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A música e seu intérprete – um fora de série no piano , na voz e no estilo único de cantar – dizem tudo.
Ao editor só resta acrescentar:

BOA NOITE!!!

(VHS)

fev
07
Posted on 07-02-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 07-02-2011


Millor:internado desde semana passada
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Deu na coluna de Lu Lacerda/IG

Millôr Fernandes está na CTI, depois de um AVC
O escritor, desenhista, dramaturgo e humorista Millôr Fernandes, como sabido, está internado na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio. Até esta segunda-feira (07/02), ninguém sabia o que houve de fato. Ele sofreu um acidente vascular cerebral (AVC), que não é dos mais graves. Mesmo assim, não deixa de ser um quadro delicado, tanto que o genial Millôr, inconsciente desde a semana passada, está no CTI. Quem é que não sabe que problemas neurológicos sempre inspiram cuidados? Millôr, que nasceu em 1923 (ele tem duas datas de nascimento: 16 de agosto e 27 de maio), é considerado muito forte pelos médicos. Prova disso é que há quatro anos foi internado no Hospital Samaritano, em Botafogo, com problemas graves e de lá saiu muito bem, com o mesmo raciocínio brilhante de sempre. Os muitos amigos do escritor (e grande cidadão carioca) estão preocupados. Ele é tão querido que um deles, anos atrás, fez uma placa em sua homenagem e a colocou na varanda de sua cobertura.

fev
07


Foto mostra equimose lombar em MM
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O jornal espanhol El País divulgou uma fotografia, inédita, do cadáver da atriz Marilyn Monroe, encontrada morta aos 36 anos na sua casa nos Estados Unidos. Essa imagem faz parte do livro de Thomas T. Noguchi, conhecido como o «legista das celebridades» por ter sido o responsável pelas autópsias de cadáveres tão famosos como o de Marilyn Monroe, Robert Kennedy, Janis Joplin, Sharon Tate, Natalie Wood, William Holden e John Belushi.

No livro agora publicado na Espanha e que se intitula Cadáveres Exquisitos – «cadáveres maravilhosos» -, o médico legista levanta ainda mais o véu da polêmica que envolve a morte de Marilyn.

Acusa a polícia e o departamento forense de Los Angeles de não ter investigado corretamente o caso.

Em primeiro lugar revela que a atriz terá morrido por volta da meia-noite, tendo a polícia sido avisada apenas as 4.25.

Em segundo lugar, explica que Marilyn tinha uma equimose na região lombar esquerda e que tal marca de violência nunca foi investigada.

Por outro lado, denuncia que certos órgãos da diva, como o estômago e o fígado, que poderiam ter fornecido provas conclusivas para a investigação, foram destruídos antes de serem analisados.

Explica no livro que no primeiro exame que fez ao cadáver teve oportunidade de analisar o estômago e que este estava vazio, o que contraria a tese oficial de que Marilyn teria ingerido entre 40 e 50 cápsulas de barbitúricos.

Marilyn Monroe, Robert Kennedy, Janis Joplin, Sharon Tate, Natalie Wood, William Holden e John Belushi, faleceram em circunstâncias obscuras, estranhas ou violentas, passaram o último dia das suas vidas em Los Angeles e foram autopsiados por Thomas T. Noguchi.

Um médico legista cujo gosto pela indiscrição é conhecido pelo menos desde 1987, ano em que publicou a primeira edição do livro que agora foi traduzido para o espanhol.

As suas reflexões e especulações alimentam várias teorias da conspiração : Marilyn Monroe foi morta para encobrir o seu caso com Kennedy? Quem estava com Joplin no dia em que deu o chute final? Houve um segundo atirador envolvido no assassinato de Kennedy?

Perguntas para as quais ainda não surgiram até hoje respostas conclusivas, mas cuja discussão este livro vem animar, dando aos teóricos da conspiração mais achas para lançarem na fogueira.

( Texto publicado no jornal Sol, de Portugal)

Julian Assange começa a ser hoje ouvido num tribunal londrino, no âmbito do processo de extradição pedido pela Suécia. A defesa do fundador da WikiLeaks, que é mantido detido no Reino Unido, vai argumentar contra a extradição com base em dois princípios fundamentais: a suspeita de um crime não basta para extraditar alguém e nenhum cidadão deve ser enviado para uma jurisdição que preveja a pena de morte para o detido.
Julian Assange teme extradição posterior da Suécia para os EUA (Foto: Valentin Flauraud/Reuters)

A Suécia, onde Assange é alvo de acusações de crimes sexuais, não prevê a pena capital. No entanto, a defesa teme que esteja em curso uma extradição posterior, da Suécia para os Estados Unidos, o que poderia colocar o australiano no confinamento preparado para terroristas na baía de Guantánamo ou mesmo no corredor da morte – pelo crime de espionagem, dada a publicação de documentos secretos que tem vindo a promover.

