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Bela composição do grande saxofonista argentino e cidadão do mundo Gato Barbieri. Do clássico LP “Caliente’ esta é “Don’t Cry Rochelle”

boa tarde!!!

(VHS).

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Breuning:morte natural aos 114

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Deu no Diário de Notícias (Portugal)

Walter Breuning, o homem mais velho do mundo, morreu hoje aos 114 anos no hospital de Montana, nos Estados Unidos, onde estava internado desde o início do mês.

Segundo uma porta-voz da casa de repouso onde Walter Breuning vivia desde 1980, a morte deveu-se a causas naturais.

Numa entrevista à Associated Press em 2010, Breuning atribuiu a sua longevidade ao facto de comer apenas duas refeições por dia (pequeno almoço e almoço), ter trabalhado até não poder mais e saber enfrentar as mudanças, especialmente a morte.

abr
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DEU NO IG

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse nesta sexta-feira em Washington que o Brasil está no meio de um ciclo de aperto monetário e que ainda há muito a ser feito para evitar que o fluxo excessivo de capitais que entra no país e a consequente pressão inflacionária coloquem em risco a estabilidade financeira.

“Estamos no meio de um ciclo de aperto, estamos apertando as condições monetárias no Brasil, e por outro lado estamos lidando com esses efeitos diretos e indiretos dos fluxos de capital”, disse Tombini, em palestra no seminário Perspectivas Econômicas para a América Latina, promovido pelo Brookings Institution, em Washington.

“Desde 2010 nós aumentamos nossa taxa (básica de juros) em 300 pontos básicos”, disse Tombini, que participa na capital americana da reunião de ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais do G20 (grupo das principais economias avançadas e em desenvolvimento, do qual o Brasil faz parte).

“Eu acho que ainda temos trabalho pela frente”, afirmou. “Temos de ser muito cuidadosos para garantir que os níveis extraordinários de liquidez não comprometam nossa estabilidade financeira.”

O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central se reúne na próxima semana para discutir um possível novo aumento na taxa básica de juros (Selic), atualmente em 11,75% ao ano.

MAIS INFORMAÇÕES SOBRE INFLAÇÃO NO IG: www.ig.com.br

abr
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Posted on 15-04-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 15-04-2011

nistia.
Manifestantes com cartazes de desaparecidos na Argentina
Reuters/PÚBLICO
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O último ditador da Argentina, Reynaldo Bignone, foi condenado a prisão perpétua por violação dos direitos humanos, pelo tribunal federal de San Martin, em Buenos Aires.

Bignone, de 83 anos, é acusado de tortura e do assassinato de opositores políticos há mais de três décadas. Além dele, quatro outros antigos militares foram condenados: Santiago Omar Riveros, Martín Rodríguez, Luis Patti e Juan Fernando Meneghini.

Horas antes da sentença, de acordo com a agência EFE, Reynaldo Bignone dizia que a justiça civil não era “competente” para o julgar, já que o seu caso deveria estar nas mãos de um tribunal militar.

O ex-general tinha já sido condenado a 25 anos de prisão no ano passado, por “privação ilegal da liberdade e tortura sobre prisioneiros políticos”, crimes que cometeu durante a ditadura militar de 1976 a 1983, enquanto era o vice-chefe da base militar Campo de Mayo, o maior centro de tortura do país.

Na época, o tribunal provou que Bignone, que foi Presidente entre 1982 e 1983, esteve diretamente envolvido em 56 homicídios durante aquele período e no rapto de 500 bebês.

Este julgamento é o último de uma série relacionada com a ditadura militar argentina durante a qual 30 mil pessoas, entre os opositores ao regime, foram mortas ou desapareceram.

O veredicto foi recebido com aplausos de representantes de organizações dos direitos humanos que se reuniram à frente do tribunal. “Hoje é um dia histórico para todos os argentinos de bem”, disse Estela de Carlotto, presidente da organização “Mães das Praça de Maio” – o grupo de mulheres argentinas que viram os seus filhos desaparecer durante a ditadura militar, durante a qual muitos filhos foram retirados aos pais considerados “subversivos” e entregues a famílias de adopção.

“Estes repressores são perigosos, não importa a sua idade. Nunca se arrependem do que fizeram”, acrescentou a presidente da organização.

