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Em maravilhosa performance Aznavour interpreta canção “Inoubiable”, de 1995, que está no album “You and Me,” . No histórico e inesquecícel concerto no Carnegie Hall , em New York, onde o notável artista recebeu uma das maiores aclamações de sua vida.

Bon Nuit a tous les amants de la chanson francaise !!! Boa Noite a todos os que amam a boa música, em qualquer recanto do planeta!!!
(VHS)

jan
26
Posted on 26-01-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 26-01-2011

John Herbert:a cara da TV brasileira

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O ator John Herbert, que apesar do nome e sobrenome anglo-americano tinha a cara da televisão, do cinema e do teatro brasileiros das úiltimas quatro décadas, morreu no início da tarde desta quarta-feira(26) no hospital HCor, em São Paulo, em decorrência de um enfisema pulmonar. Ele estava internado desde o dia 5 de janeiro.

John Herbert deu entrada no hospital com um quadro de insuficiência respiratória, mas não chegou a ir para a UTI. De acordo com a assessoria do hospital, a família, que não quer falar com a imprensa, permanece no quarto onde o ator esteve internado e faleceu.
Com 81 anos, o ator participou de diversas tramas globais. A última delas, foi “Três Irmãs”, em 2008.

Casado com Claudia Librach, John Herbert também teve uma união com a atriz Eva Wilma e, ao lado dela, fez muito sucesso no seriado “Alô, Doçura” em 1950.

Atuou em dezenas de filmes, peças e novelas como “Que Rei Sou Eu?”, “Plumas e Paetês”, “o Dono do Mundo” e “Perigosas Peruas”.
John também trabalho como produtor e fez parte da direção de “Cortinas de Vidro”, novela transmitida pelo SBT em 1990.
John Herbert será velado no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo, a partir das 18h desta quarta-feira (26). A previsão é que o ator seja velado no local até as 24h e, por um período da manhã desta
quinta-feira (27).

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações do IG)

Deu na coluna Em Tempo, assinada pelo jornalista Alex Ferraz, na Tribuna da Bahia
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Só na atual temporada, calcula-se que pelo menos 300 mil turistas, a maioria estrangeiros, visitem Salvador em cruzeiros marítimos. No início desta semana, aliás, passou aqui o majestoso e gigantesco Queen Mary II. Não é à toa: Salvador é uma das portas de entrada ao nordeste do Brasil. No entanto, enquanto a cidade cresceu e o número de visitantes é cada vez maior, seu porto, que já foi um dos principais do País, está ultrapassado, passou um fator de degradação da capital baiana.
Durante muitos séculos, o porto foi um organismo definidor da cidade. Cidade secular e portuária, a história da capital baiana passa pelo porto e sem ele Salvador não existiria. Salvador era o porto e o porto era Salvador. Por essa razão a cidade transformou-se, tantas vezes, em função do seu porto. Ampliações através de aterros, construção de imensos cais e quebra-mar, modificaram a fachada de Salvador e lhe deram sua fisionomia inconfundível.
O número de navios de turismo que aporta em Salvador cresceu de tal forma que não cabem mais no velho porto. As tecnologias portuárias atuais, o uso moderno de transporte de carga por contêiner passou a invadir espaços vitais e esses objetos gigantescos vão sendo empilhados junto ao porto. Os armazéns do porto segregaram a cidade. Criaram uma muralha intransponível, afastando os habitantes do seu mar, obstruindo-lhes a visão do horizonte. Portanto, é compreensível que cresça cada vez mais o pensamento de que o porto precisa mudar de lugar. A cidade precisa respirar novamente. Não há mais lugar para o porto dentro da cidade. É preciso buscar locais mais adequados às exigências de um porto moderno e deixar a cidade respirar, recebendo apenas os transatlânticos que se harmonizam com o destino turístico de Salvador.

jan
26


Balas no Globocop: propositais?
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O delegado titular da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) do Rio de Janeiro, Pedro Medina, afirmou que irá investigar se os tiros que atingiram o Globocop, helicóptero da TV Globo, foram intencionais.

