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Maia: ex-metalúrgico no comando da Câmara
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DEU NO IG

Depois de reconduzir o peemedebista José Sarney (AP) à presidência do Senado no início da tarde, o governo federal emplacou, no fim da noite desta terça-feira, o deputado Marco Maia (PT-RS) para a presidência da Câmara. Ele recebeu 375 votos, contra 106 de Sandro Mabel (PR-GO), 16 de Chico Alencar (PSOL-RJ) e 9 de Jair Bolsonaro. Três deputados votaram em branco.

Favorito desde o princípio, Maia, gaúcho de Canoas, será o 50º ocupante do posto que tem, entre suas atribuições, assumir a Presidência da República no caso das ausências do presidente e do vice.

Ex-torneiro mecânico, Maia consolidou seu nome dentro da bancada do PT, cuja maioria estava insatisfeita com algumas decisões de Dilma e seu núcleo de poder mais próximo. Vaccarezza era identificado como representante desse grupo. Declarações do deputado paulista com críticas à posição da Central Única dos Trabalhadores (CUT) também repercutiram mal em setores do PT.

Maia aproveitou-se da situação por fazer parte da corrente interna majoritária do PT Construindo Um Novo Brasil (CNB), a mesma do ministro Antonio Palocci (Casa Civil) e do dirigente petista José Dirceu. Na reta final, ele ganhou o apoio do deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), integrante da corrente Movimento PT que tentava voltar ao comando da Câmara.

A eleição de Maia encerra um dia sem grandes surpresas para a presidenta Dilma Rousseff. Seguindo o roteiro, o novo Senado empossado na manhã desta terça-feira reconduziu o peemedebista José Sarney (AP) ao cargo de presidente da Casa por mais um biênio. Ao comemorar o resultado, Sarney enterrou a crise dos atos secretos que atingiu seu último mandato no posto e disse que o Senado “vive novos tempos”.

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Posted on 01-02-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 01-02-2011


Nildo Parentre:perda do cinema e da televisão
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Foi sepultado na tarde desta terça-feira, o1, o ator Nildo Parente, de 74 anos, que morreu na noite de ontem, 31, no Hospital Adventista Silvestre, no Centro do Rio, onde estava internado havia quase dois meses.

O ator, segundo informações do do hospital, sofreu um AVC-acidente vascular cerebral (derrame ) há cerca de dois meses e morreu às 20 horas de ontem em decorrência de complicações do AVC.

Cearense de Fortaleza,Nildo Parente nasceu em 1936, e tem uma longa série de participações no cinema, ainda que em papéis coadjuvantes, na maioria das vezes, iniciada em1962. Participou de Tenda dos Milagres (1977) e Memórias do Cárcere (1984), com Nelson Pereira dos Santos. Trabalhou também com os diretores Paulo Thiago (A Batalha dos Guararapes, de 1978, e Águia na Cabeça, de 1984) e Neville D’Almeida (Rio Babilônia, de 1982). Também participou de filmes estrangeiros como O Beijo da Mulher Aranha (1985).

Em mais de 40 anos de carreira, Nildo também atuou em mini-séries, programas como Malhação, na TV Globo, e dezenas e novelas como Guerra dos Sexos (1983), Corpo Santo, na TV Manchete (1987), O Dono do Mundo (1991) , Quatro por Quatro (1995), Celebridade (2003), América (2005), Paraíso Tropical (2007).

Seus últmos trabalhos foram a série A Lei e o Crime (2009) uma participação no filme Chico Xavier, de Daniel Filho, um dos grandes sucesos do cinema brasileiro no ano passado.

