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Milhares de pessoas reuniram-se, este sábado, nas ruas de Berlim em protesto contra o mais recente escândalo da indústria agroalimentar: frangos e porcos contaminados com dioxinas.
Milhares de manifestantes protestaram para exigir uma mudança nos métodos de criação de animais e para mostrar o seu descontentamento pro causa de um escândalo causado por dioxinas, uma substância cancerígena, encontradas em alguns ovos, aves e suínos.

Cerca de vinte mil agricultores que não utilizam biotecnologia dizem que este escândalo mostra de forma clara o atraso nas reformas da Politica Agrícola Comum. Ouviu-se nas ruas de Berlim o grito «poder aos camponeses».

Foram descobertas dioxinas em ovos e carne de porco de explorações que alimentavam os animais com gorduras alteradas.

Ainda se desconhece a amplitude do problema de contaminação, mas a China, a Rússia e a Coreia do Sul já suspenderam as importações de carne da Alemanha.

As autoridades da Polónia e a Republica Checa revelaram que foram consumidos nestes países pequenas quantidades de carne contaminada

(Informações do portal europeu TSF)

jan
22


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BOA NOITE!!!


DEU NO SITE DE CHICO BRUNO ( http://www.chicobruno.com.br/ )

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Direto da Varanda: Chico Bruno

O novo secretário e a velha prática carlista

O jornal A Tarde foi às ruas do Centro Historio de Salvador ouvir a opinião de turistas sobre o estado de conservação do espaço onde a cidade nasceu.
Os visitantes saúdam o local como um dos mais bonitos e importantes sítios históricos do mundo, mas reclamam do péssimo estado de conservação.
A jornalista Mary Weinstein, autora da reportagem lembra que “o Programa de Recuperação do Centro Histórico, iniciado em 1992, contou com aprovação entusiasmada de vários setores, até 1994, quando começou a enfrentar ritmo lento de execução. Em 1995, a mídia já dava conta da degradação que ameaçava retornar ao sítio classificado pela Unesco”.

Mary aborda, ainda, que “em 2007, o governo Jaques Wagner se propôs a prestar atenção especial ao que passava a ser chamado de Centro Antigo, agregando bairros adjacentes ao conceito do conjunto. E divulgou iniciativas como a requalificação da comunidade da Rocinha e a instalação de um escritório de referência”.
Como não poderia deixar de ser, Mary foi ouvir “o recém-empossado secretário da Cultura, Albino Rubim”, que substituiu o diretor de teatro Márcio Meirelles, ex-secretário da primeira gestão de Wagner e autor do plano de requalificação do sítio histórico.
Albino diz que “faz um reconhecimento da área e dos problemas, como os apontados por turistas e baianos. E avisa que, antes de mais nada, está tomando pé da situação”.
As primeiras palavras do secretário deixam no ar a sensação que ele vive em outro planeta, pois a questão do Centro Histórico está presente no dia a dia dos soteropolitanos há décadas.
Mas, para não se furtar a conversa com a jornalista, Rubim diz obviedades como “essa área é vital. É um símbolo, um espaço compartilhado, que dá identidade à cidade. É onde Salvador nasceu. Quem fala de Salvador não se refere à Pituba ou Itaigara, mas ao Centro Antigo. Os soteropolitanos e turistas sabem que este centro tem uma importância extrema para a nossa concepção de cidade”.

E prossegue o secretário explicando que houve um momento em que a cidade se deslocou. “E essa não é uma singularidade de Salvador. Aconteceu em várias cidades. A questão é como intervir nesses centros”, reflete.

Rubim crítica o que foi feito pelos governos carlistas.
Para ele aquela intervenção tinha tudo para não dar certo, pois “foi voltada para o turismo. E não poderia haver sustentabilidade ancorada no turismo. Não havia potencialidade. Teria que ter uma dinâmica com suporte da população”.
O interessante é que Rubim ao mesmo tempo em que diz que precisa tomar pé da situação, discorre sobre as intervenções ocorridas no local nos anos 90 e mostra conhecimento sobre o plano de Meirelles para a área.
Mas, o secretário coloca os pés pelas mãos, ao discorrer sobre uma suposta “substituição dos moradores”.

