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BOA NOITE!!!

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Posted on 02-04-2011
Filed Under (Multimídia) by vitor on 02-04-2011


Lyz Taylor: sempre surpreendente/Reprodução
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DEU NO PORTAL TERRA

Inúmeras fotos inéditas de Elizabeth Taylor têm sido divulgadas desde sua morte, mas nenhuma foi tão reveladora e surpreendente quanto a divulgada neste sábado (2) por um colecionador. As informações são do Daily Mail.

Liz Taylor estava com 24 anos quando foi clicada completamente nua e esta é a primeira vez que o retrato é divulgado publicamente.

Segundo o jornal, este teria sido um presente de noivado de Miss Taylor para o produtor Michael Todd, que foi seu terceiro marido.

A foto foi tirada pelo ator e fotógrafo Roddy McDowall, que era um amigo muito próximo de Liz Taylor. Na época, ele havia prometido fazer um retrato de muito bom gosto. Ela gostou e deu de presente a Todd em 1956, com quem se casou poucos meses depois, mas a relação foi tragicamente curta, pois o produtor morreu 13 meses após o dia do casamento, quando seu avião particular caiu durante uma tempestade sobre o Novo México.

A imagem foi comprada pelo colecionador Jim Shaudis em 1980 e Liz Taylor pensava ter perdido esta foto, mas após sua morte na semana passada por insuficiência cardíaca, aos 79 anos, ele decidiu mostrar a imagem aos fãs da estrela.


Maria Beltrão: pouso inesperado na Bahia
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Os 227 passageiros do voo da TAP retidos em Salvador devido a uma avaria técnica no avião deverão regressar a Lisboa este domingo às 9h20 (horário de Lisboa), segundo revela o jornal Diário de Notícias a partir de informação da agência LUSA colhida em fonte da companhia aérea portuguesa.

Segundo a porta-voz da TAP, Carina Correia, partiu no inicio da tarde desre sábado, um avião Airbus A330 vazio – com capacidade para 230 passageiros -, que deverá estar de volta à capital portuguesa às 9h20 de domingo com os passageiros retidos no aeroporto de Salvador.

“Foi uma avaria num dos reatores”, precisou a porta-voz da TAP, adiantando que o comandante entendeu ser necessária uma avaliação técnica, o que acabou por acontecer no aeroporto de Salvador, onde a aeronave vai permanecer para reparos.

A jornalista e âncora do canal privado de televisão Globo News estava no avião avariado que desceu em Salvador. Viajava também no vôo Rio-Lisboa, a estilista Graziela Nadruz.

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações do jornal português Diário de Notícias)

abr
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Posted on 02-04-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 02-04-2011


Graziella Nadruz: “cheiro de queimado no vôo”
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Um avião da TAP foi obrigado a pousar no Aeroporto Internacional de Salvador, depois de detetada uma avaria, segundo confirmou à TSF o escritório de comunicação da TAP.

O voo decolou na sexta-feira do Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, e tinha como destino a Portugal. A bordo seguiam 227 passageiros.

O avião teve de fazer uma «aterrisagem por razões de segurança» e ficou «sujeito a uma avaliação técnica», disse à TSF a porta-voz da empresa Carina Correia.

A mesma responsável adiantou que «um dos reatores» apresentou problemas, pelo que o avião vai ter de ficar em «reparos» na capital baiana.

A TAP fará um voo extra para os passageiros que seguiam naquele avião.

À TV Globo, uma das passageiras, a estilista brasileira Graziella Nadruz, disse ter ouvido uma explosão e sentido um cheiro a queimado, assim como alguma fumaça.

(Informações do portal português TSF) )

