Maria Isbert: uma marca do cinema espanhol

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A atriz María Isbert, um dos rostos históricos do cinema espanhol, morreu esta segunda-feira (25) aos 94 anos, no hospital onde estava internada há vários dias, informaram fontes médicas citadas pela agência Efe. A noticia é uma das principais manchetes dos jornais espanhóis e do portal português TSF.

María Isbert, que estava internada desde o dia 17 no Hospital Villarrobledo, em Albacete, devido a complicações de saúde, era filha de um dos atores espanhóis mais populares, Pepe Isbert.

Além do cinema, onde trabalhou com cineastas como Luis Buñuel e Luis García Berlanga, a atriz participou em diversas peças de teatro e séries de televisão, entre as décadas de 1960 e 1980.


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Assim como a fé na ressurreição do Bahia, Mancini é preciso.

BOA NOITE!

( Gilson Nogueira)

Deu no COMUNIQUE-SE. (Portal especializado em notícias de bastidores da imprensa)

Izabela Vasconcelos

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) se irritou com uma pergunta do repórter Victor Boyadjian, da Rádio Bandeirantes, e arrancou o gravador do jornalista, que ficou várias horas sem o equipamento. O senador só devolveu o aparelho no final desta tarde, mas apagou a gravação em que respondia ao questionamento do repórter, se abriria mão de sua aposentadoria como ex-governador do Paraná.

“Ele pegou o gravador e saiu resmungando, dizendo que queria bater no ‘moleque’. O filho dele, que estava no gabinete, me devolveu o gravador, mas não estava com a gravação”, contou o repórter.

Requião prefiriu não falar com a imprensa, mas justificou sua atitude em seu perfil no Twitter, dizendo que não tem “sangue de barata”.

“Acabo de ficar com o gravador de um provocador engraçadinho. Numa boa, vou deletá-lo.”

Em outro comentário, deu a entender que poderia deletar o conteúdo, já que eram suas palavras. “Sou dono da minha entrevista e da minha opinião”.

Parlamentares não podem ser denunciados na Polícia
Segundo o G1, o jornalista tentou registrar queixa na Polícia do Senado, mas teve o pedido recusado, já que apenas a corregedoria da Casa pode registrar ocorrências contra parlamentares. No entanto, o Senado ainda não tem um novo corregedor, desde a morte de Romeu Tuma. Boyadjian então decidiu registrar o caso na 1ª Delegacia de Polícia de Brasília.

O presidente do Comitê de Imprensa do Senado, Fábio Marçal, também enviará uma representação ao presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), para reclamar da atitude de Requião.

Cerca de 500 prisioneiros, na maioria rebeldes talibãs, fugiram durante a noite de domingo da prisão de Kandahar, no Afeganistão, usando um túnel de mais de 300 metros escavado durante cinco meses.

«Foi escavado um túnel de várias centenas de metros […] e 476 ‘prisioneiros políticos’ escaparam», disse esta segunda-feira o diretor da prisão, general Ghulam Dastageer Mayar.

O governador provincial de Kandahar, Tooryalai Wesa, revelou, em comunicado, que se evadiram 474 ‘prisioneiros políticos’ e um criminoso comum.

As autoridades afegãs designam como “prisioneiros políticos” os presumíveis militantes talibãs detidos sem que tenham participado em combates ou ataques.

As autoridades afegãs não avançaram pormenores sobre a identidade dos evadidos, garantindo que alguns já foram recapturados.

A fuga foi reclamada pelos próprios talibãs, que afirmam ter retirado da cadeia 541 prisioneiros, entre os quais 106 comandantes.

(Informações do portal europeu de notícias TSF, de Lisboa)

abr
25
Posted on 25-04-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 25-04-2011

DEU NO IG (ÚLTIMO SEGUNDO)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidenta Dilma Rousseff pressionam o presidente do PT, José Eduardo Dutra, para que ele permaneça à frente da legenda. Internamente, Dutra avisou que quer deixar o cargo, mas o ex-presidente e Dilma ainda tentam convencê-lo do contrário.

Presidente do PT pediu afastamento do cargo em função de uma crise de hipertensão, que deu lugar a uma crise de depressão
Um dos três coordenadores da campanha da petista no ano passado, Dutra se licenciou da presidência do partido no mês passado após uma crise de hipertensão. Segundo fontes do Planalto, no entanto, a hipertensão deu lugar a uma depressão e, recentemente, suspeuta de síndrome do pânico.

