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DEU NO JORNAL HOJE EM DIA, DE BELO HORIZONTE(MG)

Luciana Nunes Leal

Multado na madrugada de domingo (17) por ter se negado a fazer o teste do bafômetro e por estar com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida, o senador Aécio Neves recomendou, em 2009, que motoristas não dirigissem depois de ingerir bebidas alcoólicas. Na época, quando a Lei Seca completava um ano, Aécio era governador de Minas Gerais e havia determinado a intensificação das blitze em todo o Estado.

“Prefiro que uma pessoa passe o carro para alguém que não bebeu do que leve uma multa e perca sete pontos na carteira”, disse Aécio, em entrevista que pode ser vista no site Youtube (veja o vídeo acima no Bahia em Pauta). “Nesses grandes locais de concentração de pessoas e festas, onde acidentes ocorrem com frequência, montamos essa estratégia. As saídas desses locais serão fiscalizadas com bafômetro, que acredito ser uma forma de educar com um pouco mais de vigor”, afirmou o então governador mineiro.

Aécio foi parado em blitz por volta das 3 horas (da madrugada de domingo), quando ia para seu apartamento, no Jardim de Alá, área nobre da zona sul, entre Ipanema e Leblon. O senador tem uma cobertura na quadra da praia. Hoje, o Land Rover (modelo Range Rover) preto de Aécio, com placa de Belo Horizonte, estava estacionado na garagem do edifício. No fim da manhã, o governador saiu de táxi para o aeroporto e embarcou para a capital mineira. Um pouco mais tarde, a namorada de Aécio, Letícia Weber, que o acompanhava na madrugada de domingo, deixou o apartamento.

Segundo a assessoria do senador, o carro foi levado até o edifício por um motorista de táxi chamado por Aécio. O senador negou que tenha se recusado a fazer o teste do bafômetro. Depois de receber a notificação do Detran, Aécio terá 15 dias para recorrer à Junta de Defesa Prévia. O senador foi multado em R$ 957,70 pela recusa do bafômetro e em R$ 191,54 pela habilitação vencida há mais de trinta dias.

SERGIO CABRAL

Amigo de Aécio, o governador Sérgio Cabral (PMDB) disse hoje que o caso está encerrado e que o senador agiu “como um cidadão comum” ao chamar uma pessoa para conduzir o carro. “O Aécio agiu com a simplicidade que o caracteriza. Ele me ligou elogiando a educação do pessoal da Lei Seca. Aécio é meu amigo querido que o Rio respeita e gosta”, disse o governador.


Gustavo e Alessandra:morte na pousada
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DEU NO DIÁRIO DE MINAS

Os namorados Gustavo Lage Caldeira Ribeiro, de 23 anos, e Alessandra Paolinelli, de 22, morreram asfixiados por monóxido de carbono. É o que confirma laudo de necropsia do Instituto Médico Legal (IML).

O documento, anexado nesta segunda-feira ao inquérito policial, reforça a hipótese de que a inalação de gases provenientes da lareira resultou nas mortes. Resta saber se trata-se de problemas no projeto da pousada Estalagem do Mirante ou se o que ocorreu foi apenas um erro de operação das vítimas.

O Instituto de Criminalística tem até amanhã (19) para concluir dois laudos que devem ajudar a responder às perguntas.


Eike: ações caem em seis empresas
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DEU NA COLUNA DE GUILHERME DE BARROS (PORTAL IG)

O valor de mercado das seis empresas em Bolsa do empresário Eike Batista caiu R$ 11,9 bilhões, segundo estudo da Economática.

De um total de R$ 88,2 bilhões na sexta-feira passada, o valor das empresas de Eike caiu para R$ 76,3 bilhões

Só a OGX Petróleo, a principal empresa, a queda foi de quase R$ 11 bilhões em apenas um dia: de R$ 63,5 bilhões para R$ 52,6 bilhões.

As outras empresas de Eike que desabaram hoje foram as seguintes: Portx, OSX Brasil, LixLog, MPX Energia e MMX Mineração.

Neste ano, de acordo com o estudo de Einar Rivero, da Economática, o valor de mercado da seis empresas de Eike Batista caiu R$ 9,6 bilhões: de R$ 86 bilhões em 31 de dezembro do ano passado para R$ 76,3 bilhões hoje.

