deixou um dos mais famosos relatos sobre os pracinhas: “Eu vi morrer o Sargento Wolff”.


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“Outono”, musica e letra inspiradissimas deste notável alagoano e cidadão do mundo chamado Djavam.

BOA TARDE!!!

Deu na Coluna Poder Online, assinada no portal IG pelos jornalistas Jorge Felix e Tales Faria

A situação no Partido Democratas não está para brincadeiras.

É o que se pode notar, por exemplo, numa rápida conversa com o líder do DEM na Câmara, deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA).

Em entrevista ao Poder Online, ACM Neto diz que não quer nem ouvir falar na proposta de fusão com o PSDB, que o ex-líder Paulo Bornhausen (DEM-SC) defendeu aqui na coluna.

Quanto a Gilberto Kassab, o mínimo que ACM Neto chama-o é de golpista. E avisa que vai tentar expulsá-lo do partido, antes mesmo de o prefeito de São Paulo conseguir fundar o seu PSD.

Ele calcula que só restarão na oposição ao governo Dilma Rousseff cerca de 100 deputados — um número nunca antes tão pequeno –, mas jura que nem por isso seu partido morrerá.
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ACM Neto:”a criação do PSD foi um golpe
mas a oposição resistirá com qualidade”


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Referência da moderna música erudita brasileira e uma das molas propulsoras do movimento tropicalista da MPB, nos anos 60/70, o maestro Julio Medaglia foi demitido da Radio e TV Cultura de São Paulo, onde trabalhou nos últimos 24 anos. Seu nome vem se juntar a uma longa lista de excluídos da Cultura que reúne nomes como os de John Neschling, Salomão Schvarztman, João Carlos Martins, Walter Silva, Fábio Zanon, Fortuna e muitos outros artistas.

Atualmente, apresentava o programa Prelúdio, o primeiro programa de calouros de música erudita da TV brasileira e que vinha revelando, desde 2005, jovens talentos que hoje fazem carreira no Brasil e no exterior, muitos estão tocando ou cantando em Israel, na Alemanha, na OSB, na Jazz Sinfônica e em muitas outras orquestras.

Na Rádio Cultura, mantinha desde 1987, ininterruptamente, o programa diário Tema e Variações, um dos programas duradouros da história do rádio brasileiro. Segundo o maestro, depois de 24 anos de trabalho, a Fundação Padre Anchieta levou um minuto e meio para demiti-lo.

(Informações do site Jornale, do Paraná)

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OPINIÃO POLÍTICA

O tamanho da oposição

Ivan de Carvalho

Não me dei ao trabalho de fazer o levantamento exato sobre quantos deputados realmente na oposição têm os partidos oposicionistas representados na Assembléia Legislativa por considerar que isto não seria necessário para a afirmação do que é notório – que são pouquíssimos.

Um exemplo que põe isso a nu é o PMDB. Elegeu uma bancada de seis deputados estaduais, mas três deles já não podem ser considerados oposicionistas e inclusive se dispõem a ingressar no PSD, o novo partido que está sendo fundado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, pelo vice-governador paulista, Afif Domingos e pelo vice-governador baiano, Otto Alencar, entre outros políticos.

A liderança de Otto Alencar sobre a seção baiana do PSD significa que os políticos, incluindo parlamentares, que estão migrando para a nova e ainda futura legenda o fazem com a disposição de apoiar o governo de Jaques Wagner, do PT. É a este governo que a oposição baiana tem de fazer frente, no âmbito estadual. Evidente que, no âmbito nacional, o confronto desigual é com o governo petista da presidente Dilma Roussef.

Assim, vistas as coisas sob o ângulo dessa esqualidez de quadros políticos oposicionistas (houve baixas pesadas na bancada oposicionista baiana na Câmara federal com as eleições, o que se acentuou mesmo depois do pleito com o fenômeno do adesismo pós-eleitoral e a perda, nas eleições, das duas cadeiras de senador que ainda não estavam sob o controle da base política de Wagner), podem os apressados imaginar que os oposicionistas que restaram estão em situação desesperadora. Mas pode não ser exatamente assim.

É provável que neste momento hajam grandes dificuldades de parlamentares e outras lideranças estaduais dos principais partidos da oposição baiana, a exemplo do DEM, PSDB e PMDB e PR (estes dois últimos, oposição somente em nível estadual, mas não federal), segurar as bases municipais remanescentes e atrair novos militantes.

