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COM O ETERNO TRIO IRAKITAN, “TUDO FOI ILUSÃO”, PARA OUVIR DEITADO NA REDE!!!
BOA NOITE!

(Gilson Nogueira)

jan
25

DEU NO SITE DE CHICO BRUNO

Alexandre Zaghi Lemos no Meio e Mensagem

Ainda faltam alguns poucos dados relativos a dezembro para que o Instituto Verificador de Circulação (IVC) feche o seu balanço com o desempenho dos jornais brasileiros em 2010. Apesar disso, o resultado final deve ficar próximo de uma leve alta de 1,5% na circulação total, considerando os títulos auditados em 2010 e na maior parte de 2009.
Nos números já finalizados, a principal novidade é a perda de liderança da Folha de S. Paulo, que era o jornal de maior circulação no país desde 1986. Embora já tivesse perdido a liderança em alguns meses, em 2010 isto ocorreu pela primeira vez no consolidado de um ano. O topo do ranking do ano passado foi do Super Notícia, título popular de Belo Horizonte. Enquanto a Folha manteve estabilidade, na casa dos 294 mil exemplares por edição, o Super Notícia cresceu 2%, atingindo média de 295 mil.
Entre os dez títulos líderes, a maior alta foi de O Estado de S. Paulo, que avançou 11%, chegando a 236 mil exemplares por edição. As maiores quedas foram do Lance, que encolheu 24%, ficando próximo de 95 mil, e do carioca Meia Hora, que viu sua circulação diminuir 15%, atingindo 158 mil exemplares por edição.

Os 10 jornais de maior circulação no Brasil em 2010 e suas respectivas médias por edição foram:
1º Super Notícia: 295.701
2º Folha de S. Paulo: 294.498
3º O Globo: 262.435
4º Extra: 242.306*
5º O Estado de S. Paulo: 236.369
6º Zero Hora: 184.663
7º Meia Hora: 157.654
8º Correio do Povo: 157.409
9º Diário Gaúcho: 150.744
10º Lance: 94.683
*Faltam os dados de dezembro do Extra

A informação é da coluna Em Pauta, publicada na edição 1443 de Meio & Mensagem, que circula com data de 24 de janeiro de 2011.


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BOA NOITE!!!

jan
25
Posted on 25-01-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 25-01-2011


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Paixão, na Gazeta do Povo (PR)

Alencar; “se morrer morro feliz”

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DEU NO IG

Fora do hospital pela primeira vez desde 22 de dezembro, o ex-vice-presidente José Alencar disse hoje que se coloca nas mãos de Deus, mas que segue lutando para não morrer. Homenageado nesta terça-feira com a Medalha 25 de Janeiro, durante o aniversário da cidade de São Paulo, Alencar falou sobre sua luta contra o câncer que o acomete desde a década de 90 e se agravou nos últimos meses.

Alencar foi homenageado com a Medalha 25 de Janeiro
“Ainda não estou bem. Estou bem melhor, mas ainda não estou bem”, disse o ex-vice, que foi acompanhado pela presidenta Dilma Rousseff e pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na cerimônia, cujo anfitrião era o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM). “Eu faço a minha parte e estou lutando para não morrer”, completou o empresário.

Apesar de enumerar desafios que enfrentou ao longo do tratamento – como um infarto e um endema pulmonar que, segundo ele, quase o “matou” – Alencar não perdeu o bom humor. Disse que aprendeu com Lula que os discursos têm de ser como “os vestidos das mulheres”. “Nem tão curtos que nos escandalizem, nem tão longos que nos entristeçam”.

Sua participação no evento, entretanto, ocorreu sob rigido controle dos médicos. Ele foi autorizado apenas a fazer um breve pronunciamento e receber a medalha. Foi providenciada uma ambulância para acompanhar o ex-vice, sob orientação do cardiologista Roberto Kalil Filho. Os médicos apresentaram à prefeitura uma série de recomendações para viabilizar a participação de Alencar no ato. Pediram, por exemplo, que o ambiente fosse o mais ventilado possível.

