jan
19


Gal no Twitter:”tô fora”
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Deu na revista digital Terra Magazine

Claudio Leal e Dayanne Sousa

A cantora baiana Gal Costa já arrebatou mais de 39 mil seguidores no Twitter, mas anunciou que vai deixar o microblog nesta quarta-feira (19), depois de chamar os baianos de “preguiçosos” e ofender muitos dos fãs que a acompanhavam.

Gal reclamou da dor de cabeça de um técnico de ar condicionado. “Como na Bahia as pessoas são preguiçosas! Técnico do ar-condicionado ñ pode terminar o trabalho pq está com dor de cabeça. Essa é a Bahia!!!”, tuitou. E seguiu-se uma série de ataques à reclamação considerada preconceituosa.

Logo apareceram vários críticos que chamaram a atitude de “racista”. A discussão foi longe até que a baiana sentenciou: “Tomei a decisão de ficar distante do twitter porque não aguento a intolerância das pessoas e a grosseria”. Ela se queixou do jornal baiano “Correio”, que fez uma reportagem sobre o desabafo de Gal, que atualmente reside em Salvador.

Gal defendeu-se em posts seguintes: “@CarolFelidae – ñ é racismo meu filho, é REALIDADE!!!!”. “Tem gente mais preguiçosa em cidades q tem mar”, teorizou a cantora, ressaltando que também morou 23 anos no Rio de Janeiro e tem autoridade para falar.

As críticas às tuitadas não cessaram e ela protestou: “Gente, chega! Acabou o assunto da preguiça. Ñ se pode falar nada aqui q tudo vira polemica. Sou baiana e falo pq posso. Vou sair. Tchau.”

Apesar das pedradas, surgiu o movimento “#ficagalcosta”, para que ela volte a tuitar.

(Mais notícias no Terra Magazine: http://terramagazine.terra.com.br/interna/


25 ANOS SEM ELA!

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Boa Tarde!!!

jan
19


Apple voa alto nos negócios/SOL
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Deu no jornal SOL (Lisboa)

A Apple alcançou lucros líquidos na ordem dos 6 bilhões de dólares no primeiro trimestre fiscal de 2011.Os dados dizem respeito ao primeiro trimestre fiscal deste ano, que terminou em 25 de Dezembro de 2010, e foram apresentados no rescaldo do pedido de baixa de Steve Jobs.

De acordo com a Apple, durante este período a empresa registou receitas de 26,74 mil milhões de dólares, o que representa o melhor lucro de toda a história da empresa.

Do total das receitas trimestrais, 62 por cento resultam das vendas internacionais, revelou a Aple.

No que diz respeito a produtos, a Apple conseguiu registar um aumento de 23 por cento nas vendas de Macs e um aumento de 86 por cento nas vendas de iPhones, quando comparado ao primeiro trimestre fiscal de 2010.

Já as vendas de iPods, registaram um decréscimo de sete pontos percentuais no período em análise.

Em comunicado o chief operational officer da Apple, Peter Oppenheimer, considera que «não podíamos estar mais felizes com a performance do nosso negócio, conseguindo gerar 9,8 mil milhões de dólares em cash flow de operações no decorrer do trimestre de Dezembro».


O cão e seu verdadeiro dono
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Deu no Comunique-se (portal especializado em notícias de bastidores da imprensa – http://www.comunique-se.com.br

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Da Redação

A imprensa brasileira conseguiu comover a muitos com a história do cão Caramelo, que supostamente guardava o túmulo da dona após ela ter sido soterrada pelos deslizamentos de terra que atingiram a região Serrana do Rio de Janeiro na última semana. A história foi noticiada pelo G1, UOL, Folha.com, R7, Extra e virou até charge de Chico Caruso no jornal O Globo, entre outros. No entanto, segundo o Diário de Teresópolis, a história, repercutida até pela imprensa portuguesa, não passou de uma grande confusão.

De acordo com a reportagem, Caramelo realmente existe e perdeu seus donos na tragédia, mas não era ele que aparecia ao lado de um túmulo e sim, John, o cachorro de Rodolfo Júnior, voluntário que trabalha no cemitério Carlinda Berlim.

“Isso é coisa de repórter que precisava chegar com uma história diferente para apresentar ao chefe… o John é meu há mais de um ano quando fiquei com ele pra mim! O antigo dono foi para o Rio e deixou ele por aí… ele chamava o cachorrinho de Leão, mas eu prefiro John… ele tem cara de John, afirmou Junior ao Diário de Teresópolis, que enfatizou que seu cachorro é dócil e o segue por todos os lugares, por isso estava ao seu lado, enquanto trabalhava. “No dia em que o rapaz tirou a foto dele eu estava trabalhando nas covas e ele ao meu lado como sempre… e aí depois veio essa maluquice toda”.

