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No final da apresentação do U2 no Morumbi, em São Paulo, um momento para não esquecer no show empolgante que durou duas horas. A apresentação de “Moment of surrender”, que Bono Vox, o líder da banda de Dublin cantou depois de uma fala em homenagem às 12 crianças vítimas do massacre na Escola Municipal Tasso de Silveira, no Rio de Janeiro.

“Liguem seus isqueiros, seus celulares, vamos homenagear essas crianças e suas famílias”, pediu o cantor. Foi plenamente atendido e a emoção tomou conta do Morumbi.

Aqui, para terminar o domingo no Bahia em Pauta um clip tambem de arrepiar de “Moment of Surrender”.

BOA NOITE!!!

(VHS)


Liz Taylor: preciosidades à venda/DN
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Preciosidades da coleção pessoal de jóias, vestuário e obras de arte pertencentes à atriz Elizabeth Taylor, que morreu a 23 de Março, vão ser leiloados em Nova Iorque, anunciou a leiloeira Christie’s. A informação é uma das notícias de destaque este domingo na edição online do jornal português Diário de Notícias.

Segundo DN, a data da série de leilões não foi divulgada, mas a Christie’s afirmou em comunicado que se sente “honrada” pelo fato de leiloar uma coleção de “uma artista de renome internacional, uma lenda do cinema que se ocupou de causas humanitárias e que foi uma referência em matéria de bom gosto”.

Elizabeth Taylor morreu a 23 de Março em Los Angeles, Califórnia, aos 79 anos.

Era conhecida a paixão da atriz por pedras preciosas e jóias, tendo publicado em 2003 um livro sobre esse assunto.

Quando Elizabeth Taylor morreu a imprensa estrangeira dava conta que a fortuna da atriz estaria avaliada entre 600 milhões e mil milhões de dólares.

Só a coleção de jóias, que inclui vários diamantes, valerá pelo menos 130 milhões de dólares.


Jenniffer na capa da revista portuguesa/Reprodução
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A polícia de Portugal investiga a morte da jovem modelo brasileira Jennifer Viturino, 17 anos, que caiu do 15º andar de um prédio em Lisboa, na sexta-feira(8).

Segundo o jornal português “Correio da Manhã”, a polícia encontrou um suposto bilhete deixado por Jennifer, no qual ela dizia que tinha decidido se suicidar. Porém, a família não reconheceu a letra da modelo na carta. Além disso, hematomas e arranhões espalhados pelo corpo de Jennifer levaram à polícia a levantar a hipótese de homicídio.

De acordo com o “Correio da Manhã”. Jennifer morava em Portugal há vários anos com a família e namorava o português Miguel Alves da Silva, herdeiro de uma fortuna ligada à aviação.

Foi do apartamento do empresario, localizado em uma das torres do Centro Comercial Vasco da Gama, que a jovem caiu pela janela.

Em entrevista ao jornal português, Miguel Alves da Silva não quis comentar o caso, mas disse que os dois já não namoravam “há muito tempo”.

(Informações do portal IG e jornal Correio da Manhã, de Lisboa)


Humala:ex-militar esquerdista em campanha no Peru/Pilar Olivares/REUTERS)
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DEU NO JORNAL PORTUGUÊS “PÚBLICO”

Rita Siza

Não fosse a impressionante reta final de Ollanta Humala, o candidato nacionalista de esquerda que inesperadamente se converteu no principal favorito à vitória nas eleições de hoje para a presidência do Peru, e a campanha eleitoral teria entrado para a história do país como a mais apática e desinspirada de que há memória.

Esse é pelo menos o consenso entre os jornalistas, analistas e observadores internacionais que todos os dias acompanharam as atividades dos vários candidatos a Presidente. Monótona, insossa, previsível, foi como descreveram a campanha.

O escritor Mário Vargas Llosa, último premiado com o Nobel de Literatura, foi mais longe e disse que em vez de uma verdadeira campanha, onde se debatem propostas políticas, os eleitores peruanos tiveram um “espetáculo de variedades”, “um torneio em que cada um se comportou como um palhaço medíocre”.

O diário “Peru 21” não foi tão longe, mas depois do último debate televisivo entre todos os candidatos, que supostamente permitiria clarificar o estado da corrida, confirmou a tendência de marasmo da campanha denunciado por todos. “Não aconteceu nada”, foi a manchete do jornal.

Tanta crítica parece um bocado exagerada, sobretudo tendo em conta que, durante os últimos seis meses, as sondagens mostraram quatro diferentes candidatos na ponta da preferência de votos. E que na véspera da votação a diferença entre o mais bem classificado e o último da lista era de apenas sete pontos.