“Se Assange for entregue à Suécia, em conformidade com o mandado de detenção europeu, a Suécia não pode fazer como entender depois disso”, assegurou Nils Rekke, diretor da procuradoria de Estocolmo. “Se houvesse alguma dúvida sobre uma abordagem norte-americana para a extradição, a Suécia teria que obter aprovação do Reino Unido”, explicou.

O fato de o australiano, de 39 anos, ser apenas requerido na Suécia para interrogatório é também estrutural no argumentário preparado pela defesa, que consiste numa centena de pontos e pode ser consultado online. “É um princípio bem estabelecido do direito de extradição (…) que a mera suspeita não resulta num pedido de extradição”, sublinha a defesa, citada pelo britânico The Guardian.

A audiência de Julian Assange vai durar hoje e amanhã, se decorrer de acordo com o previsto, no tribunal de Belmarsh, em Londres. A decisão, todavia, deve demorar algumas semanas. O ativista vive em liberdade condicionada desde Dezembro, na casa de um amigo em Norfolk, controlado por pulseira electrónica. Na sexta-feira, Assange disse que a primeira-ministra australiana, Julia Gillard, está a trabalhar para o fazer regressar ao país natal.
(Informações do jornal PÚblico, de Portugal)

fev
07
Posted on 07-02-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 07-02-2011


Negromonte: loteamento no ministério

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Do poeta Luiz Fontana, editor do Blogbar do Fontana, na área de comentário do Bahia em Pauta, no espaço do artigo de hoje do colunista político da Tribuna da Bahia e colaborador do BP, Ivan de Carvalho
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Caro Ivan

Enquanto isto, Negromonte avança sem medo ou pejo.

Aqui a Folha de São Paulo:

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PP loteia ministério com aliados da Bahia

Com orçamento de quase R$ 19 bilhões, pasta das Cidades acolhe indicações do governador Jaques Wagner

Atuação do petista foi decisiva para garantir a nomeação do ministro Mário Negromonte, seu apoiador no Estado

SILVIO NAVARRO
DE SÃO PAULO

Com um dos mais poderosos orçamentos da Esplanada (R$ 18,5 bilhões), o PP (Partido Progressista) loteou o ministério das Cidades com ex-congressistas e dois ex-assessores do governador baiano Jaques Wagner (PT) em postos de comando.
Gerenciado desde janeiro pelo deputado baiano Mário Negromonte (PP), o ministério terá Cássio Ramos Peixoto como chefe de gabinete. Ele era diretor da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da gestão Wagner na Bahia.
Ex-deputado estadual, Roberto Muniz (PP-BA) assumirá a secretaria-executiva, posto mais importante da pasta depois do ministro. Ele foi secretário da Agricultura do governo baiano.
Ao contrário do seu antecessor, Márcio Fortes, que era conhecido pelo perfil técnico, Negromonte fez carreira política como deputado e hoje é presidente da seção baiana do PP. No Estado, ele apoia o governo Wagner.
Em troca, o governador ajudou a referendar a indicação do pepista para o ministério diante da pressão do PT para ficar com a pasta.
Wagner fez questão, inclusive, de comparecer à posse de Negromonte no cargo no início de janeiro. O ministro nega interferência.
O PP também escalou o ex-deputado Feu Rosa (PP-ES) para cuidar da relação da pasta com o Congresso.
Rosa chegou a ser citado no primeiro relatório da CPI dos sanguessugas, de agosto de 2006, como um dos congressistas que teriam destinado emendas para o esquema. Quatro meses depois, foi excluído do texto final.
O Ministério das Cidades é um dos destinos favoritos dos parlamentares para direcionar suas emendas devido ao alto potencial de capitalização política com obras como saneamento e habitação.
A pasta tem ainda nomes indicados por outras lideranças, como Rodrigo Figueiredo, que ocupava a secretaria-executiva na gestão de Márcio Fortes. Homem forte no ministério, Figueiredo é da cota do deputado federal Pedro Henry (PP-MT).
Na administração de Negromonte, porém, Figueiredo foi “rebaixado” para uma assessoria especial. O ministro diz que se trata de “readequação”, mas, segundo a Folha apurou, o nome dele não agradava ao Planalto.
Figueiredo também teve histórico de desentendimentos com deputados. Henry é réu no caso do mensalão. Agora, ocupa a Secretaria de Saúde de Mato Grosso.
Também ex-deputado, Leodegar Tiscoski (PP-SC) foi mantido à frente da Secretaria Nacional de Saneamento.
Há uma “cota” alagoana na pasta. O diretor-presidente da CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos), Elionaldo Magalhães Moraes, é ligado ao senador Benedito de Lira (PP-AL).

