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Torresmo À Milanesa

Composição: Adoniran Barbosa e Carlinhos Vergueiro

O enxadão da obra bateu onze hora
Vam s’embora, joão!
Vam s’embora, joão!
O enxadão da obra bateu onze hora
Vam s’embora, joão!
Vam s’embora, joão!

Que é que você troxe na marmita, Dito?
Troxe ovo frito, troxe ovo frito
E você beleza, o que é que você troxe?
Arroz com feijão e um torresmo à milanesa,
Da minha Tereza!

Vamos armoçar
Sentados na calçada
Conversar sobre isso e aquilo
Coisas que nóis não entende nada
Depois, puxá uma páia
Andar um pouco
Pra fazer o quilo

É dureza João!
É dureza João!
É dureza João!
É dureza João!

O mestre falou
Que hoje não tem vale não
Ele se esqueceu
Que lá em casa não sou só eu

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Grande Adoniram! Fantástica Clementina!

BOA NOITE!

(VHS)

fev
22
Posted on 22-02-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 22-02-2011


Geddel: pancada de todo lado

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Do jornalista Claudio Leal, pelo twitter, direto de São Paulo:

cleal82 ” Fico espantado com as ironias contra Geddel na mídia baiana. No poder, ele não era um paxá? Essa gente não vive sem marmita”.

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Bahia em Pauta comenta: Na mosca, Leal!

(Vitor Hugo Soares)


Wagner com Otto:Bahia na mão do vice
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Até o próximo dia 26 de fevereiro o estado da Bahia fica sob o comando de Otto Alencar, o vice-governador. É a segunda vez que o fato acontece em menos de dois meses, desde que o petista Jaques Wagner assumiu o poder em seu segundo mandato de governador. Há menos de um mês – coincidentemente na mesma noite do apagão de energia elétrica na Bahia e mais sete estados do Nordeste – Wagner viajou para Paris e Otto assumiu.

Esta terça-feira à tarde, Jaques Wagner embarcoi para a Coréia do Sul, onde, segundo informações de sua assessoria, “vai conhecer estudos avançados sobre energia nuclear, a gás, eólica e de outras fontes, além de prospectar a cadeia produtiva de petróleo e da indústria naval”.

Segundo o comunicado, a Bahia tem interesse em adquirir a tecnologia dos fabricantes coreanos, “principalmente para a produção de equipamentos da área de geração de energia, que avançaram muito nas pesquisas sul-coreanas”.

Segundo a Agecom, o governador retorna no próximo dia 26. Nesse prazo, o vice-governador Otto Alencar assume o Executivo interinamente.

(Postado por Vitor Hugo Soares)

fev
22

Deu no Blog de Guilherme de Barros/IG

A Odebrecht montou uma operação de guerra para a retirada dos 5.700 funcionários que trabalham em duas grandes obras do grupo em Trípoli, na capital da Líbia.

Até ontem, quando o conflito se acirrou, os funcionários estavam usando avião de carreira para deixar a cidade.

Ontem, no entanto, a empresa decidiu fretar dois Boeings 747 para acelerar a operação de resgate.

Os aviões, no entanto, ainda não conseguiram pousar no aeroporto de Trípoli.

O espaço aéreo foi fechado ontem à noite e as aeronaves estão paradas na Ilha de Malta a espera de autorização para o pouso.

Quando finalmente conseguir embarcar para Trípoli, os aviões vão deixar as pessoas na Ilha de Malta, de onde seguem para seus destinos por avião comercial. E depois os aviões retornam a Trípoli para continuar a operação de resgate.

Do total de funcionários, 5.000 são expatriados.

Trabalham para a empresa 187 brasileiros, sendo que a metade já conseguiu deixar Trípoli em aviões comerciais. A operação começou na sexta-feira passada.

Leia mais sobre o assunto no IG:

http://colunistas.ig.com.br/guilhermebarros

fev
22
Posted on 22-02-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 22-02-2011


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Caetano e Gil show dos 25 anos de Tropicália.