Antes era Chávez…

Ollanta Humala, que foi derrotado na segunda volta nas presidenciais de 2006 e lidera agora as sondagens, trocou a sua inflamada retórica anti-capitalista e proclamada simpatia pelo estilo e as políticas do Presidente da Venezuela, Hugo Chávez, por um discurso mais moderado, de abertura a políticas liberais na economia.

Desta vez, a inspiração do ex-militar é outro líder sul-americano: o brasileiro Lula da Silva. Nos últimos cinco meses, Humala foi quatro vezes ao Brasil para contatos com o Partido dos Trabalhadores. Oficialmente, o partido de Lula não participa na sua campanha, mas são os chamados “marketeiros” do PT os grandes responsáveis pela sua estratégia.

Os últimos discursos de Humala têm sido descaradamente dirigidos aos investidores estrangeiros, nervosos com o passado e a possibilidade de nacionalizações das empresas de petróleo e minas. O candidato esquerdista tem deixado todas as garantias de que tal não vai acontecer se chegar a Presidente. “O modelo venezuelano não é aplicável no Peru. Farei um governo sem sobressaltos”, prometeu.

Os seus comícios, no entanto, são dominados pelo povo: apesar do impressionante crescimento económico do país, a uma taxa de 8,7 por cento em 2010, 34 por cento da população peruana ainda vive na pobreza, com menos de dois dólares por dia, e a mensagem do nacionalista Humala para os desfavorecidos assenta numa mais justa redistribuição da riqueza.

No entanto, tal como há cinco anos, a ascensão de Humala pode ser um fenómeno temporário, e não sobreviver ao voto útil contra a esquerda na inevitável segunda volta, marcada para 5 de Junho. Entre os vários candidatos de centro-direita, Keiko Fujimori, a filha do antigo Presidente que entretanto foi condenado por abusos dos direitos humanos e corrupção, é quem está em melhores condições de discutir a segunda volta contra Humala.

Vargas Llosa, que em 1990 concorreu contra Alberto Fujimori pela presidência com um programa de centro-direita, disse que decidir entre votar em Keiko ou Humala era como “escolher entre ter cancer ou AIDS”.

Leia mais sobre eleições presidenciais no Peru em PÚBLICO:
http://www.publico.pt/Mundo


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BALADA GRAVADA NO DISCO “ALUCINAÇÃO” (1976) PHILIPS/PHONOGRAM – O SEGUNDO E- PARA MUITA GENTE QUE SABE DE MÚSICA – MELHOR DISCO DE BELCHIOR. CONFIRA E BOM DOMINGO!!!

(VHS)


Realengo: a tragédia que mexe com todos

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DEU ESTE DOMINGO(10) NA REVISTA DIGITAL TERRA MAGAZINE

A essência não é o que foi, ao contrário: a essência mesma do mundo situa-se na linha de frente.
Ernest Bloch, O princípio esperança.

O massacre de Realengo expõe a face trágica do Brasil. E não me refiro à forma espetaculosa com que o tema foi tratado pela mídia, como se fosse um filme de ficção. Não, essa é uma prática recorrente e fácil de resolver. Basta não ler os jornais e revistas, basta desligar a televisão. Se isso acontecer, a forma de tratar os dramas humanos terá de mudar ou se perdem leitores, audiência.
A tragédia é outra. Torna-se imperativo que se avaliem os acontecimentos – brutais por qualquer ângulo que se veja­ para além do fato policial ou do drama individual do atirador. Ernest Bloch, em O princípio esperança, define a tragédia como um drama cujo fim já se encontra inscrito no princípio.
Basta ver o que acontece com as tragédias gregas. Há sempre um momento seminal que o conteúdo imensurável, ou incapaz de ser conhecido, do homem se revela e vai ganhando dimensão, até o desfecho final.

Qual o princípio do drama brasileiro? Três séculos de escravidão, o massacre de Canudos, a as torturas das ditaduras do Estado Novo e do pós-64? O massacre planejado, como política de Estado, dos guerrilheiros do Araguaia?

Sim, o princípio foi esse casamento infeliz entre a violência nunca passada a limpo com o surgimento da sociedade brasileira, geralmente individualista e, também, geralmente muito seduzida pela alternância das festas e tragédias. Cidadãos têm direitos no papel, mas dificilmente na realidade. A festa camufla a tragédia, a tragédia se reproduz e se amplia porque é sufocada, tratada como se não tivesse acontecido.

