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Cerca de mil manifestantes comunistas exigiram eata quarta-feira, 23, alterações radicais da política económica e social do governo russo, ameaçando provocar no país levantamentos semelhantes aos que ocorreram no Egipto e na Tunísia.
O pretexto para a manifestação foi a celebração do 93º aniversário das Forças Armadas Soviéticas, actualmente chamado “Dia do Defensor da Pátria”, mas o dirigente comunista Guennadi Ziuganov aproveitou o comício para fazer duras críticas à política económica e social do governo de Vladimir Putin.

Os manifestantes, que se juntaram na Praça Pushkin de Moscovo, empunhavam bandeiras vermelhas e cartazes alusivos aos acontecimentos no Norte África e Médio Oriente, ameaçando provocar “Egipto e Tunísia” na Rússia.

Noutro bairro da capital russa, cerca de 500 veteranos das Forças Armadas soviéticas e russas protestaram contra as reformas militares em curso.

«Apelamos a todos os veteranos, para os quais não é indiferente o destino do exército e da armada russos e, no fim de contas, o destino da Rússia, que participem activamente na defesa das Forças Armadas em relação ao ministro [da Defesa] Serdiukov, que não justificou as esperanças dos oficiais», declarou Vladislav Atchalov, antigo vice-ministro da Defesa da União Soviética.

Segundo Achtalov, «a pretexto de reformas militares, tem lugar a destruição do exército e da armada, que não se deve permitir».

(Informações do portal europeu TSF)

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