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De seu posto de observação privilegiado no litoral norte de Salvador, com janelas abertas para o Atlântico, o blogueiro Chico Bruno segue enxergando longe. E atirando com mira de precisão. Confira. (VHS)
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Direto da Varanda: Chico Bruno

“Você já foi à Bahia, nega?”

O boa praça Alcelmo Gois pegou no pé do governador Jaques Wagner, em seu blog, com a notinha “Você já foi à Bahia, nega?”.

“Na Bahia de Jaques Wagner, a praça em frente ao Mercado Modelo de Salvador virou estacionamento da Justiça do Trabalho.

Na Bahia de Jaques Wagner, os casarões antigos ao lado do Elevador Lacerda, na Cidade Baixa, estão caindo.

Na Bahia de Jaques Wagner, museu não abre domingo no Pelourinho. Deve ser porque tem muito turista.

Com todo o respeito.”

O boa praça Ancelmo citou o Mercado Modelo, a Cidade Baixa e o Pelourinho, que são parte integrante de Salvador, capital do estado, que possui um prefeito reeleito, João Henrique, que era a quem ele deveria ter se dirigido.

Parece que Ancelmo sentiu saudades de uma de suas principais fontes de notícias, o falecido ACM.

É que Alcelmo criou o bordão “na Bahia de ACM” sempre que citava a Boa Terra em sua coluna.

Enquanto isso, bem longe da Bahia, na Grécia, o governador Jaques Wagner tem a sua popularidade reconhecida por um grupo de turistas baianos que visitavam o país.

Sem se fazer de rogado, Wagner tirou dezenas de fotos com os participantes do grupo junto com a presidenta Dilma.

Aliás, Wagner é o único governador a fazer parte da comitiva da presidenta Dilma à China.

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Trio Esperança no BP,Luluzinha nas bancas e uma saudade infinita no coração. Ah, e uma dor que não passa.

BOA NOITE!!!

(Gilson Nogueira)

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Posted on 11-04-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 11-04-2011


Geddel: adesistas na mira
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Enquanto prepara-se para assumir na quinta-feira uma vice-presidência na Caixa Econômica Federal, na cota do PMDB no governo Dilma Rousseff, o ex-ministro da Integração Nacional de Lula, Geddel Vieira Lima, vai engrossando o pescoço e o discurso .

Em seu twitter, Geddel dispara contra o “adesismo” de ex-adversários do governo Jaques Wagner. O alvo da vez foi o ex-deputado estadual Clóvis Ferraz (DEM). “Clovis Ferraz empregado do Governo Wagner. Viva, Sodoma e Gomorra é aqui, ou se preferirem: haja suruba”, ironizou.

Ferraz, que assumiu a chefia de gabinete do vice-governador, está de malas afiveladas para sair do DEM e ingressar no PSD de Kassab, e, na Bahia, ser liderado pelo vice-governador Otto Alencar.

É bem o caso de lembrar o o antigo aviso: O último a sair, favor apagar a luz!

abr
11
Posted on 11-04-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 11-04-2011

(EM ATUALIZAÇÃO) Uma explosão registada hoje numa estação de metro de Minsk provocou 11 mortos e cerca de 100 feridos, segundo declarou o presidente da Bielorrússia, Alexandre Lukachenko, citado pela agência russa Interfax.

Uma informação prévia fornecida por fonte policial apontava para cinco mortos e meia centena de feridos. A explosão ocorreu cerca das 18.00 locais (em Moscou) numa estação no centro de Minsk próxima da presidência bielorrussa, indicou uma testemunha à agência noticiosa francesa AFP.

De acordo com testemunhas, saía fumaça negra da estação de metro Oktiabrskaia e os passageiros fugiam do local, alguns com o rosto a sangrar e com as roupas em farrapos. O presidente bielorrusso programou uma reunião de emergência após ser informado da explosão, que ocorre num cenário de tensões políticas na Bielorrússia.

Numerosos opositores foram detidos no final de Dezembro após a controversa reeleição de Lukachenko, que há 16 anos dirige o país com “mão de ferro”.

(Informações do Diário de Notícias (Portugal)


FHC sobre Dilma: “tecnocrática-comedida”
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DEU NO PORTAL IG

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso avalia que, nestes primeiros cem dias do governo Dilma Rousseff, o que mais se notou foi a substitutição do estilo “popular-tonitruante” de Luiz Inácio Lula da Silva pela fala “tecnocrática-comedida” da atual presidenta.

