Roseana: mais uma cirurgia
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DEU NO SITE SRZD

A governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), de 57 anos, apresentou um sangramento nesta quarta-feira e teve que se submeter a uma cirurgia de emergência em São Luís. Após uma colonoscopia, foi diagnosticado um pólipo no intestino.

Ela acordou da anestesia no início desta tarde e passa bem. Ela deve ir a São Paulo em dois ou três dias. O pai da governadora, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB), soube do sangramento enquanto estava no Palácio do Planalto, no início de uma audiência com a presidente Dilma Rousseff, a quem ele disse ter pedido desculpas”. Sarney ainda avisou que deve ir ao Maranhão na quinta-feira.

O presidente do Senado destacou os constantes problemas de saúde de sua filha. “A mão de Deus tem sempre protegido ela”, observou. Ele já conversou com Roseana pelo telefone e afirmou que ela está repousando e que passa bem.

fev
16

DEU NO IG

A Câmara dos Deputados votou e aprovou na noite desta quarta-feira o projeto de lei 382/11, que reajusta o salário mínimo para o valor de R$ 545, proposto pelo governo. A emenda do PSDB de aumento para R$ 600 foi rejeitada por 376 votos contra, 106 a favor e 7 abstenções. Logo depois, os deputados apreciaram a emenda do DEM que pedia o aumento do mínimo para R$ 560. Também foi rejeitada por 361 votos contra, 120 a favor e 11 abstenções.

A votação dá um desfecho a meses de negociação intensa entre o Planalto, partidos da base aliada e da oposição, marcando o primeiro teste – e a primeira vitória – do governo da presidenta Dilma Rousseff no Congresso. Para garantir o apoio da base, o Planalto investiu no rateio de cargos do segundo escalão e no aviso de que não vai tolerar divergências.

A sessão teve início às 13h50. Inicialmente, a expectativa era de que a matéria iria a votação somente às 19hs, mas a aprovação do regime de urgência ontem permitiu que a tramitação fosse acelerada. Com isso, o projeto não precisou, por exemplo, tramitar pelas comissões da Casa.

Projeto de lei

Relator do projeto de lei do governo, o deputado Vicentinho (PT-SP) leu por cerca de 50 minutos o relatório favorável aos R$ 545. Ele foi vaiado e aplaudido pelos manifestantes que acompanham a votação em Brasília. Em sua fala, Vicentinho minimizou as divergências e exaltou a política de valorização do mínimo aplicada pelo Planalto. “Em que pese as divergências, uma coisa tem que ficar muito clara nesse diálogo agora: é graças às centrais sindicais deste País, à sensibilidade do presidente Lula e da presidenta Dilma que chegamos a este patamar de diálogo e construção do salário mínimo”, disse o deputado. “Eu acredito no governo da presidenta Dilma e o povo brasileiro também”.

Vicentinho defendeu um entendimento entre sindicalistas e o governo federal, para que a política de valorização do mínimo seja consistente e os acordos sejam respeitados. “Por favor, na hora em que fizermos um acordo vale a pena a gente cumprir”, disse o deputado. “Se mantidas as taxas de crescimento esperadas essas novas regras de reajuste do salário mínimo assegurarão um crescimento real de 30% ao longo dos próximos cinco anos”.

O deputado Roberto Freire (PPS-SP) contestou a constitucionalidade do artigo 3º do projeto de lei apresentado por Vicentinho. De acordo com o artigo, o reajuste do salário mínimo seria realizado por decreto presidencial, e não passaria pela consulta do Congresso. O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) também contestou o artigo e chamou de “golpe” da base governista. O deputado Rodrigo Garcia (DEM-SP) afirmou que o artigo 3º é um “artifício regimental perigoso para esta Casa” usado pelo governo. O pedido foi analisado pelo presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), que indeferiu o recurso. Vicentinho chegou a aterar o teor do texto do artigo 3º com uma emenda que define que os reajustes e aumentos seriam estabelecidos “nos termos desta lei”, mas manteve “por meio de decreto do presidente da República”.

fev
16
Posted on 16-02-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 16-02-2011


Lara:ataque selvagem no Cairo/Época
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DEU NO SITE DA REVISTA ÉPOCA

A correspondente da rede de TV americana CBS Lara Logan foi atacada e violentada na última sexta-feira (11) no Cairo, Egito, enquanto cobria as manifestações após a renúncia do ex-presidente do país Hosni Mubarak. A jornalista, que tem 39 anos e trabalha na rede desde 2002, está internada em um hospital nos Estados Unidos.

A CBS divulgou uma nota em seu site em que diz que “Lara Logan estava cobrindo as comemorações na praça Tahrir para o programa 60 Minutes quando ela e sua equipe foram separados por uma multidão perigosa no meio da festa. Eram cerca de 200 pessoas em um frenesi descontrolado”.

