Lula :”ONU está enfraquecida”/img.Terra
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DEU NO IG

Em jantar promovido pela comunidade árabe em sua homenagem esta noite, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez duras críticas à decisão da ONU de autorizar a intervenção militar na Líbia.

“Em vez de mandar avião para bombardear a Líbia, a ONU deveria ter mandado um representante para negociar a paz”, afirmou Lula.

Segundo ele, isso aconteceu porque a ONU está enfraquecida e, por isso, teria cedido à pressão de alguns países a autorizar a intervenção militar.

Lula afirmou ser solidário à decisão do Brasil, junto com a China, Índia, Rússia e Alemanha, de se abster em relação à intervenção militar na Líbia.

O ex-presidente foi ovacionado pelas cerca de cinco mil pessoas que compareceram esta noite no Clube Sírio Libanês para jantar em sua homenagem.

Durante seu discurso de cerca de meia hora, ele foi interrompido a toda hora por calorosas salvas de palmas.

Lula fez uma defesa efusiva de, em seu governo, ter estreitado relações comerciais do Brasil com os países árabes e africanos, apesar de toda as críticas que sofreu. Muitos, segundo ele, afirmaram que sua política seria uma afronta a Israel.

Autor: Guilherme Barros

mar
21
Posted on 21-03-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 21-03-2011


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BOA NOITE!!!

(vhs)

mar
21

O Presidente norte-americano, Barack Obaba, afirmou hoje em Santiago do Chile, onde desembarcou na segunda etapa de sua visita á paises da América do Sul, que a posição dos Estados Unidos quanto a Muammar Kadhafi é que este “deve partir”. A notícia da AFP é uma das manchetes da noite da edição online do jornal português Diário de Notícias.

Segundo AFP, Obama assegurou ainda que os EUA vão cingir-se ao mandato da resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas na sua ação militar na Líbia. “A nossa ação militar apoia uma decisão internacional do Conselho de Segurança que se concentra especificamente na ameaça humanitária colocada pelo coronel Kadhafi ao seu povo”, afirmou Obama, durante uma conferência de imprensa na capitaç chilena.

O Presidente dos EUA, que integram uma coligação internacional que instituiu uma zona de exclusão aérea na Líbia, disse ter “autorizado o exército dos Estados Unidos a trabalhar com os parceiros internacionais para respeitar esse mandato”.

Ao lado do seu homólogo chileno, Sebastian Piñera, Obama acrescentou: “Também já declarei que a posição norte-americana é de que Kadhafi deve partir”.

Deu na revista digital Terra Magazine

Marcela Rocha

O líder do DEM na Câmara dos Deputados, ACM Neto (BA), pedirá, nesta quinta-feira (24), que a Executiva Nacional do partido intervenha no diretório paulista. Segundo ele, a agremiação em São Paulo é composta por aliados do prefeito da capital, Gilberto Kassab, que acaba de deixar o DEM para fundar um novo partido.
– Faremos, ainda nessa semana, a intervenção no diretório estadual de São Paulo para instituir a direção e tirar o partido do domínio do Kassab – afirmou ACM Neto, sobre o diretório que é presidido pelo prefeito e composto por aliados dele.

O deputado federal elevou o tom das críticas contra Kassab, a quem ele chama de “infiel”, “ingrato” e “pouco decente”. ACM Neto faz questão de pontuar que, para o DEM, “pior do que sair é sair criticando aqueles que antes ele elogiava e colocava num pedestal até há muito pouco tempo”.

Causou irritação ao parlamentar baiano que Kassab tenha lançado o seu novo partido, o Partido Social Democrático (PSD) na Bahia. ACM também minimiza a importância política do prefeito no cenário nacional:

– Ele está atraindo quadros que não têm maior peso político-eleitoral. Pessoas que procuram apenas um adesismo oportunista. Pior do que infidelidade partidária é a ideológica – afirma.
Questionado se o vice-governador do Estado, Guilherme Afif Domingos, estaria entre estes, que ele classifica como de “pouco peso político-eleitoral”, ACM Neto diz: “Afif não tira votos a mais. O capital eleitoral dele é o de Kassab”.

