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Posted on 14-04-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 14-04-2011


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”Fin du Jour”, de Eddy Marnay e Michel Magne, com Maysa, para fechar o dia de sol de verão,em Salvador, capital brasileira dos entulhos e “cacetes armados” nas suas ruas, becos, praças, avenidas e o escambau.
No You Tube, consta que essa música, ” Fin du Jour”, faz parte do disco, um compacto, que a saudosa intérprete de ” Meu Mundo Caiu” gravou, na França, em 1963.

Bons sonhos!

(Gilson Nogueira)


Rania da Jordania: a rainha ofendida
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DEU NO PORTAL IMPRENSA/UOL

Por Eduardo Neco/Redação Portal IMPRENSA

Um comentário do jornalista Caio Blinder, durante o programa “Manhatan Connection”, da Globo News, em que chama a rainha Rania da Jordânia de “piranha”, gerou protestos por parte da embaixada do país no Brasil.

“Politicamente, ela [Rania] e as outras piranhas são intragáveis. Todas elas têm uma fachada de modernização desses regimes – ou seja, não querem parecer que são realeza parasita e nem mulher muçulmana submissa. Isso é para vender para o Ocidente, enquanto os maridos estão lá, batendo e roubando”, declara Blinder, segundo informa a jornalista Cristina Lemos.

O comentário não agradou Ramez Goussous, embaixador da Jordânia no Brasil, que enviou ao Itamaraty nota verbal formalizando protesto contra o comportamento do jornalista.

A embaixada exige retratação de Blinder durante o programa e ainda ameaça processar a Rede Globo. A Jordânia recebeu o apoio de outros 17 embaixadores, que repudiaram a atitude do jornalista.
“Eu errei e estou pedindo desculpas”

No final da tarde desta quinta-feira (14), o jornalista Caio Blinder conversou por telefone com a reportagem do Portal IMPRENSA e disse que considerava o episódio superado.

“Eu sabia que a gente tinha feito uma besteira, mas já acabou essa história pra mim. E houve a retratação no ar. O Lucas [Mendes], editor-executivo do ‘Manhatan’, pediu desculpas pelo meu termo ofensivo. E nós demos as mãos à palmatória”, explicou.

“O Lucas até leu no ar: agora mais um momento raro, mas não inédito, onde cometemos leviandades, injustiça e insultos, quem nos conhece sabe que não queremos ofender”, lembrou Caio antes de reiterar que não é de seu “feitio ofender pessoas”, e que não costuma se referir às mulheres com termos chulos.

“Não me refiro às mulheres como piranhas, sejam elas árabes judias, esquimós…E não é uma questão política. Aliás, eu faço críticas políticas; não a pessoas. Eu errei e estou pedindo desculpas”, finalizou.

Em 1997 o programa viveu polêmica semelhante, quando Paulo Francis – comentarista ao lado de Mendes, Blinder e Nelson Motta – defendeu no ar a privatização da Petrobras e acusou seus diretores de possuírem 50 milhões de dólares em contas na Suíça. Francis se retratou, mas foi processado pela estatal em 100 milhões de dólares, e iniciou um embate indireto com o diretor da empresa, Joel Rennó. Poucas semanas depois, Francis morreu devido a um ataque cardíaco.

Deu na Folha de S. Paulo – PODER

FERNANDO RODRIGUES
FERNANDA ODILLA
DE BRASÍLIA

A presidente Dilma Rousseff determinou o fim do sigilo eterno dos documentos classificados como ultrassecretos. Ela ordenou que a base do governo acelere no Senado a aprovação do projeto de lei de direito de acesso a informações públicas, já aprovado na Câmara.

A ideia do Planalto é sancionar o texto no Dia Mundial de Liberdade de Imprensa, data celebrada anualmente em 3 de maio pela ONU.

Todo documento considerado sigiloso recebe um grau de classificação. Cabe à autoridade ou ao órgão que produziu o documento estabelecer o grau de sigilo.

No passado, o governo federal considerou sigilosos telegramas diplomáticos, documentos do período da ditadura e da Guerra do Paraguai, entre outros.
Hoje, documentos públicos classificados como ultrassecretos ficam em sigilo até 30 anos, mas esse prazo pode ser renovado indefinidamente. A política foi adotada pelos presidentes Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) e Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010).

VOTO VENCIDO

O projeto de lei em análise foi enviado ao Congresso em 2009. Embora reduzisse a brecha para o sigilo eterno, mantinha o dispositivo. O texto saiu da Casa Civil, quando Dilma era ministra.

À época, Lula arbitrou em favor de setores do governo favoráveis ao sigilo eterno, Itamaraty e Defesa. Dilma foi voto vencido e não se opôs.