Leia mais no IG ( www.ig.com.br )


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Maneiras

Zeca Pagodinho

Composição : Silvio da Silva
Se eu quiser fumar eu fumo, se eu quiser beber eu bebo
Eu pago tudo que eu consumo com o suor do meu emprego
Confusão eu não arrumo, mas também não peço arrego
Eu um dia me aprumo, pois tenho fé no meu apego
Eu só posso ter chamego, com quem me faz cafuné
Como o vampiro e o morcego é o homem e a mulher
O meu linguajar é nato, eu não estou falando grego
Eu tenho amores e amigos de fato,
Nos lugares onde eu chego
Eu estou descontraído, não que eu tivesse bebido
Nem que eu tivesse fumado pra falar de vida alheia
Mas digo sinceramente, na vida, a coisa mais feia
É gente que vive chorando de barriga cheia
É gente que vive chorando de barriga cheia

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BOA TARDE!!!
(VHS)

abr
18
Posted on 18-04-2011
Filed Under (Artigos, Newsletter) by vitor on 18-04-2011


Mulheres e bebida: doses e copos aumentam
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Pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde mostra que as mulheres brasileiras estão mais próximas de dois fatores de risco que aproximam câncer, diabetes, hipertensão do universo feminino: o consumo de álcool exagerado e o tabagismo.

Os dados apresentados nesta segunda-feira (18/4), indicam que hoje 10% da população feminina bebe mais de quatro doses alcoólicas quando decide sair para beber, comportamento chamado na literatura especializada de “bebedora pesada”. Em 2006, primeiro ano em que o estudo federal foi realizado, este índice feminino era de 8%.

O estudo, chamado de Vigitel, entrevistou, por telefone, 54 mil pessoas maiores de 18 anos, moradoras de todas as capitais do Brasil e também do Distrito Federal.

Tabagismo

Além de não terem aumentado os índices de consumo exagerado de álcool nos últimos anos, a pesquisa indicou que os homens estão fumando menos. Atualmente, 17,9% deles são fumantes.

“Em 1989, quando as primeiras pesquisas sobre tabagismo foram realizadas, o índice de fumantes era de 34%”, afirmou Deborah Malta, coordenadora do departamento de doenças crônicas do Ministério da Saúde.

Segundo Deborah, a primeira edição do Vigitel foi realizada em 2006 e, em todos os anos, foi identificada uma redução do hábito de fumar. “Esta redução foi puxada pelos homens, que somavam 20,2% de fumantes em 2006 e hoje são 17,2%. As mulheres ficaram estáveis nestas estatísticas, sempre na casa dos 12%.”

Leia mais sobre o assunto no IG (www.ig.com.br)

abr
18
Posted on 18-04-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 18-04-2011


Thomsen: “homem dos olhos azuis” do FMI em Lisboa/DN
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Passavam poucos minutos das 9:30 quando o Paul Thomsen entrou no ministério das Finanças para a segunda fase da negociação do resgate (do empréstimo para pagamento da dívida de Portugal) .

O “homem dos olhos azuis”, como ficou conhecido, está reunido com Teixeira dos Santos e os enviados do Banco Central Europeu e da Comissão Europeia.

O ministro das Finanças chegou perto das dez horas.

Depois de uma semana a tirar a radiografia das contas públicas, a Troika passa agora à fase de negociação.

Em troca dos cerca de 80 mil milhões de euro de empréstimo, Portugal terá de se comprometer com medidas de austeridade.

O acordo com a Troika terá de fixar a duração do empréstimo e o juro.

(Informações do jornal português Diário de Notícias)

abr
18
Posted on 18-04-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 18-04-2011


Frank, hoje na Notícia (SC)

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Mesmo que à primeira vista possa parecer, a música para começar a segunda-feira no Bahia em Pauta nada tem de pirraça ou ironia às atribulações do fim de semana do senador por Minas Gerais e ex-governador dos mineiro, Aécio Neves, na madrugada de ontem no bairro boêmio do Leblon, no Rio de Janeiro.

Na verdae, “A Volta do Boêmio” quer lembrar que no triste 18 de abril de 1998, morria o cantor Nélson Gonçalves, vitimado por um ataque cardíaco, aos 78 anos.

Personagem incluído com honra e mérito na galeria dos maiores da música brasileira, Nelson teve mais de 60 milhões de discos vendidos ao longo de sua carreira, iniciada aos 17 anos. O artista, 13 anos depois de sua morte. segue sendo uma das maiores referências da música romântica e dos boêmios do País.