Durante o evento, Alencar emocionou os convidados ao comemorar comemorou o atual momento de sua vida, apesar do tratamento médico. “Se eu morrer agora vou morrer feliz. A situação não poderia estar melhor para mim. O Brasil inteiro está rezando por mim. Não tem como melhorar”, disse o ex-vice.

O otimismo de Alencar contagiou os demais participantes do evento. Encarregado de fazer uma saudação ao homenageado, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse esperar em breve poder brindar a recuperação do ex-vice com a cachaça Maria da Cruz, produzida pelo próprio Alencar. Anfitrião do evento, Kassab também fez uma piada ao dizer que aumentaram os pedidos de consulta com a equipe médica do ex-vice. “Ele está melhor agora do que quando entrou”, brincou Kassab.

jan
25
Posted on 25-01-2011
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 25-01-2011

OPINIÃO POLÍTICA

A situação do prefeito – II

Ivan de Carvalho

Abstraindo a situação do prefeito de Salvador sob o aspecto jurídico – neste espaço ontem analisada e ainda não gravemente complicada, mas passível, sob certas circunstâncias extremas e aparentemente improváveis, de complicar-se ao máximo – cumpre uma avaliação, ainda que breve, da difícil situação política que o envolve e à sua administração.

Antes de abordar especificamente a questão política, creio que não chega a ser acaciano assinalar que sobre a situação jurídica do prefeito incide fortemente a conjuntura política estadual e municipal e, até mesmo, a influência federal.

Da mesma maneira que sobre a situação política de João Henrique e de seu governo incidem, talvez com um pouco menos de intensidade, as questões jurídicas que vão se desdobrando em torno de sua filiação ao PMDB; de sua pretensão de deixar este partido por justa causa – o que o poria, caso a pretensão seja chancelada pela justiça, a salvo do risco de perder o mandato por infidelidade partidária; da prestação de contas referente ao ano de 2009 a ser julgada pela Câmara Municipal com parecer desfavorável do Tribunal de Contas dos Municípios.

Tudo isso completado com as hipóteses de três medidas tão drásticas quanto improváveis: um impeachment ou uma cassação de mandato pela Câmara ou uma perda de mandato por infidelidade partidária, decretada pela Justiça Eleitoral a pedido do PMDB.

Não creio – por enquanto – na realização de qualquer dessas três hipóteses radicais e uma das razões para tal descrença não é o sentimento misericordioso dos adversários, mas a circunstância de que Salvador será, em 2014, um dos pólos da Copa do Mundo. E tem que se preparar para isso. Bagunçar totalmente o comando da cidade não é uma atitude sensata nem simpática. E o tiro poderia sair pela culatra, atingindo quem o disparasse.

Daí que há nos meios oficiais um movimento, melhor dizendo, uma conversa que só o tempo dirá se é mole ou para valer, no sentido de que há que se ajudar, não o prefeito, mas a administração municipal a alcançar, naturalmente à custa também de sacrifícios, de cortes na própria carne, um equilíbrio financeiro que lhe permita fazer a sua parte no que se relaciona à preparação da cidade para a Copa do Mundo.

Ora, a prefeitura de Salvador não dispõe – por melhor administrada que venha a ser – de recursos próprios, incluindo as obrigatórias transferências constitucionais, para administrar razoavelmente a cidade, muito menos para fazer isto e mais sua parte na preparação para a Copa do Mundo.

Se essa conversa recente de assegurar à prefeitura os meios indispensáveis a cumprir suas obrigações com a Copa (obrigações criadas, em verdade, pelos governos federal e estadual, que trabalharam para trazer ao Copa ao Brasil e fixar um dos pólos da competição em Salvador) e o prefeito for feliz em implementar esse trabalho (na parte que lhe compete), ele pode atravessar razoavelmente, sob o aspecto político, o difícil restante de mandato que tem pela frente.

Mas se essa conversa de ajudar a administração municipal for “da boca pra fora” – hipótese levantada ontem, sem afirmá-la, por um político experiente e isento no caso – então o prefeito estará dentro d’água. Mesmo que não chova.

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