A Câmara aprovou o texto no ano passado, mas derrubou as renovações sucessivas de sigilo. Pela nova regra, os papéis ficarão longe do público se forem reservados (5 anos), secretos (15 anos) e ultrassecretos (25 anos).
Apenas os ultrassecretos poderão ter uma única renovação do prazo. Com a aprovação da lei, nenhum papel ficará por mais de 50 anos com acesso restrito.

Quando a Câmara introduziu essa alteração em 2010, o Planalto, ainda sob Lula, imaginou que o dispositivo do sigilo eterno seria restaurado no Senado. Mas, no início deste mês, Dilma determinou que o governo não fizesse carga nessa área.

MUDANÇA DE TOM
Uma indicação da disposição de Dilma foi vista ontem no Senado. O relator do projeto de lei de acesso, o governista Walter Pinheiro (PT-BA), propôs aprovar o texto tal qual veio da Câmara.

Ontem, durante audiência pública no Senado, o ministro Jorge Hage (Controladoria-Geral da União) também pronunciou-se favorável ao fim do sigilo.

A expectativa é que o projeto seja classificado como urgente e tramite diretamente no plenário do Senado.

Leia íntegra na edição impressa da Folha de S. Paulo


Allen dirige Carla Bruni em Midnight in Paris
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Os realizadores Pedro Almodóvar, Nanni Moretti, Terrence Malick e Lars von Trier são alguns dos realizadores que competem, em Maio, pela Palma de Ouro na 64ª edição do Festival de Cinema de Cannes, na França.
A programação do festival foi anunciada esta quinta-feira, em Paris.

Este ano, há 19 filmes na competição oficial. Entre os filmes que podem consuistar a Palma de Ouro estão “La piel que habito”, de Pedro Almodóvar ou “Habemus Papam”, uma comédia de Nanni Moretti.

Também em competição estão o muito aguardado novo filme do realizador norte-americano Terrence Malick, “The Tree of Life”, “Melancholia”, de Lars von Trier, “Le Gamin au Vélo”, dos irmãos belgas Luc e Jean-Pierre Dardenne, e “La Source des Femmes”, do romeno Radu Mihaileanu.

O júri que atribui a Palma de Ouro é presidido por Robert de Niro, enquanto Emir Kusturica preside à secção “Um certo olhar”.

“Midnight in Paris”, de Woody Allen, será o filme de abertura do Festival de Cannes, enquanto a secção “Um certo olhar” abre com “Restless”, de Gus van Sant.

Fora de competição vão ser ainda exibidos, em estreia, “The Beaver”, de Jodie Foster, e “Piratas das Caraíbas: On Strange Tides”, de Rob Marshall, protagonizado por Johnny Depp e Penélope Cruz.

(Informações do portal europeu de notícias TSF, de Lisboa)

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Eu também quero beijar (A Flor do Maracujá)
(vhs)

A sugestão da música para a tarde desta quinta-feira de outono no BP vem do garimpo de Regina Soares, lá nas magens do Pacífico, não tão pacífico assim, onde as águas cortam a belissima baia de San Francisco da Califórnia. Uma música e um lugar para sempre.

BOA TARDE!


João Carlos Teixeira Gomes
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O romancista, poeta e jornalista João Carlos Teixeira Gomes, Joca, o Pena de Aço da Bahia, amigo sempre querido do BP, de volta ao ninho em breve trânsito afetivo e intelectual (antes de retornar o Rio de suas paixões) , escreve:
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“Alo amigos, gente boa, gente fina, sou um homem de bem com a vida, otimista e galhardo, mas às vezes os poetas têm que pensar na Sinistra, e por isto envio para voces este SONETO DA MORTE, constante de livro inédito, todavia dedicado basicamente às belas jovens cariocas e baianas, carnavalescas, cheias de formas e de vida, fadas do amor. Unamo-nos pelo bem do mundo! Ass. Joca o Paladino da concórdia universal, o Pena de Aço. Dia 20 faço palestra na Biblioteca Pública dos Barris, às 15 horas. Compareçam para animados debates! ”
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POESIA NA WEB

SONETO DA MORTE

JC Teixeira Gomes

Olhei a minha cara e vi a morte
Nela estampada, sem bijuterias.
E disse para mim: – Terna consorte,
ó verduga amorável dos meus dias.
Não julguei desprovida a minha sorte
no embalo de veludo das mãos frias
e senti que era doce o canto forte
com que ela me envolveu em melodias.
Ó estranha mulher, sempre ultrajada,
verde morte de rude olhar tristonho,
riso discreto em face escaveirada,
quanto mentem por ti humanos medos,
pois não passas, enfim, de um longo sonho
ou o portal dos mágicos segredos.


