abr
30


Morte de Saiff é duro golpe em Kadaffi
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O filho mais novo de Muammar Kadhafi e três netos foram mortos este sábado por um ataque aéreo da OTAN, a que o líder líbio sobreviveu, anunciou um porta-voz do regime em Tripoli.

Kadhafi e a mulher estavam na sua casa em Tripoli com o seu filho de 29 anos, Saif al-Arab Kadhafim quando esta foi atingida por pelo menos um míssil de um avião da OTAN, adiantou Moussa Ibrahim, porta-voz do regime.

A casa de Kadhafi em Tripoli, num bairro residencial, ficou fortemente danificada.

Saif al-Arab Kadhafi era o sexto filho de Kadhafi. Nos últimos anos, passou muito tempo na Alemanha.

Em Bengazi, bastião dos rebeldes líbios, ouviram-se tiros festejando o anúncio da morte dos familiares de Kadhafi, noticiou a agência AFP.

(Infonmações do jornal portugues Diário de Notícias, com AFP)


Marie Simon-Pierre: curada e sem tomar remédios
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DEU NO JORNAL SOL (DE PORTUGAL)

A religiosa francesa Marie Simon-Pierre, que o Vaticano acredita ter sido curada da doença de Parkinson por intercessão de João Paulo II, disse hoje que não toma qualquer medicação «há seis anos».
A irmã apresenta esta noite o seu testemunho na vigília de oração que prepara a beatificação do Papa polonês marcada para este domingo(1), numa intervenção previamente gravada e antecipadamente divulgada pela sala de imprensa da Santa Sé.

«Há seis anos que não tomo medicamentos e depois da minha cura voltei a encontrar um ritmo normal», diz a freira das Irmãzinhas das Maternidades Católicas.

Afetada pela doença desde 2001, então com 40 anos, Marie Simon-Pierre explica que deixou de sentir sintomas «na noite de 2 para 3 de Junho de 2005», depois de uma novena de oração a João Paulo II, pedindo «um milagre».

Uma cura mantida em segredo com a superiora da casa religiosa durante quatro dias, até que a 7 de junho a consulta de rotina no neurologista se transformou na constatação do «desaparecimento total dos sinais clínicos» do Parkinson.

«É como um segundo nascimento, uma segunda vida», acrescenta a religiosa francesa, para quem esta cura é também «uma bênção para a Igreja e para o mundo».

«É com grande emoção que aceitei dar o meu testemunho. Fiquei profundamente tocada pelo fato de ter podido beneficiar desta graça da cura e por saber que ela contribuiu para a beatificação de João Paulo II», acrescenta.

Para a beatificação exige-se o reconhecimento de um milagre atribuído à intercessão do fiel em causa, sendo necessário que a cura tenha acontecido de forma espontânea, completa, duradoura e inexplicável à luz da ciência atual.

Bento XVI aprovou a 14 de Janeiro a publicação do decreto que comprova o milagre atribuído à intercessão de João Paulo II (1920-2005), concluindo assim o processo para a sua beatificação.

Tags: Internacional


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NOVÍCIA

Victor Herédia e Chico Buarque

Cruzó la línea temprana de su niñez
se puso se vestidito color ayer
y fue como una oración
de otoños sobre sus pies
Herida, ofreciendo vida justo en la esquina
temblando ausente en su desnudez

Sus leves huesos en cruz
meciéndola en suave luz
el tipo que la acaricia
y ella novicia llorándose

Ay donde está su amor
su principito azul
que oscura noche desata
lunas baratas sobre su ajuar
que oscura noche desata
lunas baratas sobre su ajuar

Bebió su copa de olvido y salio otra vez
catorce sueños hundidos ahogándose
la escolta la soledad
oscuro perro sin fe
ladrando a esa luna muerta
que la persigue junto a la sombra de su niñez

Sus leves huesos en cruz
meciendo en suave luz
el tipo que la acaricia
y ella novicia llorándose

Ay donde esta su amor
su principito azul
que oscura noche desata
lunas baratas sobre su ajuar
que oscura noche desata
lunas baratas sobre su ajuar

Cruzo la línea temprana de su niñez
se puso se vestidito color ayer
Bebió su copa de olvido y salio otra vez
catorce sueños hundidos ahogándose
vendiéndose… llorandose… vendiéndose… ahogándose…

Letra: Víctor Heredia
Interpretes: Víctor Heredia y Chico Buarque
Disco: Entonces

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BOA TARDE!!!

