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A benção, Bahia
Presente de Toquinho e Vinicius de Moraes

Olorô, Bahia.
Nós viemos pedir sua bênção, saravá!
Hepa hê, meu guia!
Nós viemos dormir no colinho de Iemanjá!
Nanã borokô, fazer um bulandê,
Efó, caruru e aluá.
Pimenta bastante pra fazer sofrer,
Bastante mulata para amar.
Fazer junto, meu guia, hê!
Meu guia, hê! Bahia!
Saravá, senhora!
Nossa mãe foi-se embora
Pra sempre do afojá.
A rainha agora é Oxum,
É a Mãe Menininha do Gantois
Pedir à Mãe Olga do Alaketo, hê!
Chamar Iansã para dançar.
Xangô, rei Xangô, kabueci-elê,
Meu pai! Oxalá, hepa babá!
A bênção, mãe,
Senhora mãe,
Menina mãe,
Rainha!
Olorô, Bahia.
Nós viemos pedir sua bênção, saravá!
Hepa hê, meu guia!
Nós viemos dormir no colinho de Iemanjá!

BOA NOITE!!!

(Gilson Nogueira)

DEU NO IG

Luciana Cobucci

Direto de Brasília

A presidente Dilma Rousseff (PT) participou nesta quarta-feira da primeira sessão legislativa do Congresso Nacional após a posse dos deputados e senadores, ocorrida ontem em Brasília. Ao lado de José Sarney (PMDB-AP), reeleito presidente do Senado, e Marco Maia (PT-RS), eleitro presidente da Câmara, Dilma lembrou a tragédia causada pelas chuvas na região serrana do Rio de Janeiro e afirmou que vai atuar para prevenir e diminuir os prejuízos causados por desastres naturais.

“Nenhum país é imune aos desastres naturais, mas no Brasil não podemos e não iremos esperar os próximos anos e as próximas chuvas para chorar as próximas vítimas. Precisamos de dados confiáveis para alertar a população a tempo. Vamos ajudar as cidades e os Estados a identificar as áreas de risco, a construir obras de prevenção e ofereceremos aos moradores novas habitações através do programa Minha Casa, Minha Vida”, afirmou a presidente.

Dilma Rousseff quebrou o protocolo durante a cerimônia de abertura da 54ª legislatura no Congresso ao ler, ela própria, a mensagem do Poder Executivo entregue ao Legislativo pela ocasião. A última vez que o presidente da República leu a mensagem foi no primeiro mandato de Lula, em 2003. Dilma afirmou que a principal missão do seu governo é acabar com a pobreza extrema no País.

“Temos a obrigação de aprofundar a democracia, começando por aquela que é a necessidade mais básica: erradicar a pobreza extrema no Brasil. Não podemos aceitar que milhares de pessoas continuem vivendo na miséria, que não tenham condições fundamentais de vida”, afirmou Dilma, pedindo o apoio dos parlamentares para esse projeto.

A presidente disse também que acredita numa relação independente e harmoniosa entre os poderes, afirmando que o Brasil vive hoje o período democrático mais longo de sua história. “A democracia nos abriu um horizonte promissor, de justiça social, redução das desigualdades em todas as suas formas e consolidação de nosso desenvolvimento econômico e social”, disse.

Outro tema abordado por Dilma e que diz respeito direto aos parlamentares é a retomada da agenda da reforma política. “Trabalharemos em conjunto com essa Casa”, afirmou.

inflação

Disposta a manter a inflação controlada, um dos principais ganhos econômicos dos oito anos do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Dilma prometeu que “manteremos a estabilidade econômica e não deixaremos a inflação corroer o nosso tecido econômico”.

“Encaminharei ao Congresso Nacional uma proposta de longo prazo de reajuste do salário mínimo. Os salários dos trabalhadores terão ganhos reais sobre a inflação”, disse ela, que também afirmou que boa parte dos recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), na segunda etapa, serão destinados a obras de infra estrutura, visando a Copa do Mundo 2014.
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Leia mais no Terra:

http://noticias.terra.com.br

fev
02
Posted on 02-02-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 02-02-2011


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BOA TARDE!!!

fev
02


Obama: duro com Mubarak/Reuters/PÚBLICO
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Deu no jornal PÚBLICO (Portugal)

O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, endureceu drasticamente o tom do discurso para com o regime egípcio de Hosni Mubarak, aliado leal dos Estados Unidos há 30 anos, para dizer que a transição de poder político no Egipto “tem que começar agora”.

