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Posted on 16-04-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 16-04-2011


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A empresa de telefones T-Mobile lançou um anúncio na Internet que mostra uma forma diferente do príncipe William e Kate Middleton entrarem na Igreja, segundo assinala o jornal espanhol ‘El Mundo’.

Nesta versão, a família real britânica desfila ao som de “House of Love”. O vídeo foi realizado por Saatchi&Saatchi e filmado na igreja de São Bartolomeu (a mesma do filme “Quatro Casamentos e Um Funeral).

Mais de 130 atores participam no vídeo, sendo que os principais protagonistas são muito parecidos com os verdadeiros membros da família real britânica.

O vídeo termina com a frase “A vida é para partilhar” e já tem mais de 500 mil visualizações no YouTube, não chegando contudo ao número espetacular de visualizações do vídeo que o inspirou – o do casal Kevin Hines e Peterson Jill, que superou os 60 milhões de visitas.

(Informações do jornal português Diário de Notícias)

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Rodelas(BA):na rota de um plano insensato
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CRÔNICA/ LOUCURAS

De Chernobyl a Chorrochó

Janio Ferreira Soares

Quando no início dos anos 80 circulou a notícia de que o Raso da Catarina poderia abrigar o lixo atômico produzido pela Usina Nuclear de Angra dos Reis, poucas pessoas da região ficaram sabendo já que na época as informações chegadas por aqui eram basicamente sonoras e tão esparsas como as gotas que insistem em cair de nossas magras nuvens, ora para verdejar o marrom da paisagem, ora para renovar a fé dos sertanejos que só carecem de um leve sereno para arar o solo, enterrar as sementes e sonhar com a fartura que nunca vem.

Em seguida, como na Triste Partida – genial poesia de Patativa de Assaré que Luiz Gonzaga imortalizou com sua voz de serenar vaqueiros e tanger boiadas -, setembro passou, outubro e novembro, e o boato foi perdendo força até retornar por meio de uma assustadora rede de comunicação, que faz chegar aos confins do sertão desde a foto da tatuagem no cóccix da atriz, até essa nova investida de instalar na região não mais os resíduos radioativos, mas a própria Usina Nuclear, dessa vez até com um GPS dedo-duro indicando Rodelas e Chorrochó como os locais apropriados para a construção desse monumento à loucura.

Quanto a Rodelas, terra do bravo escritor João Justiniano, não sei, mas dizem que a escolha de Chorrochó se deu pela sua semelhança fonética com Chernobyl, e que até anda rolando uma disputa silenciosa entre os grandes estúdios para ver quem se antecipa à tragédia e começa a rodar o já clássico “De Chernobyl a Chorrochó”, cuja idéia é transformar o sertão num imenso apocalipse com centenas de pebas e preás fosforescentes lançando raios esverdeados sob a noite do sertão, que então será invadido por Lady Gaga – que fará uma seriema cibernética que vira uma avestruz de quatro patas por conta da radiação -, e por Bono Vox, que disfarçado de tatu-bola tenta convencer alguns calangos a dar um abraço simbólico na catinga, mas é abatido por cangaceiros zumbis que durante o escalpo, gritam: “agora só falta o Sting!”.

Brincadeiras a parte, que Santo Antônio da Glória e São Francisco nos protejam.

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura e Turismo de Paulo Afonso, bem perto de Rodelas e Chorrochó, na margem baiana do Rio São Francisco


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Composição de Vicente Paiva & Jayme Redondo
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Acabamos de retornar da igreja do belissimo santuário da Mãe Rainha, no bairro do STIEP, em Salvador, onde foi celebrada a missa de um ano da morte de Dimas Josué Melo da Fonseca. Um dos fundadores, moderador , firme e leal sustentáculo deste site blog enquanto viveu, mesmo nas mais difíceis condições de saúde de seus últimos dias. Todo reconhecimento é pouco para ele.