abr
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OPINIÃO POLÍTICA

A saúde e o Estado

Ivan de Carvalho

Isso de faltarem na Bahia – suponho que também faltem em outros estados, ainda que não dê para afirmar que faltam em todos – remédios que deveriam ser fornecidos pelo SUS, por intermédio e sob a responsabilidade da Secretaria Estadual de Saúde não é, de modo algum, uma novidade. Ora faltam uns, ora faltam outros, um sufoco para os pacientes que precisam deles.
Alguns são medicamentos caros, que os pacientes não têm condições de comprar. Outros são remédios que simplesmente não são encontrados no mercado, nas farmácias, porque de consumo restrito, não havendo interesse para essas casas comerciais tê-los em estoque. Outros ainda, embora em limitadíssimo número, são remédios importados (porque não produzidos no Brasil), geralmente muito caros e quase impossíveis de serem importados por um particular, mesmo que este tenha o dinheiro para pagar o preço.
Nesse contexto, é de esperar que, obedientes à Constituição da República, à lei e às normas regulatórias do Sistema Único de Saúde, a autoridade responsável – no caso, a Secretaria Estadual de Saúde, na sua função de integrante e executora do SUS para o fornecimento de medicamentos – tenha um estudo completo dos medicamentos de que precisa ter em estoque e da frequência com que é necessária a renovação de estoque e se guie por esse estudo para não deixar que faltem medicamentos para pacientes que precisam deles para continuar vivos.
É o caso de medicamentos para quem tem órgão ou outros tecidos transplantados. Há o problema básico da rejeição, a ser evitada por imunossupressores, bem como outros problemas, que podem exigir outros remédios.
A propósito, a jornalista Aleksandra Pinheiro fez, na quinta-feira, em seu twitter, como relatou ontem com destaque o site Política Livre, um relato emocionado sobre o drama experimentado por transplantados na Bahia, acrescentando um apelo ao governador Jaques Wagner e ao secretário da Saúde, Jorge Solla, para que determinem imediatamente a compra de azatioprina, medicação indispensável e que o Estado não tem fornecido há muitos dias.
“Denúncias feitas, matérias de TVs, jornais, etc. e o secretário Jorge Solla não tem a dignidade de mandar comprar a azitioprina”, desabafa no limite da contenção de linguagem a jornalista em seu twitter. E direciona a denúncia para o microblog do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Aparentemente, o que desencadeou a indignação da jornalista Aleksandra foi o anúncio do governo de que vai criar uma “organização de procura de tecidos e órgãos” para transplantes. “Eu leio nisto uma palhaçada sem igual. São Paulo transplanta órgãos, restabelece a vida das pessoas e o governo da Bahia deixa pacientes perderem transplantes por falta de medicação”, comentou ela no seu microblog. E disse mais: dirigiu um desaforo ao ministro: “Se é este o Ministério da Saúde que o senhor pretende liderar, @padilhando, comece a contar os mortos”; lamentou que o Ministério Público baiano “só dorme” e que, portanto, iria ao Ministério Público Federal para ver se este aciona o Ministério da Saúde para resolver a falta de remédios na Bahia.
Ontem, a presidente da Associação dos Transplantados da Bahia, Márcia Chaves, confirmou a denúncia da jornalista Aleksandra Pinheiro, afirmando que a azatioprina falta na farmácia do Estado em Salvador desde o dia 14. Segundo Márcia Chaves, na Bahia cerca de duas mil pessoas precisam usar o medicamento.
É. Não dá para deixar como está.


BOM DIA!!!
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CRÔNICA/ FIGURAS

Sarney, Obama e Bethânia

Janio Ferreira Soares

Nesses dias em que a movimentação do eixo da Terra resolveu que por aqui amanheceria Outono e no outro lado do mundo anoiteceria o caos, faltou espaço para tantas noticias, a começar pela visita do presidente Barack Obama, que chegou ao País, como diria a esposa do governador Cid Gomes naquele vídeo postado no You Tube, com a family – mais a sogra e a comadre -, provando que em matéria de mimos a consanguíneos e agregados tanto faz ser político do Vale do Cariri como de Washington, dá no mesmo.

Rei do charme, Obama foi de Jorge Benjor a Paulo Coelho para extasiar uma platéia já no papo e, de quebra, ainda levou na bagagem uma camisa do Flamengo para usar nos dias de folga ao lado de sua nega chamada Michelle. Para completar, mister simpatia revelou ao governador Jaques Wagner sua intenção de um dia visitar a Bahia.

Venha “de” mesmo, negão, que aí sim, você vai ver com quantas cabaças se faz um berimbau e com quantas piruetas se toma um susto de verdade. E, na moral, pode trazer toda a renca, pois o Pelourinho te espera cercado de rambos, macgivers e batuques ecoando por entre casarões, pivetes e serpentinas – sem Bolsonaro por perto.