Quanto aos próximos passos, ACM diz que o partido trabalhará em São Paulo para apresentar uma candidatura à prefeitura da capital, e crava: “O DEM será adversário de Kassab porque ele optou pelo enfrentamento máximo. Ele é menor do que o DEM. Esse processo não abala o partido”.

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Imagens de Buenos Aires com a música de Astor Piazzolla.
Autor: Adolfo Spriegel

BOA TARDE!!!


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A revista VEJA, em sua edição desta semana, publica na coluna Panorama. Holofote, assinada pelo jornalista Felipe Patury:

Cunhado não é parente

O baiano Arthur Carvalho tornou-se conhecido no mundo financeiro como um dos principais executivos do banco Oportunity. Cunhado do dono da instituição, Daniel Dantas, ele foi incumbido de algumas das mais espinhosas operações do banco. Nos últimos anos, respondia pelo Santos Brasil, empresa do banco que dirige um terminal no Porto de Santos. No fim do ano, , Carvalho deixou o Oportunity. Agora, quer que Dantas converta suas ações do banco em dinheiro e lhe pague um prêmio por seus serviços. Em suas contas, o valor ultrapassaria 3 bilhões de reais. Os cunhados não chegaram a um acordo.

mar
21

O jornal português PÚBLICO informa em uma de suas principais manchetes esta segunda-feira, 20, que o portal de busaca Google foi multada na França em 100 mil euros por recolher dados privados de redes wireless através do seu polémico programa de cartografia Street View, informou o secretário-geral da Comissão Nacional de Informática e Liberdades (CNIL), Yann Padova.

Segundo o diário editado em Lisboa, Google já fez saber, em diversas ocasiões, que esses dados foram recolhidos inadvertidamente (DR)

Ao jornal francês “Le Parisien”, Yann Padova, assegura que o recolhimento de dados por parte do Google fez com que a empresa “alimentasse uma base de dados de geolocalização que agora vale o seu peso em ouro e que permite dominar o mercado”.

Padova acrescentou ainda – citado pela agência espanhola EFE – que esta multa (recorde em França para uma sanção deste tipo) tem igualmente em conta que o Google “não cooperou francamente” durante as investigações.

O secretário-geral do organismo francês responsável por velar pela segurança na Internet descreveu o comportamento do gigante norte-americano como uma “intrusão particularmente grave”.

Mais informações na edição online de PÚBLICO http://www.publico.pt/Tecnologia


Nery na Metrópole: chuvas e bom jornalismo
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No primeiro dia do outono de 2011 e com as primeiras chuvas mais fortes de março – mês de históricos e previsíveis alagamentos -, Salvador amanheceu alagada esta segunda-feira, 21, e com o seu aeroporto internacional apresentando-se como lamentável vitrine do abandono e da incapacidade administrativa local.

A desculpa oficial para o caos e a incompetência é o de sempre. Burocratas e técnicos da defesa civil municipal usados para jogar a culpa no próprio fenômeno meteorológico. No caso de hoje, a responsabilidade está sendo posta toda nos “80 milímetros de chuvas que caíram em quatro horas de aguaceiros”.

Outra vez? “Bata-me um abacate”, dirá o soteropolitano que perde a paciência diante de tanta incúria , além de falta de originalidade até nas desculpas que, infelizmente, encontram sempre, aqui e ali, microfones abertos e espaços complacente para, em lugar de informações e serviços, oferecer retórica oficial. E explicações esfarrapadas para o despreparo geral.

Infelizmente para ele e demais passageiros esta manhã, mas felizmente para a cidade e seus habitantes, havia no aeroporto um jornalista, repórter de verdade, aguardando a hora do embarque: Sebastião Nery, que não perdeu tempo.

Sacou o celular, fez uma ligação para Nardele Gomes – a apresentadora de hoje do programa de Mario Kertész na Rádio Metrópole -FM- Salvador– e mostrou um retrato sem retoques e sem concessões da situação.

A área norte da cidade transformada em piscinão público. O aeroporto internacional inundado pelo teto furado e ameaçando desabar (calha, como disse o burocrata do Infraero?) . A livraria encharcada , revistas, livros e instalações perdidos, dono e funcionários em desespero tentando salvar o que podem, praticamente sem ajuda de ninguém da administração do terminal aéreo ), mais de 40% das lojas fechadas. Luzes desligadas pelo temor de um curto circuito que poderia tornar ainda pior a situação, já dramática.