Dimas faleceu no dia 12 de abril de 2010 e o templo vibrava em tom de saudade na manhã deste sábado, 16, data escolhida para a missa pela família do ex-engenheiro e auditor fiscal do estado da Bahia, e mestre da informática com serviços prestados e reconhecimento profissional e humano quase que no país inteiro – como ficou patente nas mensagens por ocasião de seu falecimento .

A emoção tomou conta dos presentes (viuva, filhos, pais e muitos parentes, amigos e admiradores presentes), quando no final do ato religioso foi entoado o canto brasileiro da Ave Maria que Fafá de Belém tornou mundialmente famoso na missa do Aterro do Flamengo, quando da visita do Papa Paulo VI ao Rio de Janeiro.

Fafá canta neste começo de tarde em que o BP compartilha com seus leitores um pouco da emoção do preito de saudades a Dimas.

(Vitor Hugo Soares, editor, em nome de todos os que fazem o Bahia em Pauta)

abr
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Posted on 16-04-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 16-04-2011


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Duke, hoje no Super Notícia (MG)


Adalberto Cândido, filho de João Cândido,
é um dos entrevistados
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Maria Olívia

Em 1910, ocorreu uma rebelião militar na Marinha do Brasil: a Revolta da Chibata. Naquela época, o recrutamento militar era obrigatório e acabava recaindo sobre a população mais pobre, que não contava com prestígio político para livrá-la do serviço militar obrigatório. O corpo militar tinha uma série de castigos físicos sob seus membros inferiores (soldados, cabos e sargentos), quase todos por desvio de conduta, e que eram feitos com açoitamentos.

Após a condenação de Marcelino Rodrigues Meneses a 250 chibatadas, em 1910, com obrigatoriedade do restante dos marinheiros a assistirem ao castigo, esses se revoltaram. E, em 22 de novembro, durante a noite, eles se rebelaram e tomaram o controle do navio Minas Gerais. Outros três navios: São Paulo, Bahia e Deodoro, aderiram ao movimento.

Seu líder foi o marinheiro João Cândido. O comandante do Minas Gerais, junto com outros oficiais acabou sendo morto, e o conflito ganhou dimensões de luta armada, ocorrendo morte também do lado dos marinheiros.

Por iniciativa do senador Rui Barbosa, o então presidente Hermes da Fonseca aprovou uma proposta que atendia os marinheiros e ainda lhes concedia anistia, ou seja, eles não seriam presos. O ex-presidente ficou sem saída, uma vez que os navios estavam ancorados na Baía de Guanabara, apontados diretamente para o centro da cidade.

Dessa forma, os revoltosos depuseram armas e se entregaram às autoridades. As reivindicações dos rebelados eram duas: o fim dos castigos corporais e a melhoria na alimentação.

Os castigos foram realmente encerrados, porém, a anistia não ocorreu. Os líderes do movimento foram presos, entre eles João Cândido. As condições no cárcere eram extremamente degradantes e muitos desses líderes morreram na prisão. João Cândido, porém, sobreviveu e acabou absolvido em julgamento realizado em 1912. Faleceu em 1969 e ficou conhecido como o Almirante Negro.

Agora essa história será lembrada no documentário Cem anos sem chibata, do diretor Marcos Manhães Marins, que a TV Brasil estreia no sábado (16), às 22h.

Com a participação de historiadores brasileiros e estrangeiros, parentes de João Cândido, líderes de movimentos sociais, marinheiros, almirantes, e do ator Antônio Pitanga, o longa contém trechos do único registro de voz de João Cândido, “depoimento para posteridade”, dado em entrevista a Ricardo Cravo Albin, no Museu da Imagem e do Som, em 1968.