Ministro afirma que indicados para a pasta são “técnicos experientes”

DE SÃO PAULO

O ministro Mário Negromonte diz que todos os nomeados por ele para a pasta são “técnicos experientes”.
“Cássio Ramos Peixoto é um técnico com larga experiência no setor público. O Roberto Muniz é um técnico com experiência política”, afirmou o ministro.
Peixoto é o seu chefe de gabinete, e Muniz será o secretário-executivo da pasta. Ambos eram quadros do governo da Bahia na gestão de Jaques Wagner (PT).
Advogado, Negromonte exerceu por quatro vezes o cargo de deputado federal e foi reeleito pelo PP baiano nas eleições de outubro.
Ele teve passagens por PMDB (1986-1988), PSDB (1988-2001) e PPB (2001-2003), que virou Partido Progressista em 2003, ano em que Jaques Wagner assumiu o governo do Estado -no último pleito, já era seu aliado.
Negromonte refuta, porém, que tenha havido interferência do governador nas nomeações nas Cidades.
“A influência do governador Jaques Wagner [nas nomeações] foi zero. O governador nunca sugeriu um nome”, afirmou.
Sobre o ex-deputado Feu Rosa, o ministro afirmou que Rosa “já estava lá [no ministério] havia muito tempo”.

MAL-ENTENDIDO
Feu Rosa disse que seu envolvimento no esquema foi um “mal-entendido”. “Meus adversários políticos se aproveitaram disso”, afirmou.
“Eu fui citado por uma pessoa com quem nunca conversei na vida”, afirmou.

fev
07
Posted on 07-02-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 07-02-2011


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Na rota da saudade, uma canção faixa azul, vermelha e branca.
BOM DIA!

(Gilson Nogueira)

Alain Barrière – Ma Vie

fev
07


Bombeiros do Rio em dificuldades com incêndio
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DEU NO IG

Um incêndio de grandes proporções atinge desde às 7h15 da manhã desta segunda-feira (7) a Cidade do Samba, no bairro da Gamboa, na zona portuária do Rio de Janeiro. Cerca de 80 bombeiros dos quartéis Central, Catete, Caju e São Cristóvão estão no local para controlar o fogo. Quinze viaturas da corporação dão suporte à ação.

Segundo o Corpo de Bombeiros, quatro barracões foram atingidos pelas chamas, entre eles os das escolas de samba Portela, Grande Rio e União da Ilha. Ainda não há informações sobre o que teria ocasionado o incidente.

De acordo com o presidente da Grande Rio, Hélio Ribeiro de Oliveira, o incêndio destruiu “absolutamente tudo” que havia no barracão da escola de samba de Duque de Caxias. Ele informou que mais de três mil fantasias e sete carros alegóricos, entre outros adereços, estavam no local.

O chefe do ateliê da Grande Rio, Robson Pantoja, informou que cerca de 10 pessoas estavam no quarto andar do barracão quando o incêndio teve início. Um dos presentes se desesperou e não conseguiu descer as escadas. Amedrontado com o fogo, o homem se jogou em cima de um carro alegórico. Como a alegoria era revestida de espuma, ele não ficou ferido.

Segundo o chefe de alegorias da União da Ilha, Bernard Basílio, o incêndio gerou um clima de pânico na Cidade do Samba. “Havia chegado ao barracão para trabalhar quando ouvi gritos alertando sobre o fogo. Não deu tempo de pensar em nada, só correr”, relatou.

Confusão

O presidente da Portela, Nilo Figueiredo, chegou à Cidade do Samba por volta das 10h, acompanhado de diretores e seguranças, mas foi barrado por policiais militares e bombeiros. A atitude deu início a um tumulto e discussão. Durante a confusão, um dos seguranças do presidente da Portela tentou agredir um PM, que deu voz de prisão ao agressor.

O segurança foi encaminhado à delegacia de polícia da região, acompanhado por um diretor. Após a confusão, Nilo Figueiredo pôde entrar na Cidade do Samba.

Entorno

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, um homem, de 30 anos, proveniente do incêndio deu entrada no Hospital Municipal Souza Aguiar. A vítima, cuja identidade não foi revelada, teria inalado muita fumaça, mas está lúcida. O homem ficará no hospital em observação.

Devido ao incêndio na Cidade do Samba, as ruas do entorno estão interditadas ao tráfego e há dezenas de curiosos no local. A área foi interditada pelo Corpo de Bombeiros e, segundo a corporação, há risco de desabamento.