(Com informações do portal do Estadão e Jornal Nacional, da Rede Globo)

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Maluf:


Maluf: “conversa de companheiros”/Terra
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DEU NO TERRA MAGAZINE

Ana Cláudia Barros e Claudio Leal

Na reabertura do novo Congresso, um reencontro ao estilo do velho Oeste: o delegado Protógenes Queiroz (PCdoB) será colega do ex-governador paulista Paulo Maluf (PP), preso numa operação da Polícia Federal sob seu comando, em 2005. Maluf e seu filho, Flávio, foram acusados de formação de quadrilha, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Na cerimônia de diplomação, em outubro, na Assembleia Legislativa de São Paulo, Protógenes foi recebido aos gritos de “Prende o Maluf!”. Terra Magazine procurou ouvir os dois deputados para compreender o significado político do ingresso da caça e do caçador na Câmara de Deputados. “Celular não é pra se intrometer na conversa de dois companheiros”, reagiu Maluf, avesso a um papo. Protógenes respondeu a três perguntas. “É uma contradição”, reconhece.

Terra Magazine – Como tem sido o primeiro contato do senhor com as espécies políticas de Brasília?
Protógenes Queiroz – Tem sido uma relação muito cordial. O Congresso Nacional, hoje, tem uma nova vida, houve uma renovação de quase metade dos congressistas. Então, há muita expectativa de que esse novo Congresso venha atuar dando importância e relevância ao poder Legislativo na construção do Brasil.

Na Câmara dos Deputados, o senhor vai ter como colega o deputado Paulo Maluf, preso em 2005 pela PF, numa operação sob seu comando. Vocês foram eleitos pelo mesmo Estado. Repetindo aquela velha pergunta de Francelino Pereira: que país é esse?
É uma verdadeira contradição. Mas essa contradição faz parte do aperfeiçoamento da democracia. Nós não chegamos ainda na plenitude democrática. A ausência de uma reforma política permite que alguns quadros da política brasileira se perpetuem no poder. Enquanto não houver reforma política, de uma forma séria, que traduza a realidade da maioria dos eleitores brasileiros, nós vamos viver com essa realidade.

No seu mandato, o que o senhor pretende priorizar?
Vou manter a bandeira que eu sempre preguei, a do combate à corrupção. Agora, na qualidade de deputado, com o viés legislativo, de criar instrumentos para coibir a corrupção no Brasil e até me alinhar com a proposta da presidente Dilma, que em seu primeiro pronunciamento à Nação, no Congresso Nacional, enfatizou o combate à corrupção. Ela disse que o governo não iria agir de uma forma complacente com qualquer aliado

fev
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Posted on 01-02-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 01-02-2011

Fux: o nome de Dilma para o Supremo

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DEU NO PODER ON LINE, DO IG, EDITADO PELOS JORNALISTAS JORGE FELIX E TALES FARIA

A presidenta Dilma Rousseff acabou de participar dos trabalhos de reabertura do Ano Judiciário, no Supremo Tribunal Federal, e está a caminho do Palácio do Planalto para assinar a indicação do 11º ministro do STF para que o Senado possa nomeá-lo.

Conforme Poder Online adiantou, não será mais o advogado Geral da União, Luiz Inácio Adams.

O nome escolhido por Dilma Rousseff é o do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Luiz Fux.

Deu no Globo – Cultura

LONDRES – O compositor britânico John Barry, ganhador de cinco prêmios Oscar e conhecido por ser autor de trilhas musicais para os filmes do personagem James Bond, morreu no domingo aos 77 anos, segundo nota divulgada pela família por intermédio da produtora EON.
Ele deixa a esposa Laurie, com quem foi casado por 33 anos, além de quatro filhos e cinco netos. A causa da morte não foi divulgada, mas a BBC informou que ele sofreu um ataque cardíaco. O enterro será fechado ao público, e uma cerimônia em memória de Barry está prevista para dentro de alguns meses.
Segundo a EON, Barry fez as trilhas de 11 filmes do agente 007 – começando por “Moscou contra 007” (1963). No ano anterior, ele já havia feito arranjos para a trilha de “O satânico Dr. No”, filme inaugural da série.