Cem anos sem chibata confronta a história oficial com a historiografia acadêmica e a tradição oral, para revelar melhor as causas e consequências da revolta que acabou com a chibata pela Marinha de Guerra antiga. A última vez que um marinheiro levou chibatadas aqui no Brasil foi em 21 de novembro de 1910. Há alguns meses, portanto, o país todo comemorava os 100 anos do fim daquele castigo. Hoje, já fora do ambiente de comemorações, investiga-se a importância do fato, e estratégias dos movimentos sociais e das instituições militares sobre o tema. Inédito.

Título: Cem anos sem chibata. Brasil, 2010. Gênero: Documentário. Direção de Marcos Manhães Marins.

Maria Olívia é jornalista


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OPINIÃO POLÍTICA

A nova herança maldita

Ivan de Carvalho

O ex-presidente Lula gastou parte expressiva de seus oito anos de mandato acusando, com o entusiasmado coro do PT, o antecessor, Fernando Henrique Cardoso, de lhe haver deixado uma “herança maldita”.

Nem tudo que FHC deixou foi bom.
Deixou uma segurança pública, que é da competência primária dos Estados. Mas a União tem uma grande responsabilidade que, se não assumida em toda sua dimensão – consideradas as condições do mundo de hoje e as características da quase fictícia Federação brasileira – torna os Estados incapazes para cumprir com um mínimo de êxito sua atribuição de garantir a segurança das pessoas.

Deixou também um sistema de saúde que, apesar de na época ainda existir a tão pranteada, pelos governos, e tão pouco saudosa, pela sociedade, CPMF, era uma perfeita porcaria.
Deixou uma grande parte da infraestrutura do Estado brasileiro em situação crítica, por falta de recursos para investimento, já que o serviço da dívida pública levava quase tudo que não era gasto em pessoal, em custeio ou surrupiado pela corrupção.

Deixou, depois do quase milagroso Plano Real, que estabilizou a economia apesar de uma política cambial errada que fragilizou o país para o enfrentamento das graves crises financeiras internacionais (a exemplo da russa e a dos “tigres asiáticos”, uma ameaça de retorno da inflação que não fora extinta, mas fora domada. Conseguira-se a estabilidade econômico-financeira.

O que fez Lula em oito anos com essa “herança maldita”, além de amaldiçoá-la?

Deixou que a insegurança pública aumentasse descontroladamente. Nisto, Lula passou à dileta sucessora e correligionária Dilma Roussef uma situação muito pior do que a situação terrível que encontrou.

Na questão do, no seu dizer, “quase perfeito” – como é possível um presidente de país respeitável passar tão longe da verdade em assunto tão sério? – sistema público de saúde, o presidente Lula, a certa altura, perdeu a CPMF, que não reforçava o caixa da Saúde, porque do que dela entrava por um lado, o governo tirava, no Orçamento da União, pelo outro. A perda da CPMF, que andam querendo recriar com mil desculpas esfarrapadas, não piorou o SUS, como sua existência não o havia melhorado. E se a recriarem, seja com que nome for, não vai fazer diferença para o SUS – mais uma vez. Para os contribuintes, vai.

Quanto à infraestrutura, a exemplo da malha rodoviária, da energia elétrica e outros itens, quase todo o governo de Lula foi igual ao de FHC. Paradão. E cresceu a máquina estatal, aumentando gastos de pessoal e custeio, bem como agigantou-se a dívida pública da União.

Apesar da insuportável carga tributária que a sociedade paradoxalmente continua suportando, como que anestesiada por um
trauma (os traumatologistas entendem isso), quase tudo que sobrava do pessoal, do custeio e da dupla “Desperdício e Corrupção” ia para pagamento do serviço da dívida, para o Bolsa Família e para miríades de ONGs aparelhadas.

