Nao Enche – Caetano Veloso em trecho do show Prenda Minha

jan
31

Bomba ! Bomba!, diria o colunista Ibrahim Sued se estivesse vivo. Confira a notícia que o portal IG acaba de postar em manchete, saída do forno do Blog de Guilherme Barros
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(VHS)

Depois de uma longa negociação, o empresário Silvio Santos concordou em vender o Banco Panamericano para o banqueiro André Esteves, dono do BTG Pactual.

O fato relevante deve ser divulgado daqui a pouco.

O BTG e a Caixa Econômica Federal acertam os últimos detalhes para finalizar a negociação.

O ministro da Fazenda Guido Mantega já foi informado do negócio.

No ano passado, o Panamericano foi o centro de um escândalo, após o Banco Central divulgar que o banco de Silvio Santos tinha um rombo de R$ 2,5 bilhões, causado por operações fraudulentas.

O empresário e apresentador chegou a dar o SBT como garantia para as dívidas do banco.


Caetano com filho Zeca: acolhimento
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Deu no blog Gospel 10

O músico Caetano Veloso abriu as portas do seu apartamento no Leblon, no Rio, para a revista Serafina, e conversou sobre família, carreira e política. Entre outras coisas, contou que seus dois filhos mais novos são evangélicos frequentadores da Igreja Universal do Reino de Deus.

Os meninos, Tom e Zeca, são filhos dele com Paula Lavigne, sua última mulher e atual empresária. “Minha geração teve que romper com a religiosidade imposta, a deles teve que recuperar a religiosidade perdida”, disse o cantor sobre o assunto.

A respeito do crescente poder dos evangélicos no Congresso e na mídia, relativiza: “A Record não tem mais rabo preso com o bispo do que a Globo tem com o cardeal.”

jan
31
Posted on 31-01-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 31-01-2011

A OPEP admite a possibilidade de aumentar a produção de petróleo temendo que a crise no Egipto crie dificuldades para a passagem do óleo pela rota estratégica do canal do Suez.

Em declarações à agência Dow Jones Newswires, o responsável da Organização dos Países Exportadores de Petróleo, Abdallah El-Badri, reconheceu que «existe um risco de escassez real» para o mercado mundial se a crise egípcia provocar o bloqueio de rotas petrolíferas estratégicas como a do canal do Suez.

O canal do Suez, controlado pelo Egito e pelo qual transitam cerca de um milhão de barris de petróleo diariamente, é uma das principais passagens para o transporte de petróleo entre o Médio Oriente e a Europa.

«Se verificarmos uma verdadeira escassez, será necessário que ajamos» para remediar, adiantou El-Badri, à margem de uma conferência de especialistas em Londres.

Entretanto, os veículos oficiais de comunicação garantiram hoje que o canal do Suez está funcuinando com «capacidade plena».

Apesar das nomeações para o governo egípcio anunciadas sábado, a mobilização não parece enfraquecer no Egito, onde continuam a registar-se protestos de elevada dimensão nas principais cidades do país, incluindo a cidade do Suez.

(Informações do portal europeu na web TSF )


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DALE ALEGRIA A MI CORAZON

Fito Paez

Dale alegría, alegría a mi corazón, lo único que te pido al menos hoy;
dale alegría, alegría a mi corazón: que se enciendan las luces de este amor,
y ya veras… que se transforma el aire de este lugar,
y ya, ya veras que no necesitaremos nada mas.

Dale alegría, alegría a mi corazón, que no tuve un buen dia por favor,
dale alegría, alegría a mi corazón: si me das alegría estoy mejor,
y ya veras… sombras que aquí estuvieron no estarán,
y ya, ya veras: no necesitaremos nada mas.

Dale alegría, alegría a mi corazón, es lo único que te pido al menos hoy,
dale alegría, alegría a mi corazón: fuera se irán las penas y el dolor,
y ya vera las sombras que aquí estuvieron no estaran
Y ya veras… las sombras que aquí estuvieron no estarán,
y ya, ya veras: no necesitaremos nada mas!.