Usando um palavreado confuso, ele afirma que “foi uma revitalização sem a população e determinados empreendimentos que davam vida ao lugar. Criou-se um simulacro de dinâmica. Uma revitalização sem considerar os grupos afros, sem uma concatenação. Como era novidade, a classe média frequentou. O Estado jogou uma grana ali, uma situação artificial. E começou a decadência. Para ser honesto, muito antes do governo Wagner”.
Ora, bolas!
O secretário começa mal a jornada.
Os grupos afros e os “empreendimentos que davam vida ao lugar” nunca se afastaram do Pelourinho, muito pelo contrário são eles que mantêm acessa a chama mágica do local.
O grande problema do Centro Histórico de Salvador é o desleixo.
A prefeitura de Salvador, por exemplo, há muito tempo não dá a mínima atenção ao sítio histórico da cidade. A municipalidade vive a sombra das intervenções feitas pelo governo do Estado.
Entra prefeito, sai prefeito e o Centro Histórico é tratado como se fosse um enclave do governo estadual em Salvador.
Justiça seja feita à ex-prefeita Lídice da Mata que tentou reverter essa história, mas foi massacrada pela intolerância de Antônio Carlos Magalhães, que usurpou o Pelourinho do poder municipal com a conivência dos prefeitos da época transformando-o em uma bandeira eleitoral.
O pior é que Meirelles não tentou reverter essa lógica e ao que parece Rubim tende a mantê-la.
Esta na hora do prefeito João Henrique resgatar o controle do Pelourinho para Salvador, talvez essa ação o tire do buraco em que se encontra.


João Ubaldo: baiano porreta
faz 70 domingo(23) na ilha
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CRÔNICA/ UM PORRETA

NEM TODO JOÃO É UBALDO

Janio Ferreira Soares

Todo mundo tem um João em sua vida. Eu mesmo fui amigo de um com oitenta e tantos anos de gabolice que atendia pela alcunha de Vaqueiro, cujo perfil transitava entre Clint Eastwood e Charles Bukowiski. Do eterno caubói carregava o estilo de quem entra sem pressa no saloon, acotovela-se no balcão e vira várias doses de whisky com o mesmo prazer que eu tive ao tomar minha primeira fratelli numa lanchonete da Carlos Gomes. Do escritor levava o jeitão do velho safado que pisca para as dançarinas do mesmo recinto e as arrastava para uma banheira cheia de espuma e possibilidades. Pena ter partido sem realizar seu sonho maluco de dar um grau em Dilma, “rodopiando num forró pé-de-serra pra ela perder a autoridade e o juízo”. Grande figura.

Na Bahia, celeiro natural de cores e nomes, abundam joões. Tem o de sobrenome Gilberto, mestre em acordes e influências; tem o rei da confusão, de Gil; tem o Valentão, de Caymmi; têm os que carregam a pecha de Ninguém, Bobo e Sem-Braço; e, por esses dias, têm dois que estão passando por momentos distintos.

Um anda despertando a ira dos soteropolitanos e periga tornar-se unanimidade no quesito “sinônimos desaforados terminados em ado” (odiado, execrado, abominado…). Trata-se do prefeito João Henrique, que está deixando Salvador virar algo nunca dantes imaginado. Já o outro pode ser descrito por predicados bem diferentes dos dirigidos ao alcaide, embora com as mesmas harmonias verbais. João Ubaldo (admirado, venerado, festejado…), craque maior na arte de transformar caracteres em obras-primas, estará completando 70 anos neste domingo, 23 de janeiro, data que, torço, vire feriado municipal no restante da Ilha de Itaparica, posto que, no bar de Espanha e adjacências já o é de há muito.

De Paulo Afonso, cidade onde sargento Getúlio veio buscar um preso em um de seus melhores livros, este locutor se inclui no coro dos contentes e faz votos para que o farol da Ilha continue guiando e protegendo os passos do seu filho mais porreta toda vez que ele sair pra bater pernas pelas ruas do Leblon.

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura e Turismo da cidade de Paulo Afondo, do lado baiano do Rio São Francisco, com vista para Alagoas e Pernambuco.


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Do editor do Blogbar(SP) para o editor do BP (BA)

Caro VHS

Porque hojé é sábado

Porque conceitos são variáveis

Porque o Fisco é recordista

Porque Gal é Gal

Fica esta sugestão:

Aqui, diretamente do blogbar, Quatro Ases e um Coringa “Hoje eu vi um leão”

Muiz Motta Fontana
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Sugestão aceita,poeta. Música postada com prazer.

Tim Tim

(VHS)

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OPINIÃO POLÍTICA

Serra cobra oposição

Ivan de Carvalho

A configuração de poder no Brasil para o futuro em médio prazo – até 2014, para quando estão previstas as próximas eleições federais e estaduais – é francamente desfavorável às oposições.

Há algumas dificuldades também na situação, mas, vistas de agora as coisas, são pouco relevantes quando comparadas às dificuldades oposicionistas.

O governo da presidente Dilma Rousseff enfrenta problemas na área financeira. Está delineada faz já algum tempo uma crise cambial, que não é exclusiva do Brasil, mas nos atinge severamente e tende a se agravar. O Banco Central está encontrando cada vez maior dificuldade para conter a apreciação do real frente ao dólar e isto prejudica as exportações e estimula as importações.