(vhs)


Cardeal Saraiva Martins defende santidade de João Paulo II
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O cardeal português no Vaticano, D. José Saraiva Martins, afirmou hoje, sábado, em Roma que os casos de abusos sexuais sobre menores, por membros do clero católico, não “beliscam minimamente” a santidade de João Paulo II.

A respeito da beatificação do papa polaco, amanhã, domingo, o antigo responsável pela Congregação para as Causas dos Santos (CCS) admitiu que a questão da pedofilia no seio da Igreja Católica foi “levada em conta” na ‘positio’, dossier que reúne toda a documentação recolhida para este processo.

“Nunca foi dito que [João Paulo II] estivesse ao corrente de tudo, que estivesse informado de tudo. À minha volta podem acontecer muitas coisas, mas se não estou informado, que culpa tenho?”, questionou.

(Informações do jornal Diário de Notícias, de Lisboa))


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Comentário no You Tube
Victor Heredia escreveu esta cançao em memória de sua irmã desaparecida durante “A guerra suja…”……..Bela canção… Eu estive vivendo fora da Argentina nos últimos 10 anos e não há uma vez que eescute esta canção e não chore como uma criança.

(Diego 74)

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Comentário do editor:

Comigo também aconteceu o mesmo , há poucos anos, no show de Herédia em um teatro da Avenida Corrientes, em Buenos Aires, no qual estava presente também na plateia a saudosa Mercedes Sosa.

Mas não me senti constrangido, pois olhei para o lado para enxugar os olhos disfarçadamente e, próximo de mim, na plateia, quase todos derramavam lágrimas.

(Vitor Hugo Soares)


Sabato em sua casa de Buenos Aires
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DEU NO BLOG SRZD

O escritor argentino Ernesto Sabato morreu na manhã deste sábado ao 99 anos, de acordo com pessoas próximas ao autor. Um dos grandes nomes da literatura da Argentina, Sabato estava em sua casa, no próxima da capital Buenos Aires.

A companheira do escritor, Elvira González Fraga, disse à imprensa local que Sabato estava com o quadro de saúde complicado devido a uma bronquite.

Escritor de “Nunca Mais”, obra-chave que conta os horrores da última ditadura militar argentina, Sabato recebeu o Prêmio Cervantes em 1984 e também indicado ao Nobel de Literatura de 2007. Entre outras obras do argentino estão “”Sobre Heróis e Tumbas”, “Abadon, o Exterminador” e “O Túnel”.


Kate e Williams:casal passeia no “dey after”/DN
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O Palácio de Buckingham informou oficialmente que os duques de Cambridge reduziram a lua-de-mel a um fim-de-semana. Um helicóptero transportando o príncipe William e a mulher, Catherine, descolou esta manhã do palácio, levando o casal para um destino secreto no Reino Unido.

Comunicado oficial da casal real britânica, divulgado esta manhã de sábado em Londres, derruba todas as especulações em torno do destino da lua-de-mel do casal:  “Os duques optaram por não partir de imediato de lua-de-mel”.

William e Catherine, que abandonaram esta manhã o palácio de Buckingham de helicóptero, vão passar este fim-de-semana no Reino Unido e, já na próxima segunda-feira, o príncipe regressa ao trabalho na base militar de Anglesey.

(Com informações do jornal português Diário de Notícias )


Wagner:divisão de cargos cria estresse na Assembléia

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OPINIÃO POLÍTICA

Territórios de Identidade

Ivan de Carvalho

Grande parte da base de sustentação do governo petista de Jaques Wagner na Assembléia Legislativa está inquieta. A parte da base constituída pela bancada do PT está feliz e quer, naturalmente, que seja mantida a situação que a beneficia e faz a desgraça alheia.

A questão principal do descontentamento refere-se a critérios de indicação de autoridades estaduais nos municípios. Pelo menos 14 deputados insatisfeitos, de vários partidos, assinaram um documento em que pedem uma audiência ao governador para tratar do assunto e mais quatro se dispunham a assinar.

Mas havia também outros parlamentares descontentes com tais critérios e cuja insatisfação, contida pela prudência ou receios políticos, não os estimulava a assinar o pedido de audiência.
A essa atitude de governistas de demonstrar insatisfação somava-se, naturalmente, a atitude de rejeição dos deputados da oposição, o que vinha tornando complicada a aprovação do projeto de lei da reforma administrativa, proposto pelo governador.