Lula, de Londres: “Sinceramente!”
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Em visita a Londres nesta quinta-feira (14), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a posição de seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, que afirmou que a oposição deveria esquecer o “povão”. “Sinceramente não sei como alguém estuda tanto e depois quer esquecer o povão. O povão é a razão de ser do Brasil. E do povão fazem parte a classe média, a classe rica, os mais pobres, porque todos são brasileiros.”

Em um artigo publicado na revista “Interesse Nacional”, FHC disse que enquanto o PSDB e seus aliados tentarem disputar com o PT influência sobre os “movimentos sociais” ou o “povão”, eles falarão sozinhos.

Lula afirmou ainda que a oposição não pode ser “vingativa” ou “negativista”. “O que o povo brasileiro quer é gente que pense continuísmo no Brasil. Afinal, nós conquistamos o estágio [atual] de auto-estima e a gente não pode voltar a trás. A oposição quer que tenha uma desgraça para ela ter razão e não vai ter”.

Lula está na Europa a convite da Telefónica, que está arcando com as despesas. Na manhã desta quinta, ele fez uma palestra para executivos da empresa em que ressaltou as perspectivas de investimento no Brasil e o fortalecimento da democracia na América do Sul. “Toda vez que eu puder viajar e tentar convencer as pessoas de que o Brasil é o país da vez e merece investimento, que tem a democracia consolidada, eu faço isso.” Foi a terceira palestra internacional desde que deixou o governo.

“Tenho que aproveitar o nome que o povo brasileiro me deu para levar para o Brasil o desenvolvimento. O Brasil vive um momento de ouro”, afirmou.

Ao final do evento, ele entrou em uma churrascaria brasileira que fica no mesmo espaço do centro de conferência da palestra, conversou com os funcionários e tirou fotos. Perguntado sobre a Dilma, Lula respondeu: “Faz poucos meses alguns adversários diziam que a Dilma não tinha competência, não era preparada, que era um poste. E hoje todos eles começam a reconhecer que ela era competente, preparada e o maior orgulho é que é uma mulher.”

Leia reportagem completa no IG: www.ig.com.br

DEU NO COMUNIQUE-SE (portal especializado em notícias de bastidores da imprensa)

Renan Justi

Desde março deste ano, a seção “Erramos” do jornal Folha de S. Paulo está publicando não apenas as correções de reportagens mas também o nome do jornalista responsável pelo erro. Uma jornalista, que prefiriu não se identificar, acusou o jornal de humilhar os profissionais com a nova determinação. O Comunique-se apurou que nos últimos 40 dias, período em que a norma foi instaurada, a Folha divulgou em suas páginas a identidade de cinco repórteres.

“Diferentemente do informado na reportagem “Tela quente”, de Eduardo Ohata, a Rede TV! venceu a licitação pelos direitos de TV aberta dos Brasileiros de 2012 a 2014 com o valor de R$ 1,548 bilhão, e não de R$ 1,548 milhão”, informa a seção no dia 19/4.

“Quem vai comandar a Vale é Murilo Ferreira, e não Tito Martins, como publicado na reportagem “Bradesco decide indicar Tito Martins para a Vale”, de Mario Cesar Carvalho“, em 30/4.

Por e-mail
Os empregados foram notificados desta recente política via e-mail, em nome do diretor-executivo Sérgio Dávila. “A partir da edição de amanhã, 4.3, todo “Erramos” grave relativo a texto assinado identificará o autor”. Quando o equívoco não for de autoria do repórter, “a responsabilidade pelo erro, a autoria será atribuída à Redação. Caberá à SR classificar os erros em “graves” ou “menos graves”, avisa.

Exemplo: “Por erro da Redação, o deputado estadual Vinícius Camarinha (PSB-SP) foi citado indevidamente no texto “Conselho de Ética defende processo contra filha de Roriz”. Quem faz parte do conselho é o deputado federal Abelardo Camarinha (PSB-SP)”, esclarece em 18 de março.

Internamente, a prática de expor os nomes incomoda alguns funcionários da Folha. Uma fonte, ligada à redação do jornal, discorda da norma, definindo-a como “uma espécie de punição humilhante coletiva”. A reportagem do Comunique-se procurou a direção do jornal, mas não obteve resposta.

Direitos trabalhistas
Para o advogado trabalhista, Marcio Rocha, o jornal Folha de S. Paulo está agindo de forma desrespeitosa à imagem dos jornalistas. ”A forma correta seria a empresa dizer: “nós erramos”, sem expor o funcionário a uma situação vexatória”, e completa “o empregador é quem assume os riscos do negócio”, responde.

Também especializado na área de direito trabalhista, o advogado Sérgio Mattos acredita que casos como estes somente são passíveis de processo “se houver constrangimento moral”. Segundo ele, a maneira como a seção “Erramos” tem divulgado os nomes dos jornalistas não agride a moral dos profissionais.

