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13
Posted on 13-02-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-02-2011

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Salve, Fenômeno, e pode ter certeza: O futebol sem você, suas arrancadas mortíferas e jogadas geniais, perde muito da beleza e da magia. Confiram e aproveitem mais um pouco desse encantamento.

BOA NOITE!!!

(VHS)

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Ronaldo: despedida de um vencedor
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DEU NO MSN

Nesta segunda-feira, ao meio-dia, Ronaldo Fenômeno anuncia o fim de sua carreira. Dezoito anos depois de sua estreia pelo Cruzeiro, mais de 400 gols em sete clubes e na seleção brasileira, incluindo quinze gols em Copas, e três vezes melhor jogador do mundo (1996, 1997 e 2002), o atacante do Corinthians cedeu ao cansaço. ‘Não aguento mais’, disse ele neste domingo à tarde ao Estado. ‘Eu queria continuar, mas não consigo. Penso uma jogada, mas não executo como quero. Tá na hora. Mas foi lindo pra caramba.’

Ronaldo tinha a intenção de seguir no Corinthians até o fim da temporada 2011, mas resolveu repensar a decisão e antecipar o término da carreira. No entanto, ele deve seguir no clube do Parque São Jorge, em alguma função na direção da equipe alvinegra.

Desde o ano passado, o Fenômeno já vinha sofrendo com a queda de rendimento dentro de campo. Não conseguia perder peso e cada vez mais era possível perceber que se aproximava o momento de ele ‘pendurar as chuteiras’.

Seu melhor momento no Corinthians foi em 2009, quando brilhou nas conquistas do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil, antes de se lesionar no Campeonato Brasileiro daquele ano.

Carreira

Ronaldo começou vida futebolística no Cruzeiro, no início dos anos 90. Despontou como craque e logo despertou o interesse do futebol europeu. Transferiu-se em 1994 para o PSV, da Holanda, e virou rapidamente um craque internacional. Em 1996, mudou-se para a Espanha e foi jogar no Barcelona.

Pelo clube catalão, viveu alguns dos melhores momentos da carreira. Em 1996 e 1997, ganhou a Bola de Ouro da Fifa como melhor jogador de futebol do planeta, e passou a ser a grande esperança da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 1998, na França – em 1994, nos EUA, ele havia sido campeão, mas no banco de reservas.

Já como jogador da Inter de Milão, da Itália, para onde havia se transferido em 1997, Ronaldo fez um bom Mundial na França, mas o que ficou realmente marcado foi a decepção da final diante do país-sede. O Fenômeno sofreu uma convulsão horas antes da partida, fato que desestabilizou o grupo, e o Brasil perdeu por 3 a 0.

Depois da Copa da França, Ronaldo sofreu com graves contusões e sua carreira parecia entrar em declínio. Mas, em 2002, deu a sua primeira grande volta por cima e foi o artilheiro da seleção brasileira na conquista do pentacampeonato mundial na Coreia do Sul e Japão.

Após o Mundial, voltou para a Espanha, mas desta vez para defender o Real Madrid. Naquele mesmo ano, foi campeão mundial de clubes, e novamente eleito o melhor jogador do futebol do mundo.

Leia mais sobre Ronaldo no MSN
http://esportes.br.msn.com/futebol

fev
13
Posted on 13-02-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 13-02-2011

Hosni Mubarak continua no Egipto, na estância turística de Charm el-Cheikh, afirmou este domingo o primeiro-ministro, Ahmad Chafic, negando rumores de que o ex-presidente egípcio teria fugido para o estrangeiro.

Na sexta-feira, horas antes do anúncio de que renunciava à presidência, Mubarak abandonou o Cairo com destino à estância turística egípcia de Charm el-Cheikh, na península do Sinai, onde tem uma residência e onde nos últimos anos passou longas temporadas.

Os Emirados Árabes Unidos manifestaram entretanto a sua disponibilidade para receber o ex-presidente egípcio.

«Os Emirados estão disponíveis para receber [Mubarak] num palácio recém-construído na cidade de Al Ain», disse sábado o chefe da diplomacia do país, Abdullah Bin Zayed Al Nahyan, ao jornal Al-Qabas.