Depois de falar ontem à noite durante meia hora ao telefone com Mubarak – contestado nas ruas por milhões de pessoas há mais de uma semana – Obama revelou-se muito mais do lado daqueles que se manifestam nas ruas egípcios do que do Presidente, mesmo se não pediu claramente a demissão do aliado. Obama “abandonou a linguagem dos professores de direito e adotou o tom de um líder de direitos cívicos”, avaliava o analista Mark Mardell, da BBC News.

“Uma transição ordeira tem que ser significativa, tem que ser pacífica e tem que começar agora”, afirmou o chefe de Estado norte-americano, revelando não ter ficado excepcionalmente impressionado com o discurso antes feito por Mubarak, no qual este anunciara publicamente que já antes da vaga de protestos pretendia não se recandidatar às eleições de Setembro próximo, mas que se manterá irredutível no poder até essa data.

Obama disse ainda que Mubarak reconhecera, na conversa que tiveram ao telefone, que “a mudança tem que acontecer”. E prosseguiu: “Todos nós, que temos o privilégio de servir em posições de poder político, assim o fazemos sendo essa a vontade do nosso povo”. Estas palavras são substancialmente diferentes daquelas em que, ainda na sexta-feira passada, Obama falava na necessidade de diálogo entre as forças no Egito.

E o mais significativo exemplo desta mudança de atitude da Administração norte-americana em relação ao enfraquecido Mubarak – que ontem viu mais de um milhão de egípcios nas ruas a exigirem o seu afastamento – foi o apoio profundamente emocional que Obama expressou aos manifestantes, os quais apenas algumas horas antes tinham sido descritos pelo Presidente egípcio como “amotinados violentos” que seguiam motivações “de uma qualquer força política sinistra”.

A “paixão e dignidade” expressa ao longo desta semana pelos egípcios são “uma inspiração para o resto do mundo”, frisou o chefe de Estado norte-americano: “Ao povo do Egipto e, em especial, aos jovens do Egipto, quero deixar claro que nós estamos a ouvir-los. E tenho a convicção firme de que vocês determinarão o vosso próprio destino e alcançarão a promessa de um futuro melhor para os vossos filhos e netos”.

Deu em A TARDE

Valmar Hupsel Filho

Confusão e violência marcaram a ida de João Henrique à Câmara de Vereadores para a leitura da mensagem do prefeito ao Legislativo, evento que marca a abertura do terceiro ano da 16ª legislatura. Para escapar dos protestos, onde até vereadores foram agredidos pela polícia, o prefeito precisou passar oito horas seguidas na Câmara. E de lá só saiu após pedir ajuda ao governador Jaques Wagner.

Mesmo com o início da solenidade marcado para as 15 horas, João Henrique chegou ao prédio da Câmara por volta das 10 horas da manhã. No mesmo horário chegaram dezenas de militantes que o apoiavam. Estes receberam senhas e rapidamente ocuparam as galerias da casa, com faixas e cartazes de apoio à gestão municipal. “São funcionários da prefeitura que acabam sendo obrigados a estar aqui. Isso é um absurdo”, afirmou a vereadora Olívia Santana (PC do B).

João Henrique almoçou na presidência da Câmara, onde permaneceu até as 15 horas. Enquanto isso, manifestantes se aglomeravam do lado de fora do prédio gritando palavras de ordem e exibindo cartazes de “Fora João”.

fev
02
Posted on 02-02-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 02-02-2011


Paixão, no jornal Gazeta do Povo(PR)

fev
02
Posted on 02-02-2011
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 02-02-2011


Ronaldo Caiado:impasse no DEM
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OPINIÃO POLÍTICA

Mais disputa no Democratas

Ivan de Carvalho

No momento em que estas linhas eram escritas, as atenções do meio político e de uma parte, talvez não muito expressiva, da população, concentravam-se na eleição do novo presidente da Câmara dos Deputados, cargo para o qual o candidato oficial – apoiado oficialmente pelo aglomerado de partidos governistas e pelos dois principais partidos de oposição, o PSDB e o Democratas – era o deputado petista gaúcho Marco Maia. Aliás, Maia já vinha, porque ocupava antes o cargo de primeiro vice-presidente da Câmara, exercendo a presidência desde que o peemedebista Michel Temer deixou este cargo para ser o vice-presidente da República.

Não esperei pelo resultado. Maia tinha três desafiantes, nenhum deles uma ameaça à sua eleição – Sandro Mabel, “rebelde” do PR, cujo partido apoiava Marco Maia; Jair Bolsonaro, do PP do Rio de Janeiro, militar reformado, radical e extremamente franco, figura polêmica por natureza; e Chico Alencar, do Psol do Rio de Janeiro.