Esse o nosso drama, a repetição amplificada do mesmo. Foi o que aconteceu com as crianças de Realengo? Com o atirador? Vivemos uma sociedade áspera. As reações pessoais são violentas. As cidades respiram violência nas escolas, no transporte, no trabalho, por toda a parte. Pior: a desagregação social é estimulada, mas a pulsão dos desejos permanecem vivas. E as doenças sociais se multiplicam. O dinheiro parece ser mais desejável do que nunca. O dinheiro, o emprego, o êxito pessoal. Quem discute esses temas? Quem procura colocar o ser humano no centro da vida? Por que se aponta para a noite e não para o sol da manhã?

O neo-liberalismo tem vasta parcela de culpa quanto a esse fenômeno. Cortou os laços de fraternidade e solidariedade que nos unia. Mas não deve servir de desculpas. O Brasil reencontrou o caminho da democracia desde a década de 80. Portanto, tem havido tempo para discutir quem somos nós, como vive a juventude, em especial. Ricos e pobres. Onde estamos nós que não vemos que a vida não se resume aos índices de crescimento da economia e do consumo?

Aquela parte do homem atingido pela aspereza da vida não se propõe a esperar. Deseja evadir-se, mesmo quando se revela conformista, como nos revelamos com o trânsito das cidades e a apatia que nos leva a criticar e conviver com uma mídia espetaculosa, uma mídia que discute o dia a dia, mas que não se dispõe a ver os fatos nos seus contextos e relações profundas.

Há uma relação de vasos comunicantes entre o ser e o meio ambiente em que vive. O saber social implica em reconhecer que conceitos e práticas, assim como a o sentimento de mudança, exigem o conhecimento do real. O real está aí, aos olhos da multidão. Um país trágico, que acolhe a alegria e a dor. Cada dia mais se propõe a ser o país da alegria, mas é a dor que se infiltra nas dobras da vida, nas imagens-espectros que emergem da tragédia de Realengo, mas são as mesmas imagens da tragédia ecológica que se abateu sobre a serra fluminense, matando centenas de pessoas, que é mesma tragédia dos anos das ditaduras militares (64 estava plantado no Estado Novo varguista), que é a mesma tragédia de um povo que acredita poder superar o passado com o suposto novo. Pura ilusão. A nossa tragédia, vale repetir a palavra, é que ainda somos um povo infantil. Desejamos ser humanistas e cordiais, mas estamos muito, muito distantes, do humanismo e da cordialidade. Se olharmos para frente, porém, podemos acertar o passo e ver a tragédia de Realengo sem as lentes embaçadas da alienação presente.

Leitura recomendada
BLOCH, Ernest. O princípio esperança. Trad. Nélio Schneider. Rio de Janeiro: 2005, v.1.

Francisco Viana é jornalista, mestre em filosofia política pela PUC-SP, consultor de empresas e autor do livro Hermes, a divina arte da comunicação. É diretor da Consultoria Hermes Comunicação estratégica (e-mail: viana@hermescomunicacao.com.br)

JCTGomes:poesia no domingo do BP

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Alô amigos, paz, amor e alegria, com este soneto do Vinho do Pena de Aço, Leiam mas não se embriaguem. JCTGomes, pela concórdia universal com flores, vinho, Beethoven e sem guerra. Dia 2O palestra na Biblioteca dos Barris às l5 horas sobre CRIAÇÂO LITERÁRIA E JORNALÍSTICA (JCTGomes)
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AO VINHO

JC Teixeira Gomes

Irmão do sono e do amor, faze a amada

lançar seu claro olhar no meu aprisco,

para ver-me, no encanto da mirada,

do fogo da paixão correndo o risco.

Vence, enfim, o desdém da Idolatrada,

ó vinho que me tornas leve e arisco,

por criares o clarão da alvorada

no fulgor desse olhar em que me arrisco.

Comove o coração que me rejeita,

ó hábil feiticeiro dos vapores,

e dilata, sutil, a porta estreita,

da dura face, em seu olhar distante:

pois dessa musa, por prisão de amores,

mais que poeta quero ser amante.

abr
10
Posted on 10-04-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 10-04-2011


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Sinfrônio. no Diário do Nordeste (CE)


Wagner e Dilma: destinos políticos atrelados
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DEU NO IG

O início do segundo mandato de Jaques Wagner (PT) mostrou que a aproximação com o governo Dilma Rousseff é aposta estratégica do governador da Bahia. Nesses cem primeiros dias, Wagner atrelou-se ao Planalto em seu principal projeto, a chamada UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) baiana, e na medida mais impopular, um corte de gastos superior a RS 1 bilhão.