Não se sabe se a confusão começou após as fotos de John terem sido divulgadas pela agência AFP como as de Caramelo, ou se pela semelhança dos dois cachorros. Mas o caso irritou o administrador do cemitério, Márcio de Souza. “É lamentável que tal fato seja utilizado para causar comoção aos leitores! Fui contatado horas antes da notícia ser levada ao ar por um repórter e fui claro ao dizer que o cão da foto ao lado do túmulo é de propriedade de um de nossos voluntários que no momento faziam sepultamentos naquele local, logo não tem nada a ver com o cão adotado, disse.

As notícias sobre o cão “fiel” não paravam por aí. Esta semana vários portais divulgaram que o cachorro, que supostamente guardava o túmulo da dona, foi adotado por uma família da capital carioca, mas depois fugiu. Caramelo foi adotado e desapareceu, mas não era ele que aparecia na foto ao lado do túmulo. “Houve uma confusão que não se sabe onde começou”, afirma Anderson Duarte, autor da reportagem do Diário de Teresópolis.

Segundo o jornal, a confusão se torna evidente quando uma reportagem do Extra diz que o cão estava no cemitério Carlinda Berlim e que foi encontrado pela Comissão Especial de Proteção Animal da Alerj perambulando pelo bairro Caleme. “Para chegar de um bairro ao outro você tem que atravessar a cidade”, explicou o repórter do jornal de Teresópolis.

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A GRANDE BARRIGADA


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Maravilhosa Elis. Saudades!!!

Bom dia!!!

( VHS)

jan
19


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Texto publicado ontem (18), no blog Tribuna Livre

Artigo/Elis

Na memória feito tatuagem

Viviane Moreno

Amanhã (hoje, 19/1) faz 25 anos que Elis Regina, uma das maiores intérpretes da música brasileira (para muitos, a maior), se foi, aos 36 anos, supostamente por complicações que envolveram overdose de cocaína e abuso de álcool. Vários relançamentos e merecidas homenagens não deixam a data passar em branco.

Encerrada prematuramente, a trajetória da cantora começou cedo. Elis nasceu em Porto Alegre, em 17 de março de 1945. Com apenas 11 anos, cantava na Rádio Farroupilha. Assinou o primeiro contrato profissional, na Rádio Gaúcha, em 1959, e no ano seguinte foi para o Rio de Janeiro, onde gravou o primeiro compacto, pela Continental.

Com a missão fazer frente a Celly Campello, da concorrente Odeon, Elis estreou em LP em 1961, aos 16 anos. «Viva a Brotolândia», assim como «Poema de Amor», de 1962, trazia calipsos, rocks e boleros. A vida toda, Elis rejeitou esses dois discos, agora relançados pela Som Livre.

Em 1964, foi cantar no Beco das Garrafas, reduto da bossa nova, onde aprendeu com o bailarino americano Lennie Dale a célebre coreografia que lhe valeu o apelido de «Hélice Regina». Contratada pela TV Rio, passou a trabalhar ao lado de Jorge Ben e Wilson Simonal, mas foi em 1965 que tornou-se conhecida nacionalmente, ao vencer o I Festival de Música Popular Brasileira da TV Excelsior, defendendo a música «Arrastão», de Edu Lobo e Vinicius de Moraes.

Foi ao lado de Jair Rodrigues, com quem gravou três volumes de «Dois na Bossa», que Elis apresentou um dos programas musicais mais importantes da música brasileira, «O Fino da Bossa», que estreou em 1965, na TV Record.

A carreira solo da Pimentinha decolou com o disco «Elis», de 1966. Em 1969, intensificou sua carreira no exterior, fazendo shows nas principais capitais européias e latino-americanas. Em 1974, gravou, nos Estados Unidos, um de seus discos mais marcantes, «Elis e Tom». Curioso que, dez anos antes, atuando como diretor musical da gravação de «Pobre Menina Rica», peça de Vinícius de Moraes e Carlos Lyra, o maestro vetou a cantora, então com 19 anos, para o papel principal. «Essa gaúcha é uma caipira, ainda cheira a churrasco!», teria dito, sumariamente.