Já escrevi aqui recentemente que a presidente Dilma não pode se queixar, por impedimento político, mas recebeu uma imensa herança maldita. E, nessa herança, peça de destaque e mais na moda atualmente é a inflação, gerada pela gastança de 2009 para fazer da crise financeira internacional uma “marolinha” – que nem tão inha foi – e da gastança de 2010 para ganhar a eleição, não esquecendo o crédito amplo, geral e irrestrito que acabou estimulando o consumo, e com ele a demanda além da oferta. E ainda apareceu (já não mais aí a herança maldita) agravou-se o problema cambial da super-apreciação do real.

abr
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FHC recebe flechadas no Brasil e…
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…Mario Vargas Lhosa no Peru

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ARTIGO DA SEMANA

Llosa e FHC: sob fogo cerrado

Vitor Hugo Soares

Crivado de flechas impiedosamente – como o São Sebastião da música de Chico Buarque -, o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso anda atônito e desolado. Sobre ele desabam saraivadas de críticas, partidas indistintamente de adversários e aliados. Entre estes (o que mais dói como dá para sentir nas reações de FHC) combatentes da primeira hora do PSDB – políticos e intelectuais de mais rica plumagem no tucanato brasileiro.

O mais espantoso: o fogo cerrado começou imediatamente depois do presidente honorário do PSDB produzir – em tempo de muita intriga e pensamento ralo e rasteiro – um dos mais brilhantes, completos e elevados textos políticos em forma e conteúdo sobre os descaminhos e equívocos das oposições no Brasil.

Aparentemente, uma única frase, que inclui a palavra “povão”, fez explodir toda a arenga: “Enquanto o PSDB e seus aliados persistirem em disputar com o PT influência sobre os movimentos sociais ou o povão, isto é, sobre as massas carentes, e pouco informadas, falarão sozinhos”, escreveu Fernando Henrique Cardoso no ensaio “O papel da oposição”, produzido para a revista “Interesse Nacional”, que começa a circular esta semana.

Pronto, estava aceso o estopim de uma das maiores e mais ácidas polêmicas de que se tem notícia no País ultimamente. Pouca gente (petistas “e tucanos principalmente”, como se queixa o autor), pareceu interressada de verdade em seguir adiante na leitura do texto. Repita-se, escrito exemplar no estilo e conteúdo didaticamente elucidativo sobre métodos, estratégias e jeito de fazer oposição atualmente.

No Decálogo do Estadista, Ulysses Guimarães, o oráculo do antigo MDB, de cuja costela nasceu o PSDB de Fernando Henrique, ensina no sétimo mandamento: em política deve-se evitar ao máximo “proferir palavras irreparáveis”.

Se o termo irreparável for escrito e divulgado para milhões, então, tudo fica muito mais complicado e avassalador, pois obriga, algumas vezes, a uma das tarefas mais inglórias da comunicação: “o autor precisar explicar no dia seguinte o que escreveu na véspera para seus leitores”, como ensinava na redação do Jornal do Brasil e em seus livros preciosos de jornalismo, o saudoso editor nacional Juarez Bahia.

A Paciência é o sétimo mandamento do Decálogo do Estadista criado por Ulysses Guimarães. Parece ser esta a virtude que FHC precisará exercitar nos próximos dias – em lugar de tantas e tão dispensáveis explicações para alguém com sua biografia. Alem, é claro, de lamber as feridas, como o cão de São Roque ou de São Lázaro, para curar as chagas causadas principalmente pelo fogo amigo destes últimos dias.

Saber escutar é um dom político, pregava Ulysses: “A santa paciência de escutar! A misericordiosa paciência de ouvir os redescobridores da roda, os inventores da quadratura do círculo, os chatos ‘que não o deixam ficar só e não lhe fazem companhia’, como lamentava o filósofo Benedetto Croce”.

Paciência, principalmente, para lidar com “homens-moluscos”, que se moldam sofregamente à palma da mão dos poderosos da vez, aves de arribação de todas as tendências e partidos, que grassam como praga na política brasileira destes dias. A triste descoberta que FHC parece estar fazendo ao avaliar vários de seus companheiros, alguns meio trêfegos sempre, mas outros insuspeitos até aqui.