ANHEMBI – SÃO PAULO – 25 de Setembro de 1993

Celso Fonseca: Guitarra

Pedro Sá: Guitarra

Marcelo Costa: Bateria

Jorge Gomes: Bateria

Arthur Maia: Baixo

Lucas Santana: Flauta

Carlinhos Brown: Percussão

Leo Biti Biti: Percussão

Gustavo Dalva: Percussão

Moreno Veloso: Cello

Caetano Veloso: Violão e voz

Gilberto Gil: Violão e Voz

Hélio Eichbauer:Cenografia

TROPICALIA 2

Gravação TV Cultura de São Paulo

Direção: Roberto Talma

BOA TARDE!!!


Caetano e Gil:duelo por direitos autorais
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Deu no site Conteúdo Livre/ Marcus Preto/Folha de S. Paulo

Enviado especial ao Rio

DUELO DE COMPADRES

Caetano Veloso de um lado, Gilberto Gil do outro.
Parceiros na criação do movimento tropicalista, em 1967, os dois acabaram se tornando, nas últimas semanas, símbolos da polarização de opiniões dos artistas da MPB na discussão em torno da lei de direito autoral.

Em 20 de janeiro, a ministra Ana de Hollanda retirou o selo Creative Commons do site do MinC, colocado na gestão de Gil (2003-2008).
As licenças Creative Commons tornam mais flexível o uso de obras artísticas (como liberação prévia para uso em blogs ou remixes), em contraposição ao “copyright” (no qual o artista precisa autorizar caso a caso).

De um lado do ringue, Gil entende que as flexibilidades das licenças CC estão mais de acordo com a era digital, com o mundo pós-internet.
Do outro lado, Caetano, apoiado pela maior parte dos compositores que entraram na discussão -Roberto Carlos, Joyce, Jorge Mautner e outros- se posicionou contra as CC, dizendo que “ninguém toca em um centavo dos meus direitos autorais”.
Em seguida, Gil criticou os opositores às CC de não levarem o diálogo para “uma dimensão esclarecedora”.
Procurado pela Folha no começo da semana passada, Caetano disse, por e-mail, que vestia a carapuça tecida pelo velho companheiro.
“Visto. Mas não me causa incômodo”, disse. “Eu não teria tocado no tema se a discussão, que o ministério Gil trouxe para dentro da política oficial, não me parecesse atraente e inevitável.”

STATUS QUO “Pois está na hora de ele tirar a carapuça”, rebateu Gil, na quarta-feira passada, depois de fazer um show para internet. “De encarapuçados não precisamos. Todos têm que estar com suas feições claras, nítidas, à mostra, dizendo o que acham.”
E seguiu. “Foi sempre assim: os que defendem o novo têm que ter argumentos mais nítidos. Os que reagem, porque estão defendidos pelo status quo, não precisam disso, precisam apenas reagir.”
A reportagem retomou o assunto com Caetano, no dia seguinte. O músico chamou a paixão de Gil pelos avanços tecnológicos de “um pouco fascinada demais, tendendo para deslumbrada”.
“Gil escreveu [a canção] “Pela Internet”, mas, diferentemente de mim, não é uma pessoa de internet. Não é muito familiarizado, não anda muito nem no e-mail. Ele gosta mais é da ideia.”

MUDANÇA

Segundo Gil, “a vida anda, a fila anda”

DO ENVIADO AO RIO

A seguir, os principais trechos da entrevista com Gilberto Gil.

Folha – Os opositores a licenças mais flexíveis, como é o caso das Creative Commons, estão apenas adiando o inevitável?
Gilberto Gil – É assim. É natural. Quando [Johannes] Gutenberg inventou a imprensa, os copistas também se revoltaram. Mas não teve jeito. Era o imperativo tecnológico que veio e varreu as coisas.