Dilma e Lula já demonstraram publicamente o apreço por Dutra durante a campanha eleitoral do ano passado. Um dos “três porquinhos”, apelido dado por Dilma, Dutra comandou as estratégias da campanha eleitoral da presidenta ao lado de Antonio Palocci e José Eduardo Cardozo. Uma das preocupações com a possível saída de Dutra é a sucessão na presidência. Cotado para a vaga, o líder do PT no Senado, Humberto Costa, já disse que não tem pretensão de comandar o partido e está “muito bem” na liderança.

Na semana retrasada, o ex-senador chegou a dizer a colegas de legenda que voltaria ao trabalho após a Semana Santa. Antes do feriado, entretanto, dirigentes já demonstravam pouco otimismo sobre a possibilidade de ele de fato retomar suas funções.

Isolamento

Com a licença, no entanto, Dutra se afastou dos amigos. Há algumas semanas, o ministro da Justiça tentou contato por telefone com Dutra, mas não obteve sucesso. Preocupado com a sua situação, enviou uma mensagem ao amigo e, ao receber a resposta, se emocionou e se colocou à disposição para ajudar o antigo companheiro de viagens.


Dutra: depressão e saída depois da vitória
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DEU NO IG (Último Segundo)

O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, comunicou ao partido que decidiu deixar o cargo. A decisão do dirigente, que já havia se licenciado por motivos de saúde, foi comunicada na manhã desta segunda-feira à direção petista e já mobilizou os preparativos para um novo processo sucessório dentro da legenda.

O iG apurou que a saída de Dutra foi um dos assuntos de uma reunião entre dirigentes petistas e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Até ontem à noite, a permanência de Dutra na presidência do partido ainda era uma incógnita. Na semana retrasada, o ex-senador chegou a dizer a colegas de legenda que voltaria ao trabalho após a Semana Santa. Antes do feriado, entretanto, dirigentes já demonstravam pouco otimismo sobre a possibilidade de ele de fato retomar suas funções.

Dutra decidiu se licenciar da presidência do PT em março, após sofrer uma crise de hipertensão. O quadro foi agravado por um diagnóstico de depressão. A amigos, o ex-senador vinha se dizendo sobrecarregado pelas atividades de dirigente e demonstrava forte desânimo em relação ao cargo.

Na avaliação de colegas de partido, pesou o fato de Dutra não ter conseguido uma cadeira no Senado, em uma negociação que vinha sendo conduzida desde a eleição do ano passado. Dutra foi coordenador da campanha da presidenta Dilma Rousseff ao Palácio do Planalto e estudava de início uma candidatura a deputado federal, opção abandonada ainda na época dos preparativos para o pleito. Os planos políticos do petista passaram, então, a se apoiar na possibilidade de ocupar a vaga do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), na hipótese de ele compor o ministério de Dilma. A indicação não se confirmou.

Embora ainda não tenha sido feito um anúncio oficial, dirigentes petistas já começaram a discutir a substituição de Dutra. O cargo é considerado estratégico para conter as dissidências internas da legenda e evitar que a disputa partidária tenha reflexos no governo federal. Na época em que Dutra foi conduzido ao cargo, poucos petistas se ofereceram para exercer a função. Ele sucedeu ao deputado Ricardo Berzoini, que exerceu dois mandatos consecutivos na presidência petista.

O caso de Dutra deve entrar nas discussões da próxima reunião do diretório nacional petista, agendada para os dias 29 e 30. Alguns setores da sigla sugerem que o mandato de Dutra seja cumprido até o fim pelo presidente interino Rui Falcão. Outra opção seria delegar a tarefa de eleger um novo presidente aos 81 membros do diretório nacional. Ainda assim, já começam a circular dentro da legenda propostas para que seja convocado o congresso do PT, o que permitiria ao partido recrutar delegados por todo o País para ampliar o processo de escolha.

abr
25
Posted on 25-04-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 25-04-2011


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Lute , no Hoje em Dia (MG)

abr
25
Posted on 25-04-2011
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 25-04-2011


FHC: um apelo no vazio
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OPINIÃO POLÍTICA

A oposição em colapso

Ivan de Carvalho

A oposição brasileira parece, melhor será dizer que está mesmo, totalmente desnorteada. E quase em ruínas. O que, diga-se de passagem, pois é assunto para outras ocasiões, é muito ruim para a democracia e o exercício do regime democrático.

