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Postado em 17-02-2011
Arquivado em (Artigos) por vitor em 17-02-2011 10:37


Galeria canta o samba do salário mínimo
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O deputado federal Vicentinho, do PT de São Paulo, aposta no tempo para se livrar da pecha de “traidor”, jogada sobre suas costas , ontem(16), durante os bafafás que antecederam a aprovação da proposta do governo para o salário mínimo.

Encarregado pelo governo para a desgastante missão de ser o relator do projeto de reajuste do salário mínimo, Vincentinho foi recebido com um “samba-protesto” no plenário da Câmara nesta quarta-feira. Segundo o portal IG, o ex-dirigente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), subiu na tribuna constrangido ao ser vaiado com os versos da canção “Vou festejar”, de Jorge Aragão.

“Você pagou com traição. A quem sempre lhe deu a mão”, repetiram os sindicalistas da Força Sindical que acompanharam a sessão das galerias do plenário. O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), precisou intervir e pedir para que os protestos parassem e Vicentinho lesse o relatório.

Antes de ler o relatório, o deputado já havia sido vaiado pelas centrais. Questionado pelo iG se ele não se sentia em uma saia-justa por conta do projeto, ele respondeu: “As centrais vão me agradecer no ano que vem”, disse. Vicentinho propôs que o plenário vote os R$ 545 defendidos pelo governo para o salário mínimo, enquanto as centrais reivindicaram o valor de R$ 560.

Escalado pelo governo para relatar o projeto que reajusta o salário mínimo, o deputado federal Vincentinho (PT-SP) foi recebido com um “samba-protesto” no plenário da Câmara nesta quarta-feira. Ex-dirigente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vincentinho subiu na tribuna constrangido ao ser vaiado com os versos da canção “Vou festejar”, de Jorge Aragão.

“Você pagou com traição. A quem sempre lhe deu a mão”, repetiram os sindicalistas da Força Sindical que acompanharam a sessão das galerias do plenário. O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), precisou intervir e pedir para que os protestos parassem e Vicentinho lesse o relatório.

Antes de ler o relatório, o deputado já havia sido vaiado pelas centrais. Questionado pelo iG se ele não se sentia em uma saia-justa por conta do projeto, ele respondeu: “As centrais vão me agradecer no ano que vem”, disse. Vicentinho propôs que o plenário vote os R$ 545 defendidos pelo governo para o salário mínimo, enquanto as centrais reivindicaram o valor de R$ 560

(Postado por Vitor Hugo Soares com informações do IG)

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