Os anti-CC argumentam que as licenças enfraquecem os direitos deles sobre a própria obra. Concorda?
É mentira. Ao contrário, [as CC] vão dar autonomia aos criadores de determinar como, quando e quais usos serão feitos de suas canções, de seus textos, de sua dramaturgia. E que consequências esses usos podem ter para quem usa e para os próprios autores.
E, vale lembrar, ninguém precisa usá-las se não quiser. As CC não são monopólio. Não está interessado em que você mesmo dê controle a suas obras? Prefere que isso se dê através de uma editora ou de uma gestão coletiva? Então fique com elas.

O que é preciso fazer para iluminar essa discussão?
A discussão precisa subir de patamar. Os opositores precisam apresentar um set de argumentos válidos. Não podem vir com conversa fiada. Quem é contra tende a ter uma reação mais emocional, típica do reativo. Esse estágio precisa passar e todos devem convergir para uma discussão de o que significam essas coisas de fato. O que significa transformar, atualizar leis, hábitos e acessos a novas condições tecnológicas. A vida anda, a fila anda. (MP)

PERMANÊNCIA

“Ecad é mesmo um mal?”, quer saber Caetano

DO ENVIADO AO RIO

A seguir, os principais trechos da entrevista com Caetano Veloso.

Folha – Você mesmo afirma que os argumentos dos pró-Creative Commons são mais claros. Por que não se comove com eles? Caetano Veloso – Há questões que não estão resolvidas, a respeito das quais os dois lados ainda não se confrontaram. Algumas coisas podem ser perguntadas a todos.

Por exemplo…
O Ecad é mesmo um mal? Os próprios defensores de CC reconhecem que o Ecad passou a arrecadar muito mais nos últimos anos. Ou seja, está mais eficiente. Tenho medo de acontecerem coisas como quando o Collor e seu ministro Ipojuca Pontes -com todos os argumentos aparentemente racionais e corretos para uma sociedade liberal- fecharam a Embrafilme.
Milhões de pessoas podiam dizer com razão que a Embrafilme era um monstro criado pela esquerda do Cinema Novo com os militares da ditadura. Que era um negócio estadista, confuso e, talvez, até corrupto. Porém, aquele gesto de simplesmente fechar a Embrafilme matou o cinema brasileiro por anos.

Acha que esse mesmo raciocínio vale para o Ecad?
Não acho. Mas tenho esse caso da Embrafilme como pano de fundo que me serve, por exemplo, para o Pelourinho e para o Ecad. São coisas muito diferentes, eu sei. Mas sinto que, às vezes, há uma tendência que, em alguma medida, aos meus olhos, se parece um pouco com o que o Ipojuca fez. Digo isso como uma espécie de caricatura do que eu temo. (MP)


Alexandre Schwartsman ataca e…
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…Gabriellei defende capitalização da Petrobras
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DEU NO VALOR ONLINE

Lucianne Carneiro

Acabou em discussão a polêmica que ainda envolve o processo de capitalização da Petrobras, realizado no ano passado. Mais cedo, em palestra no seminário Cenários da Economia Brasileira e Mundial em 2011, o economista-chefe do Santander Brasil e ex-diretor do Banco Central, Alexandre Schwartsman, chamou de ‘contabilidade criativa’ a cessão onerosa de 5 bilhões de barris da União para a Petrobras.

Ao ter a palavra no evento, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, defendeu o processo e disse que Schwartsman tinha chamado ‘indiretamente’ o processo de contabilidade criativa.

– Não foi indireto não – retrucou Schwartsman, que ainda estava na mesa principal do evento, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), em parceria com o Valor.

– Porque é verdade – acrescentou Schwartsman.

Gabrielli voltou a responder ao economista, lembrando que a Petrobras recebeu R$ 132 bilhões pela capitalização e pagou R$ 74 bilhões pelos 5 bilhões de barris.

– Se isso não é caixa, eu não sei o que é caixa – questionou o executivo.

– Caixa é dinheiro, não é promessa – voltou a responder Schwartsman.

Irritado, Gabrielli voltou a questionar o economista do Santander.