BUENOS DIAS, BUENOS AIRES!!!

(VHS)


Dilma e Cristina;primeiro encontro
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Deu no VALOR ECONÔMICO

Muito além de gigantes da indústria ou do agronegócio – como Petrobras, Camargo Corrêa, Gerdau e JBS -, a chegada de empresas intermediárias fez aumentar fortemente a presença brasileira na Argentina desde 2002, quando o país vizinho ainda sentia os efeitos da pior crise econômica de sua história. De lá para cá, o número de companhias verde-amarelas que se instalaram no segundo maior mercado da América do Sul subiu de 60 para 250, segundo levantamento da consultoria Abeceb.

O movimento, que havia sido abortado com a recessão global, ganhou novo fôlego a partir da segunda metade de 2009. Desde então, empresas como a fabricante de baterias automotivas Moura, o laboratório Eurofarma e a Positivo Informática fincaram sua bandeira na Argentina.

Apesar da alta inflação, que alcança pelo quinto ano seguido o patamar de dois dígitos e tem provocado uma escalada dos custos, elas escolheram o país para dar início ao processo de internacionalização. Outras empresas que já operavam há mais tempo, como a fabricante de implementos rodoviários Randon, reforçaram suas apostas e aumentaram recentemente seus investimentos na Argentina.

Curiosamente, no entanto, foram os anúncios de dois pesos-pesados – a Vale, com a exploração de cloreto de potássio em uma mina na Província de Mendoza, e o Banco do Brasil, com a aquisição do Banco Patagônia – que puseram o Brasil em uma situação inédita. Pela primeira vez, em 2010, o país liderou o ranking de investimentos anunciados na Argentina, de acordo com a Abeceb. Foram US$ 5,3 bilhões. A China, com a compra de metade da petrolífera Pan American Energy (PAE), aparece a seguir, com US$ 5 bilhões.

VISITA DE DILMA

Hoje, em sua primeira viagem internacional no cargo, a presidente Dilma Rousseff encontrará sua colega Cristina Kirchner, em Buenos Aires. Elas deverão assinar cerca de 15 declarações conjuntas e memorandos de entendimentos em áreas diversas como cooperação nuclear, biocombustíveis e habitação. Um dos pontos altos será a criação do Foro Empresarial Brasil-Argentina, com reuniões periódicas, à semelhança do conselho entre CEOs do Brasil e dos Estados Unidos. “Será um âmbito para discutir e fazer propostas ao processo de integração”, definiu o embaixador do Brasil em Buenos Aires, Ênio Cordeiro.

Algumas empresas, como a fabricante de baterias Moura, com sede em Pernambuco, enfrentaram tantas barreiras às suas exportações para a Argentina que resolveram escapar do problema instalando-se no país. Devido à instabilidade das regras no comércio bilateral de autopeças, a direção da Moura decidiu há pouco mais de um ano pela abertura de uma fábrica no município de Pilar, na Província de Buenos Aires. “Me venceram pelo cansaço”, disse o presidente-executivo da empresa, Paulo Gomes de Sales. Ao custo de US$ 30 milhões, a unidade terá capacidade para 1 milhão de baterias por ano e deverá ser inaugurada no próximo mês de novembro.

A Eurofarma, quinta maior indústria farmacêutica do Brasil, também começou pela Argentina seu processo de internacionalização. Com o objetivo de estar presente em 90% do mercado latino-americano até 2015, a empresa adquiriu o controle do laboratório argentino Quesada, em agosto de 2009. A transação marcou a retomada dos investimentos brasileiros depois da recessão global, iniciada no ano anterior. Sem divulgar o valor do negócio, a Eurofarma comprou 95% da Quesada, que tem foco nas áreas de cardiologia e gastroenterologia, com cerca de 60 funcionários. Depois, anunciou ainda aquisições de laboratórios no Uruguai e no Chile.

