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BOA NOITE!!!

abr
09
Posted on 09-04-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 09-04-2011


Lumet: cinema perde um de seus maiores realizadores

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Morreu este sábado o diretor Sidney Lumet, realizador de obras primas do cinema mundial como “O Prego”, “Um dia de Cão, “Serpico” e “A noite dos desesperados” (Não se matam mais cavalos?) . Nomeado quatro vezes para a estatueta do Oscar, recebeu o premio maior do cinema em 2005 pelo conjunto da obra.

O realizador norte-americano Sidney Lumet morreu aos 86 anos, em Nova Iorque, segundo acaba de noticiar o jornal New York Times.

Nascido na Filadélfia, Lumet foi nomeado quatro vezes para o Oscar, mas acabou por conquistar uma estatueta dourada de carreira, em 2005, pelo contributo que deu ao cinema.

Lumet realizou em 1957 o filme “Doze Homens em Fúria”, protagonizado por Henry Fonda, que lhe valeu a primeira nomeação para o Oscar.

O seu último filme foi “Antes que o Diabo Saiba que você Morreu”, de 2007, onde contracenaram Philip Seymour Hoffman, Ethan Hawke e Marisa Tomei.
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deu no Diário de Notícias (Portugal)

O cineasta americano Sidney Lumet, realizador de filmes como “Doze homens em Fúria – 12 Angry Men”, “Serpico” e “Um dia de cão”, morreu este sábado em Nova Iorque, anunciou a sua família ao jornal “The New York Times”.

Lumet tinha 86 anos de idade, e morreu em casa, na ilha de Manhattan, em consequência de um linfoma, indicou a sua enteada, Leslie Gimbel.

O cineasta nunca recebeu um Óscar como realizador, mas foi nomeado quatro vezes: em 1957 com “Doze homens em Fúria”, em 1975 com “Um dia de Cão”, em 1976 com “Escândalo na TV – Network” e em 1982 com “Armadilha mortal – Deathtrap”.

Quase todas as produções de Lumet foram rodadas em Nova Iorque, pano de fundo da maior parte de sua carreira artística.

Filho do ator Baruch Lumet, Sidney nasceu e cresceu num ambiente artístico. Aos 4 anos de idade, já acompanhava o pai ao Teatro Yddish de Nova Iorque. Antes de se tornar realizador, foi actor de teatro e rádio durante 15 anos.


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Erasmo Carlos – Ao Vivo

BOM DIA !!!

(VHS)


Dilma e wagner a caminho de Pequim
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A presidente Dilma Rousseff, cujo governo completará 100 dias neste domingo, 10, está voando a caminho da China para visita oficial que começa na segunda-feira.Ela embarcou na noite de ontem e antes de desembarcar em Pequim, fará uma escala em Atenas, na Grécia, onde dormirá este sábado.Entre os integrantes da comitiva presidencial está o governador da Bahia, Jaques Wagner.

Hoje a presidente ficará em Elefsis, cidade nos arredores de Atenas, devendo seguir viagem para Pequim no domingo Seguirá para a China amanhã, 10. Na China, o primeiro compromisso de Dilma será com Ren Zhengfei, Presidente da Huawei, grande empresa chinesa de infraestrutura e tecnologica.

A comitiva presidencial é composta pelos ministros Antônio Patriota (Relações Exteriores), Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) e Edison Lobão (Minas e Energia), além do assessor para Assuntos Internaiconais, Marco Aurélio Garcia, e o governador da Bahia, Jaques Wagner. O ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, se juntará à comitiva na China.

Dilma Rousseff retornará a Brasila no dia 19. Na volta, Dilma fará escalas em Praga e Lisboa..


Nelson Pelegrino: o preferido de Jaques Wagner

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OPINIÃO POLÍTICA

A sucessão em Salvador

Ivan de Carvalho

Faltando um ano e meio para as eleições municipais e, mais especificamente, para a sucessão do prefeito João Henrique, o governador Jaques Wagner aproveita uma breve entrevista ao programa de televisão “Que Venha o Povo” para avisar que já tem candidato a prefeito da capital, o deputado Nelson Pelegrino, que, aliás, já outras vezes concorreu ao cargo (sem contar as que tentou concorrer e não conseguiu) e mais uma vez pleiteava ostensivamente mais uma chance.