Barry nasceu em 1933 em York, e numa entrevista há quase dez anos contou ter testemunhado os efeitos dos bombardeios nazistas de 1942 sobre a cidade inglesa – experiência que teria um profundo impacto na sua música.

“Tenho uma forte atração por temas que lidem com a perda”, disse ele, comentando seus trabalhos para o cinema. “Entre dois amores”, “Dança com lobos”, “Em algum lugar do passado” – todos esses filmes são sobre uma sensação de perda. Não sei se isso vem da Segunda Guerra Mundial. Isso deixa uma marca, não sei como poderia não deixar.”

Barry estudou piano clássico, mas se voltou para o jazz e aprendeu trompete. No final da década de 1950, formou um septeto com o seu nome, e chamou o guitarrista Vic Flick – autor dos clássicos acordes que identificam o personagem James Bond.

O músico começou a fazer arranjos para cantores numa série de TV, e estreou no cinema com a trilha de “Beat Girl” (1960).

Ganhou Oscars por “Dança com lobos”, “Entre dois amores”, “O leão no inverno” e “A história de Elza” (dois). Recebeu também quatro Grammy e uma homenagem da Bafta (Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas) em 2005

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Em tempo: Texto e vídeo chegaram ao Bahia em Pauta mandados pelo jornalista Gilson Nogueira.

Deus lhe pague, amigão! E reserve para Barry um dos melhores recantos do paraiso, que ele merece.

(VHS)

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Posted on 01-02-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 01-02-2011

Deu no “Por Escrito”, blog editado em Salvador pelo jornalista Luis Augusto Gomes
http://www.porescrito.com.br
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De onde saiu?

A Tarde informou que será o “deputado João Alvarez” a ocupar a “2ª-vice-secretaria” da Mesa da Assembleia Legislativa, como “representante do DEM”. O problema é que não existem nem o deputado nem o cargo.


Neto: liderança reforçada no DEM

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OPINIÃO POLÍTICA

ACM Neto e a liderança

Ivan de Carvalho

A eleição, no final da tarde de ontem, do deputado baiano ACM Neto para a função de líder do Democratas na Câmara dos Deputados, por 27 votos contra 16 dados ao paranaense Eduardo Sciarra foi um marco importante – ainda que não possa ser, por enquanto, considerado decisivo – na luta que está sendo travada pelo controle do partido.

Esta não é uma luta ruim para o DEM, seja qual for seu resultado, mas tornou-se inevitável e a esta altura é considerada irreversível. Caso não haja muita competência e bom senso de ambas as partes, o resultado último poderá ser a extinção do Democratas, formalmente, porém bem mais provavelmente na prática.

Se as coisas chegarem a esse estágio, o Democratas terá feito o que o ex-presidento Lula pediu às vésperas das eleições e o povo não fez. Lula dissera aos eleitores que o DEM precisava ser “extirpado”.

Encolheu, por conta do papel que há anos escolhera de coadjuvante do PSDB (da mesma forma que o PMDB vem encolhendo por haver escolhido ser coadjuvante do PT, coisa de que muitos peemedebistas já estão se arrependendo), mas não foi extirpado, saindo das eleições ainda como o quarto maior partido brasileiro. A disputa interna, no entanto, pode fazer o que o eleitorado não fez.

A vitória de ACM Neto na batalha pela liderança democrata na Câmara dos Deputados aproxima o grupo liderado por políticos como o próprio ACM Neto, o senador José Agripino, os deputados Rodrigo Maia (atual presidente nacional do DEM), Ronaldo Caiado e o baiano José Carlos Aleluia (um dos vice-presidentes) de outra vitória, pelo comando do partido. Nesse grupo também está Rosalba Carlini, governadora do Rio Grande do Norte.