Foi preciso que este, do exterior, onde estava, telefonasse para dizer que estaria chegando naquele mesmo dia à noite e que se dispunha a receber em audiência os deputados para conversar sobre os critérios de indicação de autoridades estaduais nos municípios. Isto levou os insatisfeitos dos partidos aliados a juntarem-se aos satisfeitos do PT e aprovarem a reforma administrativa. Agora, o que está faltando é a conversa com o governador sobre os mencionados critérios e o resultado que essa conversa (ou conversas?) terá.

Todo o problema ocorre, basicamente, porque foi quebrado o paradigma histórico, que inclusive foi aplicado durante o primeiro mandato do governador Jaques Wagner. Simplificando: o deputado governista mais votado no município indicava as autoridades principais ali sediadas; o segundo mais votado indicava autoridades menos importantes; o terceiro mais votado ficava com as migalhas maiores e assim por diante.

Então, o governo mudou o paradigma. O que vale agora para os cargos mais importantes, tais como as diretorias regionais de educação e as de saúde, não é a votação no município em que elas estão sediadas, mas um tal de “território de identidade”. Suspeita-se que o governo e o PT foram buscar o conceito nos estudos do cientista baiano Milton Santos, conceito que ele criou, evidentemente, com outros objetivos e sentidos mais nobres, sem jamais pensar que viesse definir indicações de autoridades administrativas por parlamentares e partidos políticos.
Um “território de identidade” é mais ou menos uma área que contém alguns municípios com afinidades econômicas, administrativas e, naturalmente, geográficas. Prevalece em cada território a votação do partido, não mais do deputado. Se o PT foi mais votado em determinado “território de identidade”, então seus deputados mais votados ali – mesmo que algum deputado de outro partido tenha sido o mais votado de todos no município que constitui o núcleo do “território de identidade” – vão indicar as principais autoridades estaduais no pedaço.

O critério de “territórios de identidade”, sabia o partido no governo, o PT, desde o início, daí sua adoção, e ficaram sabendo depois os partidos aliados do governo, daí a insatisfação de seus deputados, beneficia de modo espetacular o PT e seus parlamentares, em detrimento dos outros. E arma o PT para, cada vez mais, dominar a administração, reduzindo a participação dos aliados aí. E, em última instância, conquistar espaço político e eleitoral aos aliados.

Que, exatamente por isto, estão muito inquietos. O que não significa que a inquietação vá abalar a posição assumida pelo governo e pelo PT. Os aliados terão que esperar pacientemente – muito pacientemente – o resultado da conversa prometida pelo governador. Ou talvez nem precisem esperar

abr
30
Posted on 30-04-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 30-04-2011


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Fred, hoje, no A Chargr Online originalmente para o

O liberal peruano Vargas Llosa, Nobel de literatura…

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…Recomenda voto no esquerdista Ollanta no segundo turno

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ARTIGO DA SEMANA

PERU À MODA BRASILEIRA

Vitor Hugo Soares

Tento encontrar uma explicação para o interesse especial que desperta, no jornalista da baiana e desgovernada cidade de Salvador, na beira do Atlântico, o processo eleitoral para a escolha do novo presidente do Peru, que incendeia políticos, empresários, marqueteiros e multidões lá na costa do Pacífico.

Um incêndio – diga-se – com notórios toques à moda brasileira de política e marketing, que grassa na campanha já em seu segundo e decisivo turno na capital Lima e em todo território onde no passado se ergueu a Civilização Inca no continente latino-americano.

No entanto, há quase total desinteresse dos vizinhos brasileiros, cuja mídia prefere apostar praticamente todas as suas fichas nas narrativas das picuinhas de Brasília, ou na cobertura embasbacada, faustosa, acrítica e alienante do casamento do príncipe com a plebéia em Londres, megaevento que tenta dar uma mãozinha para tirar o Reino Unido de uma de suas mais severas crises política e econômica.

O interesse e a paixão particular começou nos primórdios dos anos 70, mas não nasceu no Peru, como se poderia imaginar, pois lá nunca estive, apesar dos muitos sonhos e planos de viagens para Lima e Machu Pichu, que jamais deram certo, desde a juventude rebelde e militante na Bahia.