Os dois últimos justificavam suas candidaturas com o propósito de mostrar que nem todos, na Câmara dos Deputados, concordam que esta casa legislativa e, mais amplamente, o próprio Congresso Nacional, sejam um mero apêndice do Poder Executivo, sem independência para tomar decisões próprias e sempre obediente à vontade do presidente (vá lá, do presidento ou da presidenta) da República. Quanto a Sandro Mabel, que já andou profundamente metido em trapalhadas de natureza ética, só ele mesmo parecia capaz de entender a própria candidatura.

Mas se as eleições no Congresso concentravam as atenções no meio político, corria em paralelo, chamando alguma atenção até pelo surpreendente e inusitado, o drama-quase comédia do Democratas, um partido em busca de rumo, ainda que seja (pelo menos por enquanto) o quarto no ranking dos maiores partidos do país.

Bem, na segunda-feira a bancada do DEM na Câmara dos Deputados escolheu, por 27 votos contra 16 dados ao concorrente, o deputado baiano ACM Neto para líder da bancada. Isso vem sendo considerado uma espécie de prévia ou demonstração de força na disputa pelo comando do partido, que terá seu desfecho em 15 de março. E a vantagem de ACM Neto, de 11 votos numa bancada de 43 deputados, vem sendo considerada suficientemente ampla para desestimular o bloco que apresentaria como candidato a presidente da legenda o ex-senador pernambucano e ex-vice-presidente da República Marco Maciel.

Mas isso, confirmando-se, encerra a disputa? Parecia, na superfície, que sim, mas constatou-se ontem que não. É que o outro grupo do atual presidente do partido, deputado fluminense Rodrigo Maia (do qual faz parte ACM Neto), ao contrário do que a mídia vinha equivocadamente fazendo parecer, não tem como candidato apenas o senador José Agripino Maia, do Rio Grande do Norte.

Este senador, que o ex-presidento Lula tanto se esforçou para derrotar, sem conseguir, tem um concorrente dentro do mesmo grupo – o deputado Ronaldo Caiado, de Goiás. Isto surpreendeu Agripino, a ponto de ele comentar para o Blog do Noblat que “você está mal informado, o Caiado me apóia”. Caiado, no entanto, confirmou ontem mesmo que sua candidatura foi colocada em dezembro, está de pé, e mais: “Estamos conversando. Vamos ver como será composta a Executiva. É um jogo de xadrez, não de damas onde há um mata-mata. Temos ainda 45 dias para definir”, ressaltou, falando ao mesmo blog.
Aí complicou. Vão acabar disputando no DEM até o cocô do cavalo do bandido.

fev
02


Dinheiro:Silvio Santos e o finado Lombardi

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Do leitor que assina Danilo, na área de comentários do Bahia em Pauta

-e aí, Lombardiii?? tudo por dinheiro?

– sim, Silviooo!!! e no valor de uma “bolinha de papel”, Silvioo!!

danilo

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Bahia em Pauta comenta (e agradece)

Grande, Danilo! Um leitor como você vale ouro em qualquer blog. Realmente, não tem preço!

TIM! TIM!

(Vitor Hugo Soares, editor)


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Regina manda da Califórnia mensagem para o editor do BP, via e-mail:
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“Hugo: vamos pedir ao nosso Dorival Caymmi que nos ajude a abrir o dia dela?
Ela, minha/nossa mãe Yemanjá, no seu dia de festa e oferendas. Ela, que nos cobre de beleza e carinho, que nos faz meigos e doces como as mães devem fazer. Ela, com seu seios generosos, nos acolhendo e ninando. Ela, a que guarda nossas aguas salgadas, sempre serenas e perfumadas. Ela, a doçura, o mel, que nos faz meigos e dengosos como a nossa amada Bahia… Odôiá! Odôiá!
—————————-
Chegando de uns dias em Lake Tahoe, (http://www.skilaketahoe.com/) um lago azul rodeado de neve na divisa entre Califórnia e Nevada, outro tipo de beleza, o mesmo da sua lua de mel com Margarida, guardado em doces recordações…
Ainda está lá, belo e frio, sempre calmo e sedutor, onde levo a alma para o descanso quando o trópico não é um opção.
Abraços saudosos, é hora de voltar e reviver aqueles tempos….
Regina
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O editor responde: Um convite tentador, a ser analisado com carinho.
Vou transmiti-lo a Margarida, revisora deste BP. Quem sabe!!!

(VHS)

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