No outro lado estão, principalmente, o presidente de honra do DEM, ex-senador Jorge Bornhausen, o outro governador do DEM, Raimundo Colombo, de Santa Catarina, o ex-líder Paulo Bornhausen, filho de Jorge, a senadora Kátia Abreu e o ex-senador Marco Maciel, ex-vice-presidente da República. E, claro, o prefeito de São Paulo, Jorge Kassab, que pode ser considerado, em grande medida, o pivô dessa disputa no DEM.

Kassab, ligado ao tucano José Serra, quer ser candidato a governador de São Paulo em 2014 e para isto sua estratégia passa por atrair o PMDB paulista, cujo quase eterno controlador, Orestes Quércia, morreu há pouco tempo de câncer. Mas Kassab quer ter a seu serviço tanto o PMDB (para onde poderá acabar migrando) quanto o Democratas. A vitória de ACM Neto, ontem, é uma pedra em seu caminho, pois, entre outras coisas, sugere fortemente que o grupo simpático a Kassab no DEM está em desvantagem na batalha pelo controle da legenda.

Claro que a escolha de ACM Neto para a liderança do Democratas na Câmara dos Deputados e a perspectiva de que o grupo partidário em que se inscreve (e que tem mais ligações com o tucano Aécio Neves que com o tucano José Serra) assuma o controle nacional democrata dá algum oxigênio à seção baiana do DEM e reforça a liderança pessoal de Neto na Bahia. Também de Aleluia, se o grupo em que está vencer a luta pelo comando nacional do DEM.

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Posted on 01-02-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 01-02-2011


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Veronezi , no jornal Gazeta de Piracicaba (SP)

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Sílvio:”não entendo nada de banco”

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Deu no portal MSN

O empresário Silvio Santos afirmou ontem à noite que a venda do Banco Panamericano para o BTG Pactual deixou o grupo – que inclui a emissora SBT, a empresa de cosméticos Jequiti e as lojas do Baú Crediário – livre de obrigações com o Fundo Garantidor de Crédito (FGC). ‘Não ganhei nada nem perdi nada.’

Embora o BTG tenha pago R$ 450 milhões pelo banco, esse valor foi entregue em títulos pelo empresário como pagamento ao FGC – o total, porém, é suficiente para cobrir somente pouco mais de 10% do rombo estimado nas contas da instituição, superior a R$ 4 bilhões. O prejuízo ficou com o Fundo Garantidor.

Fazendo piadas e vestindo camisa amarelo ouro, o empresário afirmou que o negócio foi suficiente para salvar as demais empresas do grupo. ‘A televisão não está mais à venda, a Jequiti também não está mais à venda e as Lojas do Crediário do Baú (sic) também não estão mais à venda. A única coisa que foi vendida foi o banco.’

ALHEIO

O empresário afirmou também que não participou diretamente das negociações com o BTG. ‘Foi tanto papel na minha frente… Eu nem assinei. Quem assinou foi minha filha Renata (Abravanel) e o meu sobrinho Guilherme (Stoliar)’, explicou. Ao ser questionado sobre detalhes do negócio, respondeu: ‘Não tenho a mínima ideia’.

Silvio Santos afirmou que decidiu vender o banco porque ‘não entende nada’ do negócio. ‘A dívida do banco eu não sei. O FGC sabe. Eu não me preocupo com os números. Número para mim é um zero à esquerda ou um zero à direita’, disse.

Apesar do rombo contábil, o empresário enfatizou que nenhum cliente do banco teve prejuízo – por isso, considerou que se tratava de uma instituição candidata a um bom comprador. ‘Eu não podia deixar de vender o banco, porque o meu banco não deu prejuízo para ninguém, meu banco teve um bom comportamento’, ressaltou.

Ele admitiu, porém, que houve falhas na administração do Banco Panamericano. ‘Talvez ele tenha sido mal administrado, e essa má administração provocou aquilo que todos vocês conhecem. Eu acho que, se não tivesse havido má administração, não teria ocorrido o que ocorreu’, admitiu.

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