A fagulha se acendeu bem depois de ter escutado, com emoção, pela primeira vez, Caetano Veloso interpretar a canção peruana “La Flor de la Canela” – cuja origem e procedência eu desconhecia então. Aconteceu quando era repórter do sucursal do Jornal do Brasil, em Salvador, em uma das primeiras estadas na Argentina, na companhia de um casal de queridos amigos pernambucanos (Samuel e Veraci ).

Resolvemos entrar em uma daquelas fantásticas lojas de discos de Buenos Aires, na florescente e livre Avenida Corrientes, no tempo em que o Brasil atravessava uma das fases mais fechadas e truculentas da ditadura implantada em 64.

“Vocês não conhecem esta cantora no Brasil?”, perguntou a surpresa vendedora ao ver a nossa reação de desconfiança quando ela mostrou e sugeriu com entusiasmo o disco intitulado “Chabuca Granda – voz e vena de América”.

Pedimos então para ouvir algumas faixas onde estavam gravadas, na insuperável interpretação da prória autora, algumas das maiores preciosidades musicais já produzidas no continente e no planeta em qualquer tempo: “La Flor de la Canela”, já citada, “Fina Estampa” – que Caetano também gravaria mais tarde, em um de seus discos mais belos – “Señor Manuel”, “Ponte de los Suspiros” e “Quizas um dia Así” (entre outras), esta última, embora jamais gravada por ele, seguramente uma das fontes mais limpas onde o artista baiano, de Santo Amaro da Purificação, bebeu.

O efeito foi imediato, como injeção na veia. Comprei aquele e todos os discos de Chabuca que encontrei naquela loja portenha e em outras por onde passei depois. E aí está explicada a origem da minha paixão peruana e do forte interesse que me desperta o debate atual sobre o destino político dos conterrâneos da saudosa e imensa artista que sigo escutando.
.
A recordação me leva a outra situação que liga umbilicalmente Brasil e Peru atualmente: lá e cá o povão não pára de surpreender. Está sempre a dar nó em muitas cabeças. E não só na de políticos e bem pensantes intelectuais brasileiros, como se tem visto nos acirrados debates e bate-bocas, desde que FHC publicou a sua polêmica receita para reanimar a combalida oposição no Brasil. Agora, petistas e tucanos, ex-amigos e aliados do ex-presidente em outras batalhas, tentam transformar o ex-príncipe dos sociólogos em sapo sem barba da política nacional.

Em meio ao bafafá brasileiro, o Peru divulgou o resultado da votação em primeiro turno nas eleições presidenciais. E lá está o povão outra vez dando dribles desconcertantes e aprontando das suas até para Vargas Llosa. O escritor notável, premiado com o mais recente Nobel de literatura , quando o assunto é a política de seu país – a exemplo do brasileiro FHC – tem dado topadas de estudante de escola primária.

No primeiro turno, os peruanos afastaram da disputa, de uma só tacada, os três candidatos de discurso liberal, mais ao gosto da classe média e das chamadas elites históricas e políticas do país. Na hora de decidir quem ditará os rumos da política e da economia do Peru, os centristas e liberais de todas as tonalidades estão obrigados a fazer a escolha que mais temiam e optar entre extremos: o esquerdista Ollanta Humalla (o preferido da rodada inicial, com 31% dos votos) e a direitista Keiko Fugimori (pouco mais de 21%, na segunda colocação), mas que acredita em uma virada na hora do vamos ver.

Quando as urnas colocaram o país diante desta realidade inapelável, Vargas Llosa, que votou e fez campanha para o liberal Alejandro Toledo (quarto colocado entre os cinco candidatos no primeiro turno) gritou que estava fora, “pois isso é como escolher entre o câncer e a AIDS”

Há poucos dias, em entrevista à CNN no México, o Prêmio Nobel peruano deu meia volta no discurso e propôs um apoio “exigente e crítico” para o esquerdista Ollanta Humala. Em artigo publicado na edição dominical do jornal espanhol “El País”, Llosa assinalou que votar em Humala implica um risco “para todos que defendem a cultura da liberdade”. No entanto, o autor de “Pantaleão e as Visitadoras” destacou o fato de Humala ter moderado “de forma visível sua mensagem política” durante a campanha, distanciando-se do modelo autoritário de Hugo Chávez e aproximando-se do brasileiro Lula”. Vale arriscar um voto, acha agora Llosa.

Uma campanha à moda brasileira, já se vê, de resultados a conferir. Qualquer que seja, viva a peruana Chabuca Granda!

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

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