O jovem senador Aécio Neves, por mais que se esforce, não chega nem perto do eterno “Rei da Boemia”.

Saudades sempre de Nelson Gonçalves.

(Vitor Hugo Soares)


Ministro Cardoso: surfando na onda dos chips

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OPINIÃO POLÍTICA

ELE VAI TIRAR O CHIP

Ivan de Carvalho

A proposta, de iniciativa do presidente do Senado e do Congresso Nacional, José Sarney, com apoio de outros políticos, de aproveitar a comoção pública com o massacre na escola de Realengo, no Rio de Janeiro, para realizar um plebiscito sobre a comercialização de armas e munições no país, parece estar morta.

Convém lembrar que em 2005 foi realizado um referendo com igual objetivo e a resposta amplamente majoritária foi “não”, isto é, que não se devia extinguir a comercialização de armas e munições. Desse “não” resultou, como se sabe – um pouco na contramão da seca decisão popular, mas compreensível, dentro das condições brasileiras – uma lei federal conhecida como Estatuto do Desarmamento e da qual foi relator, com forte influência sobre o conteúdo e o texto final, o então senador baiano César Borges.

O massacre de Realengo trouxe de volta a idéia de repetir como plebiscito o referendo de 2005. Recorde-se que a elite política brasileira, quando entende de fazer uma coisa e tem de perguntar ao povo, não desiste facilmente se recebe um não. Fica aguardando outra oportunidade para renovar a tentativa.

O presidencialismo veio com a República. Em circunstâncias políticas críticas, o Congresso mudou, em 1961, o sistema para parlamentarismo. Em 1963, um plebiscito restabeleceu o presidencialismo. Pronto? Não. A Constituição de 1988 quis tentar outra vez. Determinou um novo plebiscito sobre o sistema de governo. Foi realizado em 1993. “Vade retro, Satanás”. A tentação foi repelida com acachapante maioria.

Agora, o presidente da Câmara, Marco Maia, do PT, já disse que é contra a proposta plebiscitária de Sarney sobre o comércio de armas. O presidente da OAB, Ophir Cavalcante, também. O presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados, Mendonça Prado, do DEM, também se declarou contra. Prado qualificou a proposta do plebiscito corretamente: uma cortina de fumaça para encobrir a inação do Estado brasileiro ante a circulação de armas no país.

O mais novo ministro do STF, Luiz Fux, que estreou no tribunal com um voto acertadíssimo sobre a Lei da Ficha Limpa – apesar das críticas que sofreu por desagradar a parte da população menos consciente das implicações da questão e setores da mídia sem maior compromisso com a integridade do sistema jurídico brasileiro –, ao por as garantias constitucionais acima do favor popular, declarou-se contra o plebiscito. Acha ele que “o povo votou errado” no referendo de 2005 e que medidas legislativas podem ser tomadas, mas nada de plebiscito a respeito.

Já o presidente da OAB, Ophir Cavalcante, afirma que fazer agora um novo plebiscito pode ser um desrespeito à vontade popular expressa no plebiscito de 2005. Presumo que Cavalcante veria risco de desrespeito maior se o Congresso agora legislar na contramão absoluta do que foi decidido no plebiscito tão recente. Mas o ministro Luiz Fux sugere uma idéia que, humildemente, considero perigosa, mesmo que se lhe dê respaldo legal. “Não entra na casa das pessoas para ver se tem dengue? Tem que ter uma maneira de entrar na casa das pessoas para desarmar a população”, afirmou quinta-feira ao G1.

Imagino que um alvo seriam as casas das pessoas que têm armas registradas, legais e que seriam tornadas ilegais. O segundo alvo seria ainda mais questionável: as casas das pessoas em cujo nome não consta registro de arma de fogo. Entrar, a título de que? Para ver se tem febre amarela, varíola, dengue ou revólver? Ação de busca e eventual apreensão sem indício algum que leve a suspeita?

Mais esquisita é a proposta do Ministério da Justiça, surfando na onda mundial e avassaladora de monitoramento do cidadão e seus pertences. Botar chip nas armas. Nas vendidas legalmente e registradas, presumo. E nas que o Ministério da Justiça não impede que sejam contrabandeadas? E os bandidos levarão suas armas à Polícia Federal e às polícias estaduais para que sejam colocados chips? E se alguma arma com chip chegar às mãos do bandido? O que será que ele vai fazer, ministro José Eduardo Cardozo? Ora, Zé, ele vai tirar o chip.

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