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http://fontanablog.blogspot.com
Woody Herman Orchestra featuring Stan Getz – Early Autumn (1948)

Personnel: Stan Fishelson, Bernie Glow, Red Rodney, Shorty Rogers, Ernie Royal (trumpet), Bill Harris, Bob Swift, Earl Swope, Ollie Wilson (trombone), Woody Herman (clarinet, alto sax), Sam Marowitz (alto sax), Al Cohn, Zoot Sims, Stan Getz (tenor sax), Serge Chaloff (baritone sax), Terry Gibbs (vibraphone), Lou Levy (piano), Chubby Jackson (bass), Don Lamond (drums)

from the original album ‘THE SECOND HERD’

BOA NOITE!!!

(vhs)

A senadora Marta Suplicy (PT-SP), apontada como possível candidata petista à Prefeitura de São Paulo em 2012, afirmou acreditar que o ex-governador José Serra (PSDB-SP) será o candidato tucano para o cargo.

“Ele (Serra) fará o que ele sempre fez: na última hora divulgará sua candidatura”, previu. “E nós temos de nos preparar para o enfrentamento com o quadro mais forte que eles (do PSDB) têm.”

Nos bastidores, Serra trabalha para aumentar seu controle sobre o processo eleitoral de 2012 na capital paulista.

Reforma política

Marta acredita na aprovação da reforma política ainda este ano, mas diz que o tipo de voto nas eleições proporcionais ainda gera polêmica no Congresso. “O que vamos ter dificuldade é na escolha do tipo de voto”.

O PMDB está brigando muito pelo voto distrital e ganha quem tem mais voto”, declarou ontem, dia 25, durante seminário estadual promovido pelo PT na capital paulista.

Marta citou que, até o momento, houve consenso na Comissão de Reforma Política do Senado sobre o fim da reeleição, com mandato de cinco anos para presidente da República, governadores e prefeitos, e sobre novas datas de posse – dia 10 de janeiro para governador e prefeito e 15 de janeiro para presidente. Já o voto obrigatório continua e estão proibidas coligações nas eleições para o Legislativo.

(Com informações da Agência Estado)


Farkas (com Guido Araujo) na Jornada de Cinema da Bahia
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O fotógrafo, produtor de cinema e diretor Thomaz Farkas, que na década de 1940 foi um dos fundadores do Foto Cine Clube Bandeirantes, em São Paulo, iniciativa que foi um marco da fotografia moderna brasileira, morreu no fim da tarde de sexta-feira, aos 86 anos, de falência múltipla de órgãos.

A morte de Farkas entristece e abala profunda e particularmente, também, os realizadores de cinema e a cultura cinematográfica na Bahia, principalmento no campo do filmr curta metragem e do cinema documental. Thomas Farkas foi presença ativa e um dos maiores estimuladores das Jornadas de Cinema da Bahia, sempre ao lado do cineasta Guido Araujo, criador da mostra baiana nos anos 70, que virou um evento internacional.

Ele havia recebido ontem alta do Hospital Sírio Libanês, onde estava internado devido a longa enfermidade. Morreu na casa de sua família.

“Fotografia, para mim, é o melhor jeito de aproveitar a vida”, costumava dizer Farkas. Fotógrafo de origem húngara, foi amante das imagens e ajudou a trazer ao Brasil uma fotografia mais ligada à modernidade. Apaixonado pelo País, quis fotografar, filmar e registrar o que existia de identidade brasileira. Thomaz tem a paixão de enxergar o mundo através de um visor.

O Instituto Moreira Salles (IMS) inaugurou a exposição Thomaz Farkas: Uma Antologia Pessoal, em janeiro deste ano, que rendeu ainda um livro. A exposição está aberta, a princípio, até o dia três de abril.

Fotógrafo amador, amante das imagens e, talvez, mais profissional do que muitos, Thomaz tinha a paixão de enxergar o mundo através de um visor. Sua primeira câmara ele ganhou ainda criança de seu pai. A família, o bairro do Pacaembu, seus amigos foram os alvos de sua fotografia. Nascido em uma família dedicada à imagem – seus avós já tinham loja de fotografia na Hungria, a família Farkas já está na quinta geração dedicada à imagem, seja por meio da fotografia, seja por meio do cinema. Aliás a Hungria nos deu ótimos fotógrafos. Apenas para citar alguns, Brassai e Robert Capa. “Falamos uma língua que ninguém entende, então, nos comunicamos pela fotografia e pela música”, costumava brincar Thomaz.

( Postado por Vitor Hugo Soares, com informações do Estadão online :http://www.estadao.com.br/noticias )


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Tristesse

Beto Guedes

Composição : Telo Borges / Milton Nascimento
Como você pode pedir
Prá que eu fale
Do nosso amor
Que foi tão forte
E ainda é
Mas cada um se foi…

Quanta saudade
Brilha em mim
Se cada sonho é seu
Virou história em sua vida
Mas prá mim não morreu…

Lembra, lembra, lembra
Cada instante que passou
De cada perigo
Da audácia do temor
Que sobrevivemos
Que cobrimos de emoção
Volta a pensar então…

Sinto, penso, espero
Fico tenso toda vez
Que nos encontramos
Nos olhamos sem viver
Pára de fingir
Que não sou parte
Do seu mundo
Volta a pensar então…

Como você pode pedir
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Grande Beto Guedes!