Ainda segundo a CBS, Logan foi rodeada por um grupo grande e abusada sexualmente, além de ter apanhado bastante. “Ela foi salva por um grupo de mulheres e de cerca de 20 soldados egípcios”, afirma a nota. Logo em seguida, ela reencontrou com sua equipe toda, voltou para o hotel e tomou o voo seguinte de volta para os Estados Unidos.

Lara não foi a única jornalista a sofrer ataques no Egito. O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), grupo internacional que protege profissionais da imprensa, diz que pelo menos 52 jornalistas foram atacados durante as manifestações que duraram 18 dias e terminaram com a renúncia do presidente Hosni Mubarak.

Segundo o CPJ, outro jornalista, egípcio, Ahmad Mohamed Mahmoud, do diário Al-Ta’awuyn, foi morto quando filmava os embates entre os grupos opositores e aliados do governo na praça Tahrir.

A CBS, no fim da nota, afirmou que “não haverá mais comentários” e que “a correspondente [Lara] Logan e sua família pedem, respeitosamente, que lhes seja garantida a privacidade neste momento
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fev
16
Posted on 16-02-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 16-02-2011


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Gilson Nogueira

Direto do Porto da Barra (Salvador)

E de repente, hoje, pela manhã, assim, perto do mar, aqueles carros todos, enfileirados, somavam-se aos que acabavam de chegar.

Todos,com pressa,pareciam montar, uns sobre os outros, na enorme fila, diante do mar, em um estresse só.

E o mar, ali, indiferente, a tudo e a todos, beijando a areia da Praia do Farol da Barra, sem noção alguma daquela loucura toda pertinho dele. O mar não pensa, surpeeende, para o bem ou para o mal.

E naquela avenida, de pé, no passeio, com um fuzil,em punho, mirando o chão, na blitizen que fazia a fila aumentar, cada vez mais, a agonia de partir ou de chegar, um soldado da PM, a cumprir ordens dadas, ignorava o mar. Ou não.

E eu, ali, sorrindo, olhando tudo aquilo, com vontade de dizer: “ Que tal, minha gente, se jogar, agora, de cabeça, no mar, em um grande mergulho, desses que a gente volta a ser criança ?”

Fim do passeio.

Gilson Nogueira é jornalista

fev
16


Santi Santamaria: perda na Catalunha

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O consagrado chef catalão Santi Santamaria morreu, esta quarta-feira, repentinamente aos 53 anos em Cingapura. A notícia da morte de um dos mais famosos cozinheiros europeus foi confirmaradz por fontes do seu restaurante, El Racó de Can Fabes, em Barcelona, segundo informa o portal TSF, de Portugal.

Santamaria estava em Cingapura para visitar um restaurante dirigido pela sua filha, não sendo ainda conhecidas oficialmente a causa da morte, mas, segundo as primeiras informações, Santamaria foi vítima de um enfarto fulminante.

O cozinheiro abriu o restaurante em 1981 e em 1994 conseguiu a terceira estrela do Guia Michelin, convertendo-se assim no primeiro cozinheiro catalão a obter esta distinção. O corpo do Chef espanhol foi trasladado para o Hospital Geral em Cingapura, onde permanecerá até que seja transportado para Espanha.


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BOM DIA!!!


Fátima pisa no pé de João/TM

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DEU NO TERRA MAGAZINE

O terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, centenário e célebre entre os locais de culto do candomblé de Salvador , é o cenário da entrevista (mais uma destinada a dar muito o que falar) da primeira dama do estado da Bahia, Fátima Mendonça, à revista digital Terra Magazine, postada esta quarta-feira, 16.

A reinauguração das Casas de Iemanjá e Oxalá , com a presença da ministra da Cultura, Ana de Holanda , ofereceu o motivo para o encontro, pois no ambiente também estava o repórter Bob Fernandes, Editor-chefe de Terra Magazine, paulista de nascimento e baiano honorário, com título recebido da Assembléia Legislativa .Um gancho jornalístico e tanto, que Bob não deixou escapar.

O resultado da conversa entre a primeira dama e o repórter está no Terra Magazine . Mulher do governador Jaques Wagner (PT), filiada ao Partido Verde, Fátima parece enfeitiçada pela tentação de substituir João Henrique Carneiro, do PMDB, na prefeitura de Salvador nas eleições municipais de 2012.

Casada com o governador, esse é um dos obstáculos – no caso, legal – para que ela se decida a ser ou não candidata à prefeitura de Salvador num momento em que o prefeito, João Henrique, dispensaria maiores desqualificações Mas Fátima pisa no pé do ocupante do palácio Tomé de Souza: “O prefeito de Salvador é medíocre”.