O incidente também afeta o trânsito no Elevado da Perimetral, que fica ao lado da Cidade do Samba. De acordo com a CET-Rio, há lentidão na via porque os motoristas têm reduzido a velocidade para observar o incêndio. No aeroporto Santos Dumont, no centro do Rio, a operação segue normal. Segundo a Infraero, a fumaça gerada pelo incêndio não causa problemas no trajeto das aeronaves que chegam ou deixam o terminal.

Inaugurada em 2005, a Cidade do Samba está situada em uma área de 92 mil metros quadrados, equivalente a dez campos de futebol. O espaço reúne os barracões das 12 agremiações do Grupo Especial do Carnaval carioca, onde são feitas todas as alegorias para os desfiles na Marquês de Sapucaí. No local também estão dois barracões da Liga Independente.

fev
07
Posted on 07-02-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 07-02-2011


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Nani , no Charge on Line


Congresso: Mais nomeações só depois de votar salário mínimo
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OPINIÃO POLÍTICA

A fase dos adiamentos

Ivan de Carvalho

A política brasileira está, nesta fase, cheia de adiamentos. Eles podem até ser considerados uma marca do início do mandato da presidente Dilma Rousseff, embora nem todos os adiamentos sejam de iniciativa dela. Um desses casos é o evidente adiamento do começo da ação oposicionista pelos dois principais partidos de oposição, o PSDB e o DEM, que se perdem em desgastantes, às vezes ridículas, disputas internas.

Dois adiamentos são de iniciativa da presidente. Um deles, já ultrapassado, a suspensão das escolhas para o segundo e terceiro escalões da administração federal até que se realizasse a eleição secreta para a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados.

A preocupação era a de evitar que as escolhas na administração ampliassem insatisfações de parlamentares de partidos aliados ao governo, criando ambiente propício a rebeldias na eleição do novo presidente da Câmara.

O receio maior referia-se a insatisfações no PMDB, o grande partido aliado que está sendo literalmente espancado nas decisões sobre a composição do governo. No fim da história, houve rebeldias, mas o principal rebelde – o único com densidade eleitoral no plenário da Câmara – foi o deputado Sandro Mabel, do PR, que teve mais de 100 votos, mas nem contou com o apoio do seu partido, que se dispõe a aplicar-lhe alguma punição.

Reaberta a temporada de escolhas e nomeações, parte do PMDB tomou logo outra cacetada relacionada com a escolha para o setor elétrico, mais especificamente o comando de Furnas. Houve logo em seguida o apagão no Nordeste – o que seguramente não tem relação com a escolha para Furnas, salvo para os supersticiosos.

E aí, novo adiamento. A presidente da República suspendeu outra vez as escolhas para os segundo e terceiro escalões (talvez até para o quarto e, quem sabe, o quinto) de seu governo até que o Congresso vote a medida provisória do salário mínimo.

A MP editada por Lula fixa o salário em R$ 540,00, o governo já propõe uma elevação para R$ 545,00, mas, segundo políticos experientes, está pronto para aceitar R$ 550,00, pois sabe que o Congresso sempre gosta, para ser simpático, de dar algo além do que o governo sugere.

Duas coisas o governo não quer: 1) muito barulho, com a oposição, até aqui auto-amordaçada a respeito de todos os assuntos, e até os aliados fazendo média com os assalariados e aposentados à custa da avareza do Executivo; 2) uma decisão do Congresso que ponha o valor do salário mínimo além daqueles R$ 550,00 admissíveis, mesmo que não chegue aos R$ 580,00 que as centrais sindicais fingem que exigem ou ao R$ 600,00 que a oposição, na campanha eleitoral, prometeu dar se conquistasse a presidência da República, valor que agora anuncia que defenderá no Congresso.

Sair nomeando gente para os segundo e terceiro e até outros mais modestos escalões do governo antes dessa batalha no Congresso pode aumentar o número de insatisfeitos no Legislativo, criando inconvenientes adicionais para o governo, ainda que sem risco de uma complicação realmente séria – se algum dia os insatisfeitos da base parlamentar governamental em aliança com as fragilizadas oposições impuserem derrotas políticas relevantes ao governo de Dilma Rousseff e/ou ao PT, isso não será agora, não a curto prazo, mas bem lá adiante. E tudo dependendo da avaliação que a população e o eleitorado estiverem fazendo da gestão Dilma Rousseff e da situação da economia nacional.

De qualquer modo, essa fase de adiamentos na composição do governo deixa muita coisa indefinida, em suspenso, retarda muita coisa que deveria ser feita logo e fica, por enquanto, sem fazer.

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