Daí a declarada disposição do deputado democrata ACM Neto e do presidente da seção estadual do DEM, ex-deputado José Carlos Aleluia, de buscar a renovação com a incorporação de novos quadros a serem buscados com o máximo empenho.

Mas tão poucos são os que se mantiveram firmes na oposição em que o eleitorado os colocou que talvez isto os beneficie. Afinal, é muito praticamente impossível, em um regime democrático, chegar-se a algo próximo de um consenso eleitoral, a uma força tão hegemônica que se aproxime da unanimidade. Enquanto o regime for democrático e a democracia for exercitada, isso é inviável.

Então, sempre haverá uma parcela considerável da população, e mais especificamente do eleitorado, que discordará do governo, a ele se oporá e buscará, em eleições, sufragar os candidatos que estejam alinhados com essa discordância, vale dizer, que estejam fazendo oposição.

Como, na atual conjuntura, em nível estadual e em nível da bancada federal, são poucos os parlamentares e outros políticos de destaque, a exemplo do ex-ministro Geddel Vieira Lima, do ex-governador Paulo Souto, do ex-senador César Borges, do ex-deputado José Carlos Aleluia e do deputado João Almeida, do ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, será fácil a essa parcela oposicionista do eleitorado identificá-los e identificar-se com eles. Como o discurso de oposição, na boca de poucos, como os líderes na Câmara e na Assembléia Legislativa, lhes acarretará visibilidade.

Uma notoriedade que pode ser importante para eles, pessoalmente, em eleições.


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De: betortv | Criado em: 10/08/2007

CLIPE RETIRADO DO FILME
“ENTREI DE GAIATO”
Moacyr Franco cantando uma marchinha de muito sucesso na década de 60

BOM DIA!!!

(vhs)

Moacyr Franco – Me dá um dinheiro aí


Bradesco: de vento em popa
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Para essa turma dos juros e do agio não há crise nem tempo ruim. É assim desde o tempo da ditadura instalada em 1964. Navegando em maré mansa, atravessou o tempo da repressão e fechamento da economia brasileira; passou bem pelas ondas agitadas da fase de transição democrática, sobreviveu a todos os rombos e escândalos -baianos e nacionais -, surfou com tucanos e segue de vento em popa nos governos petistas.

Confira na reportagem que o portal IG publica esta quarta-feira e na coluna de Guilherme Barros (www.ig.com.br) , a partir da divulgação do mais recente balanço contábil trimestral do BRADESCO, que acaba de sair do forno. É quase certo que outros bancos – privados e públicos – divulgarão balanços de lucros ainda mais invejáveis nos próximos dias. Ôla, lá!

(Vitor Hugo Soares)

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O Bradesco apresentou lucro líquido contábil de R$ 2,702 bilhões nos três primeiros meses deste ano, com expansão de 28,5% perante os R$ 2,103 bilhões apurados em igual intervalo de 2010. Na comparação com o último trimestre do ano passado, contudo, o lucro caiu 9,5%.

Lucro do Bradesco foi o terceiro maior da história dos bancos
Bradesco vê crédito crescendo em ritmo menor em 2011
Ajustado, o lucro da instituição ficou em R$ 2,738 bilhões, com ampliação de 27,5% no confronto com os R$ 2,147 bilhões verificados entre janeiro e março de 2010. O resultado também foi melhor que os R$ 2,684 bilhões registrados no quarto trimestre do exercício passado.

As operações de crédito do banco – considerando avais, fianças, antecipação de recebíveis de cartão de crédito e cessões para Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios e Certificados de Recebíveis Imobiliários – atingiram R$ 284,7 bilhões, com crescimento de 21% em 12 meses.

Pelo critério expandido, considerando outras operações com risco de crédito originadas nas carteiras de pessoas jurídicas, a carteira de crédito atingiu R$ 304,4 bilhões em março, ampliação de 22,6% em 12 meses.

As despesas com provisão para devedores duvidosos situaram-se em R$ 2,360 bilhões nos três meses até março deste ano, contra R$ 2,188 bilhões em mesmo intervalo do calendário anterior. O índice de inadimplência superior a 90 dias correspondeu a 3,6%, redução de 0,8 ponto percentual em relação a março de 2010.

As despesas administrativas e de pessoal somaram R$ 5,576 bilhões, com elevação de 17% em relação aos R$ 4,767 bilhões de janeiro a março de 2010. O Bradesco apresentou ainda total de ativos de R$ 675,387 bilhões no primeiro trimestre, o que implica avanço de 26,8% ante os R$ 532,626 bilhões de um ano antes.