Nery descreveu tudo na Metrópole e fez mais: contou mazelas administrativas e as ameaças que os proprietários de lojas no aeroporto têm sofrido por parte da administração para aceitar a reformulação dos contratos de uso nas áreas de vendas e serviços.

Belo trabalho! Exemplar lição de jornalismo! Que o exemplo de Sebastião Nery e da Rádio Metrópole, hoje, frutifiquem.

Parabéns!

(Vitor Hugo Soares, editor)

mar
21
Posted on 21-03-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 21-03-2011


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Sinfrônio, no Diário do Nordeste (CE)


PSD na Bahia:primeiro ato com Kassab

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OPINIÃO POLÍTICA

O bem nascido PSD

Ivan de Carvalho

O lançamento, ontem, na Bahia, do novo partido, o PSD, foi um evento que atingiu plenamente seus objetivos políticos. Portanto, um êxito. O partido estará, na Bahia, sob a liderança do vice-governador Otto Alencar, que certamente participará, pela importância que a sessão baiana terá neste projeto político, do núcleo de comando nacional da nova legenda.

Resolveram seus criadores adotar o nome de Partido Social Democrático e a sigla PSD (desistindo da denominação inicialmente imaginada, PDB, supostamente porque não soava bem). PSD pode soar bem e não deve ser feita confusão com PDS, a última mutação da Arena e último partido-base do regime autoritário iniciado em 1964.

Mas sabe, quem tenha o tempo suficiente de estrada ou haja estudado a história dos partidos no Brasil a partir da democratização que se seguiu à deposição de Getúlio Vargas com o fim da ditadura do Estado Novo (acontecimento decorrente do fim da Segunda Guerra Mundial), que PSD e Partido Social Democrático não são uma sigla e uma denominação criativas.

Copiou-se, na nomenclatura, o PSD, criado como um braço do getulismo pós-ditadura para atuar junto a parte da classe média urbana e da aristocracia e classe média rurais, bem como junto às elites industriais e comerciais. Pelo PTB (Partido Trabalhista Brasileiro) o getulismo alcançava os operários e o controle de grande parte dos sindicatos de empregados.

Não seria muito exato sugerir, como já se tem feito, que o novo PSD diferia do antigo partido extinto pelo segundo Ato Institucional por ser, o novo, abrigo para políticos de diferentes origens ou inclinações políticas. Até porque os quadros do PSD de outrora tinham espectro muito amplo, incluindo desde comunistas até adeptos de ditaduras do tipo latino-americano, fascistas e um ou outro cripto-nazista (espécime muito raros, este último, inclusive porque Hitler perdera a guerra). O PSD foi até 1965 quase que o “partido-ônibus” que o MDB e principalmente, depois, o PMDB seria, na sua fase gloriosa, ainda sob o comando de Ulysses Guimarães.

Se comparados os dois PSD, o extinto e o que está em criação, até que este último deverá ter uma composição política mais coerente ou, na pior das hipóteses, menos incoerente. Mas buscar coerência no quadro partidário brasileiro atualmente é quase tão difícil quanto procurar agulha em palheiro. Encontra-se, mas como exceção, principalmente em micropartidos e, talvez, no PC do B, que não é micro, mas é mínimo.

De qualquer modo, o líder principal do novo PSD na Bahia, Otto Alencar, no evento de ontem, que contou com a presença do prefeito paulistano Gilberto Kassab (este e Afif Domingos, vice-governador de São Paulo, estarão lançando o partido nacionalmente hoje, com evento na capital paulista), adiantou que “o nosso estatuto terá um parágrafo permitindo que deixe a legenda sem problemas todo filiado que se julgar desconfortável”. Naturalmente, está embutida aí a preocupação de dar segurança a políticos que queiram se filiar, mas ainda tenham dúvidas quanto à viabilidade do novo partido.

Seja como for, a norma estatutária anunciada por Otto Alencar, quando concretizada, fará soprar um pouco de liberdade no sistema imposto recentemente, em que, em nome do fortalecimento dos partidos e da fidelidade partidária, estão sendo transformados, os filiados e principalmente os políticos com mandato, numa espécie de escravos de seus partidos. Há escravidão de vários tipos. Esta é a escravidão partidária.

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