Deu no portal Terra

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, executivos da Jequiti, uma das 43 empresas do Grupo Silvio Santos, enfrentam dificuldades de conseguir empréstimos que visavam a aliviar o perfil de endividamento da empresa. No entanto, até a última sexta-feira, eles haviam conseguido 30% do que pediram.

De acordo com o jornal, mesmo com a mudança nas condições de garantia aos credores, que passou de estoque de produtos à imóveis pertencentes ao Grupo, os empréstimos não são finalizados. Jequiti é considerada uma das empresas mais valiosas do Grupo, com avaliação em R$ 800 milhões. A assessoria do Grupo, porém, afirmou em comunicado que as informações são especulação e que o Grupo está obtendo crédito normalmente

Deu no jornal A Tarde

Regina Bochicchio

A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, que prestigiou a saída do bloco afro Ilê Aiyê nesta noite de sábado, afirmou que há “uma quantidade grande” de débitos e restos a pagar do programa Pontos de Cultura, fruto de convênios em atraso de 2010 e anos anteriores, quando a pasta era ocupada pelo baiano Juca de Oliveira (PV). “Não sei porque existe esse débito, não foi na minha gestão. Não posso dizer sobre o que não era meu”, disse a ministra que não soube mensurar no momento o valor da dívida.

Ela garantiu, no entanto, que mesmo com os restos a pagar e a contingência de mais de R$ 600 milhões em sua pasta, terá como uma de suas prioridades honrar os débitos de convênios do programa Pontos de Cultura, carro-chefe das gestões anteriores. “Agora a gente tem de rever todos os contratos para ver qual está inadimplente, não podendo nem pagar. Tem de ver quais já aconteceram, quais não foram pagos”.

A ministra não quis comentar o imbróglio envolvendo o sociólogo Emir Sader, antes nome certo para assumir a direção da Casa de Ruy Barbosa e defenestrado após ter dito, em entrevista, que Ana de Hollanda era “um pouco autista”.

Leia matéria completa sobre o assunto na edição impressa de A Tarde(Política)


=====================================
1º lugar no Festival Nacional de MPB da
TV Excelsior em 66, foi defendida pela
cantora Tuca e por Airto Moreira.
Esta é a versão de um dos seus autores:
Geraldo Vandré.
===================================
BOM DIA!!!

mar
06

Na habitual mensagem de domingo na Praça de São Pedro, no Vaticano, perante cerca de 50 mil pessoas, Bento XVI afirmou que segue «com grande inquietação as tensões que por estes dias se registam em diferentes países de África e da Ásia», citando em concreto os casos da Líbia e do Paquistão.

«Apelo à assistência e à ajuda das populações mais afetadas» na Líbia, disse o chefe máximo da Igreja Católica.

No caso do Paquistão, o Papa pediu respeito «pela liberdade religiosa», lembrando Shahbaz Bhatti, o ministro paquistanês das Minorias Religiosas e o único cristão no executivo, que foi morto a tiro na quarta-feira em Islamabad por extremistas islâmicos.

Shahbaz Bhatti, fervoroso defensor da minoria católica no Paquistão, foi assassinado numa altura em o Paquistão alterou legislação que prevê agora a pena de morte em caso de blasfémia.

(Informações do portal europeu TSF)

mar
06
Posted on 06-03-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 06-03-2011


================================================
Aroeira, no jornal O DIA (RJ
)


Gael García Bernat e Rodrigo de la Serna interpretaram “Che” e Alberto Granado em “Diários de Motocicleta”
=======================================

============================================
Deu no jornal português PÚBLICO

Referia-se a Che Guevara como “o meu melhor amigo”, com ele percorreu quilómetros em cima de uma motocicleta. Alberto Granado morreu este sábado na sua casa em Havana, aos 88 anos. Gael García Bernat e Rodrigo de la Serna interpretaram “Che” e Alberto Granado no filme “Diários de Motocicleta”

A viagem de Alberto Granado e de Che Guevara por vários países da América Latina inspirou um diário e um filme, vencedor do Óscar para melhor canção original em 2005. Foi uma viagem longa, entre 29 de Dezembro de 1951 e 26 de Julho de 1952, numa moto que já nem estava em condições de os transportar, mas à qual os dois chamavam “a Poderosa”.

Che Guevara chamava-lhe “O Petiso”, como recordou a AFP. Alberto Granado era bioquímico e morreu “repentinamente” na sua casa em Havana, enquanto dormia. A sua última vontade será agora cumprida, o corpo será cremado e as cinzas espalhadas pela Argentina, Cuba e Venezuela.

A notícia foi dada em Cuba durante o telejornal. “Fiel amigo de Cuba, [Granado] contribuiu para a formação de profissionais de medicina e de genética”, disse o locutor.

Nascido na localidade de Hernando, na província argentina de Córdoba, a 8 de Agosto de 1922, Alberto Granado tinha 30 anos quando acompanhou Che Guevara numa viagem por toda a América Latina, ainda antes da revolução cubana que levaria à derrubada da ditadura de Fulgêncio Batista e à chegada ao poder de Fidel Castro, em 1960. Vivia em Cuba desde 1961.

Após a viagem, que durou nove meses, os dois amigos separaram-se na Venezuela e seguiram caminhos diferentes, ou nem tanto. Guevara regressou a Buenos Aires, onde foi dar aulas de Medicina, Granado era bioquímico e foi trabalhar para um hospital, recordou a estação de televisão venezuelana Telesur. Depois de regressar a Havana, Granado passou a dirigir um departamento de Genética e só viria a reformar-se em 1994.

Em 1978 publicou o livro “Com Che pela América do Sul”, no qual faz um relato da viagem. E quando o realizador brasileiro Walter Salles resolveu levar a história ao grande ecrã, Granado foi seu assessor. Juntos contaram a história de um périplo que passou pelo Chile, Peru, Colômbia, a história de dois amigos e de Ernesto Guevara antes de se tornar “Che”.

Numa entrevista à BBC, em 2005, Granado recordou a viagem e o amigo. “Ele nunca me esqueceu, nem eu a ele. A sua forte personalidade tornou-o inesquecível.”

  • Arquivos

  • Março 2011
    S T Q Q S S D
    « fev   abr »
     123456
    78910111213
    14151617181920
    21222324252627
    28293031