Tem mais, muito mais na conversa. O suficiente não só para abastecer o noticiário político e promover polêmica em muitos arraiais pelos proximos dias, mas também para azedar a convivência de Jaques Wagner e João Henrique, que hoje estão juntos em Brasília.

Bahia em Pauta publica trechos da entrevisrta em TM. Confira.

(Vitor Hugo Soares)

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Bob Fernandes

De Salvador (BA)

O centenário e célebre terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, guiado pela venerada “Mãe Stella”, é o cenário. A reinauguração das casas de Iemanjá e Oxalá é o motivo para o encontro. Ali estão a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, o governador da Bahia, Jaques Wagner, cinco deputados federais, secretários de estado e dirigentes do Patrimônio Histórico. Mas é a Maria de Fátima Mendonça, a Fatinha, que se dirigem filhos e filhas de santo, o “povo do candomblé”. Ela, de vestido branco no dia de Oxalá, ouve a cada passo:

– Tá na hora de uma mulher… é sua vez, Fatinha… chega desses caras, agora é você… seja a prefeita, Fatinha… é Dilma lá e você aqui…

Fátima Mendonça, filiada ao PV, é casada com Jaques Wagner, o governador, e esse é um dos obstáculos – no caso, legal – para que ela se decida a ser ou não candidata à prefeitura de Salvador num momento em que o prefeito, João Henrique, dispensaria maiores desqualificações.

Além dos tradicionais índices de miséria e desemprego, da sujeira, abandono, do desrespeito ao bom senso e às leis, a transformação da cidade num pasto para apetites imobiliários fala por João Henrique e sua Era. Um tempo que marca negativamente a história de Salvador e que irá custar caro, muito caro à cidade.

É nesse ambiente de desesperança e de morda mais quem puder morder que, depois de notas na mídia aqui e ali, começa a se alastrar o zum-zum-zum sobre a hipótese da candidatura Fátima Mendonça à prefeitura de Salvador.

Enquanto advogados e políticos discutem se ela pode ou não ser candidata, Terra Magazine foi ouvi-la a respeito, uma vez que a simples irrupção da hipótese já diz muito.

– Eu sou uma esperança – resume Fátima Mendonça, a Fatinha.

Já há mais de uma década, a Bahia mergulhou num estado de estagnação, de mediocridade cultural segundo definição do antropólogo Antonio Risério. Somem-se a isso os índices econômicos de Salvador, a miséria e a degradação na cidade e é possível entender o porquê da sôfrega busca por “uma esperança”.

Fátima Mendonça, a Fatinha, não tem, como ela mesma reconhece, “papas na língua” e costuma dizer o que pensa, sente. Não por outro motivo o marido, o governador Jaques Wagner, escaldado, responde quando perguntado sobre a possível candidatura da mulher:

– Somos um casal harmônico, mas somos, ao mesmo tempo, duas individualidades.
E quanto à questão legal?

– Há visões divergentes, tem quem entenda não ser possível, tem quem entenda ser perfeitamente legal – já disse o governador a amigos.

E Fátima Mendonça será candidata prefeita de Salvador?
Esta pergunta já foi feita ao próprio Wagner por, pelo menos, dois grandes interessados. Um deles o prefeito João Henrique e o outro o deputado federal Nelson Pellegrino, do PT, que não esconde o desejo de novamente se candidatar.

A construção da candidatura de Fátima seria árdua mesmo no campo oficial e é evidente que a palavra do governador é decisiva, mas, vista a questão por outro ângulo, o simples murmurar das ruas sobre a alternativa amplia o raio de ação de Jaques Wagner e dá a ele condições de pilotar ainda mais o ritmo do processo. Afinal, ao menos dentro do espectro da aliança governista, que outro postulante há de se precipitar enquanto persistir a hipótese Fátima Mendonça?

Ao longo desta conversa com Terra Magazine, Fátima Mendonça começa por elencar as dificuldades; legais, conjunturais, mas logo em seguida diz sentir, no mesmo murmurar das ruas, a comichão, a dúvida que faz avançar. É ela mesma que se pergunta:

– Será, Maria de Fátima, que sua missão é essa?
Enquanto o carro oficial avança por avenidas onde vicejam atestados de avacalhação imobiliária, Fátima incorpora o papel de candidata. E, para tanto, não poupa o prefeito João Henrique, eleito pelo PMDB, aliado do governo no início, alavanca de Geddel Vieira Lima na eleição municipal de 2008 e agora, como a cidade, perdido no limbo. Sem partido, sem projeto algum. Salvo… Fátima Mendonça com a palavra:
– …ele (João Henrique) fica nessa coisa, nessa conversa… e, no fundo, no fundo, eu… ele sabe o que é que ele quer…
(Sabe. Ele e a cidade inteira sabem.)