O principal partido que compõe a oposição, o PSDB, que conseguiu nas urnas de outubro passado os governos de oito Estados, dentre eles os dos dois maiores colégios eleitorais do país – São Paulo e Minas Gerais – está um saco de gatos.

Os tucanos que estão dentro dele, no que menos pensam é em traçar estratégias e táticas para arranhar o governo e o seu partido base, o PT. Preferem usar as unhas uns contra os outros, numa batalha fratricida pela candidatura a presidente da República em 2014 e, secundariamente, pela disputa de espaço político em São Paulo.

A única tentativa até agora feita de prospectar uma estratégia foi o longo artigo sócio-político do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Mas logo ficou claro que sua proposta não faz em seu partido, de modo que cada um se dispõe a continuar empurrando ou puxando a legenda para sua sardinha e pronto.

José Serra, ex-governador de São Paulo atualmente sem mandato, não está satisfeito em ter sido candidato a presidente da República duas vezes. Quer mais. O senador Aécio Neves, ex-governador de Minas Gerais, que deixou a Serra a chance passada, mas não suou a camisa para ajudá-lo, quer para si mesmo a próxima chance. Vai lutar. Ele, mas o partido, Deus é que sabe.

O presidente nacional da legenda, Sérgio Guerra, foi, de mala e cuia, para o lado de Aécio. Está um horror para os tucanos conseguirem um espaço político para o inconformado José Serra – um espaço, entenda-se, com o qual Serra se conforme.

Desde há muito o segundo mais importante partido da oposição, o Democratas (antes, PFL) está em colapso. Os eleitores não lhe deram refresco, mas o pior foi o “day after”, pois logo após as eleições o principal quadro do DEM, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, vendo que pelo DEM não teria como disputar com chances o governo paulista em 2014, resolveu criar novo partido, que seria formado em grande parte com políticos insatisfeitos no DEM ou ansiosos, outros, por uma via de aproximação com o governo federal.

Isto fez murchar o DEM, inclusive porque o grupo minoritário, mas expressivo, do ex-senador catarinense e ex-presidente da legenda, Jorge Bornhausen, aderiu ao projeto do PSD de Kassab, onde já estava também o vice-governador de São Paulo, Afif Domingos, o outro mais importante político do Democratas em São Paulo.
Ora, apesar de com origem principalmente em políticos de oposição (nem todos), o PSD parece não estar aí para fazer oposição. Kassab começou dando-lhe publicamente uma conotação de legenda governista, “à disposição da presidente Dilma Roussef”, mas não demorou a recuar para a posição de partido “independente”, devido à reação de Afif Domingos, historicamente um liberal tanto política quanto economicamente, e mais alguns. Também o senador Bornhausen, que está conseguindo a adesão do governador democrata Raimundo Colombo, de Santa Catarina, ao PSD, é da linha liberal. E esta não é – declaradamente não é – a linha do governo.

Para onde vai, então, o PSD? Talvez para nenhum lugar, já que, pelo menos até agora, não sabe para onde quer ir. Nem é certo que fique “independente”, uma coisa que existe, em política, mas somente em caráter provisório, enquanto se aguardam os fatos e se analisam os interesses que devem levar a uma opção. O problema do PSD é que uma opção (governista ou oposicionista) pode fracionar o partido, devido à sua composição.


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Canyons do São Francisco:mergulho belo e profundo
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“Óia eu aqui de novo”, como no xaxado famoso de Antonio de Barros, que o rei do baião Luiz Gonzaga consagrou e o baiano Gilberto Gil renovou sob maravilhosa roupagem de interpretação e arranjo .

Só posso dizer, por enquanto, que foi maravilhoso enquanto durou (cinco dias) este profundo e demorado mergulho na águas do São Francisco, lá pelas barrancas sergipanas e alagoanas do rio da minha aldeia, que dividem a grandiosidade da represa e da usina de Xingó, ornamentada pelos canyons fantásticos que ornam o rio querido da minha aldeia até a sua chegada apoteótica em Paulo Afonso e Santo Antonio da Glória, em terras baianas da minha infância mais feliz.

Mergulhar outra vez naquelas águas profundas e benditas ( em cujas proximidades alguns desvairados pretendem instalar uma usina nuclear, provavelmente movida a combustível de muita grana e grandes interesses políticos e econômicos) é coisa indescritível.

Não tentarei fazê-lo.Deixo apenas o estímulo para que cada um viva essa experiência maravilhosa, pelo menos uma vez na vida.

FELIZ PASCOA A TODOS.

E BOA TARDE, no retorno de

( Vitor Hugo Soares)

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