Deu no jornal A Tarde

Regina Bochicchio

A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, que prestigiou a saída do bloco afro Ilê Aiyê nesta noite de sábado, afirmou que há “uma quantidade grande” de débitos e restos a pagar do programa Pontos de Cultura, fruto de convênios em atraso de 2010 e anos anteriores, quando a pasta era ocupada pelo baiano Juca de Oliveira (PV). “Não sei porque existe esse débito, não foi na minha gestão. Não posso dizer sobre o que não era meu”, disse a ministra que não soube mensurar no momento o valor da dívida.

Ela garantiu, no entanto, que mesmo com os restos a pagar e a contingência de mais de R$ 600 milhões em sua pasta, terá como uma de suas prioridades honrar os débitos de convênios do programa Pontos de Cultura, carro-chefe das gestões anteriores. “Agora a gente tem de rever todos os contratos para ver qual está inadimplente, não podendo nem pagar. Tem de ver quais já aconteceram, quais não foram pagos”.

A ministra não quis comentar o imbróglio envolvendo o sociólogo Emir Sader, antes nome certo para assumir a direção da Casa de Ruy Barbosa e defenestrado após ter dito, em entrevista, que Ana de Hollanda era “um pouco autista”.

Leia matéria completa sobre o assunto na edição impressa de A Tarde(Política)

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