Uma coisa não se pode negar ao ex-líder do PT na Câmara federal – perseverança. No Apocalipse, último livro da Bíblia cristã, afirma-se que aquele que perseverar na fé e no caminho reto até o fim, apesar de todos os percalços, será vitorioso. Parece uma sinalização estimulante para o eterno aspirante petista a prefeito de Salvador e seu histórico de percalços nos esforços para chegar aonde quer chegar.

Além disso, vale assinalar que Antonio Carlos Magalhães recebeu a alcunha de “o prefeito do século”, não cabendo em espaço com as limitações deste questionar quem colou ou como foi tal alcunha colada à sigla ACM. Mas se perseverança for sinônimo de administração eficaz e valer para a política e a administração o que o Apocalipse promete para a esfera espiritual, certamente Pelegrino será eleito e facilmente ganhará a alcunha de “prefeito do século XXI”, uma vez que então se tornará indispensável distinguir do outro, que o foi do século XX, mas não recebeu a numeração na alcunha, já que era, até então, primeiro e único.

Bem, creio já estar passando da hora desta análise reencarnar. Que se faça isso, pois.

O que levou o governador a avisar que, se depender dele, o PT terá candidato a prefeito da capital e este será Nelson Pelegrino? Em primeiro plano, foi uma referência direta a comentário do senador também petista Walter Pinheiro, que admitira a hipótese de uma aliança a que estivesse integrado o PT lançar para a prefeitura candidato não filiado a este partido, justificando que, numa aliança, não se pode começar a conversar impondo a exclusividade do direito de ter o candidato.

Suponho (nem sempre que suponho estou certo, claro) que o comentário feito por Walter Pinheiro introduziu uma boa dose de instabilidade no cenário sucessório da capital, especialmente (e aí está o outro plano por trás do citado primeiro plano) porque na base aliada há uma outra legenda, o PP, que tem o ministro das Cidades, Mário Negromonte e o chefe da Casa Civil do prefeito, o deputado e ex-prefeito de Lauro de Freitas, João Leão. E este não se declara, mas não nega, que possa vir a ser candidato a prefeito de Salvador no ano que vem. Leão é um bicho feroz, inspira cautela e precaução.

Se o PP quiser ter um candidato, que tenha, mas se depender de Wagner, o PT já tem o dele, Pelegrino. Foi o que deixou claro, explícito, o governador, ao ser provocado sobre a questão. Portanto, não vai haver aquela coisa que aconteceu nas eleições municipais de 2008, que começou como realidade, transformou-se em fantasia e até a fantasia foi rasgada – o governador tinha três candidatos “da base” no começo e terminou a campanha com um só, o do PT, suando a camisa por ele.

Entre as coisas evidentes na política baiana, uma delas é a de que o governador não deseja um fortalecimento do já encorpado e “ministeriado” – perdão pelo neologismo – PP da Bahia, talvez escaldado pelo seu tormentoso relacionamento, no primeiro mandato de governador, com o então poderoso, arrojado e arrochado PMDB. Trava uma batalha silenciosa e educada com o PP, na qual a principal peça da artilharia oficial é o PSD liderado pelo vice-governador e secretário de Infraestrutura Otto Alencar.

abr
09
Posted on 09-04-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 09-04-2011


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Dálcio, hojeno Correio Popular (SP)


Sergio Cabral: De Washington para a tragédia no Rio
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ARTIGO DA SEMANA

LIÇÕES A PESO DE OURO

Vitor Hugo Soares

Há poucos dias – quando ainda pensava e propagava, igual a tantos brasileiros adultos e “brasileirinhos”, que massacres em escolas, como os terremotos, eram tragédias impossíveis de acontecer no país tropical abençoado por Deus – estava na Argentina de tantos tremores e rumores, em manhã de 13 graus de temperatura e sol brilhante.

Realengo, naquele luminoso domingo portenho, lembrava apenas o simpático bairro carioca da letra do antológico samba “Aquele Abraço”, do baiano Gilberto Gil, composto na despedida do artista ao partir para o exílio em Londres. E o mundo naquela manhã, visto das margens do Rio da Prata, parecia uma quase completa maravilha.

Sentado em uma daquelas mesinhas de rua em frente ao Bar Dorrêgo olhava portenhos, ao lado de gente do mundo inteiro, passeando, comprando antiguidades preciosas, ou dançando tango na praça principal onde se realiza aos domingos a famosa feira do histórico bairro de Santelmo, em Buenos Aires.