(Informações do portal português TSF)

fev
13

DEU NO PORTAL MSN

O Comando Militar que assumiu o poder no Egito anunciou neste domingo, 13, que dissolveu o Parlamento e suspendeu a Constituição do país.

Em um comunicado feito na TV estatal egípcia, a junta militar disse que ficará no poder por seis meses, ou até a realização de eleições.

O gabinete de governo do Egito fez neste domingo a sua primeira reunião desde que o presidente Hosni Mubarak deixou o poder, na última sexta-feira.

Os integrantes do gabinete são os mesmos apontados por Mubarak dias antes de renunciar. Eles foram mantidos pelo Comando Militar, que assumiu o poder no país, para que realizem os trabalhos de transição política.
(Com informações da BBC)

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Viva a Bahia, sinhô, das ondas verdes do mar da baia de Todos os Santos e da Ilha de Itaparica, território sagrado do povo brasileiro de João Ubaldo Ribeiro.Magnífica canção! Confira.
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Na terra em que o mar não bate
Não bate o meu coração
O mar onde o céu flutua
Onde morre o sol e a lua
E acaba o caminho do chão
Nasci numa onda verde
Na espuma me batizei
Vim trazido numa rede
Na areia me enterrarei
Na areia me enterrarei
Ou então nasci na palma
Palha da palma no chão
Tenho a alma de água clara
Meu braço espalhado em praia
Meu braço espalhado em praia
E o mar na palma da mão
No cais, na beira do cais
Senti o meu primeiro amor
E num cais que era só um cais
Somente mar ao redor
Somente mar ao redor
Mas o mar não é todo mar
Mar que em todo mundo exista
O melhor, é o mar do mundo

De um certo ponto de vista
De onde só se avista o mar
A ilha de Itaparica
A Bahia é que é o cais
A praia, a beira, a espuma
E a Bahia só tem uma
Costa, clara, litoral
Costa, clara, litoral
É por isso que o azul
Cor de minha devoção
Não qualquer azul, azul
De qualquer céu, qualquer dia
O azul de qualquer poesia
De samba tirado em vão
É o azul que a gente fita
No azul do mar da Bahia
É a cor que lá principia
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BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)


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Deu na revista digital Terra Magazine:
http://terramagazine.terra.com.br/

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A TARDE e o Egito

Francisco Viana
De Salvador (BA)

Salvador – Há algo em comum, a despeito de se tratarem de histórias absolutamente distintas, entre a readmissão de um jornalista demitido injustamente pelo tradicional jornal A TARDE, de Salvador, e a queda do ditador egípcio, que ficou no poder por 30 anos. Qual? Em ambos os casos houve momentos reivindicatórios de massa. Num caso, a massa dos jornalistas do próprio jornal, no caso egípcio, grandes massas populares. Vou me fixar no caso de A TARDE e das mobilizações.

Primeiro um registro. Comecei minha carreira em A TARDE. Era um jornal conservador, mas do tipo liberal clássico. Não cedia a pressões, por mais ferozes que fossem. Defendia suas ideias e jornalistas. Na esfera política, dormia um sonho quase medieval: defendia o baiano nas questões do dia a dia, mas se revelava avesso a grandes reformas estruturais. Contudo, como na era medieval, havia uma consonância plena – o quase plena – entre o que professava e o que fazia. Deixei A TARDE no alvorecer dos anos 70 quando fui trabalhar em O Globo, no Rio de Janeiro, mas nunca deixei de acompanhar o jornal. Os primeiros anos de vida de um jornalista duram tanto como a vida e, talvez por isso, A TARDE foi sempre alvo de atenção, uma referencia.

Hoje, em Salvador, abro os jornais, leio os blogs, recebo e-amails de amigos e o que vejo: A TARDE imersa numa grave crise de identidade. A demissão do jornalista em foco, não é um episódio isolado. Precisa ser analisada à luz da realidade brasileira. A sociedade mudou. Mudaram os ventos políticos, mudaram as vontades. Diminuiu a influência da mídia, crescem os espaços públicos de manifestação. Na era do carlismo, a Bahia viveu uma situação opressiva em que “liberdade” de imprensa era ditada pela maior ou menor adesão a Antonio Carlos Magalhães. Os espaços públicos eram restritos. O tempo quase imóvel. Não havia liberdade para a sociedade. Não havia, portanto, liberdade para a imprensa.