Na entrevista abaixo ao Poder Online, feita por email, FHC afirma que Dilma Rousseff, nestes cem dias, abandonou sua imagem antiga, “carrancuda e autoritária”, e adotou o estilo de uma “senhora quase bonachona, embora cortante quando necessário”.
Fernando Henrique mostra simpatia pela atual presidenta, e o mesmo mal estar dos últimos anos com Lula.

Dito isto, o ex-presidente tucano propõe: a oposição a Dilma Rousseff deve ser menos agressiva, “o que ajudará a melhorar nossos costumes políticos”.

Poder Online – Qual sua avaliação sobre estes primeiros cem dias do governo Dilma Rousseff?

Fernando Henrique Cardoso – É difícil julgar um governo pelos cem primeiros dias, pois a opinião pode ser mero preconceito ou, ao contrário, uma visão que se pensa que é objetiva mas pode ser precipitada. Talvez se possa falar mais apropriadamente do “estilo de governar” do que das políticas do governo. Neste sentido, o contraste entre o estilo “popular-tonitruante” de Lula e a fala tecnocrática-comedida de Dilma seja o que mais se nota.

Poder Online – E como o senhor classificaria o estilo Dilma?

Fernando Henrique Cardoso – Vê-se que a presidente entendeu que no mundo contemporâneo a imagem conta muito: apresenta-se elegante e sorridente, não se poupando de pousar para os fotógrafos. E no lugar da carrancuda e autoritária Dilma aparece uma senhora quase bonachona, embora cortante quando necessário.

Poder Online – Esse estilo é melhor ou pior do que o do ex-presidente Lula?

Fernando Henrique Cardoso – Como o país, ou melhor as elites atentas à mídia pareciam cansadas do estilo anterior, a sensação é de “normalidade”, quase alívio: menos piruetas verbais, menos escorregões retóricos que levam a opiniões superficiais e mesmo absurdas, do que as que ouvíamos no passado recente. Mas atenção: estilo não quer dizer substância das políticas. O caso da Vale mostra que continua a tendência à ingerência do governo em matéria econômica que não lhe diz respeito. E a proclamada austeridade fiscal se choca com a continuidade de transferências de recursos do Tesouro (na verdade empréstimo tomados no mercado) para o BNDES subsidiar as “empresas vencedoras”, escolhidas pelo governo para serem as condutoras do crescimento econômico.

Poder Online – Como foi o seu encontro com ela durante aquele almoço com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama?

Fernando Henrique Cardoso – Meu encontro com a presidente no almoço do Obama, assim como o encontro anterior em uma homenagem ao jornal Folha de S.Paulo, foi simpático e atencioso. Pessoalmente só recebi gentilezas de alguém que durante o passado teve apenas encontros breves comigo e não amizade. Já o Lula …

Poder Online – E a oposição à Dilma? Deve ser diferente da oposição feita ao ex-presidente Lula?

Fernando Henrique Cardoso – Talvez ela requeira menos agressividade, posto que no governo anterior o PSDB foi definido como “inimigo”, e eu como a personificação do diabo. Menor agressividade não quer dizer menos clareza na crítica, quando for o caso, mas talvez seja possível dizer com maior objetividade no que e por qual motivo discordamos, o que ajudará a melhorar nossos costumes políticos e a permitir que as pessoas conheçam melhor a razão pela qual apóiam ou discordam de tal ou qual decisão do governo.

Leia mais sobre os cem dias do governo Dilna no IG
http://colunistas.ig.com.br/poderonline/


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BARCAROLA DO SÃO FRANCISCO

Geraldo Azevedo

É a luz do sol que incandeia
Sereia de além-mar
Clara como o clarão do dia
Marejou meu olhar
Olho d’água, beira de rio
Vento vela a bailar
Barcarola do São Francisco
Me leve para amar
Eu, em sonho um beija-flor
Rasgando tardes vou buscar,
Em outro céu,
Noite longe, noite longe
Que ficou em mim
Quero lembrar
Era um domingo de lua
Quando deixei Jatobá
Era, quem sabe, esperança
Indo a outro lugar
Barcarola do São Francisco
Veleja agora no mar
Sem leme, mapa ou tesouro
De prata o luar

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Grande Geraldo: Agora é fácil entender porque os pais das meninas em flor de Petrolina reforçavam as trancas das portas e vigiavam tanto nas noites de suas serenatas quando jovem na Avenida Guararapes.

BOM COMEÇO DE SEMANA PARA TODOS!