“Ainda não dá para dizer qual foi a intenção dos bandidos. Eles podem ter atirado no helicóptero para chamar a atenção da polícia, mas não se sabe ao certo”, disse em entrevista ao Jornal do Brasil.

O Globocop foi atingido por três tiros na manhã de segunda-feira (24/1) enquanto se preparava para captar imagens de uma operação policial no Morro de São Carlos, zona norte do Rio. As balas atingiram o assoalho, a região central e a cauda da aeronave.

O helicóptero foi obrigado a fazer um pouso forçado, mas a repórter Karina Borges e o operador de sistemas Roberto Mello Reis saíram ilesos.

No mesmo dia, o prédio da prefeitura também foi atingido, mas o delegado negou que o coordenador da Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil, Marcus Maia, não acredita que os tiros contra a administração municipal tenham sido intencionais.

( Deu no Comunique-se, com informações do Jornal do Brasil e Terra )

Deu no portal Comunique-se (especializado em notícias de bastidores da imprensa)

Da Redação

A Petrobras divulgou uma nota em seu blog em que desmente a matéria “Petrobras quer reduzir compras no país”, publicada na Folha de S.Paulo na segunda-feira (24/1). “A Petrobras não cogita nem pleiteou ao governo a redução de sua meta de índice de conteúdo nacional. A empresa reafirma, da mesma forma que informou à Folha antes da publicação da matéria, que não há atraso no cumprimento das metas, nem qualquer movimentação contrária à sua ampliação”, rebate a empresa.

A Petrobras diz que o jornal ignorou informações fornecidas pela empresa e desmentiu que a petrolífera tenha se reunido com o Ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, para discutir redução das compras no país.

“Em relação à cessão onerosa, dentro do cronograma que vai até 2014, a empresa precisará contratar sondas e outros equipamentos no exterior para cumprir o prazo estabelecido por lei. Isso não significa, de forma alguma, deixar de cumprir as metas estabelecidas. Usar essa informação no contexto da reportagem é, no mínimo, má-fé”, conclui a nota.

jan
26

Obama: sob aplausos gerais no Congresso

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(Com informações do IG)

Na madrugada desta quarta-feira, horário de Brasília, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez um apelo por união para que o país consiga criar empregos e enfrentar os desafios de uma economia global em transformação. O apelo foi feito no discurso do Estado da União, tradicional pronunciamento anual do líder americano, no qual Obama também anunciou uma visita ao Brasil em março.

Diante da nova divisão de poder no Congresso, com os republicanos no comando da Câmara dos Representates, Obama pediu que os dois partidos trabalhem juntos. “O que está em jogo não é quem vence as próximas eleições”, disse. “Está em jogo se novos empregos e indústrias irão se estabelecer neste país ou em outro lugar.”

O presidente disse que a competição gerada pela ascensão de países como a China e a Índia e a exportação de empregos para outros países “mudaram as regras”, e que é necessário investir em inovação, infra-estrutura, educação, pesquisa biomédica, tecnologia da informação e energias limpas.

“Este é o momento Sputnik da nossa geração”, disse o presidente, ao referir-se ao satélite que os russos colocaram em órbita em 1957, antes dos Estados Unidos. “Dois anos atrás, eu disse que nós precisavamos atingir um nível de pesquisa e desenvolvimento não visto desde o auge da Corrida Espacial.”

Economia

O presidente disse que houve avanços após a recessão e que a economia voltou a crescer, mas ainda há muito a fazer. Segundo Obama, para sustentar o “sonho americano” cada geração teve de se sacrificar, lutar e atender às demandas de uma nova era.

“Agora é a nossa vez”, afirmou. “Nós temos de fazer da América o melhor lugar do mundo para se fazer negócios. Nós temos que assumir a responsabilidade pelo nosso déficit e reformar o nosso governo.”