Foram abertas centenas de investigações ligadas à violação de direitos humanos durante a ditadura militar, desde 2005, ano em que foram anuladas, pelo ex-presidente Nestor Kirschner, as leis da a

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OPINIÃO POLÍTICA

Abel, Caim e o plebiscito

Ivan de Carvalho

No princípio, filhos do primeiro casal, já expulso do Jardim do Éden, existiam dois irmãos. Naquele tempo, ainda não haviam inventado a faca. Nem o punhal, a espada, o arco e flecha, a espingarda, o mosquetão, o revólver, o fuzil. Mas, por gostar Deus das orações de Abel e não fazer muito caso das suas – Ele sabia o que havia em cada um dos corações –, Caim ficou enciumado e matou Abel.

Em síntese, sem nenhuma arma elaborada – talvez com um certeiro soco, uma esganadura, ou empunhando um pedregulho, o fêmur de algum animal, como poderia sugerir um antropólogo, ou a queixada de um asno, como bem mais tarde inspirou Deus a Sansão –, Caim matou a quarta parte da humanidade. Sansão foi mais modesto e misericordioso, matou apenas 1 mil filisteus.

Mas, voltando aos primórdios, ainda bem que Eva era, eu presumo, ninfomaníaca, sexualmente compulsiva como se diria hoje em linguagem politicamente correta. Então, após a morte de Abel, teve certamente (não havia contraceptivos nem clínicas de aborto) muitos filhos e filhas que se espalharam e depois se reencontraram para certas coisas que seus pais haviam descoberto. Isto nos terá livrado do infortúnio de sermos todos descendentes de Caim, o assassino.

Bem, adiantando outra vez o relógio, ao longo da história terão sido incontáveis os casos em que uma tribo extinguiu a tribo vizinha no tapa e na pedrada, até que os menos bobos resolveram usar também varapaus e armas de ossos. Depois, continuaram fazendo a mesma coisa com tacape, borduna, o sofisticadíssimo arco e flecha, a machadinha, o varapau pontiagudo chamado de lança, que no futuro daquele tempo ganharia ponta de pedra e depois de metal. E a soberana espada. Depois, o soberaníssimo canhão.

Mas só a partir de 1945, conforme a História da carochinha cultivada na academia e ensinada nas escolas regulares do mundo inteiro, a humanidade cometeu a façanha de inventar (reinventar seria mais veraz) uma arma capaz de destruir a quarta parte dela mesma, humanidade. E até toda ela, caso os apertadores de botões que disparam as armas nucleares se descuidem. É poder demais nas mãos de uns poucos que não podemos controlar. Mas se pudéssemos exercer esse controle, será que algum dia, em alguma circunstância, não mandaríamos apertar os botões?

Estas, seria bom que não existissem, ainda que não se lancem sozinhas sobre cidades, centros industriais e concentrações militares. Mas o pedregulho, o varapau, o fêmur descarnado, a queixada de jumento, a faca, a espada, nenhuma dessas armas ataca sozinha. Quem ataca é o homem. É a mente e o coração do homem, e da mulher, compete salientar, uma vez que cumpre proclamar a igualdade e está ela, a mulher, cada vez mais empodeirada (que palavra, meu Deus, será que não encontraram no idioma de Camões algo menos escaleno e precisaram inventar “empodeirada” e seus derivados, como o tal do “empodeiramento”, um troço muito prá lá de lá).

Mas, bem, vamos ao assunto, afinal. Em 2005, maciçamente, o povo brasileiro, representado pelo eleitorado, rejeitou, em plebiscito, a proibição do comércio de armas no país, que era um desejo quase unânime dos políticos. Entendeu que o bandido não compra suas armas nas lojas, mas do contrabando e no mercado negro e que se estaria proibindo que o cidadão comum pudesse se defender em sua casa.

Com o massacre da semana passada no Rio de Janeiro (usados dois revólveres comprados no mercado negro), o presidente do Congresso Nacional, senador José Sarney, achou o pretexto para, cavalgando a comoção popular, propor outra vez o mesmo plebiscito para a mesma coisa. Ironia? Falta de respeito ao povo e a uma decisão popular recente e inequívoca? De certo modo, sim. Porque o que se consegue com o plebiscito ou, no mínimo, o debate que se estabeleceu em torno dele é escamotear o problema principal. É fingir que está se cuidando no país da insegurança pública, que está em estágio absolutamente crítico, já considerado por muitos de “guerra civil”.

Parem de enganação e façam alguma coisa séria. Ou então chamem logo Caim.

abr
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Posted on 15-04-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 15-04-2011


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Ivan, hoje no site A CHARGE ON LINE
http://www.acharge.com.br/index.htm

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