Bell Marques:antes e hoje
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DEU NO CORREIO

Redação

O corte de barba de Bell Marques, vocalista da banda baiana Chiclete com Banana, antecipado na capa da edição do CORREIO desta quarta-feira (02) e concretizado durante coletiva de imprensa na manhã de hoje, continua repercutindo entre fãs e foliões do Carnaval de Salvador na internet.

Uma enquete realizada pelo Correio24horas aponta que 70% dos internautas não aprovaram o novo visual do artista, também conhecido pelo uso da bandana. No Twitter, piadas se espalham e relacionam a ação de marketing da Gillete, responsável pela retirada da barba, com a publicidade da cervejaria Devassa, que também mostrou outra “imagem” da cantora Sandy

O nome do cantor ocupou a lista do Tranding Topics mundial, a lista das expressões mais citadas na rede social Twitter em todo o mundo, e o assunto gera dezenas de comentários em matérias sobre o assunto na imprensa nacional.


Cunha: no comando da CCJ
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DEU NO MSN/ESTADÃO

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara elegeu hoje, com 54 votos a favor e dois votos em branco, o deputado João Paulo Cunha (PT-SP) para presidir o colegiado. Ele é réu no processo em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o esquema de pagamento de mesada a parlamentares que ficou conhecido como ‘mensalão’.

João Paulo foi indicado pelo PT para o cargo e foi candidato único. Sua escolha pelo PT ocorreu após um processo de disputa interna com Ricardo Berzoini (SP). No final, um acordo deu a João Paulo a presidência em 2011 e Berzoini será o indicado para o próximo ano. O STF aceitou denúncias contra João Paulo por lavagem de dinheiro, corrupção passiva e peculato. O julgamento pode ser realizado ainda neste ano.

Após ser escolhido, no mês passado, o agora presidente da CCJ negou que o andamento do processo possa atrapalhar seu desempenho na comissão. ‘Ser réu não significa ser culpado’, afirmou ele. O primeiro vice-preside


Kadafi na TV:”é tudo ataque terroriasta”
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Sob as lentes da TV estatal que transmitia imagens para o mundo inteiro, Muammar Kadhafi deixou patente mais uma vez em ato público, esta quarta-feira, a decisão de resistir à revolta contra o regime que ele comanda na Libia.

Em comício, garantiu que não houve manifestações na Líbia, mas sim ataques terroristas comandados pelo grupo Al Qaeda.

Kadafi sugiu no ato público comemorativo dos 34 anos da revolução que, conforme afirmou, “colocou o poder nas mãos do povo”. “Desde 1977 que é o povo que exerce o poder na Líbia”, disse. Rodeado de apoiantes do regime, acrescentou: “O povo deseja morrer por mim”.

A revolta dos opositores ao regime de Kadhafi já dura há 16 dias, mas o líder líbio garantiu hoje que não houve quaisquer manifestações no país e que não há presos polítocos na Líbia. “Foi tudo um ataque terrorista”, defendeu, culpando a imprensa estrangeira da notícias. “Quando morre um dizem que morreram 100. os terroriostas estão a matar pessoas, a violar mulheres e escondem-se nas mesquitas”, acusou.

Muammar Kadhafi voltou a atacar a Al Qaeda, mas assegurou que o povo líbio conseguirá defender-se. E prometeu combater “até ao último homem e até à última mulher”.

O líder líbio insistiu neste discurso transmitido ao vivo pela televisão estatal,que não é chefe de Estado e por isso não pode renunciar ao cargo, nem dissolver o parlamento.

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações do Diário de Notícias , de Lisboa, publicadas esta manhã na edição online do diário europeu)


Gravação da música Camisa Amarela, de Ary Barroso na voz de Caetano Veloso (somente áudio – audio only)

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BOM DIA!
E PEGA LEVE, HOJE, NO FAROL DA BARRA QUE É UMA SEMANA INTEIRA DE CARNAVAL NA BAHIA!
NO MAIS, “MANDA VER”, COMO DIZIA AQUELE JOVEM MÉDICO CATARINENSE, QUE TRABALHA FEITO LOUCO TODO DIA EM HOSPITAL PAULISTA, EM SUA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA CARNAVALESCA NA CAPITAL BAIANA.

(VHS)

Gravação da música Camisa Amarela, de Ary Barroso na voz de Caetano Veloso (somente áudio – audio only)

mar
02

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DEU NO IG

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul prendeu, nesta quarta-feira, o motorista que atropelou os ciclistas do grupo Massa Crítica na noite da última sexta em Porto Alegre. De acordo com a Delegacia de Trânsito da região, o homem estava em uma clínica psiquiátrica e não ofereceu resistência.

A juíza Rosane Michels havia decretado a prisão preventiva na noite de terça. Segundo o delegado Rodrigo Garcia, a voz de prisão foi dada por volta das 7h desta quarta, em um quarto do hospital localizado na zona sul de Porto Alegre. “A informação que temos era de que ele estava há muitos dias sem dormir e necessitou ser sedado”, informou Garcia ao iG.