(Mais informações sobre o assunto no portal IG)

abr
27
Posted on 27-04-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 27-04-2011


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Jarbas, hoje no Diário de Pernambuco (PE)

abr
27


Dutra: Depressão depois de coordenar
campanha de Dilma Rousseff/IG
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DEU NO PORTAL IG

Em meio a expectativas para uma renúncia do presidente do PT, José Eduardo Dutra, o partido tende a recomeçar neste fim de semana um processo espinhoso: a escolha do novo presidente da legenda. Responsável pela ponte entre o governo e as demandas do partido, o cargo de presidente do PT exige dedicação integral e passou a ser um desafio de equilibrista. No poder há mais de oito anos, o PT balançou durante crises e escândalos que derrubaram e afastaram seus dirigentes. Ao relembrar a temporada no cargo, os ex-presidentes são unânimes: a tarefa é árdua, desgasta, pressiona e exige dedicação integral.

“Ser presidente do PT é caminhar no fio de navalha”, resume ao iG o ex-presidente do partido José Genoino, hoje assessor especial do Ministério da Defesa. Presidente do partido quando estourou a maior crise do governo Lula, o escândalo do mensalão, em 2005, Genoino foi acusado de envolvimento nas denúncias de corrupção e renunciou. “Foi uma época muito difícil porque fui atacado pelo que eu era e não pelo que eu fiz. Não fiz nada ilegal. A presidência do PT é um posto de muita visibilidade “, afirma Genoino.

Sua renúncia foi anunciada durante reunião do Diretório Nacional, no dia 9 de julho de 2005, no Hotel Braston, em São Paulo. O partido estava disposto a apoiar o então presidente, mas foi surpreendido com a notícia de que José Adalberto Vieira da Silva – assessor do irmão de Genoino, José Nobre Guimarães – havia sido preso. Silva foi detido no episódio dos “dólares na cueca” – foram aprendidos com ele R$ 437 mil em dinheiro vivo, R$ 200 mil em uma mala e US$ 100 mil escondidos na cueca.

Diante da crise, Lula precisou intervir para solucionar o problema do comando do PT. Convocou o então ministro da Educação, Tarso Genro, que assumiu interinamente. No entanto, sem apoio de setores do Campo Majoritário – nome dado na época à corrente petista Construindo um Novo Brasil (CNB), a mais forte dentro da sigla – Tarso acabou se retirando da disputa.

Sem ele, Lula apelou para Ricardo Berzoini, então secretário-geral do partido. “Fui presidente devido a circunstância, não almejei o cargo, mas foi uma experiência política incrível”, diz ele. Depois de assumir o partido abalado pela crise do mensalão, Berzoini foi atingido pelo escândalo dos “aloprados”. O apelido foi dado por Lula para descrever petistas presos em 2006, tentando comprar um dossiê para prejudicar candidatos tucanos na eleição daquele ano. O caso chegou perto do círculo próximo ao presidente do PT, que se licenciou até ser que as investigações terminassem.

Alternativas

Berzoini chegou a manifestar ao PT e a Lula que não tinha interesse em disputar um novo mandato de presidente do partido. Lula tentou emplacar o nome do assessor da Presidência Marco Aurélio Garcia, que havia exercido interinamente as funções de Berzoini durante a crise dos aloprados. Mas a resistência de setores da bancada federal do partido dificultou a tarefa. A pedido de Lula, Berzoini acabou se reelegendo para o cargo em 2007, encerrando seu segundo mandato no ano passado. “Ocupar a presidência é uma atividade tensa, quem ocupa o cargo precisa saber que existe esta tensão adicional. Eu fui convencido a assumir o cargo”, avalia Berzoini.

Quando o PT teve de substituir o deputado, nomes como Luiz Dulci e Gilberto Carvalho foram sondados, mas não convencidos. Dulci recusou o convite. Já o veto a Carvalho partiu de Lula, que preferia ver seu chefe de gabinete envolvido na campanha para eleger Dilma Rousseff.
Ex-presidente da Petrobas e BR Distribuidora, José Eduardo Dutra colocou-se à disposição do partido. Ele renunciou ao cargo na estatal em agosto de 2009 para e foi eleito em novembro. Empossado em fevereiro de 2010, ele brincou com a troca ao dizer que, ao abrir mão do salário na estatal, sua mãe o perguntou se “ele não tinha juízo”.

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