BOM DIA !!!

(VHS)


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OPINIÃO POLÍTICA

Peluso e o voto de minerva

Ivan de Carvalho

O novo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Cezar Peluso, que sucedeu no cargo ao ministro Gilmar Mendes, é o oposto de seu antecessor quanto à discrição. Mendes falava pelos cotovelos. Ainda hoje, quando tem chance, não se faz de rogado.

Peluzo, neste aspecto, é o contrário de Gilmar Mendes. Discreto e silencioso. E muito cuidadoso. Não quis sequer dar o “voto de minerva” – o que estava absolutamente dentro de sua competência e atribuições – para desempatar a votação sobre a vigência da Lei da Ficha Limpa nas eleições de 2010. Ele votara contra, mas como a votação empatou, pois o tribunal estava naquele dia somente com dez ministros (placar de cinco contra cinco), poderia, como presidente, dar o “voto de minerva”, desempatando. Claro que fazendo, assim, prevalecer sua posição inicial.

Mas Cezar Peluso recusou-se, alegando que a opinião jurídica dele tinha o mesmo valor da de qualquer outro dos ministros do STF e ele não a sobrevalorizaria, votando uma segunda vez. Preferia deixar a questão sem uma decisão até que a vaga existente de ministro do STF fosse preenchida e o novo ministro desse seu voto, que desempataria.
A atitude de Peluso não cria imediatamente jurisprudência nem embaraço para outros magistrados presidentes de tribunais, que continuam aptos regimental e eticamente a darem o voto de minerva sempre que este seja cabível.

A atitude de Peluso foi estritamente pessoal, de foro íntimo. Mas se muitos outros magistrados, na presidência dos tribunais que integram, julgarem que se trata de uma atitude conveniente e a adotarem, poderão criar aos poucos uma situação em que vá gradualmente se tornando constrangedor para qualquer presidente de tribunal dar um voto de minerva.

Para diminuir a possibilidade de empates, os tribunais têm integrantes em número ímpar. Mas a ausência de magistrados nas sessões de julgamento pode dar margem a empate nas votações. Nestes casos, os dois caminhos existentes são o do voto de minerva (voto de desempate, dado pelo presidente uma segunda vez) ou uma nova votação quando o tribunal estiver com sua composição completa ou, no mínimo, com número ímpar de integrantes presentes.

Ambas as hipóteses têm algum inconveniente, que, eventualmente, a depender do caso, das circunstâncias e da conjuntura, pode se configurar como grande inconveniente.
O voto de minerva dá um poder maior ao presidente do colegiado e em certas circunstâncias o exercício deste poder maior pode ser gerador de problemas sérios extrajudiciais. Manifestações “populares” de protesto, por exemplo.

Quanto à outra alternativa – de não decidir e esperar uma sessão em que esteja presente um ou mais magistrados ausentes na anterior tentativa de julgamento ou, o que pode demorar muito mais, o preenchimento de vaga no tribunal –, pode envolver riscos muito grandes. Eventualmente, claro, dependendo do caso, circunstâncias e conjuntura. Isto é mais real e mais arriscado exatamente no STF, sobretudo por sua função essencial de tribunal constitucional.

Pode o STF ficar esperando que o presidente da Republique indique ao Senado, que este faça uma sabatina e aprove e que o presidente da República nomeie um ministro (tudo como ocorreu no caso de Luiz Fux e da Lei da Ficha Limpa) para então decidir um caso sobre o qual lhe tenha sido dada a última palavra e cuja demora na resolução pode desencadear ou prolongar, digamos, uma crise político-institucional? É claro que não. Aí o ministro-presidente, seja ou não ele Cezar Peluso, tem que dar, goste ou não, o voto de minerva. “Se é para o bem do povo e felicidade geral da nação, diga ao povo que voto”.

mar
26
Posted on 26-03-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 26-03-2011


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Zope, no site A Charge Online
http://www.acharge.com.br/index.htm


Lula:festa árabe em São Paulo
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ARTIGO DA SEMANA

LULA NÃO SAI DA RAIA

Vitor Hugo Soares

Quem estiver angustiado na expectativa de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva desencarne logo do poder, depois da passagem de oito anos no Palácio do Planalto, é bom tratar de achar alguma sinecura ou outro lugar confortável qualquer para enganar o tempo. Caso contrário, o conselho é encontrar um pedaço menos incômodo de calçada em algum lugar com sombra e água fresca, para esperar sentado.