Um médico do hospital decidiu por manter Ricardo Neis internado na ala psiquiátrica. A Polícia Civil vai manter o acusado sob custódia até que ele possa ser encaminhado ao Presídio Central de Porto Alegre. “A polícia vai permanecer no local até que ele seja liberado”, disse o delegado. Os advogados de defesa de Ricardo Neis já informaram que entrarão na Justiça com um pedido de hábeas corpus.

Em coletiva de imprensa realizada na manhã de terça, o delegado Gilberto Montenegro, que investiga o caso, disse que vai indiciar o motorista por tentativa de homicídio duplamente qualificada, já que houve motivo fútil e os ciclistas não tiveram chance de se defender.

Ricardo Neis, funcionário do Banco Central, conduzia seu Golf quando teve uma discussão com integrantes do Massa Crítica, que iniciavam a tradicional manifestação de ciclistas que ocorre na última sexta-feira de cada mês. Ele acelerou no meio do grupo e atropelou pelo menos 15 pessoas, sendo que oito tiveram ferimentos e foram encaminhadas ao Hospital de Pronto Socorro (HPS).

Leia matéria completa no IG: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil

mar
02
Posted on 02-03-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 02-03-2011


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Atorres , hoje no Diário do Pará


Lula e Temer: o submerso vem à tona

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OPINIÃO POLÍTICA

Wikyleaks alimenta briga

Ivan de Carvalho

O indiscreto site Wikyleaks, que está assombrando a diplomacia internacional, líderes políticos, o sistema bancário mundial e até Estados, isso por enquanto, está entre as 241 indicações ao Prêmio Nobel da Paz.
As revelações do Wikyleaks estão provocando tantas reações dos que querem abafá-las que o fenômeno dá mais força à constatação de que “toda civilização é uma conspiração”, uma das teses mais interessantes entre as que podem ser encontradas no livro de fundação do chamado “realismo fantástico”, O Despertar dos Mágicos.

A inclusão do site Wikyleaks entre as indicações para o Nobel da Paz não significa que vá ser o premiado. Até pelo contrário, haverá uma torcida contrária tão grande entre os poderosos, além de uma concorrência forte entre as outras 240 indicações, que é muito improvável a escolha do Wikyleaks.
Aliás, não deixa de ser curioso, embora triste e preocupante, o fato de que, apesar de tantas indicações ao Nobel da Paz – às 241 deste ano, o recorde, precederam as mais de 230 do ano passado, que haviam estabelecido o recorde agora batido – a paz deste mundo esteja aparentemente cada vez mais difícil.

Também é interessante que exatamente quando a comissão responsável pelos prêmios Nobel deixa vazar a informação de que o Wikyleaks está entre as indicações, surjam informações capturadas e divulgadas pelo “polêmico” site sobre ataques feitos em 2006 pelo então presidente nacional do PMDB e hoje vice-presidente da República, Michel Temer, ao então presidente Lula.

Ao cônsul-geral dos Estados Unidos em São Paulo, Christopher McMullen, em 9 de janeiro de 2006, Temer disse que o desempenho do presidente Lula, principal liderança do PT, era decepcionante. Telegrama do cônsul McMullen, obtido pelo Wikyleaks, relatava partes da conversa, inclusive a avaliação do atual vice-presidente da República eleito na chapa da presidente Dilma Rousseff, de que Lula tinha uma “visão estreita”, com “excessivo foco nos programas de seguridade social que não promovem o crescimento ou desenvolvimento econômico”.

Temer, na conversa, teria manifestado, segundo McMullen, a desilusão popular causada pelo “roubo de dinheiro público” – provavelmente uma referência ao escândalo do Mensalão – e avaliado que isso abria a perspectiva de o PMDB ter candidato próprio a presidente da República em 2006. Dependeria das pesquisas eleitorais. Citou Anthony Garotinho, Germano Rigotto e Nelson Jobim como possíveis candidatos do PMDB.
Temer avaliou também que o dinheiro público supostamente surrupiado não tinha o propósito de resultar em ganho pessoal de petistas, mas de aumentar o poder político do partido.

Mas o PMDB não teve candidato nenhum, não se definiu formalmente, dividiu-se – uma parte apoiou Lula, o “PMDB do Senado”, outra apoiou Geraldo Alckmin, o “PMDB da Câmara”. Só para o segundo turno o PMDB formalizou seu apoio à reeleição de Lula.

Bem, cinco anos após aquela conversa de Temer com o cônsul-geral dos Estados Unidos em São Paulo, o Wikyleaks alimenta a chama e acrescenta vários graus ao clima de fornalha que já existe entre o PT e seu governo e o PMDB.

Talvez isso não seja a melhor maneira de promover a paz, razão da indicação para o Nobel. Mas talvez seja. Afinal, a conspiração do silêncio sofreu mais um golpe.

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