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Fernando Coelho: light em Petrolina
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Grazzi Britto

De Petrolina (PE) para Bahia em Pauta Ontem (17) foi mais um dia quente deste fim de verão no Vale do São Francisco. O calor irritante da região parece ter estressado o governador Eduardo Campos, que bateu boca com um jornalista ao ser questionado sobre máquinas paradas na cidade de Serra Talhada, durante sua visita a Petrolina como parte do programa Todos por Pernambuco, promovido pelo Governo do Estado.

Já o Ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, natural de Petrolina, teve comportamento bem mais “light” e ameno. Para satisfação do sertanejos de Petrolina, sua cidade natal, anunciou a universalização da rede de esgoto da cidade e o abastecimento de água tratada em todas as agrovilas do Perímetro de Irrigação Senador Nilo Coelho, nome dado em homenagem ao seu tio.

Para quem diz que santo de casa não faz milagre, o ministro petrolinense, em sua terceira visita a cidade desde que assumiu o posto antes ocupado pelo baiano Geddel Vieira Lima,  surpreendeu ao assinar convênios no valor de R$ 156 milhões, para prefeituras da região, como Petrolina, Ouricuri e Araripina.

Os investimentos serão feitos na área de irrigação, estradas em canais de irrigação, abastecimento d´água e esgoto sanitário. Fernando frisou que a intenção é “lançar o edital de 100% do esgoto de Petrolina até o final de maio”, na modalidade concorrência nacional.

Já para a área irrigada do município, ministro e governador liberaram cerca de R$ 20 milhões para elaboração de projetos e execução das obras de abastecimento de água e esgotamento sanitário no Perímetro de Irrigação Senador Nilo Coelho.

Maior perímetro irrigado público do país, o Nilo Coelho tem uma população estimada em 50 mil habitantes, superior a muitos municípios de Pernambuco, mas ainda assim não conta com o serviço de água encanada.

Grazzi Britto é jornalista, mora em Juazeiro, na margem baiana do Vale do São Francisco.


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Musica Futuros amantes
Composição: Chico Buarque.
Interpretação de Gal Costa

BOA TARDE!!!

(vhs)

Deu no jornal PÚBLICO, de Portugal

O Presidente norte-americano Barack Obama exigiu um cessar-fogo imediato na Líbia e pediu a Muammar Khadafi para obedecer ao pedido das Nações Unidas para pôr fim à violência, caso contrário poderá sofrer uma ação militar. No terreno, as forças de Khadafi continuavam, no entanto, a avançar e estavam já a 50 quilómetros de Bengasi, segundo a Al-Jazira.

“Todos os ataques contra civis devem parar”, disse Obama na Casa Branca, naquelas que foram as suas primeiras declarações sobre a situação na Líbia depois de, ontem, o Conselho de Segurança da ONU ter aprovado, por 10 votos a favor e cinco abstenções, a aplicação de “todas as medidas necessária” para travar a violência na Líbia entre as forças de Khadafi e os opositores que pedem o fim do regime. A expressão “medidas necessárias” inclui uma ação militar e a resolução contou apenas com as abstenções da Rússia, China, Alemanha, Brasil e Índia. Portugal esteve entre os dez membros que votaram favoravelmente a resolução.

Obama disse que haverá “milhares” de mortos na Líbia se a comunidade internacional deixar Khadafi prosseguir com a repressão contra os opositores. “Temos todas as razões para pensar que, sem controle, Khadafi poderá cometer mais abusos contra o seu povo e milhares de pessoas poderão morrer.”

“O nosso objetivo está definido, a nossa causa é justa e a nossa coligação é forte”, adiantou Obama. “Um cessar-fogo deve ser aplicado de imediato, Khadafi deve retirar-se das cidades tomadas pelos rebeldes e a água e eletricidade devem ser restabelecidas. Isto não é negociável.”

Apesar de o regime de Khadafi já ter anunciado um cessar-fogo, os ataques contra os rebeldes continuaram nesta sexta-feira, sobretudo na cidade de Misurata.

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Deu no Comunique-se (portal especializado em notícias de bastidores da imprensa)

Da Redação

O SBT contratou a jornalista Rachel Sheherazade, da TV Tambaú (afiliada do SBT-PB), que ficou conhecida por criticar o Carnaval, como uma festa que “virou negócio dos ricos” e só traz “prejuízo” para o País. No começo do mês, a jornalista disse, em seu telejornal ao vivo, estar “indignada” com a festa e virou hit na internet. O contrato com a emissora foi assinado na última segunda-feira (14/3) e Rachel irá apresentar um telejornal nacional.

Segundo o blog do jornalista Daniel Castro, do R7, Rachel pode até substituir o apresentador Carlos Nascimento, que apresenta o “Jornal do SBT Noite”. No entanto, a emissora ainda não divulgou de qual telejornal Rachel fará parte.