– Não é promessa nenhuma. São fatos. Ele comprou ações por um determinado valor e recebeu dinheiro de outro – afirmou.

– Cadê o dinheiro? -, voltou a perguntar Schwartsman.

– Tá no Tesouro – afirmou Gabrielli.

-Só na cabeça dos contadores do Tesouro – encerrou o economista, recebendo os aplausos de parte da plateia.

Em sua apresentação, Schwartsman tinha criticado a política fiscal expansiva do governo e afirmado que ‘entra qualquer coisa’ no cálculo do superávit primário e que ‘houve criatividade contábil’ para fechar as contas.

O economista do Santander comentou ainda que o baixo nível de poupança do país não se deve ao elevado consumo das famílias, mas sim do governo. Ele disse não acreditar que vá ocorrer ‘tão cedo’ uma redução dos gastos do governo.

– Esperaria por isso sentado e em uma posição bem confortável.

Na sua avaliação, o superávit primário foi, na realidade, de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos dos bens e serviços produzidos no país). Cálculos de outros economistas renomados sugerem, citou Schwartsman, algo entre 0,5% e 1%.

O ex-diretor do BC disse que o corte de R$ 50 bilhões anunciado pelo governo deveria ter sido maior, entre R$ 85 bilhões e R$ 100 bilhões.

Segundo os dados oficiais do governo, o país fez uma economia de R$ 101,696 bilhões, ou 2,78% do PIB em 2010. Como a meta era chegar a no mínimo 3,1% do PIB, o governo teve de descontar parte dos investimentos feitos pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) – R$ 11,7 bilhões (0,32% do PIB) – para fazer a conta fechar, como aconteceu em 2009. Nessa conta, entrou uma receita extra de R$ 32 bilhões da capitalização da Petrobras.

Schwartsman saiu do seminário antes do seu encerramento e com isso não chegou a falar novamente com Gabrielli depois da troca de farpas.

fev
22
Posted on 22-02-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 22-02-2011

A construtora brasileira Queiroz Galvão informou que prepara a retirada de 130 funcionários que trabalham na cidade líbia de Bengasi, atualmente sob o controlo de opositores do líder Muammar Kadhafi. A notícia, com crédito da agência internacional LUSA foi publicada pelo jornal SOL, de Lisboa.

Segundo a nota, os funcionários «estão bem» e aguardam para seguir viagem em direção a Trípoli, de onde deverão ser retirados, informou a construtora, num comunicado distribuído à imprensa.

«A Queiroz Galvão informa que atualmente tem 130 colaboradores brasileiros a trabalhar em projetos e obras na Líbia. Todos estão bem e está sendo providenciada a sua transferência de Bengasi para Trípoli, capital do país», referiu o texto, que não menciona a presença de portugueses entre o grupo de trabalhadores.

Hoje, o secretário de Estado das Comunidades admitiu a possibilidade de a maioria dos portugueses em Bengasi poder sair da cidade através de um avião fretado por uma empresa brasileira.

António Braga escusou-se a revelar o nome da empresa, que, por seu lado, também não confirmou à Lusa a presença de portugueses no total de trabalhadores a retirar da Líbia.

A construtora Queiroz Galvão aguarda uma autorização do Governo líbio para que o avião fretado especialmente para a operação possa aterrar em Trípoli, segundo informou o Ministério das Relações Exteriores do Brasil.

O pedido de autorização para a retirada dos brasileiros já foi feito às autoridades líbias pelo embaixador do Brasil em Trípoli, George Ney de Souza.

PETROBRAS NA LIBIA

Segundo o Ministério das Relações Exteriores há atualmente cerca de 600 brasileiros na Líbia.

Além dos funcionários da Queiroz Galvão, há também brasileiros que trabalham para a Petrobras, mas a petrolífera estatal ainda não se manifestou sobre uma possível operação de retirada.

Presente na Líbia desde 2005, a Petrobras adquiriu os direitos exploratórios de óleo e gás da área 18, constituída de quatro blocos, com uma extensão total de 10.307 quilómetros quadrados.