Agora, a perspectiva é outra. A notícia é em parte um exercício da técnica, em parte um exercício da política. Editar um jornal exige uma visão de mundo ampla. Universal. Ser jornalista requer atenção: a quem servir: à sociedade ou aos interesses comerciais da empresa jornalística? Eis a questão, eis o enigma, eis o impasse. Os jornalistas de A TARDE que levantam a voz para reclamar da demissão do colega estão, em outras palavras, sendo pioneiros em trazer essa questão à cena. Qual é o sentido da liberdade de imprensa? Como articular democracia e liberdade de imprensa? Qual é o sentido da democracia para os jornalistas?

São questões que todo brasileiro tende a se colocar na atualidade. Qual é o significado dessa palavra tão falada e tão pouco levada à prática, democracia? Por isso, fiz a comparação com o Egito. Onde chegará, numa outra escala, a rebelião das massas? Se caminhará para uma autêntica liberdade?

A lembrança dos gregos é inevitável. Pereceram por força da escravidão. Não conseguiram transformar a liberdade num bem comunitário, no sentido de sociedade. Não fizeram da beleza e a força da igualdade um patrimônio comum. Será que nós conseguiremos? Essa a relação entre os movimentos de massas e a democracia. Não se consegue a liberdade sem a ação. Esse o desafio que enfrenta o jornalismo brasileiro nos dias atuais: equilibrar o poder empresarial dos que editam os jornais com o poder das redações. Não se trata apenas de fazer um jornal melhor ou de se conquistar leitores.

Essa conquista resultará da qualidade dos profissionais e da harmonia com a sociedade. O desafio é como o jornalista poderá exercitar a liberdade de criticar, denunciar, fiscalizar ou mesmo aplaudir. É uma questão de uso efetivo do espaço público. O que está em jogo é mais do que a readmissão de um colega. Isto é importante. É vital. Mas é importante que não se esqueça do modelo de negócio do jornal. É, repito, guardadas as proporções o drama egípcio: o que acontecerá passada a euforia inicial pela renúncia do ditador?

Penso que os jornalistas de A TARDE estão dando um exemplo supremo. Trata-se da coesão, do sentimento de solidariedade, da capacidade de se revoltar e de se expor. Enfim, estão trazendo à vida a indignação. Uma sociedade que não tem, nem cultiva tais predicados está condenada a fenecer, a se autodestruir. Na rebelião de A TARDE existe a chama de uma fenômeno que cedo ou tarde vai incendiar o jornalismo brasileiro, exigir mudanças das empresas jornalísticas. Onde iremos chegar, não sei. Sei de um fato histórico: o movimento dos jornalistas de A TARDE é uma advertência. Como é uma advertência, o movimento das massas no Egito. Não existe o homem único, nem a empresa única. Existe, sim, a sociedade e a plenitude do ser humano em geral. Esse o sentido da advertência. Uma empresa jornalística, como qualquer outra empresa, precisa ter credibilidade. Com a diferença de que a empresa jornalística é testada pela opinião pública todos os dias. Como criticar, se não há credibilidade? Dai, a antiga ética de A TARDE. Era preciso ter credibilidade. Será que os gestores – é assim que se passou a chamar, não ? – têm consciência de tal nuança nada sutil?
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Francisco Viana é jornalista, mestre em filosofia política pela PUC-SP, consultor de empresas e autor do livro Hermes, a divina arte da comunicação. É diretor da Consultoria Hermes Comunicação estratégica (e-mail: viana@hermescomunicacao.com.br). Repórter de destaque em coberturas nacionais e internacionais por grandes veículos da mídia brasileira, começou profissionalmente em A TARDE.

fev
13
Posted on 13-02-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 13-02-2011


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Amarildo, hoje na Gazeta (ES)

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