Leia mais sobre o discurso de Obama no IG ( http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo )


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Live from St. Louis, Missouri (USA) 1997.
(bestial video en concierto de los rolling stones)
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Sugestão caprichosamente garimpada por Regina Soares entre os melhores vídeos dos Stones. Direto de San Francisco (CA-USA) para o Bahia em Pauta.

BOM DIA, MAS BOM DIA MESMO!!!

(Vitor Hugo Soares)

Keith: Rock, música, drogas e mulheres

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Livro/ “Life”/ Keith Richards (final)

DROGAS, SEXO & ROCK’n ROLL

Regina Soares

Por natureza, Keith não nasceu pra ser o anjinho bom, e ele próprio, com uma tremenda franqueza, adverte aos menos avisados, “não sigam meu exemplo. Eu sou o travesso que escapou do raio que atingiu o nervo, e devo ser exibido como advertência aos jovens sobre os perigos das drogas, ainda que tenham a sorte de não engasgar no seu próprio vômito”.
A leitura vai ficando pesada e difícil, custa acreditar que o personagem esteja vivo pra contar a estória. Ele mesmo ri das estatísticas e predições da sua esperada defunção. “Eu sei que estou nessa lista há mais de 10 anos, por 10 anos eu sou o número um nessa lista!”

Desde o começo da narração, com uma cena em que Richards é quase preso em Arkansas em 1975, com um carregamento de “grass, peyote and mescaline. … hash, Tuinals, some coke” sendo disperso pelo caminho enquanto ele e Ronnie Wood esvaziavam os bolsos, num épico 4 de Julho. Não faltam episódios como esse, repetindo-se nos quatro cantos do planeta. Várias vezes respondeu processos relacionado com o uso ilegal de drogas diante das cortes do Reino Unido, Canadá, América do Norte, e, constantemente, na da opinião publica. Para tornar a situação ainda mais inexplicável, existe a resposta que ele deu ao ser perguntado qual teria sido a substância mais estranha que ele havia cheirado, responde: “meu pai, ele foi cremado e eu cheirei um pouco das cinzas, desceu bem, e ainda não morri”. Ainda hoje se discute a veracidade ou não da anedota.

Keith Richards não se esconde das partes mais difíceis da sua vida, e elas não são poucas nem despidas de dor e severidade, como é de se esperarar, ao abrir e exibir suas feridas no seu livro, que é a própria VIDA dissecada, Richards toca o nervo de quem não está acostumado ao atormentado caminho do viciado, que aprisiona, escravisa e o reduz a pó. A lista é longa e culmina com heroína, “…e não se chama “heroína” por nada, é uma sedutora, …é muito sutil, te agarra devagar, depois da terceira ou quarta vez, você percebe a mensagem”. Não só o agarrou, como arrastou por décadas. Richards, no entanto, explica que o segredo foi “qualidade em vez de quantidade”. “Atribuo minha sobrevivência, não somente a alta qualidade das drogas que usei, mas a maneira meticulosa com que as tomei” “I’d never put more in to get a littel higher”.

No campo do sexual, surpreendentemente, ele é muito mais controlado e peculiar, para alguém que se considerava no topo do mundo “com mulheres arrancando as calcinhas e atirando em sua cara” como ele relata ao explicar a fama dos Rolling Stones de, através de suas músicas, incitar uma reação do público, que era reflexo de sua própria imagem: cínicos, desagradáveis, cépticos, rudes. “Satisfaction” refletia o sentimento de uma geração insatisfeita com a realidade do “mundo adulto” que a juventude tinha a sua frente, e que encontrou, nas letras de suas músicas, a trilha sonora da ruidosa rebelião, tocando o nervo social. “Tudo que elas haviam sido instruídas a não ser, elas podiam ser e fazer nos shows de rock’n roll”.
Chegaram a ser acusados de misoginia, devido algumas letras, culminando com o álbum “Aftermath”, como “Stupid Girl”, “Under my Thumb”, “Out of Time”, “That Girl Belong to Yesterday”, “Yesterday Paper”, entre outras, o que, para eles, eram uma forma de “dar corda, abrir suas cabeças e consciências para a idéia de que, em verdade, “elas eram mulheres fortes e não just little chick”, e isso ficou óbvio quando tocava-mos para elas.