Leia mais no VALOR ECONÔMICO

http://www.valoronline.com.br/impresso

jan
31
Posted on 31-01-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 31-01-2011


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Marco Jacobsen, no Estado do Paraná (PR)

jan
31
Posted on 31-01-2011
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 31-01-2011


Peluso no STF:um tribunal em desencanto
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OPINIÃO POLÍTICA

Indecisão trava o STF

Ivan de Carvalho

O Supremo Tribunal Federal está com sua composição incompleta desde que, há vários meses, o ministro Eros Grau decidiu aposentar-se pouco antes de completar os 70 anos de idade, quando teria legalmente a obrigação de aposentar-se.

Desde então, a presidência da República não consegue indicar ao Senado, para avaliação, aprovação (ou a nunca registrada rejeição) e posterior nomeação o substituto de Eros Grau. Isso faz com que o STF esteja operando com dez ministros, ao invés de 11, o que prejudica as funções da mais alta corte de justiça do país, entre elas a mais importante dessas funções, que é a de corte constitucional. Desse prejuízo já se queixou publicamente o presidente do STF, Cezar Peluso.

Há um caso de muita relevância recentemente julgado pelo STF, no qual houve empate na votação, com o escore de cinco votos contra cinco. Como o presidente Peluso recusou-se a votar pela segunda vez, dando o chamado voto de Minerva, sob o argumento de que ele, Peluso, não é mais importante, quando julga, do que qualquer outro dos componentes do tribunal, a questão ficou sem decisão.

Retornará a julgamento, mas somente quando um novo ministro tomar posse no STF, fazendo a corte voltar a ter sua composição completa. Esta composição é de 11 integrantes exatamente para tornar improvável o empate, ainda que não impossível, pois se um ministro falta a uma sessão de julgamento, os restantes formam um número par, que pode resultar em empate na votação.

Mas o que vem acontecendo na nomeação dos integrantes do STF? Bem, um fenômeno que, por ser constitucional, não deixa de ter forte carga política. O ex-presidento Lula, nos seus oito anos de governo, nomeou nada menos que oito dos 11 ministros do STF. E há uma vaga, que ele poderia preencher, mas não o fez, devido a pretensões, disputas e influências de bastidores. Este jogo de fatores na escolha de ministros dos tribunais superiores e do Supremo Tribunal Federal não é nenhuma novidade.

A novidade veio no final. O então presidento Lula indicou, o Senado aprovou (nunca rejeita) e o então presidento nomeou Antonio Dias Toffoli, que era antes o chefe da Advocacia Geral da União e trazia no seu até ali esquálido currículo jurídico a condição anterior de advogado do PT.

Então surgiu a vaga aberta com a aposentadoria de Eros Grau. O ex-ministro da Justiça e famoso advogado criminalista (que tanto ajudou o ex-presidento Lula com seus conselhos na crise política gerada pelo escândalo do Mensalão) Márcio Thomaz Bastos sugeriu e defendeu junto ao presidente a escolha do ministro César Asfor Rocha, do Superior Tribunal de Justiça.

O então presidento, no entanto, acabou colocando a escolha em banho-maria, pois passou a ter preferência pelo nome do sucessor de Dias Toffoli à frente da Advocacia Geral da União, Luís Inácio Adams. Cuja competência jurídica neste cargo, como em toda sua carreira profissional – inclusive como advogado do PT, como também fora Toffoli – nunca foi questionada por ninguém, ao menos que eu saiba.

Para não desafiar a sabedoria política segundo a qual, quando se escolhe alguém para um cargo assim, criam-se dez insatisfeitos e um ingrato, o presidento Lula despediu-se do governo sem escolher o 11º membro do STF. E a presidenta Dilma terá de fazê-lo (imagino que não estará infeliz em ter que cumprir essa obrigação) e, estando a articulação agora a cargo do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, especula-se que o favorito é Luiz Fux, atualmente ministro do Superior Tribunal de Justiça. No ano passado, ele presidiu uma comissão de juristas encarregada de elaborar anteprojeto para o novo Código de Processo

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