Outro episódio que causou um tsunami ideológico foi a autorização dada pelo Ministério da Cultura para Bethânia captar um milhão e trezentos mil reais visando a construção de um blog de poesias, fato, aliás, dentro da lei. Foi o bastante para grande parte da mídia lançar os mais diversos ataques àquela que faz zunzum na testa, na janela, na fresta da telha, pela escada, pela porta e pela estrada a fora, como se a nossa abelha rainha fosse a única favorecida por essa espécie de mel cultural que adoça a vida de muitos por aí. (A propósito, será que se ela bancasse esse blog com grana própria alguma revista lhe daria capa e elogiaria sua abnegação?).

Falando em abelhas, vale destacar a biografia do glorioso marimbondo Sarney, que, coitado, passou a vida toda sofrendo as consequências de decisões alheias – mas sempre com o bigode a captar o néctar do poder eterno. Grande zangão

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura e Turismo de Paulo Afonso, na margem baiana do Vale do São Francisco.

abr
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Posted on 02-04-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 02-04-2011


Samuca, hoje no Diário de Pernambuco(PE)

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Posted on 02-04-2011
Filed Under (Artigos, Vitor) by vitor on 02-04-2011


Em BH o povo se despede de Zé Alencar

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ARTIGO DA SEMANA

O peso da morte de Zé Alencar

Vitor Hugo Soares

“Há mortes que para um país e para a humanidade pesam menos que uma pluma. Há outras, porém, que pesam toneladas” (Mao Tsé-tung).

Atiradores de plantão podem pegar pedras no meio da rua – sempre existem alguns ao alcance da mão em obras inacabada por aí – para jogar. Apesar do risco, recorro à citação das palavras do ex-líder chinês Mao Tsé-Tung na abertura destas linhas por considerá-la a mais completa tradução de sentimentos político e humano diante da partida de José Alencar.

Cremado quinta-feira, em Belo Horizonte, o empresário e ex-presidente da República foi velado duas vezes (em Brasília e Minas) em meio a demonstrações de pesar e comoção raramente vistas no Brasil, principalmente na morte e enterro de homens públicos. Registre-se, por mais raro ainda, que os tributos partiram de todas as categorias sociais e começaram ainda no hospital paulista de onde saiu o corpo de Alencar.

No caso, segue mais apropriada e atual que nunca a frase que aprendi quando frequentava ao mesmo tempo as salas de aulas das faculdades de Direito e de Jornalismo na ardente Universidade Federal da Bahia nos agitados dias dos anos 70.

A UFBA era então um emblema. Reduto de saber, ensino de qualidade e de resistência contra a ditadura que se implantava no País. Movimento que na origem unia militares e civis, se prolongaria por 21 anos até a redemocratização, mas cujas marcas que remetem à disseminação do medo e da intolerância seguem latentes, a deduzir pelos zumbidos em círculos militares nos últimos dias e as declarações de um de seus principais porta-vozes atuais, o deputado Jair Bolsonaro.

Quando li a citação pela primeira vez, o “livrinho vermelho do presidente Mao” ainda não havia sido “renegado” pelas “massas”, nem “caído em desgraça” nos círculos de comandos das “esquerdas”. Ao contrário, era sucesso total de vendas e de público no mundo inteiro: de Salvador a Paris; de Buenos Aires a Marrakesh; de Roma a Bagdá, de Londres a Tóquio. Únicas exceções: Moscou e Havana, onde a simples posse do livrinho podia dar em expulsão do Partido, cadeia ou desgraça política.

“Mas isso é passado, coisa de saudosista”, dirão os politicamente corretos de hoje. Não discuto, apenas confesso: foi no livrinho que pensei primeiro, desde o momento em que, no começo da tarde de terça-feira, vi na TV a imagem daquele médico do Hospital Sírio Libanês em visível esforço para não cair em prantos.

Desolado, dizia aos jornalistas que o cercavam ansiosos por uma notícia de nova reação do bravo paciente: “Ele está sedado, sem sofrimento, prestes a descansar”. E o doutor saiu apressado da frente das câmeras, provavelmente em busca de um lugar reservado para liberar a sensação de pesar que mexia com os sentimentos do experiente profissional da medicina. Sim, era o desfecho de uma situação previsível e natural, mas difícil de aceitar no caso de José Alencar, até para o especialista.

