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Postado em 22-02-2011
Arquivado em (Newsletter) por vitor em 22-02-2011 10:19

A construtora brasileira Queiroz Galvão informou que prepara a retirada de 130 funcionários que trabalham na cidade líbia de Bengasi, atualmente sob o controlo de opositores do líder Muammar Kadhafi. A notícia, com crédito da agência internacional LUSA foi publicada pelo jornal SOL, de Lisboa.

Segundo a nota, os funcionários «estão bem» e aguardam para seguir viagem em direção a Trípoli, de onde deverão ser retirados, informou a construtora, num comunicado distribuído à imprensa.

«A Queiroz Galvão informa que atualmente tem 130 colaboradores brasileiros a trabalhar em projetos e obras na Líbia. Todos estão bem e está sendo providenciada a sua transferência de Bengasi para Trípoli, capital do país», referiu o texto, que não menciona a presença de portugueses entre o grupo de trabalhadores.

Hoje, o secretário de Estado das Comunidades admitiu a possibilidade de a maioria dos portugueses em Bengasi poder sair da cidade através de um avião fretado por uma empresa brasileira.

António Braga escusou-se a revelar o nome da empresa, que, por seu lado, também não confirmou à Lusa a presença de portugueses no total de trabalhadores a retirar da Líbia.

A construtora Queiroz Galvão aguarda uma autorização do Governo líbio para que o avião fretado especialmente para a operação possa aterrar em Trípoli, segundo informou o Ministério das Relações Exteriores do Brasil.

O pedido de autorização para a retirada dos brasileiros já foi feito às autoridades líbias pelo embaixador do Brasil em Trípoli, George Ney de Souza.

PETROBRAS NA LIBIA

Segundo o Ministério das Relações Exteriores há atualmente cerca de 600 brasileiros na Líbia.

Além dos funcionários da Queiroz Galvão, há também brasileiros que trabalham para a Petrobras, mas a petrolífera estatal ainda não se manifestou sobre uma possível operação de retirada.

Presente na Líbia desde 2005, a Petrobras adquiriu os direitos exploratórios de óleo e gás da área 18, constituída de quatro blocos, com uma extensão total de 10.307 quilómetros quadrados.

A área está situada na região noroeste da costa líbia, no mediterrâneo, sendo que a Petrobras detém uma participação de 70 por cento e o restante pertence à estatal líbia NOC.

Desde 15 de Fevereiro, as manifestações contra o regime de Kadhafi, com conflitos em diversas partes do país, já resultaram na morte de pelo menos 400 pessoas, segundo a Federação Internacional de Direitos Humanos (FIDH).

Sol/Lusa

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Comentários

danilo on 22 Fevereiro, 2011 at 16:16 #

e aí, Marco Lino? tô esperando ansiosamente a sua defesa do coronel Kadhafi.

deixe de guéri guéri e não dê uma de joão-sem-braço porque a Bahia inteeeira sabe que você é fã do cara.

pra ser justo, não apenas você, mas Lullla também, que em diversas oportunidades saudou Kadhafi como “amigo e irmão”…


marco lino on 23 Fevereiro, 2011 at 19:23 #

Pronto, já li todos, Danilo.

Só lamento o fato de vc não ter posto “homem de Marx” em todos. Mas valeu!


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