“Linda Keith, a primeira a quebrar meu coração, dezessete anos, impressionantemente bela, cabelos escuros, a imagem perfeita dos anos 60’s. “Quando eu a conheci eu me surpreendi por ela estar interessada em mim, eu, muitas vezes não acreditava que essas mulheres, “Crème de la crème “, quisessem dizer hello, muito menos deitar comigo”. Geralmente as garotas davam o sinal ou ele as roubava de um outro integrante da banda, como foi o caso de Anita Pallenberg, sua grande paixão e companheira por 12 anos, mãe de três de seus filhos, com quem conviveu os duros anos da adição as drogas e começo dos Stones e foi companheira de Brian Jones e Mick Jagger, antes e depois de Keith. Finalmente, Patricia (Patti) Hansen, com quem se casou em 1983 e com quem teve duas filhas, Theodora e Alexandra.

Mulher vinha em terceiro lugar na lista de prioridades de Keith, sendo a música primeiro e as drogas segundo. “Eu nunca tomo a iniciativa com as mulheres, eu não sei o que fazer, meu instinto me diz que deixe elas tomarem a iniciativa, enquanto isso eu concentro meu esforço em criar uma aura de intolerável tensão entorno delas… “Hey, somebody have to do something…” eu sabia como me comportar entre elas, tendo sido criado em torno delas, me sentia confortável, se elas estivessem interessadas, elas fariam o primeiro movimento, isso eu descobri”.

Naqueles anos de loucuras e juventude, drogas, sexo e rock’n roll se misturavam e se dissolviam de uma maneira que era impossível separar um do outro, imagino…

Música, porém, mais precisamente Rock’n Roll e, com ela, sua guitarra, foram seu maior interesse na vida. Não havia outro motivo para viver, “necessitávamos trabalhar juntos, treinar sem pausa, compor e ouvir música, era uma mania. Disciplina Beneditina, qualquer que saísse pra transar era um traidor. Tinhamos que passar todas as horas acordadas estudando Jimmy Reed, Muddy Waters, Little Walter, Wowlin” Wolf, Robert Johnson. Esse era o nosso trabalho. Qualquer momento que nos tirassem disso era um pecado!” Nos primeiros passos, e por cinco décadas, a banda passou por muitos apuros, modificações de ritmos e componentes, lugares de residência, se espalhou pelo mundo e alcançou altos e baixos na popularidade, brigas e encontros dos quatro britânicos loucos que, sem regras, pois Rock & Roll não tem regras, e se tivesse, não seria Rock & Roll. Apenas um código, não escrito, “real rockers never quit”!!!!!!

Na leitura, irreverente, leve, e reveladora do longo livro LIFE de Keith Richards, descobri muitas coisas e confirmei outras, sua generosidade deixou ver que, detrás da pele, prematuramente marcada pelos anos, vividos com uma intensidade e irregularidade de quem quer viver mais de uma vida, encontra-se o charme de quem se despe com tanta honestidade que, inexplicavelmente, comove. A vida de Keith Richards, provavelmente resuma, o que consideramos seja o estilo de vida de uma estrela do Rock – ele não esconde sua profunda admiração pelas drogas e mulheres – mas, seu melhor momento, é quando ele se refere ao seu primeiro amor, o Rock.
“Quando funciona, baby, você cria asas, e voa sem pedir licença”

Regina Soares é advogada, especializada em eleições nos Estados Unidos, fissurada em música, mora em Belmont, na área da baía de San Francisco -Califórnia(EUA)

jan
26
Posted on 26-01-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 26-01-2011


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Aroeira, no jornal O DIA (RJ)

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