(Vitor Hugo Soares – Contemporâneo das serenatas em Petrolina , ex-colega no Dom Bosco e amigo de Pedrinho de siá Dita e de Didi , seu compadre duas vezes, Geraldinho, caso rarissimo na historia das amizades no Brasil e no mundo

abr
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Posted on 11-04-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 11-04-2011


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Na coluna RADAR, assinada pelo jornalista Felipe Patury, a revista VEJA desta semana publica:

PT com DEM(dê)

O líder do DEM na Câmara, ACM Neto, faz uma dura oposição ao governo em Brasília – mas só em Brasília. Em Salvador ele não só apoia o prefeito João Henrique, que é aliado do PT, como mantém três cargos em sua administração: o do Secretário de Serviços Públicos, o do presidente da estatal de turismo e o do chefe da Guarda Municipal.

abr
11
Posted on 11-04-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 11-04-2011


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Sinfrônio, hoje, no Diário do Nordeste (CE)


FAIXA DE GAZA
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OPINIÃO POLÍTICA

Liga Árabe produz factóide

Ivan de Carvalho

A Liga Árabe pediu ontem ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas a imposição de uma zona de exclusão aérea “contra a força aérea israelense para proteger os civis da Faixa de Gaza”.
Recentemente, a mesma Liga Árabe pediu ao mesmo Conselho de Segurança da ONU a imposição de uma zona de exclusão aérea na Líbia para proteger os civis, que estavam (e continuam ainda, mas agora somente por terra) sendo dizimados pelas forças da implacável ditadura do coronel Gaddafi, há mais de três décadas no poder.

É evidente a idéia, que quase certamente terá sido considerada nas articulações de bastidores na Liga Árabe, de se exibir ao mundo uma espécie de paralelismo entre as duas situações, a da Líbia e a da Faixa de Gaza – Israel.

Na verdade, sem querer ofender a Liga Árabe – coisa, alias, que, além de não desejar, não disponho de meios para fazer – o pedido, ainda que possa estar pretendendo dar uma espécie de “satisfação” aos palestinos de Gaza, vai além disso ao tentar criar para o mundo a imagem de um paralelismo inexistente e de uma identidade de situações absolutamente falsa.

Vejamos. Na Líbia, existe uma ditadura que já superou três décadas sob o comando absoluto do mesmo coronel Gaddafi e que ensaia ou ensaiava uma sucessão hereditária, do tipo da que ocorreu, por exemplo, na Síria, onde Hafez al-Assad, após 30 anos de poder, deixou a presidência vitalícia para seu filho Bashar al-Assad, este há mais de uma década na função de ditador e agora às voltas com rebeldias populares e intensos protestos populares entre os muçulmanos sunitas, maioria esmagadora (90 por cento) da população.

Na Líbia, a rebelião surgiu no âmbito de etnia que representa dois terços da população do país (o regime apoia-se no outro terço) e a ditadura, armada até os dentes graças aos petrodólares, partiu para o esmagamento, comportamento normal para o psicopata que tomou conta do país há mais de 30 anos.
Em vários outros países árabes rebeliões e rebeldias ocorreram ou ocorrem, num movimento surpreendente que vem sendo chamado de “primavera árabe”. Mas, até o momento, em nenhum deles a violência chegou sequer ameaçou chegar perto do que aquela que na Líbia vem insistindo em permanecer e ampliar-se.

Claro que não foi só para evitar morte de civis que o Conselho de Segurança da ONU decidiu autorizar a zona de exclusão aérea, tarefa que a Otan chamou a sim para implementar. Havia, e há, preocupação com o que resultará do enfrentamento na Líbia, cujas conseqüências imediatas são difíceis de prever e as mediatas, impossíveis, ressalvados videntes e profetas.

Mas, e quanto a Israel e os palestinos da Faixa de Gaza? Cenário totalmente diferente. Israel é um Estado democrático como não é a Líbia nem a Faixa de Gaza, esta, parte do proto-estado palestino, que incluiria também a Cisjordânia. Não há uma rebelião interna, o que elimina grande parte do suposto e falso paralelismo. Mas há outra coisa. Em Gaza domina o Hamas, movimento terrorista que tem por hábito inventar coisas como carros-bomba, homens-bomba, mulheres-bomba e disparar dezenas ou centenas de foguetes através da fronteira sul de Israel para acertar, como foi o caso que desencadeou a resposta israelense em curso, ônibus escolares, aldeias, pessoas, todas civis. Não se consideram, nos ataques de carros e pessoas-bombas e de foguetes, alvos militares. Considera-se apenas o terror.

O pedido da Liga Árabe quanto à exclusão aérea na Faixa de Gaza é apenas político, com forte viés de propaganda. Enquadra-se na categoria dos factóides.

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