Aproveitei a pausa entre “una copa de viño y otra” e a enésima audição do tango “Por una Cabeza”, de Gardel e Le Pera, para passar a vista rapidamente na edição dominical do jornal “Página 12” que havia comprado, num quiosque a caminho da mesa e do bom vinho do Dorrêgo.

E lá estava o Brasil presente na notícia do diário sobre a expectativa com que era aguardada uma palestra do ex-ocupante do Palácio do Planalto prevista para breve na importante província argentina de La Plata, “sobre como fazer uma crise com tamanho de tsunami nos Estados Unidos virar uma simples marolinha no maior país da América do Sul”.

Tomado de repente da virose de pessimismo e maledicência que outra vez grassa perigosa e predatoriamente em algumas áreas – principalmente em núcleos influentes da mídia e círculos intelectuais de classe média no País, antes mesmo do massacre da manhã de quinta-feira na escola pública do Rio de Janeiro – pensei: Lula parece que achou rapidamente um novo caminho para tocar e ganhar a vida de palestra em palestra.

Ou de conversa em conversa, para dar um tom mais informal e ritmo de samba brasileiro à questão. Em resumo, do jeitinho que o ex-presidente mais gosta e provavelmente pediu a Deus e aos orixás. “Pena que seu auditório vá ficar instalado na periferia do mundo, restrito aos manjados ouvintes brasileiros ou vizinhos da América do Sul – políticos e empresários principalmente”, foi o que imaginei de imediato naquela manhã portenha no bairro de Santelmo.

De volta ao Brasil, verifico através de fatos e imagens desta semana: o pensamento de alguns dias atrás corre o risco de estar redondamente equivocado. Em Washington, capital dos Estados Unidos, Luiz Inácio Lula da Silva estreou quarta-feira (véspera da tragédia brasileira em Realengo), o circuito de palestras internacionais que fará a partir de agora.

Na cidade emblemática das decisões políticas e econômicas mais importantes do mundo, Lula fez a palestra mais noticiada e concorrida do Fórum de Líderes do Setor Público da América Latina e Caribe, promovido pela Microsoft, de Bill Gates, poderoso empresário norte-americano, alvejado por severas críticas do palestrante em tempos recentes.

Lula foi convidado – e “pago a peso de ouro”, segundo a preocupação principal de seus críticos refletida nas pautas de boa parte da mídia nacional – para falar e dar lições sobre “como combater e vencer crises” a partir das ações que desenvolveu em diferentes áreas quando governava o Brasil.

Entre os participantes na conversa de Lula com gente grande e de poder nas Américas, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Este, retornou (ainda tonto e sem saber direito o que dizer e fazer) direto para o olho do furacão de uma das maiores tragédias brasileiras. Mas voltemos ao começo da conversa para evitar desvios no final.

Leio que depois da passagem por Washington, o ex-ocupante do Palácio do Planalto seguiu para o cinematográfico balneário de Acapulco, no México, para ser conferencista de destaque em encontro de endinheirados homens de negócios do setor financeiro internacional, também alvo de críticas do brasileiro no auge da crise dos Estado Unidos e de vários países europeus.

Na semana que vem o ex-presidente segue para o Reino Unido, que também namora com a crise há um bom tempo, sem achar saída. Em Londres vai falar igualmente para empresários. E assim, enquanto boa parte da mídia concentra baterias de pautas na especulação sobre quanto Lula ganha por cada uma de suas palestras, ele vai fazendo sucesso ao levar suas lições a qualquer lugar do mundo que quiser ouvir e puder pagar. Por volta de R$ 200 mil – segundo espalham alguns, tomados de mal disfarçada inveja. “A peso de ouro”, preferem murmurar alguns críticos e adversários de bico grande, sem adiantar cifras.

Seja como for, difícil não imaginar diante dos fatos (e dos boatos): o futuro próximo parece sorrir e prometer dias de Midas para o antigo retirante da seca do Nordeste, passageiro de caminhão pau-de-arara, depois ex-dirigente sindical da região paulista do ABC que alcançou o posto mais alto de poder pelo voto em seu país e que agora – exageradamente ou não – dá a impressão de querer escalar o topo do mundo.

Resultado a conferir.

Vitor Hugo Soares é jornalista – E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

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