Agora, antes do ponto final, uma rápida passagem pela costa do Pacífico, por onde tem apanhado feio também nas últimas semanas o outro personagem desta crônica: Mario Vargas Llosa, doublé de fantástico escritor laureado com o mais recente Nobel de Literatura, e, ao mesmo tempo, apressado e agressivo guerrilheiro do liberalismo econômico e político na América Latina.

Derrotado como candidato na disputa presidencial que levou ao poder Alberto Fujimori e o Peru a uma das fases mais trágicas e deprimentes da historia, Vargas Llosa não teve a paciência necessária para deixar passar a mágoa pelo insucesso eleitoral. Retornou ao seu país – e isso é mais que justo e elogiável – para a campanha em curso, mesmo sem ser candidato. Veio com ganas de vingador de discursos ácido e palavras irreparáveis.

No primeiro turno, as eleições presidenciais tiveram um resultado inesperado para muita gente, mas principalmente para Vargas Llosa, considerado pela mídia, analistas e políticos aliados, como um dos maiores perdedores na etapa inicial. O Nobel votou declaradamente e fez campanha para Alejandro Toledo, o liberal ex-presidente que começou a campanha como o preferido em todas as pesquisas e acabou como quarto colocado na primeira volta eleitoral.

Vargas é flechado no Peru não por sua defesa do liberalismo, perfeitamente legítima, mas sim, apontam seus críticos, pelo fanatismo que respinga do seu discurso de palanque, o desprezo pelos adversários, e não raro pelos aliados também. “Se um mérito cabe atribuir ao liberalismo político – não ao econômico – é justamente a tolerância, virtude que Vargas Llosa parece desconhecer. Seu dogmatismo esquerdista da juventude, se transferiu para o outro extremo, sem sofrer alterações”, escreveu o crítico e ex-diretor da Biblioteca Nacional da Argentina, Silvio Juan Maresca, em artigo publicado na prestigiosa revista semanal “Notícias”.

Resultado: vão disputar o segundo turno o candidato das esquerdas Ollanta Humala (mais votado no primeiro turno) e a direitista Keiko Fugimori, filha do corrupto ex-presidente do Peru. Segundo Mario Vargas Llosa, “é como escolher entre o câncer e a AIDS”.

Palavras irreparáveis do político. Que viva o escritor Vargas Llosa!

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

abr
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BOA NOITE!!!

abr
16

Deu no Portal Comunique-se (especializado em notícias de bastidores da imprensa)

Izabela Vasconcelos

Desde o começo do ano, as redações brasileiras vêm demitindo jornalistas. Nos últimos quatro meses, foram 240 demissões, em São Paulo, Brasília e Sergipe. No entanto, a capital paulista registrou um número maior de dispensas, 218, em veículos como UOL, Estadão, TV Cultura, Abril, Meia Hora SP, Agora SP e Folha de S.Paulo.

Em muitos casos, os profissionais não serão substituídos, já que as demissões ocorreram por cortes orçamentários, como é o caso da TV Cultura (150), Estadão (22) Meia Hora SP (10) e TV Sergipe (6).

No começo de fevereiro foram 150 dispensas na TV Cultura, seguidas por 22 no jornal O Estado de S.Paulo, duas no UOL, 32 no Grupo Abril e dez no Meia Hora. Recentemente o Correio Braziliense demitiu sete jornalistas e foi seguido pelo conterrâneo Jornal de Brasília, com oito cortes. A TV Sergipe dispensou seis profissionais e o jornal A Tarde cortou um de seus jornalistas. O episódio mais recente foi o do Grupo Folha, que demitiu uma repórter do Agora SP e um editor da Folha, ambos por comentários no Twitter.

Estes são apenas os casos conhecidos, divulgados no Comunique-se, em blogs e nas redes sociais. Além desses, é provável que outros cortes tenham ocorrido em redações espalhadas pelo País.

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