Não fosse o excelente desempenho das comodities – principalmente alimentos – e a balança comercial já estaria em crise total. Uma outra ajuda que o país tem recebido é a oferta “generosa” de investimentos estrangeiros, especulativos, muitos, direcionados à produção ou ao comércio e serviços, outros. Isso está ajudando a manter sem traumas o balanço de pagamentos.

Mas o governo Dilma enfrenta a ainda moderada, mas perigosíssima (por causa da tradição brasileira) herança maldita da inflação deixada pelo último ano do mandato de Lula, o ano eleitoral, da gastança eleitoreira sem censura. Inflação agravada pelo progressivo inchaço da máquina de poder federal durante os oito anos de mandato do ex-presidente.

Por conta dessa inflação, o Copom acaba de inverter a tendência de queda de juros, elevando em 0,5 por cento a taxa básica de juros (Selic). O reajuste real do salário mínimo será de 0,16 por cento ao dia. Cortes profundos estão sendo planejados para os orçamentos setoriais, inclusive no setor da Saúde, no qual, em relação direta, quando se cortam reais, cortam-se vidas. Uma maldade inominável.

E o governo também enfrenta problemas políticos. Os principais, por enquanto, relacionam-se com a insatisfação contida, mas não vencida, do PMDB com a posição subalterna reservada ao grande e fundamental aliado pelo novo governo petista.

Mas pior estão as coisas nas oposições. Vejamos apenas, ligeiramente, os dois maiores partidos. O Democratas está empenhado numa luta fratricida entre duas facções por causa de um prefeito, Gilberto Kassab, de São Paulo, que ninguém sabe (talvez nem ele mesmo saiba ainda) se ficará no DEM ou passa para o PMDB. E o DEM, ou boa parte dele, já vê com maus olhos seu papel tradicional de coadjuvante do PSDB.

Enquanto isso, no PSDB, o maior partido oposicionista, os dois principais políticos militantes, José Serra e Aécio Neves, treinam para o embate que sabem inevitável, já que nenhum deles se dispõe a deixar de concorrer a presidente (Serra pela terceira vez) da República em 2014. Serra luta para manter-se à tona, trabalhando para ser eleito presidente nacional da legenda. E, pasmem, pede ao partido que faça oposição de verdade (ele que nem no governo paulista e nem mesmo na campanha eleitoral para presidente fez isso). Aécio lutará com armas que ainda não exibe. Sua postura de oposicionista ante o governo Dilma espera por definição. E seu trabalho de atração do PMDB tem que esperar que surjam a oportunidade e o momento certos.

jan
22
Posted on 22-01-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 22-01-2011


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Nani , no Charge Online
http://www.acharge.com.br/index.htm


Um certo toque de Exu…

…Na comunicação de Gal no tuiter
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ARTIGO DA SEMANA

Gal: preguiça baiana e polêmica nacional

Vitor Hugo Soares

“Laroyê, Mojubá!”. Direto da Bahia, abro as linhas deste artigo semanal com uma saudação a Exu, para anunciar que a temporada de verão 2011 começou por aqui do jeito que mais gosta o orixá brincalhão e polemista dos cultos afro-brasileiros – do candomblé principalmente. O pau está quebrando – na defesa e no ataque – em relação ao mais novo bafafá que se alastra de Salvador para o resto do País, e, desta vez, nem o ex-presidente Lula nem o cantor e compositor Caetano Veloso, podem ser responsabilizados de nada.

Na verdade depois de entregar a faixa à presidenta Dilma, Lula ainda não passou por estas bandas nordestinas, embora tenha prometido o que deve acontecer provavelmente no Carnaval. O santamarense Caetano Veloso também ainda não soltou o verbo na praia do Porto da Barra e adjacências (como costuma fazer sempre nesta fase do ano), mas o bafafá que promete tomar conta do Verão-2011 já corre mundo afora.

Exu não dorme no ponto quando o assunto é criar uma boa confusão. O orixá festejado por Jorge Amado e escolhido para guardar a área em torno da Fundação que leva o nome do escritor baiano no Pelourinho – um dos pontos mais visitados por turistas na capital baiana – se encarregou de mandar Gal Costa e assim não deixar ninguém na mão, em tempo de jornalismo sonolento e de poucas notícias, salvo as ruins – também anuais no Brasil de norte a sul – como as da tragédia da região serrana do Rio, onde o número de mortos já beira os 800 nesta sexta-feira em que escrevo.