Fatos políticos esta semana mostraram fartamente a gregos e baianos: Lula, além da retórica espírita, não emite nenhum sinal palpável de que pretenda de fato “desencarnar” do poder ou sair da raia política e do foco dos holofotes tão cedo.

Ao contrário: a efusiva e emblemática participação do ex-ocupante do Palácio do Planalto na festança que a comunidade árabe no Brasil lhe ofereceu no Clube Monte Líbano, em São Paulo, na noite de segunda-feira, 21, escancara para quem quiser ver que o ex-presidente pode estar pensando em muita coisa atualmente, menos em vestir um pijama para descansar no apartamento de São Bernardo com a família, ou, de bermuda e sandália japonesa, pegar uma vara de anzol para ir pescar.

Durante a homenagem no clube árabe da capital paulista, Lula deixou inúmeras pistas – algumas nítidas outras meio submersas – de que não só não quer descansar ou desaparecer por vontade própria do noticiário político, mas que já tem praticamente traçada rota e estratégia de seu próximo voo: tentar arrebatar São Paulo do bico dos tucanos e trazer a mais importante cidade da América Latina para garras e órbita de domínio petistas nas eleições municipais de 2012.

Quem prestou atenção ou não fechou os olhos de propósito (pior para o jornalismo) para fazer de conta que não está vendo ou não está nem aí, testemunhou seguramente que Lula raras vezes esteve tão à vontade quanto no Monte Líbano durante a homenagem dos integrantes legítimos (e aderentes de todo tipo) da comunidade árabe no País.

E não era para menos: cerca de duas mil pessoas disputavam um cumprimento ou um aceno, enquanto centenas aplaudiam de pé, segundo registro do repórter Claudio Leal na esclarecedora reportagem publicada na revista digital Terra Magazine sobre o evento.

A conversa com a colunista da Folha de S. Paulo, Mônica Bergamo, e as críticas duras de Lula contra dirigentes da ONU ao protestar contra a invasão da Líbia, em lugar de mandar um negociador ao país em tentativa de paz, não é coisa de quem procura repouso tranquilo.

Além do protesto com vários decibéis de volume acima do esperado pelos ouvidos mais delicados dos conhecedores das etiquetas diplomáticas, contra os “exageros” da segurança norte-americana durante a visita de Barack Obama a Brasília (fez revistas humilhantes até em ministros do governo na casa visitada).

É bom não esquecer: Lula compareceu à reluzente e animada recepção oferecida a ele pela comunidade árabe apenas dois dias depois de recusar convite do Palácio do Planalto para o almoço em Brasília com Barack Obama.

Na Capital Federal, domingo passado, quatro ex-ocupantes do palácio provaram do cardápio oferecido pela presidente Dilma Rousseff ao colega norte-americano, incluindo FHC (PSDB), visto e fotografado em conversa aparentemente nada cômoda com o colega e atual presidente do Congresso, José Sarney (PMDB).

E aqui um rápido corte como nas filmagens cinematográficas, antes do ponto final destas linhas.

A memória é parte essencial do texto e da informação jornalística. Aprendi esta lição em meus anos de Jornal do Brasil, trabalhando com o saudoso Juarez Bahia, ex-editor nacional do então imbatível (qualitativamente falando) diário editado no Rio de Janeiro. Mestre dos maiores que conheci da teoria e da prática do jornalismo no Brasil (sete prêmios Esso na bagagem, conquistados com mérito ao longo da brilhante carreira).

Transmito aqui uma lição básica de Juarez Bahia, ministrada com seu jeito sempre doce e gentil, mas firme, de baiano de Feira de Santana, mesmo quando já era um jornalista de renome nacional e cidadão do mundo: “Quanto sentar diante da máquina na redação de um jornal para produzir um texto, escreva sempre como se estivesse falando do assunto pela primeira vez, mesmo que algum “copy” reclame ou considere repetitivo. Pense no leitor que não tenha nenhuma informação ou referência prévia sobre o tema e cuide bem do enfoque, pois isto é que faz toda diferença na comparação dos jornais, em cujas páginas se publicam todos os dias praticamente as mesmas notícias”. Grande Bahia!

“A semana que vem tem mais”, como dizia o folclórico prefeito de São Francisco do Conde, petrolífera cidade da Região Metropolitana de Salvador, ao anunciar suas obras na TV. A convite do colega Cavaco e Silva, a presidente Dilma Rousseff inicia na próxima terça-feira sua primeira visita oficial a um país europeu depois da posse.

Vai a Portugal, onde participará na quarta-feira com o chefe de Estado português da cerimônia de entrega do título de Doutor Honoris Causa ao ex-presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva, na Universidade de Coimbra.

Pode até parecer repetitivo, mas, a depender do enfoque, vai dar ainda muito mais o que falar.

Vale repetir:  Grande Juarez Bahia!

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitor_soares1@ig.com.br


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Rod Stewart, I Wish You Love, para dar adeus,em noite outonal, ao estresse!!!
Boa Noite!

(Gilson Nogueira)

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