Opine
Para você leitor, os veículos de comunicação devem publicar o nome dos jornalistas que cometem erros, para evitar novos equívocos, ou a prática é constrangedora?

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Posted on 14-04-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 14-04-2011


Sinfrônio, hoje no Diário do Comércio(CE)

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Luiza Maia: contra o fazer nada na Assembléia
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OPINIÃO POLÍTICA

A Tribuna Popular

Ivan de Carvalho

A deputada Luiza Maia, do PT e com base político-eleitoral nucleada na região metropolitana de Salvador, está em seu primeiro mandato de deputada estadual, mas não é uma neófita em política. Em Camaçari, teve suas primeiras experiências parlamentares, como vereadora e presidente da Câmara Municipal.
Na ocasião, fez um bom trabalho, que tornou menos problemático junto à população – ainda que não se possa dizer que atingiu um nível satisfatório – o conceito geral do povo sobre os políticos e, mais especificamente, sobre o Legislativo municipal.

Na opinião pessoal deste repórter, este êxito tem suporte tanto na competência e esforço pessoal da ex-vereadora quanto no fato de que ela desfrutou da feliz coincidência de ter o marido no cargo de prefeito – e um prefeito bem avaliado pelo povo, já que recentemente reeleito.

Por esforço próprio e, suponho – já escrevi esta semana que nem sempre suponho corretamente – também graças ao apoio do marido, chegou com facilidade à Assembléia Legislativa. Uma de suas primeiras confirmações – pois a constatação já trazia de sua experiência na Câmara Municipal de Camaçari – foi de que a Assembléia e seus integrantes têm poderes de iniciativa legislativa extremamente restritos.

Esta é, aliás, uma verdade absoluta a respeito do Legislativo no Brasil e decorre, principalmente, do impedimento constitucional do Legislativo aprovar leis que criem despesas. Isto foi, aliás, uma imposição feita no início do movimento político-militar de 1964, a título de ordenar as finanças do país, mas também de combater uma certa tendência do Poder Legislativo de ser demasiado liberal na criação de gastos, ainda que sem o respaldo das receitas correspondentes. Essa tendência existia mesmo. Mas o remédio foi administrado em dose quase letal.

A conversa do repórter com a deputada Luiza Maia não passou, por negligência do primeiro, pelo detalhe de que hoje o Legislativo não pode criar despesa em legislação de sua iniciativa, mas o Executivo não cessa de fazer o que, há décadas, proibiu o Legislativo de fazer – propor e fazer aprovar despesas sem o respaldo real de receita. Às vezes, o respaldo é fictício, uma fantasia, e gera inflação, outras vezes implica em reforço da escorcha tributária a que está submetido o povo brasileiro.

Mas, sabendo não poder adotar iniciativas que criem despesas, a deputada Luiza Maia, diz ela mesma, não se conforma em fazer nada (em matéria legislativa). No último dia 4, a Assembléia Legislativa rejeitou um polêmico projeto de emenda constitucional seu, que propunha adotasse o Legislativo baiano a iniciativa pioneira, no universo do Congresso Nacional e Assembléias Legislativas, de extinguir para todos os casos o voto secreto na Casa. Havia argumentos fortes e sérios dos dois lados. No conjunto, na opinião deste repórter, eram mais fortes – e prevaleceram na votação – os que mantinham os casos de exceção em que o voto de parlamentares é secreto. Mas a iniciativa da deputada certamente não tratava de abobrinhas.

Mal teve sua proposta de emenda constituição rejeitada, a deputada já está em nova batalha. No último dia 11, apresentou o projeto de resolução que “institui a Tribuna Popular nas sessões plenárias” ordinárias da Assembléia Legislativa. A idéia já emergira há anos por aí, mas, em seguida, submergira. Luiza Maia a resgata.

Estabelece o projeto que, uma vez por semana, nas sessões ordinárias de quinta-feira, logo no início, na parte da sessão chamada de Pequeno Expediente, serão dedicados dez minutos à Tribuna Popular. Representantes de entidades poderão usar esse tempo para tratar de temas “socialmente relevantes, de interesse das entidades, do município (qualquer município ao qual esteja ligada a entidade, pelo que se depreende do texto), do estado ou país. O projeto, claro, regula as inscrições, exige respeito aos critérios éticos e morais e veda expressões “chulas, agressivas e caluniosas”.

Sem entrar em avaliações profundas, por enquanto, a proposta é bem interessante. E a dificuldade é a Assembléia selecionar (porque a demanda maior do que a oferta levará a Mesa Diretora a dar a última palavra), com critério e justiça, quem vai à Tribuna Popular, se for criada.

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