Entre 1973 e 1978, Elis teve em sua companhia o que seu filho João Marcello Bôscoli (músico, assim como os irmãos Pedro Camargo Mariano e Maria Rita) chamou de «quarteto mágico»: César Camargo Mariano (piano, teclados, arranjos e direção musical), com quem foi casada, Luizão Maia (baixo), Paulinho Braga (bateria, às vezes trocando baquetas com Chico Batera) e Hélio Delmiro (guitarra). Foi com esse elenco de craques que Elis realizou o grande show de sua carreira, durante 17 meses, entre 1975 e 1976, no Teatro Bandeirantes: «Falso Brilhante», relançado agora pela EMI, em DVD, junto de «Na Batucada da Vida» e «Doce de Pimenta».
Em 1979, participou do Festival de Jazz de Montreux, na Suíça, e gravou um de seus maiores sucessos, «O Bêbado e a Equilibrista», de Aldir Blanc e João Bosco, dupla que lhe forneceria inúmeros sucessos, como «Caçador de Esmeraldas», «Mestre-sala dos Mares», «Dois pra Lá, Dois pra Cá».

Uma intérprete completa e excepcional

Viviane Moreno é jornalista

Dilma: afinal, como designa-la?

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OPINIÃO POLÍTICA

Presidente, presidenta, presidento

Ivan de Carvalho

Vamos combinar. Enquanto o governador Jaques Wagner vai se ocupando e à mídia nas escolhas que anda faltam para a composição do primeiro escalão de seu governo, creio que não vale a pena ficar aqui tentando dar informações que reduzam a ansiedade dos que esperam permanecer ou entrar, mas não sabem se conseguirão uma coisa ou outra. Eles que tomem diazepam ou, se forem naturebas, chá de camomila ou suco de abacaxi. Aliás, o abacaxi é uma fruta adequada ao momento.

Enquanto os aspirantes a ficantes ou entrantes (não creio que haja algum aspirante a sainte) se descabelam, vale abordar questão muito mais amena e, acredito, de muito mais relevância, pois diz respeito à própria natureza de nosso idioma, “última flor do Lacio, inculta e bela”.

Está rolando na Internet desde pelo menos a época da campanha para o segundo turno da eleição presidencial um escrito de José Bonés, filólogo e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro. É que foi exatamente nesse período que, preocupada com a resistência das eleitoras – bem maior que a dos eleitores – à candidatura de Dilma Rousseff, decidiram Lula e o marketing da campanha que ela não mais seria candidata a presidente, mas a presidenta.

Palavrinha, melhor dizendo, palavrão estranho e feio, mas inventado com o óbvio propósito de adular (já que não se lhe poderia puxar o saco) as mulheres que integram o corpo eleitoral com um toque feminista. Um toque esquisito e errado, é verdade, mas supõe-se que de alguma utilidade, tanto que até hoje Dilma Rousseff se auto-qualifica de “presidenta”, ainda que ponha Luiz de Camões a revolver-se no túmulo. E não faltou nem falta ainda a militância petista a jurar em falso que estão certos ambos os termos, presidente e presidenta.

Não estão não. Presidente é palavra neutra. Serve há séculos para os dois gêneros. Presidenta é palavra feminina e, se insistem em usá-la, então que quando o ocupante do cargo for homem, distingam-no não com a forma correta e neutra, mas com a masculina, presidento. Apenas uma questão de equilíbrio. Burro, mas equilíbrio.

Mas vamos a parte do texto do filólogo José Bonés.

“Presidenta?

Mas, afinal, que palavra é essa?
Bem, vejamos:
No português existem os particípios ativos como derivativos verbais.
Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, de cantar é cantante, de existir é existente, de mendicar é mendicante…
Qual é o particípio ativo do verbo ser?
O particípio ativo do verbo ser é ente.
Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa o verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.
Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não “presidenta”, independente do gênero, masculino ou feminino.
Se diz capela ardente e não capela “ardenta”; e diz estudante e não “estudanta”; se diz adolescente, e não “adolescenta”; se diz paciente, e não “pacienta”.
E completa José Bonés, com um parágrafo irônico, que tomo a liberdade de atualizar e reduzir a maldade, antecipando ao autor meu pedido de desculpas:
“A presidente se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para ser eleita representanta. Esperamos algum dia vê-la sorridenta, pois esta dirigenta política, como principal membra do governo brasileiro, não tem o direito de adotar atitudes barbarizantas contra o pobre idioma português só para ficar contenta”.

Pois é. Viram no que dá mexer indevidamente numa letrinha?

jan
19
Posted on 19-01-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 19-01-2011


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Dálcio foi feita originalmente para o Correio Popular (SP)

jan
19


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BOA NOITE!!!

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