Terceira capital do país com 2 milhões e 600 mil habitantes, Salvador tem um dirigente “medíocre”, na percepção de Fátima Mendonça. Que na conversa que se segue, diz ainda:

– A miséria é uma vergonha, o metrô é uma vergonha, a Saúde é uma vergonha, a Educação é uma vergonha, a ocupação territorial desta cidade é triste, triste (…) quando se vê já tá subindo um “cacete armado”, só dizendo assim, como se diz aqui na Bahia (…) e aí você pergunta: “Como foi feita essa negociação?” Ninguém sabe… É muita pobreza de espírito, muita mediocridade (…) desencaminharam minha cidade, nossa cidade…

E ela, Maria de Fátima Mendonça, a Fatinha, será candidata a prefeita de Salvador?

Resposta:

– …Talvez…

Leia a entrevista na íntegra em Terra Magazine:
http://terramagazine.terra.com.br

Deu na coluna EM TEMPO, da Tribuna da Bahia, editada pelo jornalista Alex Ferraz:
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A seca dos
pobres (I)

Apesar do exercício retórico da Embasa para explicar o inaceitável, a verdade cruel é que, em pleno Verão, os bairros humildes ficam sem água (ou recebem o líquido com tremenda irregularidade), enquanto nos bairros centrais, de classe média e alta, a água jorra sem parar.
E por falar em retórica, a despeito de ter sido consultada desde às 11 horas da manhã, ontem, para explicar a situação flagrada pela Tribuna em diversos bairros, somente no início da noite a assessoria de imprensa da Embasa enviou a posição da empresa, e a assessora ainda disse desaforo: “Tenho mais o que fazer do que ficar respondendo à Tribuna”. Oxente, menina, tome um Lexotan!

A seca dos
pobres (II)

Mas não é “privilégio” de Salvador essa injusta e preconceituosa distribuição da água no Verão. Em São Paulo, um conjunto de bairros periféricos e pobres, com cerca de 260 mil habitantes, vive o mesmo problema.
O pessoal literalmente com lata d’água na cabeça e as autoridades do setor se batendo para dar explicações inexplicáveis. Cada uma!

Leia mais na TB: http://www.tribunadabahia.com.br/

fev
16
Posted on 16-02-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 16-02-2011


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Paixão, hoje na Gazeta do Povo (PR)

fev
16
Posted on 16-02-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 16-02-2011

DEU NO VALOR ON LINE

O relatório preliminar sobre as causas do apagão que atingiu oito Estados do Nordeste no início do mês aponta um erro de operação da Chesf, segundo alta fonte ligada ao governo federal. A subsidiária da Eletrobras tentava resolver um pequeno blecaute nas linhas de Sobradinho/Luiz Gonzaga, que liga Bahia a Pernambuco, mas a empresa liberou o circuito sem checar as proteções do sistema. Como essas proteções estavam alteradas, a pequena queda contaminou o sistema e se transformou em um blecaute, que derrubou sete linhas de transmissão e três usinas hidrelétricas deixando boa parte do Nordeste às escuras. Algumas cidades ficaram mais de quatro horas sem energia.

O presidente da Chesf, Dilton da Conti Oliveira, disse ontem ao Valor que a equipe técnica da empresa ainda avalia os acontecimentos, e garante que se houve erro ele será assumido pela companhia. A postura do presidente da Chesf reflete o duro tratamento dado pela presidente Dilma Rousseff às autoridades do setor elétrico na semana passada, em reunião no Palácio do Planalto, onde exigiu explicações mais convincentes sobre o ocorrido no Nordeste.

Fonte presente à reunião conta que a presidente perguntou se o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, e seu secretário-executivo, Márcio Zimmermann, consideravam que todo brasileiro é burro, referindo-se às conflitantes afirmações das autoridades – um dia o sistema elétrico é considerado robusto, e em outro, o apagão se deu por conta de uma falha em uma “plaquinha”.

Na semana passada, o ministério informou que um defeito em uma cartela eletrônica na subestação Luiz Gonzaga teria causado todo o problema. Agora, não quis se manifestar sobre o relatório, que aponta falha de operação da Chesf.

Uma fonte graduada ligada ao Operador Nacional do Sistema (ONS) diz que as autoridades tentaram, nesse episódio, fazer o mesmo que foi feito no apagão do dia 10 de novembro de 2009: “Dividir a culpa, para que ninguém ficasse mal sozinho, às vésperas de uma eleição presidencial, quando a culpa nitidamente foi de Furnas “. A diferença agora é que a presidente Dilma não tem uma eleição pela frente e vai atrás dos culpados para tomar as providências.

Leia mais em VALOR: http://www.valoronline.com.br/

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