Em Brasília, a presidente Dilma Rousseff, comovida também, mas solene e impávida em público diante do corpo velado no Palácio do Planalto. Ao lado, o ex-presidente Lula é a outra face do mesmo sentimento: ao retornar da viagem de tributos em Portugal e ver pela primeira vez o corpo inerte do “companheiro Zé Alencar”, cai em pranto solto, assoado na manga do paletó. Em Belo Horizonte, na rua próxima ao Palácio da Liberdade, a típica mulher do povo de Minas, cabelos embranquecidos, chora como dezenas de outros cidadãos anônimos com as mãos no rosto.

Tive apenas uma experiência profissional e pessoal mais próxima de José Alencar, mas suficiente para entender todo o pesar nacional com a sua partida. Foi na Bahia, dia 12 de setembro de 2002. Já narrei o episódio marcante em outros textos, mas não custa resumi-lo aqui, por oportuno e referencial.

Fervia a arrancada final e decisiva da campanha que desaguaria na inédita escolha no Brasil de um torneiro mecânico, ex-dirigente sindical do ABC, ao Palácio do Planalto. “Naquele dia, um temporal, assustador ameaçava afogar Salvador, enquanto se aproximava uma noite daquelas em que o melhor a fazer era ficar em casa ou ao abrigo de um hotel, mesmo sendo um político à cata de votos em encardido embate presidencial. Pegar avião nem pensar, ainda mais se a pessoa ardia com febre de mais de 38 graus, e estava com a garganta estropiada por uma faringite agravada pelo excesso de uso das cordas vocais em comícios sucessivos país afora”, escrevi então.

Era esta exatamente a situação de Alencar, bem sucedido empresário – dono da Coteminas, campeã do ramo têxtil no País -, ao chegar à sede da Associação Comercial da Bahia – mais antiga e das mais conservadoras entidades de empresários da América Latina – para uma palestra com o objetivo de derrubar na terra de Antonio Carlos Magalhães, “resistências ainda fortes na elite empresarial do Nordeste, quanto a apoiar o barbudo sindicalista do PT para ocupar o mais alto posto de comando da Nação”.

Lembro bem: na cidade já corria o boato de que Zé Alencar não iria mais ao encontro na ACB: “Foi para a cama”, espalhavam adversários, com ar de troça. Puro engano, como uma figura saída de livro de Guimarães Rosa, o mineiro vestido em terno de linho branco, “garganta quase tapada, rouco e ardendo de febre, chegou debaixo do toró, falou sem parar durante uma hora e meia e levou mais de 40 minutos respondendo a perguntas dos desconfiados homens de negócios da Bahia.”

Na manhã do dia seguinte, o candidato a vice pegou o avião empanturrado de antitérmicos e foi encerrar a campanha presidencial em conversas com mais empresários em Itabuna e Vitória da Conquista. O resultado é o que todos conhecem. Uma morte com peso de toneladas, portanto.

Difícil esquecer ou não sentir pesar pela partida de uma figura assim tão rara, quanto Zé Alencar.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br


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Estranho Rapaz

Jose Carlos Capinam

Quando ele chegou,
O estranho rapaz,
seu olhar estrangeiro olhou para mim,
Eu nunca tinha ouvido,
A fala do amor,
o frio o calor,
Eu logo entendi,
Que quando o rapaz,
seu olhar estrangeiro olhou para mim,
Seu olhar estrangeiro,
falava uma língua que eu logo entendi,
senti no meu corpo uma coisa tao louca,
Que eu nunca senti,
Ele olhava minha boca,
ele olhava meu corpo, ele olhava em meu seio,
olhava no meio por dentro de mim,
No princípio o perigo,
E depois,
Eu olhava eu olhava,
Não tinha receio,
Desejava queria no precipício,
crescer minhas asas desvendar o segredo,
Seu olhar penetrante,
invadia ofegante o meio de mim,
Rasgava o meu ventre o meu corpo inteiro,
me vendo por fora me vendo por dentro,
do principio ao fim,
Depois me olhou me olhou,
Me olhou de baixo para cima,
Em cima embaixo dentro de mim,
Me queimando queimando,
O céu o inferno,
O paraíso é assim,
Onde passou tão pouco deixou,
Só um rastro de fogo queimando em silêncio,
O incêndio do amor.
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BOA NOITE!!!

(VHS)

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