Quem sabe dos cultos de santo por aqui, não tem dúvida: só pode mesmo ser coisa dos exus, esses chefes de terreiros, “lixeiros alegres que passam pelas ruas recolhendo todas as ‘sujeiras’. Vêm com brincadeiras e algazarras, mas fazem um trabalho enorme em benefício da sociedade, que diga-se de passagem é muito pouco reconhecido”, como assinala um especialista em Guia sobre cultos afro-brasileiros na web (http://www.guia.heu.nom.br).

Vejam o caso e tirem vocês as próprias conclusões:

A cantora Gal Costa, que em geral vive calada e só gosta de falar através das letras das canções que interpreta (quase sempre maravilhosamente), decidiu soltar o verbo esta semana, ao ver dar tudo errado nas obras de reforma de sua casa em Salvador e nas relações trabalhistas com o operário da terra encarregado da execução.

Contrariada, a doce bárbara de outras épocas na MPB partiu para uma abordagem meio sociológica “meio senhora de engenho do antigo Recôncavo Baiano” (o achado da frase é de um querido amigo jornalista cujo nome evito citar por falta de autorização e por não querer jogar mais lenha na fogueira) via Web – ou seja, para a Bahia, o Brasil e o planeta – de tema recorrente em tempo fraco de notícias, mas sempre muito delicado em qualquer época: a preguiça dos baianos.

Na verdade, o operário queixou-se de uma forte dor de cabeça que o impedia de concluir no dia e prazo combinados entre as partes a instalação do aparelho de ar condicionado na casa da cantora. Seguramente também sob o efeito do forte calor que faz estes dias na capital baiana, a mana e conterrânea Gal desabafou na mensagem postada em seu endereço no Twitter:

“Como na Bahia as pessoas são preguiçosas! Técnico do ar-condicionado ñ pode terminar o trabalho pq está com dor de cabeça. Essa é a Bahia!!!”, reclamou, no impulso. “Ela costuma tuitar a partir de um iPhone”, contou a revista digital Terra Magazine na matéria assinada pelos repórteres Claudio Leal (baiano) e Dayanne Sousa, em suite jornalística do assunto que então já pegava fogo na Bahia e se alastrava país afora, via Internet.

Foi o toque dos exus que faltava no caso. Na quarta-feira à noite, pouco tempo depois de postado palpite infeliz, a cantora já havia arrebatado mais de 39 mil seguidores no Twitter. Muitos deles fãs que a acompanhavam e que se consideraram ofendidos também com a pecha de “preguiçosos”, lançada por Gal na briga com o técnico de ar condicionado. Não faltaram acusações de preconceito e até “racismo” jogadas sobre a cabeça da doce bárbara.

Espantada com a repercussão inesperada, Gal tentou dar tudo por encerrado, como governantes e velhos políticos quado se vêem diante de fatos e situações incômodas e embaraçosas, mas sem desistir da tese desatrosa, certamente com Exu ainda soprando em seu ouvido: “Ñ é racismo meu filho, é REALIDADE!!!!”. “Tem gente mais preguiçosa em cidades q tem mar”, teorizou a cantora, ressaltando no tuiter que também morou 23 anos no Rio de Janeiro e tem autoridade para falar.

Aí todos os raios e trovões e até algumas flechas de São Cristovão desabaram de vez sobre a cabeça e o peito de Gal, a quem parece só ter restado como alternativa a fuga em desabalada: “Gente, chega! Acabou o assunto da preguiça. Ñ se pode falar nada aqui q tudo vira polemica. Sou baiana e falo pq posso. Vou sair. Tchau”, postou a cantora, ao anunciar que estava deixando o microblog na quarta-feira (19) mesmo. Depois sumiu.

Na fuga apressada, nem lembrou dos versos da antológica música “Vaca Profana”, que Caetano Velosos escreveu para ela e que Gal interpreta divinamente, como ninguém: “Respeito muito minhas palavras/ Mas ainda mais minhas risadas/Mas ainda mais minha risada/Inscrevo, assim, minhas palavras/Na voz de uma mulher sagrada/Vaca profana, põe teus cornos
Pra fora e acima da manada/Ê, ê, ê, ê, ê,/Dona das divinas tetas
Derrama o leite bom na minha cara/E o leite mau na cara dos caretas”Entrevistado em São Paulo pela Terra Magazine sobre a polêmica que abre mais uma temporada de verão na Bahia e no País, o compositor Tom Zé, conterrâneo de Gal Costa, ladino como um exu de Jorge Amado, “preferiu ser telegráfico ao analisar a tormenta vivida pela cantora baiana, no Twitter, desde que atacou a “preguiça baiana”:

– Gal está aprendendo a lidar com os códigos da comunicação de massa, é isso – diagnosticou Tom Zé.

Exu é pouco!

Vitor Hugo Soares, jornalista baiano que confessa e pede desculpas pela falta de traquejo com as coisas dos orixás. E-mail:
vitor_soares1@terra.com.br.

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