Silvio Santos e Daniela Beyruti, diretora-geral do SBT, viram o vídeo com as críticas de Rachel ao carnaval e gostaram da sinceridade da jornalista.

Rachel foi um dos assuntos mais comentados do Trending Topics do Twitter. O vídeo da jornalista teve mais de 500 mil acessos. A maioria dos internautas concordou com os argumentos de Rachel

mar
18
Posted on 18-03-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 18-03-2011


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Pater , feita originalmente para Tribuna (ES)

mar
18
Posted on 18-03-2011
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 18-03-2011

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OPINIÃO POLÍTICA

A reforma que está vindo

Ivan de Carvalho

Na Comissão de Reforma Política do Senado, recentemente criada, começa timidamente a se objetivar a por tantos anos falada e há tanto tempo não feita reforma política.

Ainda há uma grande dúvida sobre se será feita uma reforma de verdade ou se serão pinçados apenas alguns pontos para alteração da legislação.

É que uma mudança verdadeira do sistema eleitoral, que seria o cerne de uma reforma política para valer, seria a troca, nas eleições proporcionais, do sistema de voto proporcional pelo distrital.

Esta alteração, por si mesma, teria efeitos tão amplos no cenário político que praticamente dispensaria a maior parte de outras mudanças. Uma rearrumação da política brasileira ocorreria espontaneamente e seria mais profunda que tudo o que pode resultar das demais mudanças que estão sendo ensaiadas.

Mas a adoção do voto distrital, embora tenha alguns defensores (doutrinariamente, o PSDB é a favor), não acontecerá e isto tem a lógica mais simples possível. Os deputados federais, os estaduais e os vereadores foram eleitos pelo sistema proporcional. Eles não vão abrir mão do instrumento que lhes tem dado seus mandatos. A Câmara dos
Deputados não aprovará isto.

Poderia, claro, aprovar e determinar o início da vigência somente a partir, por exemplo, da próxima década, mas nem isso vai acontecer. O voto distrital não é uma coisa levada a sério no debate em curso sobre a reforma política.

Então, inventa-se um tal “distritão”, em que cada unidade federada (a Bahia, por exemplo) seria um “distrito”, apenas porque isto pode, eventualmente, abrir espaço para certas mudanças miúdas que interessam aos que estão decidindo sobre a reforma, ou à maioria deles, não necessariamente à sociedade brasileira.
Por enquanto, a Comissão de Reforma Política do Senado aprovou o fim das reeleições de presidente, governadores e prefeitos (mas não para os que já estão nos cargos) e o alongamento de cada mandato, aí, para cinco anos.

O PT, além de pontos como o financiamento público de campanha, a fidelidade partidária rígida e o fim das coligações nas eleições proporcionais, está defendendo encarniçadamente a votação, nas eleições proporcionais, em listas partidárias fechadas (formadas por candidatos, na ordem que for determinada por cada partido).

Isto, a pretexto de “fortalecer os partidos”. Esta suposta necessidade de “fortalecer os partidos” tornou-se uma espécie de dogma no Brasil e vem sendo repetida como um mantra entre os políticos. O Judiciário já adotou o dogma, objetivado em várias de suas decisões, principalmente as relacionadas com a fidelidade partidária, o entendimento de que “o mandato pertence ao partido”, o que está gerando o corolário (que surpreendeu o Congresso) de que, ao contrário do que historicamente sempre ocorreu, o suplente que assume o mandato não deve ser o que se qualificara pela coligação, mas o do partido.

Mas o “voto em lista” tem dois grandes defeitos, que deveriam ser suficientes para sepultar a infeliz idéia: retira do eleitor a liberdade de escolher os seus candidatos para mandatos de eleição proporcional e estabelece uma evidente ditadura dos partidos. Uma ditadura que se exercerá tanto internamente (dentro de cada partido, sobre seus candidatos e correntes) como dos partidos sobre os eleitores.

E quem é que nos garante que fortalecer os partidos, ainda mais tanto assim, será bom para o país? Pode ser bom para o poder de um partido ou mais de um sobre o Estado e a nação, mas não, quase certamente, para estes. Nem para os eleitores, que ficam enfraquecidos. Mas talvez seja isto mesmo que se quer…

mar
18
Posted on 18-03-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 18-03-2011


Shakira:a cigana de cabelos negro que Brasília não viu
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O show que a cantora Shakira faria na noite desta quinta-feira, em Brasília, foi cancelado devido à chuva. Uma representante da organização fez o anúncio ao público em um megafone.

De acordo com as primeiras informações, a chuva encharcou o palco do festival Pop Music Festival e os equipamentos de som ficaram danificados.

A apresentação seria realizada no estádio Mané Garrincha, porém deve ser remarcada.

As informações sobre a possível apresentação e a devolução do dinheiro para quem havia adquirido ingresso serão disponibilizadas no site Live Pass.

(Informações de O POVO ONLINE (CE)

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