Embora o conceito de UPP tenha nascido no Rio de Janeiro, na Bahia ela terá apoio federal – o aumento da violência é um dos problemas mais graves enfrentados pelo Estado.
O anúncio de destaque de Wagner na área de segurança, a mais sensível para o governo baiano, é um projeto com 99% de recursos federais, a construção de bases comunitárias de segurança, que Dilma associara na campanha às UPPs cariocas.

A polícia da Bahia ocupou em março duas favelas de Salvador dominadas por traficantes. Em uma delas promete instalar até abril a primeira de 34 bases, a R$ 600 mil a unidade. No modelo previsto, segundo o governo baiano, o Ministério da Justiça banca a construção e o Estado entra com o pessoal. Ainda não houve, contudo, repasses de recursos pelo Planalto.

O governo do PT na Bahia vem procurando reforçar a divulgação de suas ações em segurança, área em que Wagner acumula críticas e índices desfavoráveis. De 2005 a 2009, por exemplo, houve alta de 142% nos assaltos a banco e de 85% nos roubos de veículos. A taxa de homicídios subiu 42% de 2004 a 2009 e o índice de mortes por armas de fogo avançou 347% entre 2000 e 2008.

Além de promover as operações nas favelas, o governador trocou a cúpula da segurança pública – o novo secretário da área é um delegado federal de 33 anos – e a titularidade de 23 delegacias de Polícia Civil. Diante de 26 roubos cinematográficos a banco registrados no Estado apenas em 2011, anunciou um convênio com instituições bancárias e policiais para coibir o crime. Também concentrou as investigações de homicídios em apenas uma unidade.

Da segurança pública também veio a maior turbulência do segundo mandato de Wagner. Às vésperas do Carnaval, um tiroteio entre policiais civis terminou com um investigador morto e uma crise entre o sindicato da categoria e a cúpula da segurança no Estado. O sindicato declarou greve e o governo conseguiu liminar na Justiça que enfraqueceu o movimento.

Na ocasião, Wagner defendeu a ação policial com frase de efeito: “Não há hipótese alguma de a gente conviver com laranja podre dentro de nenhuma unidade da segurança pública”. O policial morto era investigado por extorsão. Inquérito do caso indiciou outros dois policiais e quatro informantes sob acusação de formação de quadrilha, entre outros crimes.

Corte de gastos

O governo baiano associou seu principal projeto em 2011 a recursos federais e também recorreu ao Planalto para justificar a medida mais impopular até agora: um corte de gastos de R$ 1,06 bilhão – 4% do total do Orçamento estadual.

A área econômica de Wagner justificou a medida pela perspectiva de menor crescimento do País em 2011 e pelo cortes orçamentários de R$ 50 bilhões feitos por Dilma, que afetam as transferências constitucionais aos Estados.

“Dois mil e onze não será um ano fácil. Será, provavelmente, o mais duro dos quatro, para que tenhamos três outros melhores”, afirmou Wagner ao justificar o corte. Com a tesoura no Orçamento, o governo baiano suspendeu novos investimentos até julho e também a abertura de concursos públicos.

Cenário político

Se a situação de caixa de Wagner é apertada em 2011, no campo político o cenário é tranquilo. Diferentemente do primeiro mandato, quando teve que construir maioria no Legislativo após a eleição, desta vez o petista já conta com maioria na Casa: ao menos 35 dos 63 deputados estão com o governo.

Na reorganização do secretariado prevaleceu a continuidade: apenas dez das 25 pastas ganharam novos titulares. O PP do vice-governador e secretário da Infraestrutura Otto Alencar assumiu protagonismo e o papel de principal sigla aliada ao governo. Atraiu para seus quadros o prefeito de Salvador, João Henrique, que deixou o PMDB e se aproxima politicamente de Wagner.

Os primeiros dias do segundo mandato de Wagner também indicam que a aposta no atrelamento ao Planalto é sustentada por uma forte relação pessoal com a presidenta, da qual poucos governadores desfrutam. O governador foi anfitrião da presidente no primeiro contato de Dilma com eleitores de baixa renda desde a posse, em ato em 1 º de março em Irecê, acompanhou Dilma em sessão de teatro em Brasília em horário de folga e estará com a presidente na visita à China, a viagem mais importante da presidente ate o momento.

Leia mais sobre cem dias do governo Dilma no IG: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/

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