A área está situada na região noroeste da costa líbia, no mediterrâneo, sendo que a Petrobras detém uma participação de 70 por cento e o restante pertence à estatal líbia NOC.

Desde 15 de Fevereiro, as manifestações contra o regime de Kadhafi, com conflitos em diversas partes do país, já resultaram na morte de pelo menos 400 pessoas, segundo a Federação Internacional de Direitos Humanos (FIDH).

Sol/Lusa


Fátima com Wagner: “aí é que complica”
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OPINIÃO POLÍTICA

A naturalidade perdida

Ivan de Carvalho

Não é o objetivo destas linhas questionar se, de acordo com a legislação e as interpretações do Tribunal Superior Eleitoral, Fátima Mendonça é ou não elegível para o cargo de prefeito de Salvador enquanto Jaques Wagner, de quem é a mulher, ocupa o cargo de governador do Estado.

O noticiário tem informado que alguns especialistas sustentam a impossibilidade da eleição de Fátima e outros asseguram que, no caso, não existe obstáculo algum. Deixo o tema para os especialistas e poderei abordá-lo, eventualmente, quando tiver conhecimento de certos aspectos que podem ou não – mais provável que não – ser relevantes.

Mas vamos ao aspecto político da suposta e, numa primeira avaliação, inegavelmente simpática candidatura de Fátima Mendonça. Uma hipótese, como hipótese afirmada sem reservas por ela mesma e até admitida, sem afirmações, pelo governador Jaques Wagner, que coloca inteiramente nas mãos de sua mulher – e do partido dela, claro, o PV – uma eventual decisão.

Dessa decisão, a rigor, somente participariam – pelo que se depreende dos comentários inteligentemente descontraídos do governador – Fatinha, a quem não se deve dizer não, porque “aí é que complica” – certamente por provocar reação igual e contrária, conforme conhecida lei da física–, nem sim, porque ela é que toma suas decisões; o Partido Verde, que em entrevista de seu presidente Ivanilson Gomes, publicada ontem neste jornal, não consegue disfarçar o contentamento com a hipótese; e a Justiça Eleitoral.

Mas, da mesma forma que os comentários “inteligentemente descontraídos” do governador, deve haver algum plano “inteligentemente concebido” para que haja sido posto agora o bloco na rua. O fato coincide, aliás, com nota publicada na coluna Raio Laser, deste jornal, edição de ontem, na qual se diz que o senador Walter Pinheiro, do PT, “confessou a correligionários” que deve “começar a botar o bloco na rua esta semana para discutir o que fará em 2012”. Diz a nota que “muita gente ligada a Pinheiro acha que ele deve pensar na prefeitura, ao invés de projetar seus planos apenas para 2014”.

Eu até acrescentaria a tudo isso que a brava ou malcriada reação do senador petista em defesa da permanência das baianas do acarajé nas praias de Salvador, proclamando que é mais fácil a responsável pelo Patrimônio da União sair do cargo do que elas saírem das praias, sugere que o Palácio Thomé de Souza é uma das formas-pensamento mais densas na mente do senador.

Ah, e o deputado petista Nelson Pelegrino, eterno aspirante à prefeitura da capital, que por muitos esteve posto como “candidato natural” à sucessão de João Henrique em 2012? Bem, os bastidores da política dão conta de que Pelegrino considera que, desde as eleições de 2010 e mais especificamente a escolha no PT, campanha e eleição de Walter Pinheiro para o Senado, há um acordo (tácito ou não) para ser ele, Pelegrino, sem contestações, o candidato do PT em 2012.

Mas, com o bloco de Walter Pinheiro na rua e o proclamado “talvez” dito ao repórter Bob Fernandes, do Terra Magazine, a candidatura de Pelegrino, ao que a mim parece, está com a naturalidade perdida. Pois onde “há controvérsias” não pode haver candidatura natural

fev
22
Posted on 22-02-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 22-02-2011


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Pelicano, hoje no Bom Dia (SP)

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